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Campanha do Agasalho 2009

Monday, April 24, 2017

Amável e Precioso Diário:
Não! Não vou falar do Senhor Gonçalves. Sossega.
Vou-te falar sobre a data festiva que vivemos: A Páscoa!
Sim! A menina dos adoçantes não tem nada a ver com o que fazemos na Páscoa em família.
Ficamos todos muito juntos, unidos pelo espírito e Alma, na mesa da nossa sala de jantar.
Não estávamos todos. “Isto” fez-me ficar triste, sabes?
Sabes, estes Eventos Familiares já não me dizem nada. Nada, mesmo.
Pensei e vi como era fenomenal e admirável o nosso Presidente da República. “Fugiu” à segurança e foi comer com os Sem-Abrigo.
Foi um gesto lindo dele. Observei-o muito bem e vi que dava abracinhos a todos eles que sorriam com delícia e encanto pela ternura e carinho que faz o que ele é.
E, é, imenso. Tem o coração no lugar próprio. Exclusivo dele.
Confesso que me maravilhou. Fascinou e enterneceu.
Sabes, lindo Diário, nunca vi tal em nenhum político, acredita? Estamos bem entregues a ele.
É justo. É carinhoso. É enternecedor. Vale a pena apostar nele e no seu deslumbre anjelical de Ser Humano de excelência que é.
Notável Diário, que fará mover este “Homem” de bem em volta do complexo e triste “Mundo Existencial” dos mais necessitados ou “expulsos” da vida normal? Que se considera normal?
Este Senhor é sublime no seu maravilhopso humanismo e solidariedade. Gostei muito.
Diário, por hoje chega.
As pessoas estão cansadas, sabes? Até amanhã. Que tudo corra como hoje. Também tivemos a nossa Comemoração da Páscoa.
Correu tudo tão bem, não achas?
Boa Noite, precioso Diário.
Sejam felizes, está bem?
António Pena Gil

Saturday, April 22, 2017


Sou um humilde Humanista:
Quando me olho, humidemente, sinto o mundo na minha cabeça desfeita. O pensamento e o sentimento estão bem presentes em mim. Sim! No que sinto e sou. As ideias e o raciocínio entrincheiram-se no que sou. São simples. Não desejam a fama. O sucesso. A felicidade que “mora” sempre em mim. Se me dessem algum valor, pequeno que fosse, já mo haviam dito. Para mim, tudo está enraízado no meu estar e no meu ser.
Não! Não vale a pena fazer mais. A minha interioridade plena de metáforas e plena de dizer bem das pessoas não transforma o que sou digno do conhecimento.
A sua simpatia esvaí-se num existir nulo cansado. Exausto. De aaplaudir. De venerar. De se mitificar.
Não! Desejo apenas existir. Dia a dia. Respirar o planeta. O viver.
Passou mais um dia.
Um dia que irá ser igualzinho aos outros. Só ambicionava concretizar três sonhos com que sempre sonhei.
Depois, mais nada me interessa. O relógio da vida não se compade-se com o ser. O meu Ser. Em que fui sempre igual a mim próprio. Estou farto. Estou desmotivado. Claro, que penso em Deus e no Seu poder. Vou ser forte. Hoje, não Lhe vou pedir nada. Nada de nada.
Obrigado, amigos. Por tudo de encanto, ternura e carinho como me se dirigem e constroem a minha vida. A minha solidariedade de verdade. De autenticidade.
Aposto. Apenas aposto no bem. Na grandeza das pessoas. Das gentes inúmeras que estão em mim. No que sou, sem sobretefúgios.
Que estou a fazer?
Acreditem, que nem eu sei.
Anulem-me, se assim o desejarem, está bem?
Sou apenas um humilde Humanista.
Sejam felizes, sim?

António Pena Gil 

Friday, April 21, 2017

O Mundo não anda bem.
Sabes, admirável amigo Diário, algo me está a fugir, mas ainda respiro.
Vivo a vida. Amo o Planeta inteiro.
Sabes, para mim, o mundo não anda bem. Não! O Senhor Gonçalves é estranho, mas não faz mal a uma mosca. É apenas assim.
Talvez, tenha falta de amor e faz birras para despertar a atenção. Nada mais.
A menina dos adoçantes apenas vive o emprego, pois, falta-lhe poder económico para viver. Jamais lhe complicaria a sua vida. É como é.
O mal está no tormento das opolências e poder fazer mal às pessoas. São pais. São filhos. São homens, mulheres e crianças que matam sem contemplações.
Que culpa têm perante um radicalismo estar indevidamente, na vida horrível de pessoas insensatas e malintencionados que só vêm a morte nas suas atitudes e atos condenáveis e injustos?
Isto devia não haver. Isto não devia acontecer. Isto não é existir em segurança. Isto é de temer.
Isto não deve, claramente, suceder. A vida é tão preciosa. Respirar felicidade e alegria por estarmos vivos. De bem com o mundo. Com o Planeta inteiro.
Porque sucede isto? Sim! Lindo Diário. Apenas vêm na vida a morte.
E, isto é arrepiante. De temer. De entrar em pânico. De não compreender.
Que faz, extraordinário Diário, mover estas pessoas que matam, que ferem, que provocam medo. Um medo imenso.
O mundo não anda bem, estimado diário. Até amanhã. Adoro-te Diário.
Ainda respiro e tu também.
Sejam felizes Amigos, está bem?
António Pena Gi

Thursday, April 20, 2017

Amável e Precioso Diário:
Não! Não vou falar do Senhor Gonçalves. Sossega.
Vou-te falar sobre a data festiva que vivemos: A Páscoa!
Sim! A menina dos adoçantes não tem nada a ver com o que fazemos na Páscoa em família.
Ficamos todos muito juntos, unidos pelo espírito e Alma, na mesa da nossa sala de jantar.
Não estávamos todos. “Isto” fez-me ficar triste, sabes?
Sabes, estes Eventos Familiares já não me dizem nada. Nada, mesmo.
Pensei e vi como era fenomenal e admirável o nosso Presidente da República. “Fugiu” à segurança e foi comer com os Sem-Abrigo.
Foi um gesto lindo dele. Observei-o muito bem e vi que dava abracinhos a todos eles que sorriam com delícia e encanto pela ternura e carinho que faz o que ele é.
E, é, imenso. Tem o coração no lugar próprio. Exclusivo dele.
Confesso que me maravilhou. Fascinou e enterneceu.
Sabes, lindo Diário, nunca vi tal em nenhum político, acredita? Estamos bem entregues a ele.
É justo. É carinhoso. É enternecedor. Vale a pena apostar nele e no seu deslumbre anjelical de Ser Humano de excelência que é.
Notável Diário, que fará mover este “Homem” de bem em volta do complexo e triste “Mundo Existencial” dos mais necessitados ou “expulsos” da vida normal? Que se considera normal?
Este Senhor é sublime no seu maravilhopso humanismo e solidariedade. Gostei muito.
Diário, por hoje chega.
As pessoas estão cansadas, sabes? Até amanhã. Que tudo corra como hoje. Também tivemos a nossa Comemoração da Páscoa.
Correu tudo tão bem, não achas?
Boa Noite, precioso Diário.
Sejam felizes, está bem?
António Pena Gil

Tuesday, April 11, 2017

Sonhos meus!
Sussurrado. Cúmplice. Quando desejo viver, posso emanar sorrisos, afetos. consentidos.
Cada vez, mais vejo idosos, no seu interior sublime e fascinante. Eles e elas, sentem-no em si.. Mais insegurança. “Mais um combate” sem horas para mim e para vós.
Lisboa é, agora, uma cidade de grandiosidade. Opolência. Majestosa. Muito bela. Muito terna. Linda.
É procurada. É significativa de encantar. A sua beleza de fascínio.
As mulheres terão sempre a necessidade de conquistar um lugar de destaque. Mais frágeis. Mais insegurança. Medo de viver como até agora.
Os Britânicos têm uma forma de viver a sua vida em tranquillidade, civismo e em completa Cidadania.
Desde tempos imemoriais e longínquos adorava visitar a Catedral do Santo Sepúlcro, em Jerusalém, onde se pensa encontrarem-se todos os símbolos da Humanidade Cristã.. O Lugar onde foi enterrado Jesus Cristo e o Túmulo de Maria. Era um sonho. Sim! Este, apesar da perigosidade era um sonho meu. A entrada naquela Catedral é feita em duas filas: uma para Católicos; Outra para Muçulmanos. Por vezes, há problemas só na entrada. Não conseguem respeitar-se mutuamente.
Outro símbolo da religiosidade de Cristo é o Santo Sudário de Maria ou, outro mistério do Cristianismo,: O Santo Graaal. Problemático. Destinado a lutas. Brigas. Conflitos. Assuntos de religiosidade. Só e apenas.
Este sonho é para realizar, podem crer? Diz-me imenso.
Sejam felizes, está bem?
António Pena Gil

Saturday, April 08, 2017

Amável e Simpático Diário:

Hoje, vou-te falar de pessoas. São majestosos e preciosos. Entrincheiram-se em si e vivem fazendo o bem.
Sabes, Diário: Deve-lhes tanto e tanto. Todas elas possuem o feitiço da ternura e da beleza. De uma postura maravilhosa e de sonho. Todas elas, sem exceção. Deslumbram na sua imensa pureza.
Vão construindo, passo a passo a encantadora magia de alegres e em bem-estar conquistar-me. Na adversidade. Nos contratempos. Penso que elas vão “construindo” o meu Ser. De forma brilhante, fabulosa e fantástica. Como as adoro, Diário majestoso que me acompanha por caminhos impensáveis e de maravilhar.
São boas pessoas e vivem como anjos-da-guarda extraordinários de pasmar. Auxiliam-me. Ajudam-me. São ímpares no Planeta. Que gosto e reconhecido por elas e por eles.
Se o Mundo vive-se de sonhos todos tentavam realizá-los de pronto. De mediato.
Aliás, são incomparáveis metidos na magia do seu lindo estar.
Por hoje chega, deslumbrante e misterioso Diário. Tens-me pegado na mão e elevado o meu estatuto controverso e difícil de não ser nada de nada.
Obrigado reconhecido.
Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil 

Thursday, April 06, 2017



O Que Faria Se Fosse Um Refugiado.
Em primeiro lugar ficaria muito triste. Pensaria que isso não resolveria nada.
Não podendo “arrastar” comigo a minha maravilhosa família, pedir-lhe-ia um objeto muito significativo para eles que meteria na minha mochila. Os seus rostos. As suas atitudes. Os seus sentimentos. A sua afetividade. O seu encanto. “Viajariam”, de forma constante no meu coração através das “coisas” que me iam dado.
Seria forte. Seria convicto. Seria “adulto”.
Sou sem tempo. Não seria importante para mim o relógio. Confiaria em mim. No céu.
Ousaria contestar com audácia as contrariedades e adversidades das guerras. Tentava entendê-las. Sem sucesso. Eram guerras, pronto. Sem ouvidos para mim. Para não ousarem explicarem-me sequer.
Se pudesse afagaria os idosos e crianças. Protegendo-os com o meu coração escondido. Ninguém saberia que tenho um coração enorme. Onde cabe imensa gente.
Seria indispensável um PC. Contaria às potências mundiais o que ia vendo de horrível e tenebroso. Quase tenho a certeza que ninguém me ouviria fazendo-se de surdos. Ausentes. Senhores à parte que só dizem disparates a todo o instante.
Tentava compor o meu telemóvel na fuga. Está sempre avariado.
Olhava o mundo, morrendo, indevidamente e desastradamente em disputas cruéis e violentas. Tudo aos olhos dos poderosos. Estes são capazes de tudo. Até tirarem a vida. Sem ousarem explicações sensatas ou curados do mal social, pessoal e humano que já deviam saberem que não levam a nada. Só “estragam” pessoas. Só “estragam” o Mundo.
Não meteria “a poesia” na guerra, embora me apetecesse.
Em momentos complicados, sem lugares de carregamento dele, pedia ajuda e telefonaria. Sim! De imediato. De pronto. Telefonaria à minha família que fugira também. Como teria decorrido a fuga deles? Adoraria saber, para me dar paz. Serenidade. Amor!
Depois disto tudo, já longe. Olhei as suas significações que me haviam dado. Olhei-as, com paixão. Reconheci-os de imediato. Um por Um.
E rezei. Imenso. Por eles. Rezei por todo o Planeta em violências e crueldades injustificadas e selváticas. Sem significado.
Depois, de muito tempo passado. Havia escolhido um Hospital no meio do vazio do Planeta ajudando todos os seus utentes como me era possível. Mesmo desajeitado em tudo. Dei o meu melhor naquela fronteira da salvação nem sempre bem-sucedida.
Por fim tirei o “Terço” que trago sempre comigo. E, rezei. E, tiritando de frio e no meio da reza, vi-os. Sim! Encontrei a minha família de sonho. Amada. Que me havia seguido. Abracei-os imenso tempo e com significado do meu inequívoco AMOR. As minhas lágrimas caíam ininterruptamente.
Agradeci-Lhe e fugimos todos. Em conjunto. Em união. Com um amor indiscritível.
Seria assim, a minha “história” como refugiado.
Sejam felizes! Pensem na Paz. É amor.
António Pena Gil
Abril 2016

Tuesday, April 04, 2017

Adorável e fabuloso Diário:
Faltam cinco crónicas para terminar a minha “anestesia existencial” prescrita pelo meu médico. Será que ele também vê. Pensaria, que há alguma crueldade nele, sabes, amigo Diário. Já entramos os dois noite adentro.
Vou tentar aguentar-me. Dizer as pessoas que vivo sonhos que são vocês a me auxiliares imenso. Como sofro de isónias crónicas, venho escrever. E, já o fiz, até muito mais atrás no tempo.
Amigo Diário estás ensonado, é? Queres que te repita que estamos bem despertos? Ou a dormir? Sou capaz de tomar um café, dois cafés, um para o admirável e fantástico Diário. Outro para mim.
Sim, Diário, não te assustes. O Senhor Gonçalves foi dar uma voltinha à cidade a pé. Como ele gosta.
Aproveitemos, esta curta e oportuna altura para descansarmos, sim, Diário de sonho? Enquanto ele não está cá.
Em breve, chegará, o “Presidente da República” de minha casa. A casa é minha e quem complica é ele. Só ele.
Como poderia viver só com a minha cara-metade e concretizarmos sonhos, “Explodir” de revolta pela onda de violência no Planeta todo.
Chacinam tudo e todos. Até com armas químicas que fazem doer e matar. Incendeiam tudo o que vêm e atiram dos aviões bombas e disparos enquanto estão vivos e são mais fortes. Sabes, precioso Diário amigo, as armas químicas são proibidas.
São crimes de guerra.
E, nós, aqui, tão calmos e não vemos isto acontecer pelos “atentados humanos” praticados.
Registei tudo no meu Diário e, se os ajudássemos também. Chegam cá doentes, mas vivos. São tratados em Cabanas e esconderijos bem nos subterrâneos que avistei atrás. Ainda disse aos seguranças que me protegessem, por favor.
No meu refúgio oculto chego a dormir agarrado ao meu notável e perfeito “Diário”.
Se em vez das armas químicas, usassem ”armas de flores”, sim, acreditariam por completo neles e estaria com eles.
Bem-Haja, Doutor. É um resistente de guerra fabuloso e ímpar.
Era Democrata e lutava pela Democracia e na violência ou na Paz.
Perfeito. Ainda faltam mais cinco.
Sejam felizes, sim?
With attention for all
Be Happy
António Pena Gil
Adorável Diário:
A vida deu-me tudo o que sempre ambicionei realizar.
Foi preciso força. Tenacidade. Arrojo. Determinação. Amor.

Não! Não tenho razões para complicar.
Mas, penso que foi pela mais bela, sensivel e verdade com as mágicas e ternas palavras com que se expressa uma poética atitude que nunca esquecerei e sempre me fizeram delicia e encanto grandiosos: OBRIGADO, DESCULPE, POR FAVOR e LAMENTO.

Estas palavras são para vós.

Nunca me dei mal com elas.
São palavras sublimes notáveis e respeitadoras para com o mundo. Para com a existência. Para com todo o Planeta.
Por hoje, fico por aqui, diário inesquecível e majestoso.
Amigos (as) Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil

Lindo e Adorável Diário:
Hoje falo-te porque não era ainda horas para acordar e eu levantei-me.
É óbvio que também acordei-te.
Ficamos juntos divagando pelo mundo das pessoas. Pessoas fabulosas e de bem. Para comigo. Para contigo. Para com Deus.
Extremoso Diário maravilhoso: Hoje vou falar-te de amizade e amor. “Coisas” delicadas. Coisas íntimas. Coisas do foro pessoal de cada um de nós. Irreveláveis.

O Senhor Gonçalves saiu. Devia ter ido ao mercado que adorava. Posso descansar um pouco do seu malévolo estar. Ser protestando com tudo e com todos. Ele é o “Presidente da República” da nossa casa. Da nossa família. Outro dia veio-me dizer que conversou com a família da frente que era Russa. Era o contentamento seu desmedido e preciso. Conseguiu falar deles para logo protestar que não era o seu país. Falou porque “arranhava a Língua Russa. Era útil. Confessou-me imenso de orgulho que eram Engenheiros no seu País. Agora, também o eram em Portugal que tao bem sabe receber.
Depois, de me falar do seu gesto magistral de conhecimento real, fez o Diário descansar. Já imenso tempo que não o fazia. Falou do mal do espartame e do adoçante posto no café. Sem ser bom.

O meu majestou-se uma coisa nunca passada que é uma experiência extraordinária e única. Uma Astrofísica portuguesa da NASA descobriu 5 ou 6 Planetas vagueando muito parte de nós. Sobrevoavam a mesma linha +orbita da da terra.E, isso, poderiam conter vida. Eram semelhantes em tudo com o nosso lindo Planeta., que era um “achado” cósmico de puro encanto.

Diário de sonho: Não durmas agora e enfrenta o que de bom possuis em ti.

Os cientistas da NASA procuram indícios da procura desses Planetas. Seria espectacular. Não? Não sabias extremo encanto de folhas e caneta que se deve registqar com contentamento e alegria, Estimado Diário de sempre em que confio.

Vamos esperar. É a atitude mais positiva que consegui expressar.
Extraordinário Diário que possui a magia mais profunda de uma poesia deliciosa e agradável.
Despeço-me, maravilhoso Diário.
Vai descansar.
Os meus olhos fundos de tantas “diretas” fazem sem aproveitar nada a registar ou detetar.
A “prescrição médica” vou reavaliá-la. Vou esclarecer-me. Ver se é realmente o meu Diário de uma vida sobressaltada e que vive este sobressalto.

Sunday, April 02, 2017

Hoje, vou falar-vos de uma "mentirinha pedagógica" no Processo Ensino/Aprendizagem. Como é delicioso tê-la e usá-la.
Geralmente, os alunos que se portam com um comportamento "terrível" na sala de aula são oriundos das Classes Sociais Baixas.
Quando acontece, chamo-o de parte e peço-lhe a caderneta escolar que acompanha sempre o aluno.
Geralmente, o Professor escreve que o filho se portou mal na aula.
Não acontece comigo. No lugar da caderneta onde se direciona uma
mensagem ao Encarregado de Educação escrevo um elogio com a promessa de ele não fazer mais disparates. Escrevo: A Educação do seu filho é exemplar, íntegra e com uma atitude na aula fabulosa.
Sabem que resulta sempre.. Também só o faço em ocasiões especiais.
Uma vez, um Encarregado de Educação veio ter comigo de lágrimas nos olhos sensibilizado e comovido com o que escrevi do seu filho. Problemático e com imensos processos disciplinares por atitudes despropositadas na sala de aula.
E, funciona. Torna-se mais atento nas aulas e o seu comportamento melhora em todos os domínios.
Apenas tento chegar onde o Planeta não chega. Estimular os mais desfavorecidos e com problemas sociais, pessoais e humanos..
Uma conduta inadequada em todo o lado.
Dar à família um pouco de felicidade e alegria.
Geralmente, depois, tudo corre pelo melhor.
A "mentirinha pedagógica" funciona plena e brilhantemente.
António Pena Gil .

Friday, March 31, 2017

Diário de sonho e amigo:
Hoje, levantei-me já tarde. Eu que durmo com pressas.
Já desperto assolou-me ao pensamento uma alegria e felicidade não habitual em mim. O Senhor Gonçalves passou de mal a pior. Deve estar desconsolado. Sim! Com a vida. Receia tudo e todos para meu infortúnio esta descoberta. Está zangado com a vida que o assola. Desconfia até dele prório. Até onde pode chegar com os disparates desgastados e de recear que traz na cabeça maldosa. Amo com fervor. Com dedicação a minha cara-metade. Sonho imenso. Com as estrelas. Com o céu lá no Alto. Propriedades só Dele. Intocáveis, por serem majestosas e dum espaço aéreo só Seu.
Os meus sonhos pessoais nunca os revelarei. Sim! Nem a Ele. Sei que me Auxiliaria com prontidão e de imediato. Ele que tem tanto que fazer. Não seria bom incomodá-Lo, na sua veracidade perfeita e exímia que faz parte Dele.
A minha “anestesia” maravilha-me. Veio dos Planetas. Do Cosmos perfeito. São transcendentes e divinais.
É, por isso, que lhe dou imensa significação e dedicação.
O Universo lá de cima acena-me. Retribuo, satisfeito. Deslumbrado. Fascinado. É de muita beleza. Pasmo. Adoração. Perfeição. Cativação.
Aí está o meu sentir de sonhar diário. Prescrito por quem sabe.
Pronto.
Mais uma “acha” para a fogueira da existência telecomandada do meu ser.
Cumpri.
Até amanhã, diário de sonho.
Sejam felizes, sim?

António Pena Gil


Chega por agora.

Thursday, March 30, 2017



Amável Diário:
Hoje fui à Padaria. Sim! Com pressa de ser atendido. Uma Senhora bem-posta passou-me à frente. Olhei e silenciei-me. Aquele acto não me trouxe nada de novo. Sim, adorável diário, devia-lhe chamar a atenção. Não! Não o fiz. Se calhar ela vivia a correr. Tal como eu. Prezo-me de ser uma pessoa e ser humano também.
Gosto de motivações para existir. Ser. Fiz o que me levara ali depois.
Olhou-me, ainda, de alto a baixo e emitiu um som inaudível. Sim! Nada agradável. Coitada, também não tenho razões de estar sempre sério. Parece que avanço na idade. Quando sorrio pareço diferente. Mais credível. Mais presente. Mais agradável na postura com as pessoas.
Ofereci flores à minha cara-metade e à minha mãe. Comportavam um bilhete que dizia: - Com muito amor!
Para as levar da loja era mais difícil.
A Senhora das flores meteu-as cuidadosa e meticulosamente num saco sem as estragar. Deram-lhe muito valor quando as entreguei a cada uma das minhas eleitas Senhoras de sonhar. Sim, amável Diário, gostam de mim.
De seguida e, em passo apressado, fui dar uma volta. Sabem, também tenho regras e deveres como ser humano/cidadão/Pessoa..
Na rua. Em plena rua, as pessoas que passavam sorriam para mim. Retribui e sorria também. Parecia uma competição de sorrisos. Bons. Sinceros. Vivos. Presentes.
Respirados. A correrem com pressa nunca soube porquê? Talvez, fosse uma forma de viver. Existir. Sentir pressa sem pressa nenhuma..
Sabes, amável Diário, não gosto que me olhem de alto a baixo. Parece que me estão a estudar. Sim! Para avaliarem o meu desempenho na vida. Na magia da vida. Não gosto mesmo nada. Quando o fazem, pareço transparente, revelando tudo o que sou. Tudo o que não sou. Parece sempre que estou a ser alvo de uma derrota abismal no meu estar. Não deviam fazê-lo, sabes?
É que vivo de atrapalhações. Aflito. Preocupado. Ausente. Nunca revelável a ninguém. Talvez, seja um mistério por apurar. Que deseja ser descoberto, mas não pode sê-lo.
Como gosto de enigmas na vida, meu Deus. Enigmas por descobrir. Por ser respeitado porque respeito.
Tinha pressa, Diário simpático. Acabei.
És um tesouro para mim.
Até amanhã. Contei-te o meu dia. Desculpa ser a correr, sim?
Cumpri a prescrição médica. Pronto.
Muito obrigado, amigos.
Sejam felizes, está bem?
António Pena Gil

Wednesday, March 29, 2017

Diário adorável:
Hoje levantei por volta das seis horas.
Sentia uma força desmedida para escrever. Não! Nunca jamais admirável a estas horas.
Vivo e coabito com uma “anestesia” existencial e afectiva. Se eu não tivesse essa forma de estar perder-me-ia em mim. Que iria pensar o meu médico? Não! Eu entrincheiro-me em mim e na “anestesia” que me foi recomendada.
Respiro vida. Respeito tudo o que vejo. O mundo e a vida. Justificam-me imenso. Abarca seres humanos majestosos e perfeitos. Esta “anestesia” é assegurado pela força da irrealidade. És meu. Este Diário pertence-me.
É meu. Muito meu.
O Mundo destas pessoas. Seres. Estes dão - me forças.
O humanismo. A autenticidade de Sentir, 
O que sinto? Brotam. Definem felicidade e harmonia abatem-se sobre o que sou.
Real. Irreal. Tanto faz. Apenas, tenho que escrever. Foi uma necessidade há minha autoestima e autosegurança. Possuo respeito e estima para aqueles que me apelam à escrita depositando a sua ternura. Carinho. Dedicação.
Faço “isto” sobre o “comando” que me faz deliciar. Maravilhar com o Planeta onde “moro”.
O sossego invadiu-me. O Bem-Estar. Vejo em tranquilidade absoluta. Devia existir. Devia estar em felicidade.
Não! Transpiro afetos. São lindos. Notáveis. Deliciosos.
Bem. Diário adorável. Visto tudo, mas tudo para os meus preciosos sentimentos e gestos de Cidadania plena e total.
Fiquem bem, sim?
Até sempre, Diário adorável. “Respiro” de existir.
Como sempre fui. Respeitador e com elevada estima.
Contem comigo.


António Pena Gil

Sunday, March 26, 2017

Adorável Diário Pessoal.
Primeiro adorava a noite. Era seu cúmplice. Agora, vivo de insónias crónicas constantes que me perturbam. Todo o meu ser.
A escuridão dos objetos assustam-me. Mexem ao ritmo certo do que anseiam ser. Mesmo, sem permissão ou concessão. Permitido. Aceite.
Detesto-a porque está imersa num escuro grandiosa. Sem visão adicional ou prespetivas de auxílio na sua contemplação necessária e visível. Porque me faz ela isto?
Tenho raiva. Tenho fúria. Tenho força para acabar com a noite. Não se ouve nada. Nem o sibilar de algum pássaro amigo. Uma mosca. Um mosquito. Qualquer inseto incomodativo e nocivo. Nefasto.
Olho tudo à minha volta com atenção aos pormenores dos lados e em frente. As laranjas na mesa apelam ao fim a que se destinaram. As maçãs também. Esta fruta toda não fica ao acaso.
O Sr. Gonçalves encarrega-se de comê-las fazendo barulho com a boca a mastigar alto e a bom som, nada ético ou cívico quando as digere, mastigando alto. Que coisas de nada da vida.
Como sinto vontade de abrir as persianas e deixar entrar o seu escuro e a sua negritude janela adentro. Como carvão ardendo ao ritmo do estar. Sentir. Ser. Faria barulho.
Estou aqui às escondidas e fácil e prontamente me descobririam se encetasse qualquer atitude ou gesto mais ruidoso ou mais alto nos decibéis de som. Veriam o mistério existencial do que abarquei. Do que sou e sinto.
Que impertinência, a noite! Nunca mais é dia. Olho o relógio e assola-me uma inconformação grandiosa.
Estamos no início dos mistèrios do escuro da noite. Da sua negritude plena. Eu? Não! Não posso fazer nada. Só me resta olhar e olhar sem exigir ou descobrir misteriosos episódios da noite. Sim! Com verdade e sinceridade.
Tenho Pânico. Tenho um pavor grandioso. Caramba, nunca mais é dia? Detesto e condeno, a noite! E, se fosse para a cama desperto e acordasse tudo e todos?
Não poderia fazer isso. Acordava a minha gente que ficaria furiosa. Os vizinhos que apontam sempre o dedo inconveniente e doentio para aqui. E, não resolveria nada de nada. Prefiro a sua aceitação plena e total. Fico quietinho. Não faço nada. Apenas, necessitei pular. Dançar sem música. Podendo ver as incongruências do Mundo.
Porto-me muito mal. Estou irritado.Na minha frente vejo fantasmas e brincar com esses fantasmas que nunca vi aqui. Ou por perto. Deviam ter vindo do Firmamento. São esquisitos. Nem uma simples ponta de beleza se encontra neles. Parecem bichos.
Tento aproximar-me deles. Fogem de imediato. Cobardes. Fico triste. Iríam por certo contar-me a sua vida que facilitaria passar a noite.
Não tenho muito a contar. Desisto.
O crepúsculo maravilhoso do nascer da terna e bela manhã assola-me com ternura e carinho.
Passou mais uma noite.
Sejam felizes, sim?
António Pena Gil
Diário de um Cidadão:
(São 7 horas. Do mês de Fevereiro 2016)
Diário adorável.
Hoje decidi contemplar-te com um texto significativo e representativo para mim.
A casa está “mergulhada” de pacatez. Paz. Sossego. De Mim.
As moscas estão vivas. Não desaparecem. “Voam” sobre a minha sensatez e sobriedade. Incomodam. Imenso. Todos saíram. Só aqui estou eu. Pertença de mim.
Já tinha saudade de divagar, sabes, extraordinário diário?
Aconteceu hoje.
Vou falar-te  no “Firmamento” de mim. Como o entendo no que sou.


Percorro-me no Imenso Firmamento de mim.


Olhando, percorro o lugar. Percorro-me. Talvez, ao acaso!

Nada me pertence. Sou um Firmamento que me percorro.
Percorro-me olhando, por amar a vida.
Adoro a magia da vida.

Das pessoas. Dos seus encantos. Dos seus mistérios.

Percorro o Firmamento de mim, com convicção, embevecido pelas gentes que atravessam decididas os meus instantes presentes. O bater das horas na máquina do tempo imparável.

Calcorreei o lugar que mora no sabor da brisa que passa em mim, que me sacode, com dúvidas por desvendar.

Imensas dúvidas. Inconstantes. Inexatas. Imprecisas! Vagabundas! À solta!

Completamente à solta, num espaço que não sei se entendo. Por ausência de entendimento!
Amo demasiado as pessoas. Os seus gestos. Os seus sentimentos. Os momentos que definem a sua ímpar beleza e, me conquistam, mesmo sem compreender.

A melodia terna e doce da vida atravessa-me de lado a lado por tudo o que sinto e olho.

E, tenho tanto a dizer. Que fica por dizer. Tenho tanto a explicar que fica por explicar.
A Vida! A Vida é-me preciosa. Não consigo defini-la por ser simples demais a sua definição.
Adoro-a, a Vida. Adoro-a, a sua existência, a existência em mim. Diz-me tudo. Tudo que não consigo exprimir ou explicar.

Fica assim! E, fica a viver comigo. No que, verdadeiramente, eu sou! Assim mesmo!

Percorro-me no Imenso “Firmamento” de mim.

Obrigado, adorável diário. És extraordinário. Tudo te abrange. Na insolência desta atitude. Obrigado.
Oxalá as pessoas gostem?

Sejam felizes.

António Pena Gil

Saturday, March 25, 2017

Uma existência que é a minha!

Sei lá. Gosto de Deus. Do Cosmo direitinho. Do Universo das gentes vivendo felizes. Alegres. Bem-dispostos. Sem “atropelos” ou sem adversidades de qualquer espécie. Preocupo-me, sabem?
Adoro a minha linda e maravilhosa cara-metade. Posso? Amo os meus adoráveis filhos. Permitem?
Creio que Ele me dá força. Querer. Arrojo. Valentia.
Mas, que faço aqui?
Sucesso? Não! Está fora de questão.
Amor? Uma só amizade sincera. Um abracinho forte. Como? Sim! Virtual, mas sincero. Sério. Que me deixe extravasar de alegria. Bem-Estar.
Não sei se me enquadro bem com a vida que tenho?
Penso demasiado nas “coisas”. Nos seres. Na beleza e pureza de um estar. Significativo. Que escreve na primeira pessoa do singular, sempre. Aproxima-me mais no que transmito com um coração repleto de existir. Que ninguém conhece. Mas, que sai bem de dentro do meu sentir.
Mas, afinal que faço aqui?
Difundo seriedade. Sinceridade. Tento ser feliz.
Não quero mais nada. Nada de nada.
Termino com franqueza e gratidão a todos: Sejam muito felizes, sim?
António Pena Gil


Friday, March 24, 2017




Diário de um Professor: Algo não está bem?
Hoje falo-vos em educação. Aberta. Dialogante. Precisa.
Sei que vou ser utópico, mas fiel ao que fui. Sempre.
A Educação é fazer obras. “Conduzir” seres 
Pequeninos. Sedentos de vida. Que merecem tudo o que precisam. Sim!
De tudo o que aspiram ser. Uns são felizes. Têm sobre si imensas espectativas. Ambições. Outros sem amor algum. Sem perspectivas sobre eles. Vivem ao acaso deles mesmos.
Penso no social. Sobre o qual respondem afirmativa e arrojadamente que não querem. Que ignorem. Que vivem à sua maneira. Pedem, apenas, compreensão. Que os deixem viver.
À sua maneira. De acordo consentido que não intervenham. São felizes na dedicação e força que depositam neles. Sejam quem forem, esses sentires de nada.
Mas, vão à luta sem fim. Com aquela garra existencial e humana que os fez serem como são. Assim, como estão.
Têm orgulho de serem assim. Têm determinação. Queres. Arrojo forte. Não desejam da vida nada. Que não necessitam que se preocupem com eles. Com a sua família que está como está. Pedem que não toquem nos pais, nunca lhe façam mal. Presentes. Ausentes. Confiantes no que sentem.
Protegem a dor que sentem em si. Que nada fazem por eles. Não consentem Vivem o seu orgulho de amor a eles.
Choram. Gritam. Berram. Revoltam-se. Tudo isto para eles.
Como não haverá no Ensino, a ter atenção nas várias formas de conseguirem Aprender? Ser. Estar.
Sabem que, mais tarde, esperam-no um grande e magistral “desenrasque” em viver.
E, é por estes que ajudarei sempre. AJUDAREI SEMPRE. NO QUE POSSO. OU PODEREI FAZER.
Não os desanimem mais, por favor.
Deiam-lhes algum amor. Um pouco que seja.
António Pena Gil.
Sejam felizes, sim?

Tuesday, March 21, 2017

Fazes-me Falta
Quando olho à minha volta encontro o teu sorriso. Belo e sempre presente. Sinto que me olhas de um modo muito especial como só tudo sabes.
Existe imensa ternura neles, no belo olhar e no deslu

Monday, March 20, 2017

Quando o raiar da Alvorada surgiu, olhei -a em mim.
Senti-a. Entranhou-se num acto de posse. Foi a minha interpretação plausível de aceitação e simpatia.
Apercebia-a, por estar despertado, em diálogo com o Mundo. O meu Mundo e o Mundo dos outros.
É certo que despertei a muito custo. Estava tão embevecido em pensamentos. Estava bem. Sentia-me comigo, aprazivelmente e entrincheirado na delícia.
Como é hábito tentei aproximar-me e falar com a fidelidade apressada de me surgir.
Sorri com moderação. Sobriedade. À minha volta observei, de imediato, o meu eu introspectivo. Não! Não precisa esconder-se. Vale o que vale.
Será eternamente, introspectivo.O Sol majestoso conquistou-me a Alma e conquistou-me o meu Sentir, com intensidade, brilhante. Timidamente. Receando-me, também!
Os seus raios afagaram-me numa conveniente atitude habitual de sonho. Um sonho sonhado com irrealidade comovente que não estranhei, Queria exibir uma surpreendente magia no decoro do Planeta que habito, com que sempre penso, quando bem atento e desperto.
Estou acostumado a estas sensações.
Afinal, a madrugada só queria falar de sentimentos. Conversar comigo. Fazer as pazes. Apaziguar-se em mim. Apaziguar a minha entrega. Conquistar o que de bem e mal possuo e transporto comigo.
As dúvidas em viver? Não as descortino para ser sincero. Objectivo. Lúcido.
O Mundo? Esse coabita comigo e ajuda-me nas relações interpessoais da descoberta.
Das eternas descobertas! Descobertas do Planeta inteiro que dialoga comigo.
António Pena Gil