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Campanha do Agasalho 2009

Monday, January 22, 2018


Como Visualizo Os Meus Amigos(as)! Sim! Os Verdadeiros.



“Albergo” em mim alguns amigos (as). Quando os sinto “desmembro-os” de atenção e dedicação. Tenho poucos. Também não necessito de mais.

Quando acendo a luz que me alumia. Acendo o seu Universo existencial de simpatia para com eles. São-me preciosos. “Habitam” a mesma vida que a minha. São amáveis. São determinados. São gigantes de quando eu sou eu.

Esses amigos (as) há muito invadiram o meu mundo. Um Planeta franco e sincero para com eles e elas. Toco-os em palavras. Que difundem e segredam afectos majestosos e grandiosos.

Esses, tenho-os sempre presentes e visíveis em mim. Com os “fusíveis” da mente acesa. Com a valentia das suas vidas de encanto e sublime atitudes que preservo e agradeço. Agradeço com a minha humildade e honestidade. Não quero ou desejo que desapareçam do que sou. Transmitem pureza e beleza. Irradiam carinho.

Posso ser o que sou pela confiança e franqueza como “moram” em mim. São mágicos iluminados pela verdade e autenticidade de como surgem e manifestam a sua vida. Uma magia que arrebata. Que vivem. Que existem. Que deslumbram e maravilham.

Não! Não são feitos de impureza e inverdade quando secretamente os elogio e vanglorio.

Oxalá os tenha sempre imbuído das mesmas atenções e da idêntica ternura.

Posso falar e sou escutado. Sei que sou escutado.

Quando me expresso com deslumbre e sublime ser de tudo o que penso, eles vivem o mesmo ser que o meu.

São fabulosos (as). São ímpares. São notáveis.

E, assim, vou “construindo” tudo o que vai em mim.

Vou “delineando” tudo o que vai no que sou com valentia e arrojo maravilhosos e ternos. Com total liberdade. E, que me agrada e eu gosto.

Visualizo assim os meus amigos(as)! Sim! Os Verdadeiros. Com afecto e seriedade. Estarei sempre presente neles (as).

É assim que sinto os meus amigos em mim.

É tudo. Oxalá mereçam a atitude do meu sentimento sincero e verdadeiro por eles e por elas.



António Pena Gil



Obrigado.

Saturday, January 20, 2018


Como Gostaria De Ser Investigador Da História Universal!



Há certas atitudes de menos âmbito em que modificaria a minha essência de efectuar. Carregaria no meu estar do que sentiria a paixão neste âmbito.

Na minha existência fui pela magia que era Indiana Jones e as suas atitudes surpreendentes e de fascínio.

A seguir, “busquei” explicações pelo paradeiro da “Arca da Aliança” e do “Santo Graal”. Mistérios de “Toxidade”. preciosos que nos surgem e explicam viverem. Expliccam com ternura e e forma sublime que exerçocom asua forme e “sentirem” sempre prontas a discussão destes notáveis devem ser.

Talvez, procurando o importunáveis

Há longo tempo que me abalam as pesquisas feitas de historicidade e seriamente do que sou Nunca, o s mistérios de viver

Dan Brown vai na frente. Atrás seguem crianças presenciais e existentes.

Os mistérios são outros. Coabitam comigo na paz e sossego da vida quando me “visto” com admiração e pasmo inconfundíveis. Irreveláveis. Misteriosos e secretos que me murmuram baixo o que faço ali?

É ponto assente: Gostaria de ser o “concreto” determinado. “Cimentando” com a vida e o mundo de toda a felicidade do mundo.

Sei que adorarias ser “historicamente”, de verdade e autenticidade que “moram” na minha ânsia” e existiem. Nesta animosidade marcante, óbvias e fantásticas.

Procuraram intensamente o sentir de todos. ficaria na paixão a que assistirias e procuram.

Deveria ser único. Deveria ser impar. Deveria ser perplexo. Deveriam assistir no “alçapão”, segundo subterrâneos do meu sentir de pureza e deslumbre.

“Assusto” muito terno e pereiros de esperar para ver. Com cautelas. Com esmero. Com aquela realidade que era minha. Em com todos falharíamos.

Como gostaria de ser Investigador da História Universal!

  

É tudo, por hoje.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

São amigos e amigas lindas de sonho, sabem?

Os Meus Sentimentos “habitam” nas “Casas” Sublimes Das Pessoas. Respeito-os. Imenso.



Quando olho o Planeta vejo e revejo pessoas. Afáveis. Majestosas. De bem.

Tenho sentimentos que me explicam. Sempre fui mais por elas do que por mim. “Rebentaram-me” os meus “fusíveis” da mente de delícia do que era por pensar exageradamente nelas. Com amizade. Com dedicação. Com “amparo”.

Respeito-as muito. Fazem parte de mim. Do meu Universo pessoal isento e estoirado de neurónios preciosos.

Já foram capazes de provocar a ternura e encanto terno e puro do que sou.

VOCÊS são seres humanos de fascínio. De magia extraordinária. De “anestesias” desconhecidas invisíveis que me ajudam um pouco.

Que “atenuam” a minha ânsia de ir procurá-las silenciosamente em sonhos nunca os tendo encontrá-los.

Nunca fui muito notado no que ambiciono. No que desejo. No que sou.

Penso. E, penso tanto.

As pessoas que não me conhecem. Duvidam, de forma plena e absoluta da minha sensatez. Do meu estar e ser na vida quando a “visto.”de harmonia e bem-estar.

Também jamais serei fiel a mim.

As pessoas tenho-as bem guardados numa caixinha secreta instalada no meu gasto e abandonado Ser.

Para não fugirem aos beijos a toda a gente.

Peço desculpa pelos meus actos. Mas, são situações e instantes coerentes, mas esquecidos da minha memória. Estão lá todos e todas. Vivem de sensatez. Vivem enternecidos. Existem de  sinceridade e verdade.

Não se pode brincar com os sentimentos maravilhosos e doces de gente ávida de afecto.

Quando esta situação aparece vou ao encontro delas e deles. Fui um professor atento. Sei manusear afectos. Compô-los. Arranjá-los. Meto-lhes “fusíveis” de deslumbre. Não tenho muitos. São para vós.

Ponto assente: Nutro por toda a gente o respeito e sossego murmurado de afectos desfeitos. Acabados. Gastos.

Por isso não tenho muito para dar. Já pensaram porque sou como sou? Descansem, gosto “a potes” da vossa ternura e da notoriedade e agradabilidade de existir perto de vós.

Estou sempre presente na magia de socorrer falta de afectos, acreditem? Os vossos sonhos estão no que sou.

Os meus sentimentos “habitam” nas “casas” sublimes das Pessoas. Respeito-os. Imenso.

Obrigado.

É tudo.



António Pena Gil



Com elevado respeito. Sejam felizes, sim?

Gosto muito de vós.

Friday, January 19, 2018


Sou Contra Todo Os Tipos De Violências.

Quaisquer Que Elas Sejam!



Depois, da minha incursão simpatia e amável pelo Hospital da minha majestosa cidade. Terna. Linda. Afagante e “cerimoniosa” mesmo que me deixou estupefacto e maravilhado, abri a televisão.

No mágico “ecrã” surgiu-me a imunidade diplomática não podendo ser levantada por actos cruéis e violentos sobre um pacato Cidadão português. Foi um caso passado no nosso maravilhoso país de sonho e paz.

É revoltante e indigno por ser um acto criminoso perpetuado por seres irascíveis e sem ponta de sensatez e atitudes humanas que não podem ser julgados como seria normal e merecido pela horripilante e irascível conduta brutal e plena de extrema violência deles.

Vi a reportagem e fiquei indignado. Foram pontapés constantes e repetidos sobre a cabeça e cara deste Cidadão que não pode reagir, nem sentir-se seguro tal a brutalidade e iniquidade a que assistimos com sofrimento e agonia ao ver tudo aquilo de selvático e animalesco grandiosos.

A televisão mostrou também actos inconcebíveis de violências domésticas impensáveis sobre mulheres indefesas e em sofrimento, remetidas a um silêncio exasperante, em vez de denunciar estas condutas cobardes e indignas de pronto e de imediato, às autoridades competentes. Calam-se e calam-se e nada dizem.

Por último assisti no “ecrã” da TV, crianças desaparecidas como por magia. As razões e o seu futuro obscuro e de perigo que se tornam revoltantes, sem augurarem nada de positivo com o seu futuro e as suas posturas incertas. Adversas. Preocupantes. Muito choradas. Dignas de um profissional de saúde que as ajude. Que as “ampare” na sua dor profunda. No apoio necessário e óbvio. Talvez, durante toda a vida dos pais delas e deles.

E, é assim que vai o Planeta. E, é assim que vai a vida.

Estes “homens do mal” têm que ser julgados e sujeitos a uma pena gigantesca de prisão. Não são humanas. Não merecem nada nem compaixão.

Devem ser condenados.

Sou contra todos os tipos de violências.

Quaisquer que elas sejam!

Está tudo.



António Pena Gil



Sejam felizes, amigos de sonho, sim?

Gosto muito de vós.

Thursday, January 18, 2018


O Meu “Embate” Com A Ciência Médica!



Às vezes a Ciência Médica faz milagres.

A Humanidade vive de sensatez e sobriedade quando enfrenta a ciência médica que respeita imenso. É lhe preciosa. Sensata. Evoluída. De sonho consumado neles.

Cria instantes soberbos e determinados. Mesmo, àqueles em que ela com o seu encanto gigantesco, imbuído de esperança, conclui e decide uma cura. Esta ciência é organizada. É preciosa. É geradora de momentos bons. Aprazíveis. É feita de preciosismos tecnológicos. Empreendedores. Capazes.

Vive de agradabilidade e notoriedade. Vive de conforto emocional que tudo concebe de grandiosa eficácia e admirável. Fabulosa em momentos maus e que “acarreta” felicidade ou tristeza.



De maravilhar e enternecer. Mesmo em casos enfermos profundos e incomodativos. Aí, “veste-se” de vida. Daquela magia terna e majestosa do seu gigantismo humano esperançado. Estamos numa sociedade Contemporânea avançada. Desejada Ambicionada. Que existe numa sensibilidade precisa. Exacta do seu Ser. Que tudo consegue.

Concebe momentos esplendorosos de ternura. Sobriedade. Bom senso.

Hoje, vou fazer “Taques” sobre “taques”.

Desculpem, mas tenho que agradecer. Com as perspectivas de “fusíveis” omissos de ansiedade que se deseja bem sucedida. Um sucesso evidente e óbvio de grandezas consumadas e benéficas.

Acredito, vivamente, conviver com ela, lado a lado. Sim! Sem esquecer ou omitir a presença deliciosa e fantástica do bom Deus. Nunca O esqueceria.

Mesmo entregue e sujeito a Ele.

Hoje, vou ao médico. Há muito que não o fazia.

Será o meu “Embate” com a ciência médica!

Deus me ajude.

Estou preparado.

António Pena Gil

Tuesday, January 16, 2018


O Meu Sonho é o Sonho do Mundo!



Caio nas metáforas que criei. Com aprazível emoção. O resto que me “acolhe” e “abraça” age somente nos meus sentimentos que se dissolvem com o tempo em que existe vida.

Uma magia de sensatez que delicia. Fascina. Encanta e enternece porque as procuro no meu sentir doce e terno. Explicativo de que me “decora” e me “desenhe” no seu Ser maravilhoso e de sublime estares direccionados de imensa notoriedade e seriedade. Encanto maravilhoso. e de deleite que são meus.

Estão numa “caixinha” misteriosa da minha mente com verdade e autenticidade do que sou. Secreta. Precisa. Assente em atitudes e valores que vos encaminha para eles.

Não! Não me identificaria enquanto o tempo não suscitasse o deslumbre duma existência valiosa e de  deslumbre imensos, em que “planeio” todo o meu ser.

Não é complexo o que sinto por eles. Se encararmos a nossa verdade com atenção sublime e de excelência” vivo-as à minha maneira. De causar dúvidas sentidas e sinceras.

Como é bom sonhar. E, eu que tenho imensos sonhos/pesadelos no meu Ser sedento de carinho e sublime estar na “existência” de mim. Com precaução e de forma plena do seu sossego sentimento majestoso e lindo. Prefeito. Caminhávamos já rumo ao infinito visível de coragem e grandiosidade.

Hoje, fico aqui tocando todo o meu ser majestoso e de maravilhar pela pureza da significativa agradabilidade. Sonhar de maneira de perceber os meus sonhos e as “coisas” que me seguem, segredando e murmurando algo que abarca tudo e todos ali.

Por hoje é tudo, fabulosos amigos de sonho.

O meu sonho é o sonho do Mundo! O “Vosso” Ser sublime e de sonhar muito. Muito mesmo.



António Pena Gil



Sejam felizes, fantásticos amigos do meu Ser inquieto e repleto de dúvidas reais e manifestas por concretizar.

Por tudo  o que possuo grandioso ainda em mim.

Gosto muito de vós.

Ando Às Voltas Com Os Meus Sentimentos E Os Meus Pensamentos!



Sou assim. Ando às Voltas com os meus sentimentos e pensamentos. Vivem de verdade. Vivem de vida humilde. São sinceros. São verdadeiros. Sempre coabitei com eles de forma séria e autêntica.

“Vestem-se” com as minhas ideias e emoções em que me entrincheiro com emoção e sensibilizado por serem puros e direccionados a vós. A Paz existencial tenta eternizar-se em mim. Com aquela quietude em que me procuro. Em que busco de forma agradável e de forma sensata do que sou.

Quando erro um “querer” peço sempre desculpa. Fazem parte do meu respeito e civismo que urgem e me “habitam” desvendando o Planeta que também me pertence. Em que me incluo. Com aquela universalidade pessoal e social que me sorri. Com aquela delícia de formas  subtil e apurada.

Gosto tanto de ver as metáforas de beleza que me fascinam em qualquer cidadão pleno de pureza.

Talvez, por ser um Ser terno e carinhoso. Um pensador de nunca “apagar” de mim. Que insiste em ser distribuidor de harmonia. Paz. Serenidade. Uma chama de felicidade e bem-estar que difundo às pessoas. Sim! Todas.

Só sei que existo numa ternura que procura ser sempre presente e aceite na minha timidez e “desaforo” com uma significação poderosa e perfeita de concretizar os meus sonhos. Sonhos lúcidos e coerentes com o meu estado imbuído de bem-estar para todos.

É tudo, amigos de bem. Serão sempre todos vós notáveis e fantásticos. Na comunicação verbal com que vocês “explodem” os vossos enternecedores seres de majestade e virtude. E, eu guardo para mim.

Ando às voltas com os meus Sentimentos e os meus Pensamentos!



António Pena Gil

Desculpem, mas interiorizo-me, constantemente, de forma em que não posso suster ou calar para sempre.

Obrigado.

Sunday, January 14, 2018


Sou Um Homem de Fé Convicta!



Ao visualizar um programa de televisão de pequeno impacto, mediático social entrevistavam um Padre. Era um Senhor “agarrado” às suas ideias Teológicas direccionadas ao Alto convictas e sérias. Pretendia fazer algo pela Humanidade de diferente, apostando no benefício e no bem-estar, tranquilidade e paz com ideias de concretizar os seus objectivos que eram os objectivos de Deus.

Queria e desejava juntar as pessoas aos seus afazeres angelicais de empreendimento e sua concretização bem perto de gentes que gostavam dele. E, ele acreditava neles.

Há alguns anos atrás, na escola onde leccionava, uma colega minha, zangou-se comigo por lhe exclamar peremptório que nunca tinha andado no Seminário ou tinha “abraçado” alguma vez o sacerdócio na minha vida.

Depois, de muitas tentativas mesmo zangadas dela convencia de que respeitava muito Deus. As pessoas com a sua Fé Nele. A vida ligada a Cristo que sempre me deu imenso.

Hoje, afirmo-vos que se a minha cara-metade “partisse” abraçaria o Sacerdócio e as suas convicções profundas de paixão pela Humanidade sendo Padre.

Não ficaria no mesmo sítio muito tempo. Creio que me “enclausaria” num sentimento e pensamento na Paz do transcendente. No mítico e majestoso poder da Sua Palavra. Tão repleta de assuntos profundos sérios e sóbrios pelas pessoas carentes. Doentes. As crianças. Os idosos. Nada me faria mudar.

Outro dia, pude ver na televisão que um Senhor com altas “Insígnias” Eclesiásticas convidou inúmeros seres humanos masculinos casados ou viúvos a enveredarem pelo Seminário Sacerdotal que seriam bem recebidos pela Palavra de Deus. A Igreja estava aberta a todos.

Hoje, penso. Tenho uma família. Sou casado. Tenho filhos adoráveis, mas se algo “falha-se” iria de imediato bater à “Porta Dele”. Ai, disto estou certo.

Bem lúcido. Bem sóbrio. Uma disposição para os valores da Igreja, sem ser “beato” dela.

Continuaria a ser um Homem, mas agora um Homem de Deus. Para O “servir” e “amar”, principalmente aos sofredores, aos sem-abrigo e aos refugiados fugidos das guerras mortíferas, salvaguardando as suas famílias num país lindo e pacato como Portugal.

Disso não duvidem. Gostaria de fazer “missões” por todo o Mundo espalhando a Sua palavra abrangente e conhecida em todos os lados. Renovada. Perto das pessoas. Felizes ou infelizes. Tristes ou alegres. Com amor ou sem ele.

Tudo faria dentro do possível.

Enveredaria pelo sacerdócio sem dúvidas.

Apenas, desejaria andar comigo com o meu PC, o telemóvel e a serenidade de toda a minha família que acredita em mim. No que concebo fazer. No que consigo ser. Nunca os esqueceria. Levaria bem guardado junto ao meu peito as fotografias deles.

Está tudo, por hoje.

Obrigado.

Sou Um Homem de Fé Convicta!





António Pena Gil



Sejam felizes, adoráveis amigos, sim?

Gosto muito de vós.

António Pena Gil



Um professor que um dia Roubou O Céu



Quando sinto um calafrio espinha abaixo.

Olho demoradamente o Mundo.

Tento explicá-lo.

Tento compreendê-lo.

Hoje, sonhei demoradamente com o mundo.

Saturday, January 13, 2018


Gosto de estar só!



Gosto de meter-me comigo. Apostar que os meus sonhos façam sucesso. Difundindo bem-estar e paz ao mundo de que me “visto”. A vida apresenta-se comigo. Com amizade e valentia.

Gosto de concretizar os meus sonhos na quietude. Sinto-me em sossego e harmonia doces. “Voar” em mim e no que enceto sonhar. Com verdade e sinceridade.

Sozinho “plano” pelo meu ser com seriedade e sossego. Imbuído de felicidade e alegria majestosas. Imensas. De encarar o Planeta sozinho.

Assim, “voo”, sem mediocridade, mas com uma força forte e determinada que me “atira” para o meu estar e sentir. É avassaladora. Sem nada que me surpreenda de desassossego ao existir..

Gosto desta forma de dar tudo o que faz parte de mim. Gosto de ao estar só. Dar “asas” à ternura que vai em mim. No que sou. Concretizo e planeio os meus sentimentos puros e de notabilidade que pretendo maravilhosa e de deslumbre. São meus.

“Habito” uma vida sincera. Gosto da sua aventura em mim. Com um secretismo que tenho em conta. Que não desvendo. Nunca o desvendarei. Não o menosprezo. Vive sozinho comigo. Com aquela vontade de possessão que vive livre e com o sentir concreto e mítico que são meus E, eu adoro vê-los num delírio sensato de sobriedade e bom senso.

Geralmente concretizo o meu sonhar. Que não incomoda ninguém. Ajudo-os no que posso. No que sei. No que faço. Descortino o meu pensamento em vós. Aposto na sua magia e na sua genialidade vossa. E, “planto-me” sozinho nesse desejo. O meu mundo não o possui com certezas ou vicissitudes óbvias por estar só.

Às vezes “construo” para mim Obras do Saber lúcidas. A lucidez é sempre bem-vinda. “Apanho” essa lucidez e não a largo. “Agarro-a” de encontro ao meu peito. É fundamental. É minha. Não prescindo dela. É muito valiosa e necessária.

Quando me olho. Olho-vos. Com carinho e ternura grandiosas e perfeitas. Sinto que estão a “construir” algo de pureza. Beleza. Encanto.

Posso dizer que vós “delineiam” tudo o que ambiciono para mim. Para vós.

Gosto de estar só!



António Pena Gil



Sejam felizes, majestosos amigos de sonho, sim?

Gosto imenso de vós.

Thursday, January 11, 2018


As Relações Humanas no/do Meu Ser.



Quando era mais novo dizia, com modéstia e humildade nas palavras que percebia muito de Relações Humanas.

As pessoas riam. Eu ficava entregue à dor da incompreensão por ser autêntica e sincera de veracidade.

Passava muito tempo a ler. Romances, após Romances. Entre livros de qualquer tipo. Ora, as relações humanas entre aquela gente toda eram fortes. Imperavam. Surgiam a todos os instantes.

Agora, ao ver a televisão, que acendi para “acender” a minha escrita, estive muito atento e “pousado” o meu olhar suave e angelicamente no ecrã televisivo, “digerindo” a sua histórias e os seus instantes repletos de relações humanas.

Digo-vos que é uma experiência de fascínio e beleza grandiosas. Parece entrarmos pela televisão dentro querendo mudar os acontecimentos nela observados com querer e virtude.

Estavam ali presentes factos. Momentos extraordinários de grandeza sensível e existentes nas pessoas. Os diálogos “desencontrados” e inadequados das pessoas. A magia do entendimento entre todos.

Podem gritar perante a maldade. Chorarem perante algo ocorrido menos bem. Surgirem situações sublimes nas relações adequadas e sensatas.

Enfim, gostei de relembrar um estado que, contínuo a dizer: Sei muito de relações Humanas!

Não estou a brincar: Sei muito de Relações Humanas. Li bastantes livros ao acaso da vida e ela concebeu-me a magia pura de eu saber relações humanas/escritas. e orais, que refiro em todo o lado.

É tudo.

As relações humanas são o meu forte.

As Relações Humanas no/do Meu Ser.

Obrigado.

António Pena Gil



Sejam felizes, sim, amigos de uma vida?

O Sonho Literário Não Morreu!



Não sou poeta. Não sou escritor. Apenas dou viva voz ao sonho. A um sonho que concretizo ou tento concretizar todos os dias com muita dedicação e muita ternura.

O que escrevo é tudo o que vai no meu interior de mim e do que faço. Com carinho e pertinência entrincheirados no meu coração sensível e que tenta ser coerente e sensato.

Não! A literatura vive na minha paixão e amor por ela. Formulo emoções. Delineio atitudes que me preenchem com pureza e tento ser discreto e sóbrio. Sim! Nada mais.

A minha literatura vive na solidariedade e humanismo que sinto e enceto com lucidez e na minha Alma muito saudável e sem me preocupar.

“Visto” o mundo há minha maneira que é muito metafísica e mítica do meu ser.

Não! Não prescindo de valores e atitudes que desejo serem aceites no que sou com alguma notabilidade e agradabilidade sem ferir ninguém.

A literatura é do Planeta que “adorna” e “alberga” pessoas e gentes de fascínio, excelência e virtude. Inabaláveis. Que sentem. Que existem. Para construir o seu mundo pessoal. E, esses, fazem que a literatura seja encantadora e enternecedora. Nada mais.

Gosto imenso de escrever. Gosto muito de dar à escrita algum poder e satisfação no que idealizo no meu ser.

Não! A literatura não sucumbiu. Vocês desenvolvem ideias. Pensamentos. Sentimentos. Com muito valor. Com muito impacto humano. Com imensa significação adorável e de perfeição.

Desvendamo-nos um pouco da nossa privacidade e magia que todos “decoramos” “desenhando-as” com garra e talento imensos. E, elas, as palavras, “voam” e movem-se, de maneira perfeita como formiguinhas percorrendo o seu carreirinho com azáfama e delícia a ter em conta, “construindo” desta forma a sua “casinha” linda e perfeita.

É é só isto que quero que saibam. Aquilo que sou.

A Literatura é bela. Extraordinária. Eloquente. Majestosa. É por isso que escrevo um legado de bondade e harmonia doce e terna que consigo delinear com respeito grandioso por ela.



Está bem assim?

Escrevam. A escrita constrói os vossos desejos que acarretam magia e sublime estares.

É tudo.

Não! Nem pensar.

O sonho Literário não morreu!

Todos os dias sentimos construir e reconstruir a literatura que existe em nós. É verdadeiro e autêntico.

A literatura “habita” em nós. Sim! Com aquela garra e forca determinadas que “moram” em nós. Com humildade e talento.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, amigos de sonho?

Escrevam.

Wednesday, January 10, 2018


Olho dentro do que sou!



Hoje, levantei-me muito cedo.

Observei o Universo pessoal humano. Com atenção. Com poder sobre mim. Fi-lo atentamente. Os candelabros abriram-se. Emitiam uma fantástica “chama linda”. Esplendorosa e preciosa da realidade de existir.

Num Universo de seres extraordinários. “Jaziam” inertes em mim.. “Despedaçados” dum nada real.

Escrevo tanto. Quem me dera não o fazer?

Imperam aqui os sentimentos majestosos. Maravilhosos. Fabulosos. Vivos.

Sinto-me bem em minha casa.

Existe um compromisso com o Firmamento do meu ser.

Existe um compromisso com notabilidade e seriedade com a minha vida. Que chora imenso. Que aparenta descobrir o meu existir doce e belo. Omisso de mim.

As palavras que escrevo fazem-me. Vagabundeiam à solta sem as poder alcançar. Foram-se deixando a sua “marca” bem definida e presente. É inócua. É pessoal. É de deslumbre. Sim! Admirável.

As pessoas são algo de ternura e delícia. Notáveis seres pensantes. “Que “explodem” com bom senso. Numa atitude e num gesto gigantescos que preservo bem de encontro ao meu coração. Todos os meus extraordinários e sublimes “Romances históricos” que exigem. Que falta de humanismo e civismo de tudo o que enceto delinear com muita amizade e com muito amor.

Estou vivo. Ele deixa-me ser assim. Estar assim. Sentir como sinto. Ser como sou. Estar como estou.

Está bem assim, amigos fantásticos e de imensa verdade e autenticidade de que adoro?

Fica tanto para dizer.

Obrigado.

António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Tuesday, January 09, 2018


A Vida!



A vida que possuo fez-me crescer. Com os sentidos apurados em fazer o bem. O bem que existe em mim e no que faço.

Estimar e respeitar as pessoas. Todas elas. Com esperança num Universo pessoal de fascínio e beleza. Com a sua pureza de seriedade e encanto.

As pessoas entrincheiram-se em mim. Manifestando o que de bem existe no que sou.

Se Deus está presente? É óbvio que sim. Controla-me o meu estar como “estrelinhas” maravilhosas e doces cintilando com majestade e sobriedade.

Lá no Alto nos domínios Dele. Com verdade e sinceridade sublimes de fascínio. Que tentam que eu entre e abra a “porta” do Céu.

Como gosto de viver. Delicia-me estar junto de pessoas boas e lindas. Nos actos. Nos sentimentos. Nos pensamentos de alegria e sossego de paz entre todos eles e todas elas.

Apraz-me esta conceção de existir. Com ternura. Com carinho. Com dedicação determinada. Com ternura majestosa de notabilidade do seu sentir que é deles. De enternecer e maravilhar que me suscita um agradecimento único e sério por esta gente expressa de serem de deslumbre. Por serem de agradabilidade. Por serem esplêndidas de imensa amizade linda que vai neles.

O Meu coração “salta” e “explode” com magia de excelência. Por vocês e por mim.

Ah, vida como te adoro?

E, fica tanto a dizer.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, amigos?

Construo o meu “mundo” aos poucos. Mas, com aquele ânsia de existir que é minha.

Pessoal e intransmissível.

Monday, January 08, 2018


Portugal: Um País de Sonho!



Sempre que penso viajar. Viajar nm sonho aconchegante e sensato, “plano”sobre o que vale a pena: Portugal.

Somos um país de uma grandiosidade histórica. Um País repleto de inúmeras “histórias”, agradáveis de conhecer. Um País de Catedrais de magistral encanto e beleza imensa.

Possui “Mundos” fabulosos. Possui monumentos de sonho. Que definem o enriquecimento do estar.

Um País que deu, plena e totalmente outros mundos ao Mundo. Mundos de aconchegantes e afáveis pessoas. Que sabem receber. Sabem fascinar. Sabem enternecer.

Sempre que penso em viajar, viajo no meu maravilhoso e sublime Portugal.

Há tanta pureza, delícia e encanto. Somos um País de sonho. Calmo. Pacato. Em pleno e intenso Bem-Estar. Paz.

Portugal é feito de gentes solidárias. Com harmonia. Com deslumbre. Sabemos como actuar. E, actuamos imbuídos de sinceridade e entreajuda. Sem saber por damos algo de deslumbre e, muito nosso, que os forasteiros consideram de maravilhoso. Por ser de excelência.

Quando penso viajar faço-o cá. Juntos e irmanados de terna e puras intenções e atitudes humanas e sociais. Do seu convidativo “passear” por nós.

Não! Nós sabemos o que fazemos. A nossa compaixão é extensiva às calamidades. Nas adversidades da existência. Na sensatez e sobriedade de um profundo humanismo ímpar.

Portugal é grandioso. Portugal é belo. Portugal é único.

Havia tanto a dizer.

Portugal permanece em mim com aquela ternura do seu ser sincero e verdadeiro. E, há tanto a conhecer.

António Pena Gil



Sejam felizes, sublimes amigos, sim?

Gosto muito de vós.

Sunday, January 07, 2018


A Minha Assinatura Do Cartão de Cidadão é um “Hieróglifo”!



Às vezes, inquiro-me a mim próprio, como pude escrever a minha assinatura indescritível neste cartão. Impercetível. Injustificada. Difícil. Um “hieróglifo” que ninguém conseguia imitar.

Está bem! Aprendeste com o teu falecido pai. Tinha uma letra cativante. Linda. Majestosa. Única.

Foi, das poucas atitudes que ele me deixou: a assinatura do Cartão de Cidadão. Quando a escrevia eu ficava maravilhado. Orgulhoso dele. Cativava tudo e todos. Era uma assinatura linda e pura.

Quando alguém visualizava este “hieróglifo” expressava a sua opinião de admiração. Percetível no meu ser.

Que assinatura, meu Deus. Não lembra o “diabo”. Está visível. É existente no meu carácter sensível de incongruência. Não se consegue ver como fazer. Repeti-lo. Estar entrincheirado em mim e no que sou.

Podia fazer outras imitações do meu adorável pai. Seria inconcebível porque era de fascínio e excelência. Só pertença suas.

Agora, logo a assinatura do Cartão de Cidadão! Que levamos para todo o lado. Com uma significação e necessidade de “exibir” a nossa identidade. A nossa identificação.

Posso fazer a sua assinatura com diferença. Com beleza. Com ternura.

Um dos “legados” do meu sublime pai. E, isso tem imenso valor. Importância. Uma magia escrita inesquecível.

Ninguém consegue copiar. Por ser de encanto terno e extraordinário.

É a minha assinatura do Cartão de Cidadão que é um “Hieróglifo”!

Obrigado.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, amigos?

Saturday, January 06, 2018


Nem Sei Como Ainda Me “Aturo” A Mim Próprio!



Tenho “albergado” em mim próprio as duas componentes: O Bem-Estar e  o desencanto da vida.

Quando estou mal comunico à família. Quando estou bem não digo nada de nada.

Toda a ternura e maravilha da existência guardo-as para o que sou. São momentos fascinantes.

A “argura” da vida torna-me desencantado. De mal com a vida. De paz perante o Planeta que nos faz.

O “desencanto” e mal-estar são coisas passageiras. São atitudes que passam rápido quando me aconchego num “abracinho” muito significativo e visível. Tudo passa. Tudo resolve. Tudo me faz encantado e enternecido com a minha presença neste Mundo. Não sei se merecidamente.

Não sei se me darão algum crédito, fugaz que ele seja. Faz-me tão bem. Nem calculam?

Quem vai negar um “abracinho” feito de deslumbre e excelência? Não! Penso que ninguém.

A vida deu-me tantas incertezas. Deu-me a felicidade. Deu-me a alegria do ser. Deu-me o encanto de responder. Também tristezas profundas entrincheiradas no carinho de como existo e sou.

Às vezes, doem-me as ideias. Doem-me os sentimentos. Doem-me os meus pensamentos.

Mas, tudo passa. Com a socialização. Com o seu civismo. Com a sua Cidadania.

Acima de tudo com o seu respeito. Imprescindível em mim. Com a minha sensação de que existo.

São repletas de virtudes e fascínio “decorados” por Deus. Por mim. Pelos outros a quem guardo imensa dedicação determinada. Com a vossa beleza. Com a vossa pureza com que me identifico em pleno e totalmente.

Quando comunico que estou mal preocupo todos os meus adoráveis familiares. Não seria de esperar outra coisa. Debruçam-me sobre mim, interessadamente. Com apreensão e angústia. Festejam o meu estar que tem melhorado sempre.

Permanece somente um pouco. Quase, nada. Mas, preocupa e, eu não desejo, preocupá-los?

Quando a alegria me assola vivo momentos agradáveis. Doces. De magia perfeita por alegrar a família. O mundo. O existir. O Planeta. Todo o Firmamento lindo. Sim! Repleto de uma determinação Celestial de estrelas minhas amigas.

Nem sei como ainda me “aturo” a mim próprio!

António Pena Gil



Sejam felizes, sim, extraordinários amigos?

Friday, January 05, 2018


Estimados Amigos da TVI:
Se há coisa que me enfurece é o atentado indevido e usado “em cima” das pessoas. Do seu sossego. Da sua tranquilidade e bem-estar e, sobretudo, da paz como habitam este Planeta. “Em cima” destes seus fascinantes seres humanos de bem, sendo crianças muito mais. A violência e a crueldade condeno-as vivamente. Há direitos Humanos que visam estes procedimentos indecorosos e atentatórios que os punam e actuam prontamente e em justiça plena. E, eu estou totalmente de acordo. Faça-se “alarido” convicto e não calem as vozes destes atos indevidos. É o mínimo que se pode fazer.

Com elevado respeito pelos profissionais notáveis e sublimes da TVI. Parabéns.

Assunto: "Segredos dos Deuses".



António Pena Gil

Wednesday, January 03, 2018


“Visto” de novo as “anestesias”de Mim!



“Vesti” novamente as “anestesias” existenciais do mundo.

Estou mais calmo. Estou mais acessível à vida. Sinto maior bem-estar em mim.

O meu pensamento andava muito à solta do que sou. Encontrava-se alojado sem um paradeiro certo ou exacto do que sou. “Vagueava” sem nexo. Sem um lugar certo. Sem um lugar que pudesse “agarrá-lo” para mim.

Não sei se sou hiperactivo ou coisa parecida? Os “delírios” surgem quando não estou nada bem comigo. Quando estou agitado. Quando estou confuso. Quando vivo sem pacatez ou sem caminho exacto de “formiguinhas” no seu delicioso e direitinho “caminho” que percorrem. Estão alegres. Estão felizes. Estão calmas e sensatas. Sem fazer mal a ninguém. Apenas, sentem em si “anestesias” que as fazem percorrer o Universo pessoal delas. De formas boas e certinhas.

Das suas lindas e maravilhosas formas de ser. Como os Humanos sóbrios e em bem-estar. Em Paz. Em pacatez. Consigo mesmos. Com a vida.

Estou meio-adormecido, “desenhado” por um pintor de eleição e afamado.

Os olhos pestanejam com sentido. Pestanejam com amor. Pestanejam fazendo-me sentir bem. Orientam-me para onde ir. Organizam todos os meus sentimentos que transmito com alegria e com satisfação. “Agradáveis” condutas exactas e inúmeras por viverem na cabeça de inúmeras gentes fabulosas a quem lhes faço bem.

Agora, guardo-as no que sou com ternura e carinho. No meu grandioso sentimento de amor que tento cativar e estremecer. Por ser justo com elas. Por sentir que devo agradecer-lhes. Nunca esquecê-las da fonte séria e pronta provocadas pelas minhas preciosas “anestesias” que me fazem. Que transmitem que vivo e existo também.

Quando levanto a cabeça ao Alto vejo o meu Firmamento maravilhoso. As doces estrelas. As sensatas Galáxias. Os adoráveis Planetas de sonho. Preenchem um Universo precioso e fantástico para mim. Quando as observo desejo ir ao seu encontro. Digo-lhes que já tentei, mas as minhas “anestesias” fazem-me pensar. Fazem-me reflectir. Fazem-me ser quem sou. O que ambiciono dela. Sim! Da vida. Do Alto. De Deus.

Estou tão feliz. Estou tão tranquilo. Estou tão bem.

Preciso mesmo de me “adornar de “anestesias” existenciais que me preenchem. Por completo. Por inteiro. Por necessidade. Por amor ao meu Ser.

Consigo ser eu. Sim! “Adornando-me” de “anestesias”do carácter.

“Visto” de novo as “anestesias”de Mim!

Vejo. Ausculto. Que necessito delas.

SEMPRE!



António Pena Gil



Sejam felizes, amigos de sonho, sim?

Todos os dias existo no mesmo Estar de mim!



Sinto-me abrangente e pleno de vida. Todos os dias faço as mesmas rotinas belas e puras. Extraordinárias que vivem em mim e no que sou.

Apraz-me fazê-las. Com a Sua cumplicidade e a sua seriedade de ternura Dele. É meu Amigo. Um Amigo de eleição que venero e ovaciono pela sensatez e sobriedades dos Seus atos nobres e deliciosos. São direcionados para mim. Quando isso se verifica ruborizo-me de alegria e satisfação repletas do meu sentir que não pode oferecer nada.

Penso que “luto” por viver. Viver em harmonia e paz. Sempre encetei um dedicado sentir pelo bem-estar da Humanidade. Dele e de todas as pessoas. Que desejam o bem-estar de todas as pessoas também.

Nem sei que proferir mais?

Uma “rajada” do meu pensamento “entope” com fervor as minhas ideias sensatas “desenhando” em letras precisas o Planeta que também “habito” com amor sentido e verdadeiro.

Que poderei dizer mais de mim?

Sinceramente, nada de nada. Fechei mais um ciclo da minha existência. Toda a família o deseja, este ato de ovacionar, aplaudir e venerar, mas tudo tem um fim?

Aqui, onde escrevo estou repleto de “olheiras” do existir. Sinto um cansaço imenso provocado opor noites sucessivas sem sequer ir à cama.

Deus indigna-se. Deus não me liga nenhuma. Deus voltaaa-me as suas costas de zangado. Deus recrimina o que fiz. Talvez, o fizesse por Ele.

“Caio” nas Metáforas que criei.

Há tempo para fazer tudo. Há tempo para tomar atitudes aceitáveis. Há tempo de parar tudo o que me dava uma grande alegria e satisfação.

Creio que não posso? Fico exausto. Fico cansado. Por bem. Creio que possuo em mim metade dos neurónios desde que fiz o que de verdade e autenticidade queria encetar por bem de todos e todas. Era um elogio que já não farei? Era uma despedida simples, mas com identidade só minha? Era um até sempre que faço agora.

O meu coração meigo e terno fica “repleto” de corações desfeitos e empedernidos. Sem os conhecer? Sem saber quem são? Sem uma “atençãozinha” do meu Ser despedaçado”? Seria educado que gostava de ser. Com respeito. Com civismo. Com Cidadania.

Não vejo que fazer mais? Nem que por razões o faria?

Pode vir um tempo que me faça renascer. Viver. Sem problemas de espécies quaisquer que elas sejam?

Não consigo ver.

Todos os dias existo no mesmo Estar de mim!



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, extraordinários, amigos de sonho?

Gosto muito de vós.

Até SEMPRE!

Por favor, faço-vos o mesmo pedido sincero e sentido.
Este blog é meu. Nunca desrespeitei ninguém. Tento apenas relembrar o meu filho em mim. Obrigado. Publiquem. Este blog é meu. Por favor. Obrigado.           

             
                 Dedicatória ao Meu Filho Pedro





Sinto-me um Gigante por ter um filho assim. Como é.



A adorável Professora/Directora de Turma M.J.S. escreveu na avaliação do 2º Período:
"O Pedro vagueia entre a realidade e o sonho".

 E, disse mais:

"Tem um comportamento irrepreensível. É um doce!"



Não! Não pertence à lista dos alunos brilhantes!

Brilhantes são as estrelas quando cintilam.

No seu interior, no interior do Pedro, possui a ternura e a pureza do que é.

Uma meiguice que conquista.

Cintila num afago. Cintila num gesto. Cintila no carinho que deposita na vida.



O meu filho Pedro não é uma estrela. É o Firmamento todo, levitando magicamente na doçura e no encanto de existir.

Amo-o! E, amo-o, porque há coisas, gentes, pessoas, que não precisam que se expliquem.

Explicam-se somente por si só. E, o Pedro está perfeitamente justificado em mim.



Cintila! Brilha! E, o seu brilho não é tirar boas notas, não! É ser ele. É ser o seu arrebatador coração que se parte e reparte por todos. Que entrega todo o imenso amor que vai nele. Que afirma quem é! Que ninguém, mas ninguém reconhece, pode reconhecer por inteiro os projectos que constrói no seu meigo e sincero pensar.



Ser! Ele procura ser. Procura o entendimento de ser. O entendimento de estar. Procura-se a ele.



Está e, estará sempre presente em mim, porque o seu brilho tão intenso, assemelha-se ao que de mais belo sinto em mim.

As suas conversas adultas. A sua companhia. O seu Amor.



O Pedro é um "poço" ilimitado e infindável de amor que tem para dar.

Na sua timidez, na sua difícil integração escolar, na afirmação atenta de viver a sua vida como pensa e imagina que é e deve ser.



A avaliação?

Para mim, só para mim, a avaliação não foi feita para brilhar. Só classifica. E, a classificação não brilha como brilha a sua meiguice. Penso assim. Penso mais: A sua meiguice não abarca prémios por ser como é.



A sua meiguice é a nota máximo que lhe vai no seu coração e no meu coração.

Só sei uma coisa que não se confunde com nada:

Amo-o! Muito! É uma preciosidade que tenho presente em mim e que este texto não consegue explicar.



O Pedro é o Pedro!



O MEU PEDRO!

Quem mais podia ser!



Um Beijo, FILHO.

Pelo que és!

António Pena Gil: "Tentando explicar um Amor que não se consegue explicar..."Fins de Maio.2007






Posted by Pena at 9:01 AM