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Campanha do Agasalho 2009

Thursday, November 30, 2017


Há sempre Um Dia Seguinte!



Ontem, foi um dia difícil de “digerir.” No entanto, a vida prossegue. Tive insónias. Tive pesadelos. Tive uma noite branca.

Agora, estou bem. A vida amarga ou a vida boa que temos continuai.

Não pactuo com tristezas ou alegrias. Tudo avança com o Ciclo da vida. Com ou sem a minha vida mal-dormida ou dormida sem problemas, de quaisquer sofrimentos ou bem-estar.

Também tenho pouca coisa a contar-vos.

Apenas, que o seu ritual é sempre o mesmo. De que gosto. Que adoro quando estou de bem com o mundo e a vida de todos e a vida de todas.

Sei que és capaz de ler isto e, isso, preenche-me de alegrias sentidas. Alegrias sinceras. Alegrias de que adoro e gosto.

A tua “chama” de bondade e ternura abarca-me. Faz delícias e faz-me enternecer de notabilidade, pureza e beleza.

Creio, que ninguém como tu me abandonaria pelo carinho e encanto como te falo, respeitosa e estimadamente.

Fui educado em agradecer às pessoas que gostam de mim e me fazem bem.

As pessoas que se “vestem” maldosamente e te querem mal não fazem nenhum sentido em mim. Ignoro-as, pura e simplesmente.

A minha vida quer o bem do Universo pessoal das pessoas com ternura e a ansiedade de estarem bem. Assim, como me sinto. Da vida que tento agarrar constante e ternamente em mim e no que sou.



Também sou fácil de aturar? Nunca ofendi nenhum ser humano e sinto-me bem e harmoniosamente comigo e ter sido educado como fui, com a Humanidade constituída pela gente toda.



Apesar, de uma noite branca com pesadelos e com insónias e pesadelos, a minha vida continua na tua majestosa e sublime forma de fascinar e maravilhar tudo e todos. E, fico feliz. Comigo. Contigo. Com Deus.

Aqui fica um depoimento sério e cúmplice da magia como encaras positivamente o existir. Sóbrio. Atento. Com enternecimento. Com encanto. Com ternura. De bem com a vida. De bem com o Planeta de pessoas que gostam de ti. Muito!

És uma companhia de sonho, sabias? Já te “registei” há muito em mim.

E, fico por aqui.

Gosto muito de ti e da tua franca e sincera amizade como vives e sentes com um deslumbre grandioso e enorme.

Há sempre um dia seguinte!



Bem-Haja, de amizade e gratidão.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, valiosos amigos de quem gosto?

Wednesday, November 29, 2017


Carta ao Meu Querido Pai Falecido que Fazia Anos!



Pai, sei que me ouves. É com comoção e os meus olhos repletos de água que hoje te escrevo. Eras uma pessoa linda. Maravilhosa.

Como gostaria que estivesses aqui? Tenho imensas saudades tuas. Do teu amor. Dos teus conselhos. Da tua ternura para comigo.

Choro sem conseguir suster as lágrimas. Hoje, era o teu aniversário que não podia esquecer. Sei que lá no Alto escutas atentamente a minha sentida e a minha homenagem por ti.

Ainda representas muito para nós.

Pelo que foste. Pelo que fostes na nossa vida. Vi-te sempre a sorrir com o teu sorriso deslumbrante e majestoso.

Só desejavas o amor, a magnificência e bem-estar de todas as pessoas.

Sabes, não te consigo deixar de te amar. Não consigo esquecer o teu carinho e a tua preocupação para com a família e para comigo.

Relembro a tua pureza e grandeza de ser humano que todos respeitavam para ti. Para a tua sublime e linda forma de ser. Não! É custoso ver-te sem ser aqui. Junto de nós e do teu auxílio deslumbrante e fascinante para com todos nós.

Escrevo ao teu encanto e magia suprema de como eras em todos nós. Eras magnificente de grandiosidade e gigante na tua adoração até “partires” com uma chama do teu sentir maravilhoso. Doce e que compreendias. Os nosso atos e toda a nossa vida.

Ninguém te esqueceu ainda. És demasiado enternecedor, mesmo aí no Alto junto Dele. E Ele sabe disso, sabias?

Lembras-te da pureza e verdade com que fazias as coisas só tuas? Eras um ser humano de excelência. Inigualável. Que ainda não pude esquecer, sabias?

Permanecerás, sempre em mim e no terno e adorável exemplos de querer e gostar de todos nós, como sempre o fazias.

Parabéns, querido pai. Deixas cá uma virtualidade e autenticidade do amor e ternura para com a vida. Um exemplo ímpar em que me emociono ao falar de ti.

Pai, acredita que não choro mais. Sei que gostas de mim. Da minha vida. Do meu estar. Do meu ser.

Parabéns pelo teu aniversário e que desfrutes de teu ser celestial como o fizeste cá baixo.

Estarás sempre presente em mim. Sim! Com aquela bondade e entendimento que fazíamos por ti.

Até sempre.

Parabéns. Pelo teu aniversário. Por tudo o que foste e guardamos com enternecimento em todos nós.



António Pena Gil

Tuesday, November 28, 2017







É uma hora da manhã. Está uma noite fria e de invernia que não a sinto.

Não sinto nada!

Sinto que não sinto nada!

Pela janela do espaço que ocupo entra uma luz difusa amarelada, que o enche. Conquista. Faz-me companhia!

Aconchego-me na tosca cadeira que me ampara. Ampara-me quando decido que deve exercitar a sua função de amparo. De aconchego. Em momentos eternos aprazíveis.


Debruço-me sobre o pensamento. Exijo que ele me faça o retrato do dia que passou. O balanço do dia vivido, com fidelidade, sem me mentir. De forma amiga. Repleto de cumplicidade.


Gosto de falar com a vida. Observá-la com dedicação em pensamentos. Pensar com o pensamento na vida. Um pensamento sincero. Aberto. Digno. Verdadeiro.

Fui à escola.

Não vi ninguém!

Qual a razão?

Não havia crianças! As suas marcas estavam lá! Eram visíveis! Um silêncio inquietante, por todo o lado, comprovava-o.

Fiz o que tinha a fazer e depois, fugi. Apressadamente.

Sem elas, a minha presença era dispensável. Decididamente dispensável.

Não veio ninguém atrás de mim.

Quando cheguei a casa senti um alívio. Estavam os meus dois filhos!

E, isso, é bom. Bom demais.


Sosseguei-me. Sosseguei a vida. Sosseguei o pensamento.

Depois?

Senti uma felicidade enorme. Reconfortante.

Afinal, aqui, podia manter bem viva a chama de vida e o desejo de pensar.


Senti-me, então, Bem!



Senti-me Muito bem!

António Pena Gil - Dezembro de 2006



Monday, November 27, 2017


Comovo-me E sensibilizo-me Muito Facilmente!



Quando os meus filhos nasceram chorei bem amparado e agarrado à minha doce e terna cara-metade. Beijei-os com cuidado e a ela também.

Para os acolher e os afagar no meu colo não consegui. Pensei: - Ainda caem. São tão pequenos.

Quando o meu adorável pai faleceu escolhi um sítio apropriado e desfiz-me em lágrimas sentidas bem do fundo do meu coração.

Tenho feito um papel protetor e de amparo constantes à minha adorada mãe. Nunca a deixarei sozinha ou ao acaso na sua vida. Conversamos e dialogamos imenso. Falamos sobre a vida dela e sobre a minha.

Falamos dos meus filhos e dos seus netos que adora. Creio que são eles que a fazem viver uma existência feliz com tanta tristeza “amarga” de “ingerir”.

Quando eles entram em sua casa parece que quem entrou foi “Deus”, que a torna alegre e bem-disposta esquecendo tudo de mau. De imediato e prontamente.

Quando a minha fabulosa sogra “partiu”, não consegui conter a imensa “água” que me saia dos olhos. Era uma pessoa bondosa e extraordinária.

O Sr. Gonçalves “faz gato-sapato” de mim, mas contenho-me para o fazer feliz. Podia ripostar. Podia responder-lhe. Podia ser inconveniente com as suas atitudes, mas refiro logo que os seus atos batem na capa da minha indiferença. “Isto” só.

E, fica por ali. Assunto arrumado. Sugiro que apenas significa uma provocação de quem está sozinho no seu “mundo pessoal” e quer dialogar com a maldade que vai nele e que não consegue agir por bem.

Enfim, “coisas” abordáveis de imensa significação da minha vida e que relembro de forma constante.

Tento ser razoável e bom para as pessoas. Para com a minha família supero em muito o possível.

Amo-os muito. São preciosos e magnificentes num mundo que vivo com intensidade plena e absoluta.

Tento ser sempre aprazível e bondoso com as pessoas deste Planeta interestelar, “vestindo” e “enchendo-me” da minha vida e do que sou dando tudo o que possuo. Para os tornar mais felizes e existirem grandiosamente..

Tudo o resto, a iniquidade, a tirania, a humilhação e os maus tratos de selváticos e animalescos seres nem sequer reajo. Nem sequer dou importância numa vida que também vivo com alegria e felicidade grandiosas. De que gosto.

E, tudo corre bem.

Mesmo, comovendo-me e sensibilizando-me muito facilmente!

Está bem, assim?

António Pena Gil



Sejam felizes, sim, preciosos amigos.

Adoro-vos todos e todas.

Saturday, November 25, 2017


Os Meus Dois Campeões!





Tenho imenso orgulho em ter no meu coração, estes dois Campeões.

Coabitam na ternura que os faz.

Estou no subsolo da casa. Vejo os dois lado a lado “instalados” com doçura e simplicidade num “cavalete” médio de pintura que visualizo aprazível e de imenso encanto. Parece falar. Parece fascinar e “entrincheirar-se” no que são para mim. Desde Já Campeões do mundo.

Já tentaram sair do seu lugar com maravilha e excelência. Para praticar o bem da Humanidade inteira, “abarcando-a” no seu ser.

Aqui vive-se com delícia. Com o “cavalete” que expressa o que vai nele e do seu seguro estar, vigilante. Apurando o sublime e reveledador destino que deu aos dois.

São “Campeões” do existir. Ternos e fabulosos.

A sua infância que vive no “cavalete” mágico, para mim, condu-los à sua vida de petizes adoráveis e majestosos. Um sentimento que tenho presente e é vida. A sua Vida. Que me faz comover e sensibilizar.

Já passou tanto tempo e eles perduram lá distribuindo afeto e harmonia pelo mundo fora. Fazendo a sua grandiosa e graciosa companhia. Que não esqueço apesar de estarem sempre presentes e visíveis e encostados ao “cavalete” do meu amar por eles.

Eles, sim, eles, comandam-me. Deliciam de pureza. Encantam na verdade de serem. São divinais e extraordinários para todas as pessoas que os respeitam de forma admirável e gigantesca.

O “ amor” que lhe dedico não preciso dizê-lo. É magnificente num existir só deles.

São Campeões em tudo. Na sua companhia. No amor que dão à vida. No esplendor de maravilhar pelas atitude e instantes justos e cumpridores da vida que, eu sei difícil. Controversa. Exigente. Incapaz de se compreender. Incapazes de ficar por aqui.



Tiveram e viverem na vida como verdadeiros “guerreiros” do Planeta que desejavam e deslumbravam pela tenacidade e arrojo como se “debateram” com uma profundidade só deles por serem plenos e intensos. Sabedores da missão de serem para todas pessoas que deles necessitam e solicitam em que agem de imediato e prontamente.

Não há mais que explicar. Não há mais a dizer deles.

Fico-me por aqui. Sei que os “Campeões” ambicionavam mais. Mas, porquê?

O vosso encanto. A vossa amabilidade e simpatia “moram” em mim para sempre.

Beijinhos. Adoro-vos.

Sereis sempre Os Meus Dois Campeões! Sim! Em tudo!

António Pena Gil



Sejam felizes, sim, valiosos amigos/Campeões do mundo.

Gosto muito de vós.

Thursday, November 23, 2017


A Humanidade E As Pessoas!



A Humanidade gera afetos que pareço entender.

As desigualdades sociais são pendentes num Ser Humano que age buscando a sua felicidade e harmonia a que tem direito inequívoco.

Um Estado Democrático prevê a verdade. Prevê a autenticidade e seriedade como concebemos a vida. Sim! A liberdade de pensamentos e a liberdade de sentimentos deveriam existir “entrincheirados” nos seres humanos. Sempre presentes e visíveis.

Quer sejam “anestesias”. Quer sejam funcionalidades aplicadas com necessidade e urgência ao meu existir profundo e ao bem – estar das pessoas que tento explicar?



São premissas salutares de viver. Direccionam à paz e sossego de notabilidade e grandiosa que a tudo deslumbra. Comove. Faz chorar de felicidade.



Do encanto no Planeta que “habitamos”. É justo. É esplendoroso. É mágico” que nos projeta na nossa vida em total paz e sossego.

Falo na liberdade. Em todos os seus aspetos e num murmúrio pleno que. nos “enche” e nos faz “apaixonar” em viver.

Tenho dois focos de luz sobre a mesa. Já deitei fora muitos papéis sem significação ou interesse.

Vivo como me deixam e permitem existir de bem comigo e de bem com os outros. Com alegria. Com ternura. Com encanto. Com fascínio.

Todos os “delírios” são reais e estão, conforme os deveres para com a Humanidade que adoro e respeito.

A luminosidade está presente e visível que parece um sol na minha forma de estar aqui onde me sento e suspiro.

Não! São “coisas” complexas de estar Cá. “Despachar-se” para formar maravilhosos sentires, numa parafernália de “coisas” em que devia dialogar. Sim! Falar com Dele. Com simpatia e amabilidade como Ele gosta.

Detesto as “beatas” sacerdotais que dispenso. Não sou “beato” de ninguém. Apelo por Ele e ele está sempre ao meu lado. Amparando-me. Gratificando-me. Compreenderem o que faço aqui?

E, eu que não faço nada aqui. Sou incomodo. Sou inconveniente. “Disparatado. Desconexo. Desorganizado. Insatisfeito.

Tudo aquilo que comporta as “anestesias” que sem elas, anular-me-ia.

Sofro.

Porque leio imenso? Porque escrevo tanto? Porque divago “agarrado” e “arrastado” a mim?

A Humanidade e as pessoas tenho-as bem “guardadas”  em mim, podem acreditar?



Até sempre. Sóis valiosos de pureza ternura e beleza imensas. Valentes da escrita.



António Pena Gil .



Sejam felizes, sim, sublimes amigos de excelência.

Gosto muito de vós.

Tuesday, November 21, 2017



O Meu Mundo Pessoal



A minha vida é algo incomum. Sinto-a em mim. “Atiram-me” para o céu que não é meu. Com majestade. Com adoração e gosto. Aqui não faço nada de nada.

Sim! Nunca governei o meu EU.

No entanto, é capaz, ainda, de realizar o que me pedem que seja.  

Que faça. Que dialogue. Que fascine. Que ame. Que divague. Sem ter como o fazer. Apenas, para satisfazer o que sou e o meu Eu cansado. Exausto.



Digo e faço “isso” transmitindo-o ao meu Universo pessoal. Tarefa dele. Intransmissível. Que “mendiga” vida. Pura. Terna. Fantástica.

Converso inúmeras vezes com Deus. Digo-Lhe que me “despacharam” para Lá Cima.

Fica indiferente e absorto No que faz. Com significação. Com pureza e encanto a que assisto maravilhado e fascinado.

Procuro tratar bem as pessoas. Sim!

São só imensas “anestesias” do diálogo prodigioso e vulnerável. De imensos Seres Humanos de sonho e de sublime estar sossegados, “agarrados” e “abraçados” à vida.



Todos aqui fazem grandiosos actos de sublime e admirável ver a ternura do mundo quando me “encho” gigantescamente nos meus gestos e nas minhas atitudes. Unicamente minhas.

Porque existo? Sei lá. Ninguém me vê “partir”. Sei que me preocupo com todos os seres vivos de sonhar. Em que tento ser notável e atencioso pela ternura na afirmação com/para elas.

Esse vácuo e vazio não são para vós. Eu é que às vezes “meto-me!”. Bem aconchegado aos afetos que possuo. É seguro e nunca me consternaram.



Nunca me repreenderam pelo que faço ou não faço.

Pelo contrário sou muito feliz e ainda tenho forças para agraciar e agradecer-lhes de coração visível e apurado. Sim! Todos os Seres Humanos admiráveis. Se não o fossem gostava deles também.

Apenas não desejo ser frutos de inconveniências. Violentas. Agressivas.

De um Planeta, acima dos “disparates” que acarinham e dialogam, mesmo assim. Sem serem sensatos. Sem serem vis e maus.

Blasfemam falta e ausência de afirmação. Que fariam eles? Penso que já não me “atirariam” para o Céu. De “encontro” a Ele. Com fúria. Com força. Com desespero. Com uma intencionalidade para  magoar e ferir.



Não seria justo. Não seria plausível. Não seria pertinente num murmúrio de sensatez e harmonia com eles.



Eles e eu “abraçamos” o mundo com arrojo pleno e forte, este local à parte no tempo. Imbuídos de sublime força e tentando encantar.

Digo isto enquanto estou vivo. E, sinto-me existir. Com vida a que dou à vida.

Sinto-me “cavalgar” para lugares incertos e feitos para os relógios impotentes de o estagnar. Parar.

Giramos. Com agitação. Com incredulidade vista nos globos imensos do tempo.

O Universo dá voltas e voltas e não “conserta” o tempo necessário e urgente de nos despedirmos de “cá”.

Às vezes, ficamos com cabeça para baixo e para cima. Ah, gravidade, como fazes falta para girarmos.

Se não fizesses parte do Planeta dávamos um “tombo” monumental e grandioso. Seria o fim.

O fim da vida. O fim do Mundo. O fim do tempo.



António Pena Gil



Sejam felizes, sublimes amigos de notabilidade, sim?

Gosto imenso de vós.

Sunday, November 19, 2017

Sinto Um vácuo E Um Vazio Em mim! No Meu Interior.


Quando “visto” com ternura o mundo sinto-me um vácuo e vazio dentro de mim. Inexplicável. Incompreendido. Agito-me. Divago. Amo com amor. A magia do meu ser é aprazível. Assente há muito no que sou. No que virei a ser. “Acomodado” no meu pensamento que vive de sentimentos. Sentimentos graciosos e inapagáveis. Fazem parte da vida.


Do meu Eu insatisfeito. Já me inquiri, imensas vezes, o que faço aqui? Neste inóspito local de ninguém. De vida que não é para mim. Sou demasiado inibido e envergonhado no palco social da amargura e da melancolia. Sinto -me espetante e ansioso. Sempre! Nunca manifestei ou interroguei ninguém quando penso. Procuro-me. Apenas, me percorro. Sempre: No misterioso ser pleno de vida. No seu “abraçar” doce. Cristalino. De pureza. De encanto. De beleza. Esta vida é tão importante?


Já repararam? Caio nas “metáforas” existentes do meu ser. inquieto e “enche-me” e preenche-me com afago e pureza. Gosto imenso quando o fazem. Delicia-me. Espanta-me. Gosto da minha vida e da sua significação. Linda. Harmoniosa. Que se preenche tão facilmente. E, as pessoas continuam a gostar de mim. Não me esquecem ou atiram para o lixo o que faço com um coração aberto e recetor de todos. São 5 horas da manhã que o relógio do tempo indica. Para mim, já é tarde. Busco o meu sentir por todo o lado. Rodeiam-me. Atiram-me com a vida. Uma vida existente e assente em sentimentos ternos. De delícia. Encanto. Também só sei fazer “isto”. Visto tudo isto sem sequer pestanejar. Agora é meu. Nunca “vestiria” o Céu intransmissível do que sou. Seria falsear o que sinto. Na verdade gosto muito de todos vocês. E, é por isso que escrevo e desenho, carinhosamente, o mundo.


O meu mundo que é para todos vós. Feito. tentando encantar docemente e aprazivelmente o que faço aqui. E, por hoje chega. Está bem?


António Pena Gil

Peter, Paul and Mary -Puff The Magic Dragon

Valiosos Amigos:
Ouçam se assim o entenderem.
É pura e simplesmente sublime e de excelência.

Sempre a gostar imenso de vós.
Sejam felizes, sim?

António Pena Gil

Monday, November 13, 2017



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Ficaria feliz com a vossa presença. No maior respeito. PENA



Necessito de me expressar.

Refugio-me nas palavras com fervor. Dedicação.

Converso sobre a solidariedade com elas.

Sobre a vida porque lhe dou vida. Sempre!

São doces. Lindas. Tão simpáticas e aprazíveis.

Sabem, reconhecem-me. Sabem quem sou?

Sou eu que lhes peço, com amabilidade, que me falem. Elas conversam, conversam.





Contam-me como vivem. Contam-me como respiram.

Enfim, as palavras são mesmo assim.

Vivem e respiram. Sentem.

E, eu sinto-as. Dou-lhes um valor precioso. Dou-lhes e concretizo os seus apelos.

Não podem estar quietas. Não querem. Não admitem ou consentem.

Mexem-se. Agitam-se.

Bailam com amor, em mim.

Uso-as com frequência quando sonho.

Agarram-se a mim, as palavras, e pedem-me atenção. Pedem-me que eu sonhe. Sonhe com elas. E, eu sonho.

Dou-lhes toda a minha atenção como num sonho belo. Puro. Quando eu sonho.

Com uma paixão. Indescritível!





E, eu sonho muito. Até exageradamente.

As palavras sabem preencher as pessoas. Preenchem-nas quando sentem. Quando vivem. Quando amam.

E, amam também.

Moram alojadas lá nos seus corações doces.

Habitam as emocionais habitações dos Seres Humanos.

Metem-se nas suas cabeças quando contam histórias belas.

Histórias alucinantes de ternura.

De um paradisíaco sentir. Fascinante.





Conto sempre com elas. Não! Não as conto. São imensas!

Deslumbram-me. Acariciam-me. Afagam-me.

Vou-lhes contar um segredo que lhes segredei: Elas fazem parte do que sou.

Porque razão não lhes daria a  atenção que elas merecem?

São demasiado importantes para mim.
Preenchem o meu inconstante Ser. O meu inconstante pensar. O meu inconstante sentir.

Talvez, me compreendam em absoluto. Talvez, elas compreendam o que vai em mim.

Quando as uso, nunca sinto fadiga ou cansaço.

Convidam-me sempre para o "baile" delicioso que encetam no meu olhar. O "baile" delicioso do meu sentir.





As palavras "bailam" como princesinhas no melodioso compasso da minha vida.

Sim!

Sem elas, sem a sua imensa doçura, não sobreviveria.

Vou sempre ao "baile" lindo que encetam no meu olhar.

Maravilham-me. Encantam-me.

Como?

Por simples magia arrebatadora de carícia que vai nelas e eu gosto. Tanto? Imenso!

São imprescindíveis.

Escuto-as. Mesmo quando estão silenciosas. Mesmo na alegria como as vejo.

Vou sempre com elas para todo o lado.





Como nunca visto vivem e sentem.

Habitam o sonho irreal que não prescindo.

Amo-as, as palavras!

Tenho-as sempre bem presentes no meu coração, as palavras com que falo docemente às pessoas.



PENA 



Pena. "As Palavras". 2008. Abril.

Sunday, November 12, 2017


Um Sorriso Para Todos Vós!



Gosto de sorrir. Não! Não gosto de rir.

Um sorriso revela-se mais “composto” Rir há uma sensação “descomposta” do Ser Humano. Uma hilaridade de“descontrolada” atitude.

Que me lembre já há muito nunca dei uma gargalhada. E, sinto-me bem. Sinto-me com o meu eu comedido.

Organizado. Assente bem ao meu gosto.

Outro dia, uma pessoa que me é muito afável disse-me que devia rir mais vezes.

Sou-vos sincero. Detesto rir. Sorrir, sim? Surje mais a meu gosto sem hipocrisias ou desvarios.

Retorqui-lhe que não consigo. Por mais esforçada atitude que faça sem controle de mim.

Adoro ser assim. Sinto-me melhor assim. “vivo” e “existo” mais como quero ser.

Sou uma pessoa aceite na seriedade de mim e do que sou.

A pessoa séria que manifesto sorrindo diz tudo. Tudo. Em que abarco uma personalidade com ternura. Beleza. A minha harmonia e bem-estar.

Para quê “gargalhar”? Só revela uma emoção que se “veste” de autenticidade e verdade falsas e de desconexão de mim. Sinto-me comedido e com a sensação em que vejo a minha deliciosa Alma com uma carinho verdadeiro.

Nunca viveria, no presente e no passado, com um rir.

Adoro “abarcar” um Planeta sorrindo. Somente sorrindo.

“Rir” desorganiza-se e desmancha-se numa descomposta sensação inexistente na vida que evito.  

Para além disso revelo muito de mim e do que efectuo aqui.

Gosto de sorrir, não, rir.

Está bem assim?



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, deslumbrantes amigos?

Saturday, November 11, 2017


Nunca Agi Ou Reagi Ao “Acaso” Na Minha Vida!



Tenho emoções. Possuo sentimentos. Vivo com os meus pensamentos.

Penso que sei o que são em mim. Nunca tive necessidade de repreendê-los. Chamar-lhes a atenção. Denegrir a sua pureza como existem em mim.

Quando se sobressaíam exijo que sejam mais modestos. Mais humildes. E, eles acatam muito bem.

“Refugiam-se” com pacatez em mim e no que são, envergonhados.

Conscientes que agiram mal. Errarem. São unânimes no seu encanto e ternura.

Fazem, somente, o bem às pessoas.

Fazem bem ao Mundo deles e dos outros.

Só se sentem bem “vestidos” de beleza e pureza. Que são seus.

Nunca tive a pretensão de os “prender”. “Agarrá-los a mim. Não! Existem à solta de mim.

“Passeiam-se” livremente de bem com eles e com o mundo inteiro das pessoas. Fazem o bem. Nas suas atitudes e condutas.

Com a intenção, sempre, de auxiliar e auxiliar as pessoas com determinação e humildade.

Nunca fazem um “balanço” do que fizeram ao mundo deles e dos outros? Não necessitam de o fazer.

Era incapaz de lhes exigirem de fazê-lo. Jamais o faria. Sei, perfeita e verdadeiramente o que são e como são. O que fazem e o que não são.

O que vivem e não vivem. A sua tristeza e desencanto. A felicidade e alegria que lhes proporciono agindo assim como agem.

Sempre por bem.

Não! Não sou como alguma gente pensa que sou?

“Luto”, com fervor e dedicação o que me parece justo e sensato. “Desdobro-me” intensa e plenamente para o conseguir. Sim! No meu Ser.



A sua forma de eles serem e como “passeiam” as minhas ideias e os meus sentimentos tentam apenas justificar-me no Planeta imenso em que “habito”.  Ser o que sou. “Ajudar como ajudo”.

Nunca fui chamado à atenção de proceder mal.

Tento, apenas ser feliz. Transmitir aos outros. Sim! O encanto de viver.  

“Abortar” e irradiar de mim o “mal”. A “maldade” como a vejo e sinto. Nada mais.

Nunca agi ou reagi ao “acaso” na minha Vida!



António Pena Gil

Sejam felizes, sim, Amigos maravilhosos?

Thursday, November 09, 2017


Subi A Muito Custo A “Corda” Da Vida!



Não foi fácil, a minha vida. Tive que subir a muito custo e amargamente, a “corda” da vida.

Quando fiquei desempregado um ano, prejudicou-me imenso. Foi, então, que agarrei a vida, a minha vida, com tenacidade e um vigor desmedidos. Sentidos no arrojo. Na valentia e garra a que me “agarrei” até aos dias de hoje.

Consegui “trabalho” com aquela força e coragem tateando, progredindo lenta e calmamente, palmo a palmo. E, atualmente posso dizer que ganhei todos os seus desafios. Tacteei “vestindo-a”, sim, a vida, determinado e convicto que iria ser um vencedor. Um vencedor sem hostilizar ninguém, sem prejudicar ninguém. Ajudando. Dando-lhe valor. Dando-lhes a minha amizade. A minha existência feita de “altos” e “baixos” com que consegui viver, sempre com harmonia, sossego e paz.

Tudo o que sempre ambicionava e desejava na minha vida.

Hoje, aqui, comodamente sentado, no meu refúgio desconhecido de todos, revejo todo o meu pleno desempenho feliz e gratificante no percurso difícil e arrojado que efetuei.



No percurso que fiz, pela existência de formas agradáveis e perfeitas conseguidas.

Sou uma pessoa realizada e a família que “formei”, foi oriunda da “mestria” do que hoje sou.

Foi uma luta brutal e potente entre autênticos e verdadeiros “Titãs”, mas consegui vencer essa luta desigual e esfrangalhada.

É por isso que gosto imenso Dele. Ajudou-me. Auxiliou-me. Fez-me.

Talvez, seja por isso que falo muito Dele e com Ele.

Hoje, penso eu, sou respeitado. Amado. Idolatrado. Convicto da minha sensibilidade comovente e, da “vitória” que me faz hoje existir.



Sim! Porque foi minha, a vitória custosa e difícil.

As minhas mãos tremem. O meu ser também. O meu estar presente é harmonioso e promissor. No contexto da minha existência que é totalmente posse minha.

Subi a muito custo a “Corda” da minha vida!

António Pena Gil

Sejam felizes, amigos de fascínio, sim?

Gosto muito de vós.

Carta a Deus.



Oh, meu Deus há quanto tempo que não Te vejo? Sim! Sei que tens muito que fazer?

“Isso” tem que ser reparado. Sim! Eu sei que Tu és meu amigo.

Olha, sem ter grande apreço pelos Teus representantes na Terra, gosto muito de Ti.

Sabes, meu Deus, tive que, como força das circunstâncias,  que “encher-me” plenamente de vida e fui ao Teu encontro aqui no Planeta que é Teu.

Não! Fi-lo apenas porque tive de o fazer.

Estás triste comigo, é? Não! Também Te adoro. Sabes bem disso.

Apenas, gostava de te Ter mais tempo a meu lado. Sim! Mais tempo ao pé de mim.

Tenho tantas saudades de Ti, que ficarias admirado. Sim! Gostaria que os Teus passos de ternura abarcassem mais tempo para mim.

Não! Não tenho grandes problemas que Tu possas resolver? Apenas sinto saudades Tuas. Tenho-Te no meu pensamento. Eu sei. Tens tanto a fazer neste Mundo.

Afagas-me sempre de encontro ao Teu coração lindo. Puro. Majestoso.

E eu fico emerso de alegria e felicidade quando O fazes.

Acredita, que podes fazer imensas atitudes no Teu “seio” grandioso. Sublime e de atenção para o que sou. Para O que significas no mundo de hoje.

E, eu agradeço-te imenso.

Houve uma altura que estavas mais tempo comigo. Não! Nunca fazias-te esquecido ou “distraído” de mim.

Parecias, até de bem Contigo. Gostavas tanto.

Eu desejo-Te ver também junto daquelas pessoas sofridas. Daquelas pessoas que Te apelam e, que, junto delas Lhes suscitas bem-estar e alegrias com a Tua majestosa, importância e excelência importantes.

Muito importante e, acredita, eu fico deliciado e maravilhado.

Mas, esqueces-Te de certos gestos de amor com elas em tempo e condutas necessárias e que se tornam imprescindíveis.

Tens que Te solucionar. Tens que “vestir-Te” de tantas existências que necessitam de Ti e “parar” o Teu comportamento vivido na “distração” por teres tanto que fazeres.

Olha, amigo Deus, a minha família adora-Te como eu Te adoro.

Peço-Te que nunca nos Esqueças, sim?

Precisamos imenso de ti, Sabes?

Não da Igreja e dos seus valores que não funcionam bem, acreditas?

Necessitamos de Ti, somente.

Até sempre, adorado e divinal amigo Deus.

Jamais, apesar da Tua “distração” constante, gostamos da Tua presença também ao nosso lado.

Adorei fazer-Te este apelo no mais profundo gesto de Amor e de carinho que nutro por Ti.

Até sempre, majestoso e ímpar Deus que “moro” em ti. Com encanto, ternura e beleza.

Obrigado por Seres assim.

És magnificente e sempre Bem-Vindo em mim.

António Pena Gil



Sejam felizes, amigos de sonho, sim?

Tuesday, November 07, 2017


A Harmonia E O Bem-Estar Que Me “Habitam”, Distribui-o Por Vós.



Converso imenso comigo. Com o meu eu sempre pronto em me ouvir. Com o meu Diário fantástico. Convosco e com o vosso encanto. Que sinto no que sou. Com aquela tenacidade. Arrojo. Que só vós possuem.

Adoro pensar a vida. As suas alegrias. As suas tristezas. As suas marcas de bondade. De tirania doente que se me escapam porque, algumas vezes, são inapeláveis de sofrimento e dor.

“Atiram-nos” para o seu inapelável mundo onde “moram” com sombras de infelicidade marcantes e desumanas.

Porque vivem também em mim? A sua fúria tem que ser debelada com um grandioso humanismo e, uma seriedade sólida e plena.. “Vestidos” de solidariedade de autêntica de ternura gigantesca.

A Amizade é imprescindível em todos os domínios do Ser. Assente em bases sólidas do querer. Do discernir. Do fascínio de atenuar a dor e aos maus tratos dos que nada são.

E, estes, são inúmeros. Imensos. Que vivem ao acaso do existir sem nada que os ajudem a suportar o abandono social e falta de amor social e familiar a que se sujeitam por serem como são.

Sem poder fazer muito, tenho-os “alojado” de encontro ao meu peito por serem como são. Assim, sem nada. Sem ninguém.

Toda a gente fala deles. A ação tarda. E, tem caráter de urgência pronta e imediata. Eficaz.

Que lhes dê dêem de novo a ternura e o carinho sociais, pessoais e humanos a que têm direito. Um direito que lhes assiste.

E, vivem. Todos. Alcoolizados. Alucinados por sofrerem tanto abandono existencial na sua sensação de desamparo no “palco social” do existir e do Ser.

Apenas, chamo-vos a minha atenção. Uma atenção neles e, por eles, que necessitam de muito amor. Ternura. Carinho. Afeto.

A sociedade ainda não viu isto?

A Harmonia e o Bem-Estar que me “habitam”, distribui-o por todos vós.





António Pena Gil



Sejam felizes, sim. Amigos?