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Campanha do Agasalho 2009

Sunday, November 19, 2017

Sinto Um vácuo E Um Vazio Em mim! No Meu Interior.


Quando “visto” com ternura o mundo sinto-me um vácuo e vazio dentro de mim. Inexplicável. Incompreendido. Agito-me. Divago. Amo com amor. A magia do meu ser é aprazível. Assente há muito no que sou. No que virei a ser. “Acomodado” no meu pensamento que vive de sentimentos. Sentimentos graciosos e inapagáveis. Fazem parte da vida.

Do meu Eu insatisfeito. Já me inquiri, imensas vezes, o que faço aqui? Neste inóspito local de ninguém. De vida que não é para mim. Sou demasiado inibido e envergonhado no palco social da amargura e da melancolia. Sinto -me espetante e ansioso. Sempre! Nunca manifestei ou interroguei ninguém quando penso. Procuro-me. Apenas, me percorro. Sempre: No misterioso ser pleno de vida. No seu “abraçar” doce. Cristalino. De pureza. De encanto. De beleza. Esta vida é tão importante?

Já repararam? Caio nas “metáforas” existentes do meu ser. inquieto e “enche-me” e preenche-me com afago e pureza. Gosto imenso quando o fazem. Delicia-me. Espanta-me. Gosto da minha vida e da sua significação. Linda. Harmoniosa. Que se preenche tão facilmente. E, as pessoas continuam a gostar de mim. Não me esquecem ou atiram para o lixo o que faço com um coração aberto e recetor de todos. São 5 horas da manhã que o relógio do tempo indica. Para mim, já é tarde. Busco o meu sentir por todo o lado. Rodeiam-me. Atiram-me com a vida. Uma vida existente e assente em sentimentos ternos. De delícia. Encanto. Também só sei fazer “isto”. Visto tudo isto sem sequer pestanejar. Agora é meu. Nunca “vestiria” o Céu intransmissível do que sou. Seria falsear o que sinto. Na verdade gosto muito de todos vocês. E, é por isso que escrevo e desenho, carinhosamente, o mundo.

O meu mundo que é para todos vós. Feito. tentando encantar docemente e aprazivelmente o que faço aqui. E, por hoje chega. Está bem?

António Pena Gil

Peter, Paul and Mary -Puff The Magic Dragon

Valiosos Amigos:
Ouçam se assim o entenderem.
É pura e simplesmente sublime e de excelência.

Sempre a gostar imenso de vós.
Sejam felizes, sim?

António Pena Gil

Monday, November 13, 2017



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Ficaria feliz com a vossa presença. No maior respeito. PENA



Necessito de me expressar.

Refugio-me nas palavras com fervor. Dedicação.

Converso sobre a solidariedade com elas.

Sobre a vida porque lhe dou vida. Sempre!

São doces. Lindas. Tão simpáticas e aprazíveis.

Sabem, reconhecem-me. Sabem quem sou?

Sou eu que lhes peço, com amabilidade, que me falem. Elas conversam, conversam.





Contam-me como vivem. Contam-me como respiram.

Enfim, as palavras são mesmo assim.

Vivem e respiram. Sentem.

E, eu sinto-as. Dou-lhes um valor precioso. Dou-lhes e concretizo os seus apelos.

Não podem estar quietas. Não querem. Não admitem ou consentem.

Mexem-se. Agitam-se.

Bailam com amor, em mim.

Uso-as com frequência quando sonho.

Agarram-se a mim, as palavras, e pedem-me atenção. Pedem-me que eu sonhe. Sonhe com elas. E, eu sonho.

Dou-lhes toda a minha atenção como num sonho belo. Puro. Quando eu sonho.

Com uma paixão. Indescritível!





E, eu sonho muito. Até exageradamente.

As palavras sabem preencher as pessoas. Preenchem-nas quando sentem. Quando vivem. Quando amam.

E, amam também.

Moram alojadas lá nos seus corações doces.

Habitam as emocionais habitações dos Seres Humanos.

Metem-se nas suas cabeças quando contam histórias belas.

Histórias alucinantes de ternura.

De um paradisíaco sentir. Fascinante.





Conto sempre com elas. Não! Não as conto. São imensas!

Deslumbram-me. Acariciam-me. Afagam-me.

Vou-lhes contar um segredo que lhes segredei: Elas fazem parte do que sou.

Porque razão não lhes daria a  atenção que elas merecem?

São demasiado importantes para mim.
Preenchem o meu inconstante Ser. O meu inconstante pensar. O meu inconstante sentir.

Talvez, me compreendam em absoluto. Talvez, elas compreendam o que vai em mim.

Quando as uso, nunca sinto fadiga ou cansaço.

Convidam-me sempre para o "baile" delicioso que encetam no meu olhar. O "baile" delicioso do meu sentir.





As palavras "bailam" como princesinhas no melodioso compasso da minha vida.

Sim!

Sem elas, sem a sua imensa doçura, não sobreviveria.

Vou sempre ao "baile" lindo que encetam no meu olhar.

Maravilham-me. Encantam-me.

Como?

Por simples magia arrebatadora de carícia que vai nelas e eu gosto. Tanto? Imenso!

São imprescindíveis.

Escuto-as. Mesmo quando estão silenciosas. Mesmo na alegria como as vejo.

Vou sempre com elas para todo o lado.





Como nunca visto vivem e sentem.

Habitam o sonho irreal que não prescindo.

Amo-as, as palavras!

Tenho-as sempre bem presentes no meu coração, as palavras com que falo docemente às pessoas.



PENA 



Pena. "As Palavras". 2008. Abril.

Sunday, November 12, 2017


Um Sorriso Para Todos Vós!



Gosto de sorrir. Não! Não gosto de rir.

Um sorriso revela-se mais “composto” Rir há uma sensação “descomposta” do Ser Humano. Uma hilaridade de“descontrolada” atitude.

Que me lembre já há muito nunca dei uma gargalhada. E, sinto-me bem. Sinto-me com o meu eu comedido.

Organizado. Assente bem ao meu gosto.

Outro dia, uma pessoa que me é muito afável disse-me que devia rir mais vezes.

Sou-vos sincero. Detesto rir. Sorrir, sim? Surje mais a meu gosto sem hipocrisias ou desvarios.

Retorqui-lhe que não consigo. Por mais esforçada atitude que faça sem controle de mim.

Adoro ser assim. Sinto-me melhor assim. “vivo” e “existo” mais como quero ser.

Sou uma pessoa aceite na seriedade de mim e do que sou.

A pessoa séria que manifesto sorrindo diz tudo. Tudo. Em que abarco uma personalidade com ternura. Beleza. A minha harmonia e bem-estar.

Para quê “gargalhar”? Só revela uma emoção que se “veste” de autenticidade e verdade falsas e de desconexão de mim. Sinto-me comedido e com a sensação em que vejo a minha deliciosa Alma com uma carinho verdadeiro.

Nunca viveria, no presente e no passado, com um rir.

Adoro “abarcar” um Planeta sorrindo. Somente sorrindo.

“Rir” desorganiza-se e desmancha-se numa descomposta sensação inexistente na vida que evito.  

Para além disso revelo muito de mim e do que efectuo aqui.

Gosto de sorrir, não, rir.

Está bem assim?



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, deslumbrantes amigos?

Saturday, November 11, 2017


Nunca Agi Ou Reagi Ao “Acaso” Na Minha Vida!



Tenho emoções. Possuo sentimentos. Vivo com os meus pensamentos.

Penso que sei o que são em mim. Nunca tive necessidade de repreendê-los. Chamar-lhes a atenção. Denegrir a sua pureza como existem em mim.

Quando se sobressaíam exijo que sejam mais modestos. Mais humildes. E, eles acatam muito bem.

“Refugiam-se” com pacatez em mim e no que são, envergonhados.

Conscientes que agiram mal. Errarem. São unânimes no seu encanto e ternura.

Fazem, somente, o bem às pessoas.

Fazem bem ao Mundo deles e dos outros.

Só se sentem bem “vestidos” de beleza e pureza. Que são seus.

Nunca tive a pretensão de os “prender”. “Agarrá-los a mim. Não! Existem à solta de mim.

“Passeiam-se” livremente de bem com eles e com o mundo inteiro das pessoas. Fazem o bem. Nas suas atitudes e condutas.

Com a intenção, sempre, de auxiliar e auxiliar as pessoas com determinação e humildade.

Nunca fazem um “balanço” do que fizeram ao mundo deles e dos outros? Não necessitam de o fazer.

Era incapaz de lhes exigirem de fazê-lo. Jamais o faria. Sei, perfeita e verdadeiramente o que são e como são. O que fazem e o que não são.

O que vivem e não vivem. A sua tristeza e desencanto. A felicidade e alegria que lhes proporciono agindo assim como agem.

Sempre por bem.

Não! Não sou como alguma gente pensa que sou?

“Luto”, com fervor e dedicação o que me parece justo e sensato. “Desdobro-me” intensa e plenamente para o conseguir. Sim! No meu Ser.



A sua forma de eles serem e como “passeiam” as minhas ideias e os meus sentimentos tentam apenas justificar-me no Planeta imenso em que “habito”.  Ser o que sou. “Ajudar como ajudo”.

Nunca fui chamado à atenção de proceder mal.

Tento, apenas ser feliz. Transmitir aos outros. Sim! O encanto de viver.  

“Abortar” e irradiar de mim o “mal”. A “maldade” como a vejo e sinto. Nada mais.

Nunca agi ou reagi ao “acaso” na minha Vida!



António Pena Gil

Sejam felizes, sim, Amigos maravilhosos?

Thursday, November 09, 2017


Subi A Muito Custo A “Corda” Da Vida!



Não foi fácil, a minha vida. Tive que subir a muito custo e amargamente, a “corda” da vida.

Quando fiquei desempregado um ano, prejudicou-me imenso. Foi, então, que agarrei a vida, a minha vida, com tenacidade e um vigor desmedidos. Sentidos no arrojo. Na valentia e garra a que me “agarrei” até aos dias de hoje.

Consegui “trabalho” com aquela força e coragem tateando, progredindo lenta e calmamente, palmo a palmo. E, atualmente posso dizer que ganhei todos os seus desafios. Tacteei “vestindo-a”, sim, a vida, determinado e convicto que iria ser um vencedor. Um vencedor sem hostilizar ninguém, sem prejudicar ninguém. Ajudando. Dando-lhe valor. Dando-lhes a minha amizade. A minha existência feita de “altos” e “baixos” com que consegui viver, sempre com harmonia, sossego e paz.

Tudo o que sempre ambicionava e desejava na minha vida.

Hoje, aqui, comodamente sentado, no meu refúgio desconhecido de todos, revejo todo o meu pleno desempenho feliz e gratificante no percurso difícil e arrojado que efetuei.



No percurso que fiz, pela existência de formas agradáveis e perfeitas conseguidas.

Sou uma pessoa realizada e a família que “formei”, foi oriunda da “mestria” do que hoje sou.

Foi uma luta brutal e potente entre autênticos e verdadeiros “Titãs”, mas consegui vencer essa luta desigual e esfrangalhada.

É por isso que gosto imenso Dele. Ajudou-me. Auxiliou-me. Fez-me.

Talvez, seja por isso que falo muito Dele e com Ele.

Hoje, penso eu, sou respeitado. Amado. Idolatrado. Convicto da minha sensibilidade comovente e, da “vitória” que me faz hoje existir.



Sim! Porque foi minha, a vitória custosa e difícil.

As minhas mãos tremem. O meu ser também. O meu estar presente é harmonioso e promissor. No contexto da minha existência que é totalmente posse minha.

Subi a muito custo a “Corda” da minha vida!

António Pena Gil

Sejam felizes, amigos de fascínio, sim?

Gosto muito de vós.

Carta a Deus.



Oh, meu Deus há quanto tempo que não Te vejo? Sim! Sei que tens muito que fazer?

“Isso” tem que ser reparado. Sim! Eu sei que Tu és meu amigo.

Olha, sem ter grande apreço pelos Teus representantes na Terra, gosto muito de Ti.

Sabes, meu Deus, tive que, como força das circunstâncias,  que “encher-me” plenamente de vida e fui ao Teu encontro aqui no Planeta que é Teu.

Não! Fi-lo apenas porque tive de o fazer.

Estás triste comigo, é? Não! Também Te adoro. Sabes bem disso.

Apenas, gostava de te Ter mais tempo a meu lado. Sim! Mais tempo ao pé de mim.

Tenho tantas saudades de Ti, que ficarias admirado. Sim! Gostaria que os Teus passos de ternura abarcassem mais tempo para mim.

Não! Não tenho grandes problemas que Tu possas resolver? Apenas sinto saudades Tuas. Tenho-Te no meu pensamento. Eu sei. Tens tanto a fazer neste Mundo.

Afagas-me sempre de encontro ao Teu coração lindo. Puro. Majestoso.

E eu fico emerso de alegria e felicidade quando O fazes.

Acredita, que podes fazer imensas atitudes no Teu “seio” grandioso. Sublime e de atenção para o que sou. Para O que significas no mundo de hoje.

E, eu agradeço-te imenso.

Houve uma altura que estavas mais tempo comigo. Não! Nunca fazias-te esquecido ou “distraído” de mim.

Parecias, até de bem Contigo. Gostavas tanto.

Eu desejo-Te ver também junto daquelas pessoas sofridas. Daquelas pessoas que Te apelam e, que, junto delas Lhes suscitas bem-estar e alegrias com a Tua majestosa, importância e excelência importantes.

Muito importante e, acredita, eu fico deliciado e maravilhado.

Mas, esqueces-Te de certos gestos de amor com elas em tempo e condutas necessárias e que se tornam imprescindíveis.

Tens que Te solucionar. Tens que “vestir-Te” de tantas existências que necessitam de Ti e “parar” o Teu comportamento vivido na “distração” por teres tanto que fazeres.

Olha, amigo Deus, a minha família adora-Te como eu Te adoro.

Peço-Te que nunca nos Esqueças, sim?

Precisamos imenso de ti, Sabes?

Não da Igreja e dos seus valores que não funcionam bem, acreditas?

Necessitamos de Ti, somente.

Até sempre, adorado e divinal amigo Deus.

Jamais, apesar da Tua “distração” constante, gostamos da Tua presença também ao nosso lado.

Adorei fazer-Te este apelo no mais profundo gesto de Amor e de carinho que nutro por Ti.

Até sempre, majestoso e ímpar Deus que “moro” em ti. Com encanto, ternura e beleza.

Obrigado por Seres assim.

És magnificente e sempre Bem-Vindo em mim.

António Pena Gil



Sejam felizes, amigos de sonho, sim?

Tuesday, November 07, 2017


A Harmonia E O Bem-Estar Que Me “Habitam”, Distribui-o Por Vós.



Converso imenso comigo. Com o meu eu sempre pronto em me ouvir. Com o meu Diário fantástico. Convosco e com o vosso encanto. Que sinto no que sou. Com aquela tenacidade. Arrojo. Que só vós possuem.

Adoro pensar a vida. As suas alegrias. As suas tristezas. As suas marcas de bondade. De tirania doente que se me escapam porque, algumas vezes, são inapeláveis de sofrimento e dor.

“Atiram-nos” para o seu inapelável mundo onde “moram” com sombras de infelicidade marcantes e desumanas.

Porque vivem também em mim? A sua fúria tem que ser debelada com um grandioso humanismo e, uma seriedade sólida e plena.. “Vestidos” de solidariedade de autêntica de ternura gigantesca.

A Amizade é imprescindível em todos os domínios do Ser. Assente em bases sólidas do querer. Do discernir. Do fascínio de atenuar a dor e aos maus tratos dos que nada são.

E, estes, são inúmeros. Imensos. Que vivem ao acaso do existir sem nada que os ajudem a suportar o abandono social e falta de amor social e familiar a que se sujeitam por serem como são.

Sem poder fazer muito, tenho-os “alojado” de encontro ao meu peito por serem como são. Assim, sem nada. Sem ninguém.

Toda a gente fala deles. A ação tarda. E, tem caráter de urgência pronta e imediata. Eficaz.

Que lhes dê dêem de novo a ternura e o carinho sociais, pessoais e humanos a que têm direito. Um direito que lhes assiste.

E, vivem. Todos. Alcoolizados. Alucinados por sofrerem tanto abandono existencial na sua sensação de desamparo no “palco social” do existir e do Ser.

Apenas, chamo-vos a minha atenção. Uma atenção neles e, por eles, que necessitam de muito amor. Ternura. Carinho. Afeto.

A sociedade ainda não viu isto?

A Harmonia e o Bem-Estar que me “habitam”, distribui-o por todos vós.





António Pena Gil



Sejam felizes, sim. Amigos?

Necessito de Conversar. Dar vida ao Que Sou!



Quando contemplo o Alto, a felicidade e alegria invadem-me.

Como é Majestoso e maravilhoso. Adora-me, esta atitude fugaz, mas imprescindível.
Necessito de lhe dar valor. De o concretizar dando tudo o que valho que é doce. Muito belo e doce.

Não preciso de justificar este procedimento e estar vivo. Capaz. Porque me fascina e enternece.

Os meus amigos preciosos aceitam este gesto sussurrando-me baixinho a sua concordância que tudo entende.

As pessoas são tudo para mim. Acarinham-me “distribuindo” afeto no que sou. E, existo, ainda.

As palavras que expresso “atiram-me” num convívio convosco.

“Atiram-me” para o real, imenso de ternura e uma capacidade de sonho. Existe uma cumplicidade fantástica. Uma seriedade que me “abarca”. Uma responsabilidade de que sou feito.

Tenho imensa veneração e delícia do meu Ser por estar sozinho. Embora, sejam “mistificados” pelo que sou.

Às vezes expresso que preciso de vós e do vosso encanto de deslumbre e arrebatamento por vós serem assim. Maravilhosos. Sem maldade. Confiáveis.

Tenho uma família que me “habita” de simpatia e absoluta dignidade do meu carácter que me preenche no vosso “colo” protetor e de afago.

Gosto muito de vós. Agem na “excelência” da vossa ternura mágica e enternecedora para comigo que louvo e agradeço.

Sim! Agradeço a vossa “construção” compreensível de viver a vida. De suscitar que vá ao vosso encontro. Seria magistral e muito lúcido de um fascinar de bem-estar e admirável.



A vossa presença nunca causou cansaço. Sempre foi de um “mistificar” profundo. Só vosso! Que me provoca adoração e beleza.

Que comporta tudo de belo e puro vosso. Que age sublime e “vestido” de agradabilidade de significação adorável. Que me orienta. Que devo fazê-lo. Com imediata sensação de maravilhar.

Conversar convosco com um sentimento e pensamento que estão e são válidos de muita preciosidade na minha doce Alma que me faz e que vive de pureza por estar aqui.

Necessito de conversar.

Sim! Com o vosso encantador dialogar de sonho que necessito e, que me vai auxiliar neste Planeta e nesta vida que vós me fazeis de pureza terna.

E, eu, agradeço. Convicto de felicidade e harmonia.

Até sempre, amigos extraordinários.

Necessito de falar e faço-o aqui. Neste recanto ausente e que, se calhar ninguém conhece.

Até sempre!



António Pena Gil



Necessito de Conversar. Dar vida ao Que Sou!





Sejam felizes, sim, admiráveis e fabulosos amigos.

As vossas atitudes, para comigo, enternecem-me.

Obrigado, vida.

Monday, November 06, 2017


Vou Sonhando!



Quando sonho mexo em tudo no meu ser. Mexo e remexo.

A minha Alma sonha. O meu pensamento “plaina” com encanto e ternura na minha vida. Na minha mente que comporta um ser existente que assiste a um novo sentimento de sonhos inacabáveis. Visíveis em mim.

Sim! Só em mim. Com aquela beleza e pureza do que são.

A semana começa “embriagada” pelo Planeta.

Podiam ser sonhos interplanetários. “Acomodo-me” com incertezas. Com a minha seriedade e veracidade do pensamento que não me larga.

E, são só sonhos. No que sonho.

Inacabáveis. Sempre presentes a “corroerem”. Dentro de mim. “Apostam” sempre no sucesso visualizados de excelência” terna. Cristalina. Fantástica. Existente.



Que me orientam. Que me “dirigem” os “passos” por onde devo seguir. Sublime e ausente do existir de todos.

São somente sonhos. Francos. Sinceros. Sérios.

“Assumo” a minha vida no meu “acordar”e no meu entendimento de pureza. Encanto. De maravilhar.

Por serem meus.

“Desvendo-me” neles. Surgem intocáveis e plenos de estar neste Mundo controverso e fabuloso.

Gosto deles. Sim! Solidários e de um humanismo inigualável e “gritantes” da magia em que “moro”. Que se adaptam a eles. Que “sugere” vidas absolutas de mim.

Hei-de concretizá-los, sabem? Custe o que custar.

São meus. Com magia linda e de pureza de fazer encantarem e fascinarem.

Os meus sentimentos coordenam este meu sentir. Por que, não? Adoro-os.

Foram “tratarem-se”.

E, pronto contei-lhes tudo sobre sonhos divinais e plenos de carinho avassalador.

Nem um livro repleto de mistérios. De emoções. Os identificariam. Os “descobririam”. Os sentiriam.

Dariam um significação pertinente da vossa preciosa de afeição maravilhosa.

Tenho tanto a proferir sobre sonhos que fico por aqui.

Está bem?



Sejam felizes, adoráveis e notáveis amigos, sim?

Gosto muito de vós.





António Pena Gil

Sunday, November 05, 2017


É Domingo!



É Domingo. Um dia pertencente à família. É um dia diferente dos outros dias da semana. Muitos, aproveitam para “falar” com Ele.

Contam-Lhe os seus problemas quotidianos mais sensíveis das suas vidas. Outros celebram este majestoso dia permanecendo em casa entregues ao descanso pessoal na Sua imensa paz e harmonia.

Convivem com os “seus” imbuídos na necessária e na sua pacatez de bem-estar. Da sua harmonia.

O meu periclitante pensamento e sentimento “voam” para outras paragens. Outros lugares distantes, mas repletos de “vida”. Gosto de criar “coisas” assim em mim.

“Coisas” inabordáveis, mas que coabitam com o meu Ser.

Penso também na família. Nos seus problemas. Na sua ânsia de existir. Na sua postura que poderá ser melhor, abarcando o Planeta imenso. Nas afetos “cheios” de sonhos por concretizar, mas que insistem em pensar  neles.

Cristo fez o que fez. A família crê Nele fervorosa e divinalmente. Crê nas pessoas frágeis e apelativas À sua grandeza inesquecível.

De postura terna e grandiosa.

E, pronto.

É um dia crente na Sua imensa Bondade entregue a todos nós.

Ciente das nossas posturas boas ou más, Ele está presente em nós e na nossa existência confusa e sem saber o que fazer mais?

Outras pessoas terão outra visão deste dia. Dos seus pensamentos concebidos em relação a este dia.

Aceito e concordo. Podem estar certos.

Desejo-vos um feliz e alegre Domingo.

Muita felicidade para os meus amigos maravilhosos que vocês são.

Sejam felizes, sim, preciosos amigos?



António Pena Gil

Friday, November 03, 2017


Um Petiz/Adolescente Que É Um Herói Da Vida!



Relembro-me, vagamente que costumávamos brincar no Átrio, mesmo em frente da nossa casa.

Fazíamos tropelias ao olhar compreensivo da minha adorável família de sonho.

Chamava-se Adolfo e vivia instantes aflitivos.

Nunca o vi a chorar pelas amarguras do mundo injusto. Cruel. Sofredor. Vivia, praticamente só. Entregue ao mundo e à vida.

A mãe “partira” cedo do seu sentir desolado e triste. Padecido.

Quando brincávamos, olhava imensamente para a porta perto de si.

O seu pai era alcoólico em estado avançado.

Adolfo tremia por um motivo que todos nós sabíamos.

Em breve, chegaria o seu pai, rebolando-se escadas abaixo. Embriagado. Alcoolizado. A necessitar de ajuda para chegar a sua casa.

Adolfo, seu único apoio de jovem extraordinário, amparava-o. Tudo fazia para ele se endireitar e fazer o possível para nós não o vermos. Sim! Naquele estado aflitivo e embriagado.

Sim! Neste instante chorava. Imenso. Escondia o seu chorar de nós. Chorava a sua milagrosa atitude como uma obrigação.

Metido, agora na cama, o seu pai dizia muitas obscenidades e groçarias que só ele era conhecedor.

Sentia vergonha. Sentia ausência de amor. Ternura. Carinho.

Aquilo que fazia era salvaguardar a sua família.

Uma família inexistente e nada preocupada do bom nome deles. Ignorava-o. Faziam de conta que nada se passava com eles.

Era duro e cruel um pai comportar-se daquela forma. Uma “doença” da vida.

Quando o seu pai faleceu, partiu para o Brasil. Sim! Recomeçando a sua infelicidade oculta e omissa dele. Escondendo-se de si. Recomeçar uma existência nova que tudo esqueceria.

Para mim há sempre uma explicação existencial: Sofria com a ausência da sua adorável mãe. Que o amparava. Ajudava-o. Auxiliava-o e acalmava-o, como ninguém o faria.

Adolfo partiu. Para um lugar distante. Que vem no mapa da vida e do Planeta.

Tive e tenho pena de haver perdido o seu paradeiro. Com a sua Alma ferida. Magoada. Autónoma.

E, custava tanto. Era um rapazinho, igual a todos os outros que viviam com alegria e boa disposição. Num tempo para existir em pleno e somente para brincar.

Vivia com feridas no seu fantástico coração.

Um Coração bom.

Relembro este “episódio”, como me relembro de todos.

Nunca mais o vi. Apenas vejo a longa distância passada por mim que ficou na minha memória.

Bem viva na minha sinceridade e seriedade.

Está concluído mesmo.

António Pena Gil



Sejam felizes, sim, amigos de sonho.

Com Um Apetite Grandioso E Voraz De Conversar!



Lembram-se do Senhor Gonçalves e da menina dos adoçantes do meu blog?

O Sr. Gonçalves encontra-se metido consigo. Vil e impiedoso no trato que era. Está mais calmo agora. Consta de mim e do meu adorável diário pessoal.

A sua atitude impediosa desapareceu. Gosta-se de falar com ele. É dócil. Um homem bom. Um homem que sofreu muito e vive só.

O seu “lema” é adorar a vida. Fazer “coisas” que gosta. Deseja conversar. Apenas e somente.

A menina dos adoçantes parou a sua iniquidade e tornou-se válida a fazer o bem. Nunca mais a vi. Teria fugido para outras paragens?

Quando escrevia e escrevo, eram irascíveis. Ninguém podia encetar um diálogo com eles.

O Senhor Gonçalves gosta de conversar. “Apurar” o que vai no Mundo. Incapaz de se adaptar a ele.

Quando falo com a vida e com ele, sinto tanta ausência de afeto. Compreensão. Entendimento ao que deseja fazer.

Apenas, “acomodou-se” à sua televisão que o faz existir. Sofre lágrimas sentidas.

Emocionou-se consigo próprio. Agora, resolveu fazer parte da família e dos seus sonhos.

Nunca o vi triste, agora. Vive desapontado consigo. Com a ternura da vida. Sai e faz o seu percurso fabuloso habitual.

Está “ferido” e angustiado. Nos instantes sofridos e agarrado” à sua bengala deliciosa e perfeita do seu viver.

Gosto dele assim.

Atencioso. Capaz de aniquilar e “exterminar” os maus momentos.

É correcto e saudável com o mundo.

Fico feliz com ele. Ele, que era “dono” do ser.

A Humanidade faz-lhe vénias de gratidão por ser assim.

Apenas e só ambicionava conversar!

E, eu converso com ele.

Mostra-se grato que me faz “adornar” o meu carácter sensível e viver para com ele. Com as “historietas” que gosta, inúmeras vezes, que conheçam. E, “Conta”! Conta”. “Conta”. Sem fim.

É um bom homem, o Senhor Gonçalves. Fico emerso em felicidade e alegria com ele e com o que simpaticamente e amavelmente procede comigo.

Nunca procurei, nem nunca procurarei, pela “menina dos adoçantes”. Esqueci-a total e absolutamente na sua vileza constante em fazer o mal com os “adoçantes” perigosos!

Ficamos por aqui, briosos amigos.

Está bem?



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Wednesday, November 01, 2017


Reflexões Minhas!



Existo no que sou. Com a vossa ternura. A vossa maravilha. O vosso encanto.

Gosto no que estou e escrevo, deliciosamente” para vós.

A caixinha de poesia auxilia-me quando mereço. Totalmente.

 No que expresso. No que dialogo. No que sinto.

As pessoas são extraordinárias. Divinais.

Olho ao meu redor. Como gostaria de compreende, o que observo. Tudo é tão belo. Perfeito. Fantástico.

Também “abraço” tudo e todos.

O meu carácter assimila, com magia pura tudo o que encerro. Tudo o que faço. Tudo o que sou.

Como vos adoro. Mistifico-os. São muito preciosos.

Gosto de vós. É um sentimento “vestido” de seriedade. Encanto.

Estou-vos muito agradecido. Perplexo. Atónito. Incrédulo. “Embelezam-me” e “decoram-me” estarem aqui.

Como vivo a vida? Com determinação. Com arrojo. Com a vossa presença de excelência pura.

Fico “mudo”. Fico sensibilizado. Fico sem palavras. De tanto vos agradecer. De tanto me expressar.. De tanto me fascinarem. Bem perto de mim.

 É uma honra vê-los fluir a vida com um majestoso estar., neste espaço que é de todos.

Um candeeiro em cima da mesa reflecte uma luz intensa e que devo aproveitar. Parece um “Sol”.

Que contempla o mundo. Que flui, celebremente sem parar. Tem pressa das horas. Dos minutos. Dos segundos.

Como é deliciosa a vida.

Constitui uma paixão indescritível e de encanto.

Gosto de ser assim. As pessoas não “vestem” o mundo. Eu faço-o e agrada-me fazê-lo.

Ficarei sempre lado a lado convosco e com a plenitude de pureza a que assisto por serem tão extraordinários e susceptíveis de ternura avassaladora quando aqui passam.

Sinto-me mais preciso nos gestos e atitudes que “compus” com veracidade e carinhosamente.

Como é bom existir. É excelente.

E, hoje, ficamos aqui, sim, amigos fabulosos?

Gosto muito de vós.



António Pena Gil

A Minha Adolescência Abruptamente Interrompida Pelo Meu Adorável Pai!

(Recordações dele neste dia especial de todos os que já “partiram”).



Tinha eu cerca de dezoito anos e o meu irmão era um ano mais velho. O meu doce pai chegou perto de nós e disse, sem ser interrompido, hoje, daqui a duas horas, irão voar para Londres. Irão ficar lá uma semana.

Ficamos de boca aberta. Deu-nos poucas libras e, comunicou-nos que o Hotel, com direito ao pequeno-almoço, e a viagem de avião estavam pagas.

Quanto ao resto teríamos de nos “desenrascar” nós.

Tremíamos por todos os lados, mas, rapidamente, fizemos as malas e metemo-las no carro e partimos para o aeroporto da majestosa cidade que era o Porto.

O meu pai apertou-nos as mãos e, já no ar, sobrevoando aquela esbelta cidade pensamos que era uma “prova de fogo” para nos tornarmos homens mais cedo. Só podia ser.

A viagem correu bem até que foi referido pelos alto-falantes do avião que teríamos de trocar de Hotel por ter havido um engano. Ficaríamos instalados numa zona residencial, mais longe do resto das pessoas. Para tal dar-nos - iam o dinheiro do táxi e chegaríamos ao nosso destino que era o nosso hotel, facilmente. Não devíamos temer nada porque os táxis londrinos eram eficazes e seguros.

Sobrevoávamos agora a magnífica cidade de Londres.

Aterramos sem problemas. O acesso à pista foi extraordinário e de deslumbre.

Imediatamente, surgiu um pequeno veículo que nos transportou até ao aeroporto londrino, onde já nos esperavam os Senhores organizadores daquela estadia e de tudo o que nos conduziria ali.

Já tínhamos consultado o mapa de Londres e, depois de muita insistência nossa, deram-nos o dinheiro do táxi e explicamos-lhes que sabíamos o que fazíamos, mais barato, pois, não “nadávamos” em dinheiro.

A noite estava assombrosa. Chovia imenso.

Mesmo assim, metemo-nos no metropolitano desta encantadora cidade e só saíamos em Kings Cross, uma das zonas mais perigosas daquela cidade de Londres.

Pedimos e suplicamos a Deus que nos ajudasse.

Nunca largando um segundo de desatenção às grandiosas malas, saímos empunhando-as.

Lá fora estava um “ambiente de cortar à faca”

Pegamos, inseguros de nós, no mapa e nas malas e dirigimo-nos para o suposto Hotel.

De imediato vieram mesmo atrás de nós dois homens negros preparados para nos assaltar e levar o pouco que nós tínhamos. À “socapa” disse ao meu irmão que só havia uma solução: Quando chegassem ao pé de nós eu gritaria e inverteríamos em sentido inverso e, talvez eles não contassem com aquele gesto, nem com aquela atitude e desistiriam de nos roubar.

Assim foi. Gritei e corremos com as malas em sentido contrário. Ainda vieram no nosso alcance uns poucos de metros, mas cedo, desistiram.

Estávamos sós agora na imensa zona residencial londrina.

Os carros passavam a uma velocidade grandiosa. Chovia muito.

Os táxis não paravam.

Estava escuro. Só conseguíamos ver rapazes “encolhidos” nos umbrais das portas, uns com motos, outros, ameaçadores, sem moto, vestidos de fatos pretos de couro, com uma atitude agressiva e de provocação para nós e para as gigantescas malas.

Estávamos aflitos, sem saber o que fazer?

Encontrávamo-nos perdidos. Sabíamos pelos mapas que levávamos que o Hotel era perto dali.

Pensamos em conjunto como sair dali?

Estávamos encharcados. Cansados. Nunca temendo nada, mas ansiosos por descobrir o Hotel.

Ao virarmos uma esquina, ei-lo. Encontramo-lo, bem à frente da nossa vista.

Havíamos conseguido. Se o nosso querido pai nos tivesse visto agora rejubilaria de alegria.

Quando entramos no Hotel, todos aqueles rostos se viraram para nós, envergonhados que estávamos. Com uma postura de “meter dó”.

Imediatamente, subimos para o nosso quarto. Tomamos um duche e comemos um pouco do que levávamos.

Tínhamos acordado entre nós que se fosse necessário não dormiríamos para tomar o lauto “Breakfast” a que só tínhamos direito. Aquele pequeno-almoço era mais que completo.

Ao terceiro dia, vimos num anúncio na parede, de que atuavam os Renaissance no Theatre Vitoria perto da Estação de Vitória.

Foi uma experiência enorme. O grupo era visto por crianças, adolescentes, pessoas de meia-idade e até idosos. Todos sentadinhos naquele local de sonho.

Trouxemos LPs inéditos em Portugal. Ainda possuo alguns deles marcados em libras.

Também nunca falhamos um pequeno-almoço. A nossa salvação ali. Para os ingleses a mais importante refeição do dia.  Dadas as circunstâncias para nós também.

Conhecemos toda a cidade de “ponta a ponta”.

Nunca esqueci este “episódio” protagonizado pelo meu querido pai. Fomos Homens à pressa. Era o que ele desejava efectuar e fê-lo.

Neste dia, só expresso um desejo: Onde quer que estejas fica bem. Adoro-te. És e foste ímpar na minha vida. Como sinto orgulho em ti.

OBRIGADO, Querido Pai.

António Pena Gil



Sejam felizes, sim, amigos admiráveis?

Gosto muito de vós.