Contribua para a Campanha do Agasalho 2009

Campanha do Agasalho 2009

Monday, May 15, 2017


Um Mundo Que NÃo Me Pertence!

Apetecia-me “embalar” coisas doces. Coisas carinhosas. Coisas de ternura e carinho.
Não sei se o mundo está pronto para isso. As pessoas merecem o meu sincero sentimento carregado de afeto. Vive na Pureza. É Notável.
Como desejava um Planeta doce. As bombas dos “maus” que expressam maldade seriam transformadas em flores. Lindas. Maravilhosas. Com um sentimento majestoso e de deslumbre imenso.
Não vou contar histórias. Essas, pertencem a um tempo presente cada vez mais perverso e complexo para mim.
Só sei poetizar o amor. Nada mais. É exigente, mas acaba sempre num choro sentido encostado ao meu lado esquerdo de delícia. De doçura existente no meu lado esquerdo afagante e muito belo do meu coração. Do meu Ser.
Um Universo total e íntegro a pensar nas pessoas. Nestas pessoas que me veem-me. Que me ouvem. Que me sentem em si.
As bombas não fazem parte do meu restrito sentir. Ferem. Magoam. Causam imensas feridas incuráveis. Se fossem bombas floridas dádiva Dele, Ele tem razão. Razão absoluta. Com imensa ternura e um sentimento muito desejável do tamanho do mundo.
Porque complicam tudo? Prefiro ser irreal. Não pactuar com o mal, ser como sou. Fiel a mim próprio.
Gostava de escrever uma estória real de gentes reais. Que desencadeiam o amor por todo o lado.
Sim! Era o que gostava de fazer.

António Pena Gil 

Tuesday, May 02, 2017


Sussurrado. Cúmplice. Quando desejo viver, posso emanar sorrisos, afetos. Sorridos consentidos.

Cada vez, mais idosos, no interior sublime e fascinante. Eles e elas, sentem-no em si.. Mais insegurança. “Mais um combate” sem horas para mim e para vós.
Lisboa é, agora, uma cidade de grandiosidade.
É procurada. É significativa de encantar. A sua beleza de fascínio.
As mulheres terão sempre a necessidade de conquistar um lugar de destaque. Mais frágeis. Mais insegurança. Medo de viver como até agora.
Os Britânicos têm uma forma de viver a sua vida tranquila, cívica e em completa Cidadania.
Desde tempos imemoriais e longínquos adorava visitar a Catedral do Santo Sepulcro, em Jerusalém, onde se pensa encontrar todos os símbolos da Humanidade Católica. O Lugar onde foi enterrado Jesus Cristo e o Túmulo de Maria. Era um sonho. Sim! Este, apesar da perigosidade era um sonho meu. A entrada naquela Catedral é feita em duas filas: uma para Católicos; Outra para Muçulmanos. Por vezes, há problemas só na entrada. Não conseguem respeitar-se mutuamente.
Outro símbolo da religiosidade de Cristo é o Santo Sudário de Maria. Problemático. Destinado a lutas. Brigas. Conflitos. Assuntos de religiosidade. Só e apenas.
Este sonho é para realizar, podem crer? Diz-me imenso.
Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil


Monday, May 01, 2017



Um Mundo de imensa Incompreesão.
As pessoas. A vida. Não consigo explicar ou entender. Abate-se sobre mim uma nostagia real com ímpeto e fogosidade. Não. Não posso que a existência seja sacrificada. Porque razão? Sei lá. Sei que há seres vivos que nunca o permitiríam. Não sei se gostam de mim e do que sou.
Também, não “intrujo” ninguém. Com os meus pensamentos. Com os meus sentimentos. São o que são. Valem o que valem.
Troquei o meu embaraço. Troquei a minha Alma para entender o Planeta em que habito. Terei de falar das marcantes notícias televisivas. Não “descolam” da determinação e arrojo do meu estar e sentir. Estão em mim. Estão em vós. Vivem em tudo o que enceto fazer. As notícias deixam as notícias fluirem pela vida. Comentam tudo e, quando o fazem; é repleto de cola que não se mexe. Isistem e insistem. Incomodam. Tudo o que as crianças fazem é imitirem. Isso, é mau. É catastrófico.

É, urgente, transmitirem a beleza e pureza de estar vivo. Respirar com liberdade. Amar a vida. Programar o que nunca foi programado. Para bem vosso e delas.
Não concordo que me batam nas costas. Por concordar  com eles.
Não posso com hipocrisias. Baterem-me nas costas com violência para marcar bem o meu espaço aqui. Que me monstrem onde devo estar. Onde posso ficar “furioso” sem ninguém dar conta.
Choro. Choro muito. Ando todo o dia com as lágrimas a cairem. Não o posso parar, o choro. As forças foram-se com o Mundo. Sim! As forças dos sentimentos a esconder. Os pensamentos omissos, por serem valiosos. Pessoais. Íntimos. Meus.
Não! Assim, nunca pactuarei com o eterno “Palco da Vida” onde mora quem me quer bem. Algum bem.

Basta. Quero ser eu, na plenitude do meu existir. Nunca mais me porei na “pele” das pessoas. Na bravura do que são. Possuem um carácter forte. Estão vivos. Estão sempre presentes. Nunca esqueceram as suas condutas sóbrias e lucidas de pasmar e agradecer. Esses sim! São essenciais ao mundo que escolhi viver.
Por hoje, chega.
Sou o que sou.
Valho o que valho.
Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil 
Dia do Pai

Um Pai tem uma gigantesca importância numa família. É imponente. Coordena com conselhos. Gestos. Aconselha com Atitudes toda a família.
Como sabem, o meu querido Pai está doente. Enfermo.
Hoje, cometi um “milagre” amparado no Seu poder e imponência das decisões perentórias e corretas.
Pulo a andar sozinho. Se ele melhorar ponho-me a caminho de Fátima a pé. Como gostava de celebrar as melhoras do meu Pai extraordinário. Eu que também sou Pai. Um Pai está aceite  na sua beleza e pureza que vai nele. O meu Pai tem escondido junto ao seu coração doce e terno a beleza. O Encanto. A pureza. A ternura de não estar doente. De existir e sentir. A minha mãe dá-lhe forças. Alento. Força como poderosa Senhora extraordinária e de deslumbre.
Se eu fosse como ele, vibrava de raivaa. Desespero. Amparo nos momentos difíceis.
Estás “agarrado” a uma cama e aconteceu o que aconteceu em si e no que é. Já dá uns passos pequeninos sozinho pela casa. Pede auxilio, mas ele faz tudo. Tudo mesmo. Anda.
Hoje, é o teu dia em que te desejo toda a felicidade e alegrias do mundo inteiro. Como te adoro, querido Pai lindo.
E com comoção. É sensibilizado. Vais abarcar o teu ser puro, belo e atento a tudo.
Como gostaria de conhecer todos os Pais do Mundo? Parece difícil. Impossível. Adverso. Sem hipóteses que de assinalá-lo, mas é o meu Pai é o Ser Humano mais maravilhoso do Universo.
Fascina-me. De pequeno e agora adulto. É, o meu deslumbrante e encantador, corajoso e arrojado Pai do mundo. Do Planeta onde vivemos. Coragem, adorado  Pai.
Obrigado.
Sei que melhoras dia-a-dia.
Necessito tanto de ti.
Tenho lágrimas a “ correrem” rosto abaixo.
Bem-Hajas, adorável Pai.
És o melhor entre todos.

Sejam Felizes, sim?

António Pena Gil 
Diário Pessoal:
Primeiro adorava a noite. Era seu cúmplice. Agora, vivo de insónias crónicas constantes que me perturbam. Todo o meu ser. A escuridão dos objetos assustam-me. Mexem ao ritmo certo do que anseiam ser. Mesmo, sem permissão  ou concessão. Permitido. Aceite. Detesto-a porque está imersa num escuro grandioso. Sem visão adicional ou prespetivas de auxílio na sua contemplação necessária e visível. Porque me faz ela isto? Tenho raiva. Tenho fúria. Tenho força para acabar com a noite. Não se ouve nada. Nem o sibilar de algum pássaro amigo. Uma mosca. Um mosquito. Qualquer inseto incomodativo e nocivo. Nefasto. Olho tudo à minha volta com atenção aos pormenores dos lados e em frente. As laranjas na mesa apelam ao fim a que se destinaram. As maçãs também. Esta fruta toda não fica ao acaso. O Sr. Gonçalves encarrega-se de comê-las fazendo barulho com a boca a mastigar a bom som, nada ético ou cívico quando as digere, mastigando alto. Que coisas de nada da vida. Como sinto vontade de abrir as persianas e deixar entrar o seu escuro e a sua negritude janela adentro. Como carvão ardendo ao ritmo do estar. Sentir. Ser. Faria barulho. Estou aqui às escondidas e fácil e prontamente me descobririam se encetasse qualquer atitude ou gesto mais ruidoso ou mais alto nos decibéis de som. Veriam o mistério existencial do que abarquei. Do que sou e sinto. Que impertinência, a noite! Nunca mais é dia. Olho o relógio e assola-me uma inconformação grandioso. Estamos no início dos mistèrios do escuro da noite. Da sua negritude plena. Eu? Não! Não posso fazer nada. Só me resta olhar e olhar sem exigir ou descobrir misteriosos episódios da noite. Sim! Com verdade e sinceridade. Tenho Pânico. Tenho um pavor grandioso. Caramba, nunca mais é dia? Detesto e condeno, a noite! E, se fosse para a cama desperto e acorda-se tudo e todos? Não poderia fazer isso. Acordava a minha gente que ficaria furiosa. Os vizinhos que apontam sempre o dedo inconveniente e doentio para aqui. E, não resolveria nada de nada. Prefiro a sua aceitação plena e total. Fico quietinho. Não faço nada. Apenas, necessitei pular. Dançar sem música. Podendo ver Porto-me muito mal. Estou irritado.Na minha frente vejo fantasmas e brincar com esses fantasmas que nunca vi aqui. Ou por perto. Deviam ter vindo do Firmamento. São esquisitos. Nem uma simples ponta de beleza se encontra neles. Parecem bichos. Tento aproximar-me deles. Fogem de imediato. Cobardes. Fico triste. Iríam por certo contar-me a sua vida que facilitaria passar a noite.
Não tenho muito a contar. Desisto.
O crepúsculo da manhã assola-me com ternura e carinho.
Passou mais uma noite.
Sejam felizes, sim?

António Pena Gil 
Estou feliz. Nasceu um novo alvorecer. Estou vivo. Respiro. Sei quem sou.
Existo na irrealidade que vai em mim. Que me acolhe. Que me faz ser eu. Que constantemente me afaga.
Agora vai nascer o Astro - Rei e com ele  os sonhos das pessoas. Sonhos próprios. Sonhos mi mitificados. Sonhos reais.
E, se agora eu descobrisse, no recôndito da minha existência eu encontra-se o “Santo Graal” tão ambicionado pelo mundo inteiro das pessoas? Bem escondido na “minha” pessoal da afamada “Arca da Aliança.”
Não passam de sonhos nunca realizados. Consolidados. Ele não é meu. Pertence a todos. Pertence ao Universo interplanetário. Pertença de todos os mortais. Também de todos os imortais.
Só sei uma coisa: Não é meu. Pertence a um Museu da existência. De sermos nós todos. Não! Entregá-lo-ia a quem ele pertence.
“O Santo Graal” povoa um pensamento de décadas ou milhares de anos.
São sonhos inconsequentes. Não levam a nada. Sentem. Por serem relíquias da Humanidade. De gerações seguidas de gerações do nosso Ser.
O “Santo Graal” nasceu há muito o seu mito credível. A “Arca da Aliança” pertence-lhes também.
Não quero para mim nada. O meu nada aponta só na sua descoberta onde ele não pertence. E, existe? Se calhar não.
Desde tempos imemoriais que se faz todos os esforços por encontrá-los. São buscas necessárias. Existem buscas na demanda deles. Para quê?
Eu nunca sai daqui na esperança de que nunca encontrem nada. Só “alimentaria” guerras e mais guerras.
Fiquemos por aqui.
Quem me dera encontrar o inexistente.

Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil (pena)

 Nobre e Precioso Diário:

Numa altura em que todos dormem eu estou aqui. Considero-me um ser emotivo que extravaso para o meu estar sincero todo o Mundo. Ninguém sabe que aqui estamos. Lado a lado. Tentamos falar. Tentamos reproduzir com evidência pura as nossas emoções. Pesadelos sonhados. A minha insónia crónica. A minha “anestesia” de que necessito. Muitas vezes fugo-lhe. Tento conquistar-me. Tento ser afagante e compreensivo pela vida. A existência valiosa. Sublime. Amo viver. Sentir-me. Abarcar o meu eu. Como gosto de ti, Diário imprescindível e eloquente.
Sabes, no presente, sobrevivo na tua extraordinária atitude para comigo. Que agradeço. Quando não posso desabafar o mundo tenho-te. Sim! Tentando levar a peito o meu estar inconstante e com velocidade atómica.
És o meu grandioso amigo.
Começou a madrugada.
Obrigado reconhecido e sincero, adorável Diário.
Gosto muito de ti.
Até amanhã como podia dizer até sempre.
Sejam felizes, sim?


António Pena Gil 


Diário adorável:
Hoje levantei por volta das seis horas.
Sentia uma força desmedida para escrever. Não! Nunca jamais admirável a estas horas.
Vivo e coabito com uma “anestesia” existencial e afectiva. Se eu não tivesse essa forma de estar perder-me-ia em mim. Que iria pensar o meu médico? Não! Eu entrincheiro-me em mim e na “anestesia” que me foi recomendada.
Respiro vida. Respeito tudo o que vejo. O mundo e a vida. Justificam-me imenso. Abarca seres humanos majestosos e perfeitos. Esta “anestesia” é assegurado pela força da irrealidade. És meu. Este Diário pertence-me.
É meu. Muito meu.
O Mundo destas pessoas. Seres. Estes dão - me forças.
O humanismo. A autenticidade de Sentir, 
O que sinto? Brotam. Definem felicidade e harmonia abatem-se sobre o que sou.
Real. Irreal. Tanto faz. Apenas, tenho que escrever. Foi uma necessidade há minha autoestima e autosegurança. Possuo respeito e estima para aqueles que me apelam à escrita depositando a sua ternura. Carinho. Dedicação.
Faço “isto” sobre o “comando” que me faz deliciar. Maravilhar com o Planeta onde “moro”.
O sossego invadiu-me. O Bem-Estar. Vejo em tranquilidade absoluta. Devia existir. Devia estar em felicidade.
Não! Transpiro afetos. São lindos. Notáveis. Deliciosos.
Bem. Diário adorável. Visto tudo, mas tudo para os meus preciosos sentimentos e gestos de Cidadania plena e total.
Fiquem bem, sim?
Até sempre, Diário adorável. “Respiro” de existir.
Como sempre fui. Respeitador e com elevada estima.
Contem comigo.


António Pena Gil 

Sunday, April 30, 2017

Estou feliz. Nasceu um novo alvorecer. Estou vivo. Respiro. Sei quem sou.
Existo na irrealidade que vai em mim. Que me acolhe. Que me faz ser eu. Que constantemente me afaga.
Agora vai nascer o Astro - Rei e com ele  os sonhos das pessoas. Sonhos próprios. Sonhos mi mitificados. Sonhos reais.
E, se agora eu descobrisse, no recôndito da minha existência eu encontra-se o “Santo Graal” tão ambicionado pelo mundo inteiro das pessoas? Bem escondido na “minha” pessoal da afamada “Arca da Aliança.”
Não passam de sonhos nunca realizados. Consolidados. Ele não é meu. Pertence a todos. Pertence ao Universo interplanetário. Pertença de todos os mortais. Também de todos os imortais.
Só sei uma coisa: Não é meu. Pertence a um Museu da existência. De sermos nós todos. Não! Entregá-lo-ia a quem ele pertence.
“O Santo Graal” povoa um pensamento de décadas ou milhares de anos.
São sonhos inconsequentes. Não levam a nada. Sentem. Por serem relíquias da Humanidade. De gerações seguidas de gerações do nosso Ser.
O “Santo Graal” nasceu há muito o seu mito credível. A “Arca da Aliança” pertence-lhes também.
Não quero para mim nada. O meu nada aponta só na sua descoberta onde ele não pertence. E, existe? Se calhar não.
Desde tempos imemoriais que se faz todos os esforços por encontrá-los. São buscas necessárias. Existem buscas na demanda deles. Para quê?
Eu nunca sai daqui na esperança de que nunca encontrem nada. Só “alimentaria” guerras e mais guerras.
Fiquemos por aqui.
Quem me dera encontrar o inexistente.

Sejam felizes, está bem?


António Pena Gil 
Este Blog é de António Pena Gil (Pena).
É única e simplesmente responsabildade dele. 
Possui cerca de 700 Posts todos de minha criatividade, resaponsabulização e pertença sua.
Não é de conjunto de pessoas é só meu..
Todos originais e escritos muito cedo, na minha adloscência e idade pre-adulta.
Já acresceitei alguns mais.
Relembro: Este blog é única e exclusividade pertença de António Pena Gil (Pena) 
Diário de sonho e amigo:
Hoje, levantei-me já tarde. Eu que durmo com pressas.
Já desperto assolou-me ao pensamento uma alegria e felicidade não habitual em mim. O Senhor Gonçalves passou de mal a pior. Deve estar desconsolado. Sim! Com a vida. Receia tudo e todos para meu infortúnio esta descoberta. Está zangado com a vida que o assola. Desconfia até dele prório. Até onde pode chegar com os disparates desgastados e de recear que traz na cabeça maldosa. Amo com fervor. Com dedicação a minha cara-metade. Sonho imenso. Com as estrelas. Com o céu lá no Alto. Propriedades só Dele. Intocáveis, por serem majestosas e dum espaço aéreo só Seu.
Os meus sonhos pessoais nunca os revelarei. Sim! Nem a Ele. Sei que me Auxiliaria com prontidão e de imediato. Ele que tem tanto que fazer. Não seria bom incomodá-Lo, na sua veracidade perfeita e exímia que faz parte Dele.
A minha “anestesia” maravilha-me. Veio dos Planetas. Do Cosmos perfeito. São transcendentes e divinais.
É, por isso, que lhe dou imensa significação e dedicação.
O Universo lá de cima acena-me. Retribuo, satisfeito. Deslumbrado. Fascinado. É de muita beleza. Pasmo. Adoração. Perfeição. Cativação.
Aí está o meu sentir de sonhar diário. Prescrito por quem sabe.
Pronto.
Mais uma “acha” para a fogueira da existência telecomandada do meu ser.
Cumpri.
Até amanhã, diário de sonho.
Sejam felizes, sim?

António Pena Gil


Chega por agora.

Amável e Precioso Diário:
Não! Não vou falar do Senhor Gonçalves. Sossega.
Vou-te falar sobre a data festiva que vivemos: A Páscoa!
Sim! A menina dos adoçantes não tem nada a ver com o que fazemos na Páscoa em família.
Ficamos todos muito juntos, unidos pelo espírito e Alma, na mesa da nossa sala de jantar. Não estávamos todos. “Isto” fez-me ficar triste, sabes?
Sabes, estes Eventos Familiares já não me dizem nada. Nada, mesmo.
Pensei e vi como era fenomenal e admirável o nosso Presidente da República. “Fugiu” à segurança e foi comer com os Sem-Abrigo. Foi um gesto lindo dele. Observei-o muito bem e vi que dava abracinhos a todos eles que sorriam com delícia e encanto pela ternura e carinho que faz o que ele é. E, é, imenso. Tem o coração no lugaqr próprio. Exclusivo dele.
Confesso que me maravilhou. Fascinou e enterneceu.
Sabes, lindo Diário, nunca vi tal em nenhum político, acredita? Estamos bem entregues a ele. É justo. É carinhoso. É enternecedor. Vale a pena apostar nele e no seu deslumbre anjelical Ser Humano de excelência que é.
Notável Diário, que fará mover este “Homem” de bem em volta do complexo e triste “Mundo Existencial” dos mais necessitados ou “expulsos” da vida normal? Que se considera normal?
Este Senhor é sublime no seu maravilhopso humanismo e solidariedade. Gostei muito.
Diário, por hoje chega. As pessoas estão cansadas, sabes? Até amanhã. Que tudo corra como hoje. Também tivemos a nossa Comemoração da Páscoa. Correu tudo tão bem, não achas?
Boa Noite, precioso Diário.
Sejam felizes, está bem?


António Pena Gil 
Adorável Diário:
Hoje não podia passar sem te explicar porque te abordo.
Olha, tens o poder sigiloso de me afagar e fazer-me sentir. De me amparares e protegeres.
E, eu falo-te porque vives. Ainda não deixei nunca de pensar em ti. Na prontidão esclarecedora do que sou. Do que estou.
Sim! Sei que não suportas certas coisas. Mas, comportam um afeto e ternura imensos. Majestosos
É, por isso, que te admiro, fantástico e adorável Diário. Afugentas tudo o que anseias por eliminar por não entenderes. Assemelhas-te a mim. Também não entendo.
A vida flutua na tua grandeza de fascínio. Ainda não entendi como me suportas?
Como suportas o meu ser sempre pronto a ser um nada. A sentir um vazio.
Sim! Em mim. Porque razão não sou como todos os outros são? Sinto-me, apenas e somente.
Adorável Diário nunca podia prescindir de ti. Da tua beleza. Da tua pureza. Do teu encanto. Da beleza. Da pureza. Do encanto.
Fico-te agradecido por saber que me ouves. Para mim é tudo.
Obrigado por estares aqui. Se não estivesses aqui sentir-me-ia só. Sozinho que não posso estar. Assim, tenho-te e falo-te. É mais que bom, sabes? É excelente.
A tua companhia é-me preciosa.
Obrigado, adorável Diário. Até amanhã.
Penso muito em ti.
Não! Não te esquecerei nunca.
Diário de um Cidadão.
António Pena Gil .

Saturday, April 29, 2017

A Vida!

Penso que sou uma “marioneta” no Palco Social da vida. Da minha vida.

Estou. Sinto. Respiro. Sou.

A minha vida de professor dá-me tudo o que uma vez desejei. Dou “berros”. “Indigno-me”. Penso num dia mais feliz cada vez que me sobressalto com o que faço por vezes indevido ou proibido.
Tenho a noção que estou “acabado”. Fui Pai. Fui Educador. Fui Pedagogo. Fui ou tentei ser Psicólogo sem o conseguir, se calhar. Mas, tentei. Vou e irei sempre à luta por eles e pelo sonho deles.
Por vezes, fazem de mim um “Palhaço” indesejado. Não posso mais. Os neurónios caíram-me no chão da minha vida desgastada. Apanhei-os e pu-los onde deviam estar, sem o conseguir.
Apelo-vos que o amigo sincero que fui está exausto. Prestes a cair sem que ninguém saiba.
Podem rir. Sorrir. Humilhar ou maltratar. Sei o que fiz por crianças ternas e de sonho.
Chegou a hora. Vou-me retirar.
POR FAVOR, não esqueçam a “marioneta”, nem o “Palhaço” em que me tornei por amor à vida. Sou sério. Vivo dessa seriedade. Desse Civismo. Dessa Cidadania plena.
Beijos e abraços, amigos de sempre.
Se me virem digam alguma coisa.
“Arrasto-me” em direcção da vida. É fácil.
Sejam Felizes. Muito Felizes, sim?
Estimado Diário:

Como tu me poderias ajudar?
Adoro um “Abracinho” carregado de afeto e ternura. Quem não gosta, estimados amigos?
Vivo num Planeta confuso. Incompreensível. A sociedade “veste-se” de desencanto. Ausência. Degastada. Angustiante.

O Senhor Gonçalves continua “entrincheirado” em si e falando negativamente de toda a gente. Também estou incluído neste rol de receio.

Pavor. Medo de viver.

O Senhor Gonçalves quando fala é para “destruir”. Diz, constantemente, que não sei nada de nada. Não presto. Não aprendo com ele.

Acrescenta que ele é que devia ser Professor. Que apesar de ninguém ouvir as minhas palavras. Gosto dele. Gosto de mim, sou feliz. A minha sensação de viver faz-me alegre e feliz. O Senhor Gonçalves não devia dizer o que diz. Dizer algo de quem lhe deu a mão em tempos nada bons e sofredores.
E, ele não se lembra. Ele que devia agradecer. Nada de nada, como eu, nas suas palavras.

Já nada me importa. Nada fez sentido. Nada me “abraça” com carinho e ternura.
Se calhar tem razão. Quem está para me ouvir? Sou “Lamechas” e, isso, preocupa todos.
Todos, sim?
Enfim, meu Deus…
Até sempre, lindo Diário. Até amanhã.

António Pena Gil 


Amável e Simpático Diário:

Hoje, vou-te falar de pessoas. São majestosos e preciosos. Entrincheiram-se em si e vivem fazendo o bem.
Sabes, Diário: Deve-lhes tanto e tanto. Todas elas possuem o feitiço da ternura e da beleza. De uma postura maravilhosa e de sonho. Todas elas, sem exceção. Deslumbram na sua imensa pureza.
Vão construindo, passo a passo a encantadora magia de alegres e em bem-estar conquistar-me. Na adversidade. Nos contratempos. Penso que elas vão “construindo” o meu Ser. De forma brilhante, fabulosa e fantástica. Como as adoro, Diário majestoso que me acompanha por caminhos impensáveis e de maravilhar.
São boas pessoas e vivem como anjos-da-guarda extraordinários de pasmar. Auxiliam-me. Ajudam-me. São ímpares no Planeta. Que gosto e reconhecido por elas e por eles.
Se o Mundo vive-se de sonhos todos tentavam realizá-los de pronto. De mediato.
Aliás, são incomparáveis metidos na magia do seu lindo estar.
Por hoje chega, deslumbrante e misterioso Diário. Tens-me pegado na mão e elevado o meu estatuto controverso e difícil de não ser nada de nada.
Obrigado reconhecido.
Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil 
Adorável Diário:
Hoje não podia passar sem te explicar porque te abordo.
Olha, tens o poder sigiloso de me afagar e fazer-me sentir. De me amparares e protegeres.
E, eu falo-te porque vives. Ainda não deixei nunca de pensar em ti. Na prontidão esclarecedora do que sou. Do que estou.
Sim! Sei que não suportas certas coisas. Mas, comportam um afeto e ternura imensos. Majestosos
É, por isso, que te admiro, fantástico e adorável Diário. Afugentas tudo o que anseias por eliminar por não entenderes. Assemelhas-te a mim. Também não entendo.
A vida flutua na tua grandeza de fascínio. Ainda não entendi como me suportas?
Como suportas o meu ser sempre pronto a ser um nada. A sentir um vazio.
Sim! Em mim. Porque razão não sou como todos os outros são? Sinto-me, apenas e somente.
Adorável Diário nunca podia prescindir de ti. Da tua beleza. Da tua pureza. Do teu encanto. Da beleza. Da pureza. Do encanto.
Fico-te agradecido por saber que me ouves. Para mim é tudo.
Obrigado por estares aqui. Se não estivesses aqui sentir-me-ia só. Sozinho que não posso estar. Assim, tenho-te e falo-te. É mais que bom, sabes? É excelente.
A tua companhia é-me preciosa.
Obrigado, adorável Diário. Até amanhã.
Penso muito em ti.
Não! Não te esquecerei nunca.
Diário de um Cidadão.

António Pena Gil .

A Humanidade gerou afectos que pretendo entender!

Vivo apressado. Com ânsia de ser eu.
Corro atrás da vida com determinação e querer.
As pessoas conhecem esta atitude que envolve pessoas. Pessoas doces. Majestosas. Que me afagam com delícia arrojada. Sem motivos sugeridos do Planeta. No seu magistral ser. Estar e Sentir.
Corro em mim quando me encontro com a vida. Comigo. Com todos. Com o Universo pessoal de todos. Que é lindo. Puro. Sensível.
Podiam parar um pouco o tempo. Para eu crescer ao ritmo da minha existência. Para eu pensar. Ganhar a “luta” vazia. Sem “apetrechos” decisivos.
Nada tenho nada a apontar ao meu eu.
Sugiro que lêem o meu precioso Livro da existência. Possuo-o, com carinho e ternura mesmo ao meu lado. Tira apontamentos preciosos para eu ser. Abre-me o caminho do sentir. Um sentir precioso e majestoso a pensar em vós todos.
Corro, rápida e velozmente atrás do entendimento do mundo. Fulcral. Escrito em mim e no que posso dar-vos.
Oh, meu Deus. Tanta coisa diria num sussurro amigo. Cúmplice da minha vadiagem pelo ser para as preciosas pessoas. Sim! Quando sonho. E, sonho muito. Bem desperto ou a descansar. Continuo o “Protocolo” da vida com angústia e medo imensos. Impensáveis. Por serem lindos. Maravilhosos. Extraordinários.
Como vivo desesperadamente com velocidade quase “atómica” que não posso interromper. É doce. Lindo. Com ternura intemporal. As horas nunca surgem ao acaso. Vivo-as. Sinto-as. Nas dúvidas que pretendo ultrapassar. Adoro-as. Vivem em mim e no que sou.
Penso-as. Penso-as amigas. Companheiras do meu existir. Necessito de afirmação lúcida. e Capaz. Confiante. Se não, não estaria mente aqui. Não esqueçam da minha pressa. Do correr. Da rapidez do que a minha razoabilidade conseguida. Presente. Amiga.
Nunca poderei parar um pouco. Só um pouco. Nunca “voei” pelo vosso firmamento tão rapidamente.
Se o ponteiro das horas parasse, poderia explicar melhor. Encontrar-se-ia comigo.
Deixaria o receio de imediato. O pavor e medo de ser.
Sejam felizes, sim?


António Pena Gil