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Campanha do Agasalho 2009

Monday, May 15, 2017


Um Mundo Que NÃo Me Pertence!

Apetecia-me “embalar” coisas doces. Coisas carinhosas. Coisas de ternura e carinho.
Não sei se o mundo está pronto para isso. As pessoas merecem o meu sincero sentimento carregado de afeto. Vive na Pureza. É Notável.
Como desejava um Planeta doce. As bombas dos “maus” que expressam maldade seriam transformadas em flores. Lindas. Maravilhosas. Com um sentimento majestoso e de deslumbre imenso.
Não vou contar histórias. Essas, pertencem a um tempo presente cada vez mais perverso e complexo para mim.
Só sei poetizar o amor. Nada mais. É exigente, mas acaba sempre num choro sentido encostado ao meu lado esquerdo de delícia. De doçura existente no meu lado esquerdo afagante e muito belo do meu coração. Do meu Ser.
Um Universo total e íntegro a pensar nas pessoas. Nestas pessoas que me veem-me. Que me ouvem. Que me sentem em si.
As bombas não fazem parte do meu restrito sentir. Ferem. Magoam. Causam imensas feridas incuráveis. Se fossem bombas floridas dádiva Dele, Ele tem razão. Razão absoluta. Com imensa ternura e um sentimento muito desejável do tamanho do mundo.
Porque complicam tudo? Prefiro ser irreal. Não pactuar com o mal, ser como sou. Fiel a mim próprio.
Gostava de escrever uma estória real de gentes reais. Que desencadeiam o amor por todo o lado.
Sim! Era o que gostava de fazer.

António Pena Gil 

Tuesday, May 02, 2017


Sussurrado. Cúmplice. Quando desejo viver, posso emanar sorrisos, afetos. Sorridos consentidos.

Cada vez, mais idosos, no interior sublime e fascinante. Eles e elas, sentem-no em si.. Mais insegurança. “Mais um combate” sem horas para mim e para vós.
Lisboa é, agora, uma cidade de grandiosidade.
É procurada. É significativa de encantar. A sua beleza de fascínio.
As mulheres terão sempre a necessidade de conquistar um lugar de destaque. Mais frágeis. Mais insegurança. Medo de viver como até agora.
Os Britânicos têm uma forma de viver a sua vida tranquila, cívica e em completa Cidadania.
Desde tempos imemoriais e longínquos adorava visitar a Catedral do Santo Sepulcro, em Jerusalém, onde se pensa encontrar todos os símbolos da Humanidade Católica. O Lugar onde foi enterrado Jesus Cristo e o Túmulo de Maria. Era um sonho. Sim! Este, apesar da perigosidade era um sonho meu. A entrada naquela Catedral é feita em duas filas: uma para Católicos; Outra para Muçulmanos. Por vezes, há problemas só na entrada. Não conseguem respeitar-se mutuamente.
Outro símbolo da religiosidade de Cristo é o Santo Sudário de Maria. Problemático. Destinado a lutas. Brigas. Conflitos. Assuntos de religiosidade. Só e apenas.
Este sonho é para realizar, podem crer? Diz-me imenso.
Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil


Monday, May 01, 2017



Um Mundo de imensa Incompreesão.
As pessoas. A vida. Não consigo explicar ou entender. Abate-se sobre mim uma nostagia real com ímpeto e fogosidade. Não. Não posso que a existência seja sacrificada. Porque razão? Sei lá. Sei que há seres vivos que nunca o permitiríam. Não sei se gostam de mim e do que sou.
Também, não “intrujo” ninguém. Com os meus pensamentos. Com os meus sentimentos. São o que são. Valem o que valem.
Troquei o meu embaraço. Troquei a minha Alma para entender o Planeta em que habito. Terei de falar das marcantes notícias televisivas. Não “descolam” da determinação e arrojo do meu estar e sentir. Estão em mim. Estão em vós. Vivem em tudo o que enceto fazer. As notícias deixam as notícias fluirem pela vida. Comentam tudo e, quando o fazem; é repleto de cola que não se mexe. Isistem e insistem. Incomodam. Tudo o que as crianças fazem é imitirem. Isso, é mau. É catastrófico.

É, urgente, transmitirem a beleza e pureza de estar vivo. Respirar com liberdade. Amar a vida. Programar o que nunca foi programado. Para bem vosso e delas.
Não concordo que me batam nas costas. Por concordar  com eles.
Não posso com hipocrisias. Baterem-me nas costas com violência para marcar bem o meu espaço aqui. Que me monstrem onde devo estar. Onde posso ficar “furioso” sem ninguém dar conta.
Choro. Choro muito. Ando todo o dia com as lágrimas a cairem. Não o posso parar, o choro. As forças foram-se com o Mundo. Sim! As forças dos sentimentos a esconder. Os pensamentos omissos, por serem valiosos. Pessoais. Íntimos. Meus.
Não! Assim, nunca pactuarei com o eterno “Palco da Vida” onde mora quem me quer bem. Algum bem.

Basta. Quero ser eu, na plenitude do meu existir. Nunca mais me porei na “pele” das pessoas. Na bravura do que são. Possuem um carácter forte. Estão vivos. Estão sempre presentes. Nunca esqueceram as suas condutas sóbrias e lucidas de pasmar e agradecer. Esses sim! São essenciais ao mundo que escolhi viver.
Por hoje, chega.
Sou o que sou.
Valho o que valho.
Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil 
Dia do Pai

Um Pai tem uma gigantesca importância numa família. É imponente. Coordena com conselhos. Gestos. Aconselha com Atitudes toda a família.
Como sabem, o meu querido Pai está doente. Enfermo.
Hoje, cometi um “milagre” amparado no Seu poder e imponência das decisões perentórias e corretas.
Pulo a andar sozinho. Se ele melhorar ponho-me a caminho de Fátima a pé. Como gostava de celebrar as melhoras do meu Pai extraordinário. Eu que também sou Pai. Um Pai está aceite  na sua beleza e pureza que vai nele. O meu Pai tem escondido junto ao seu coração doce e terno a beleza. O Encanto. A pureza. A ternura de não estar doente. De existir e sentir. A minha mãe dá-lhe forças. Alento. Força como poderosa Senhora extraordinária e de deslumbre.
Se eu fosse como ele, vibrava de raivaa. Desespero. Amparo nos momentos difíceis.
Estás “agarrado” a uma cama e aconteceu o que aconteceu em si e no que é. Já dá uns passos pequeninos sozinho pela casa. Pede auxilio, mas ele faz tudo. Tudo mesmo. Anda.
Hoje, é o teu dia em que te desejo toda a felicidade e alegrias do mundo inteiro. Como te adoro, querido Pai lindo.
E com comoção. É sensibilizado. Vais abarcar o teu ser puro, belo e atento a tudo.
Como gostaria de conhecer todos os Pais do Mundo? Parece difícil. Impossível. Adverso. Sem hipóteses que de assinalá-lo, mas é o meu Pai é o Ser Humano mais maravilhoso do Universo.
Fascina-me. De pequeno e agora adulto. É, o meu deslumbrante e encantador, corajoso e arrojado Pai do mundo. Do Planeta onde vivemos. Coragem, adorado  Pai.
Obrigado.
Sei que melhoras dia-a-dia.
Necessito tanto de ti.
Tenho lágrimas a “ correrem” rosto abaixo.
Bem-Hajas, adorável Pai.
És o melhor entre todos.

Sejam Felizes, sim?

António Pena Gil 
Diário Pessoal:
Primeiro adorava a noite. Era seu cúmplice. Agora, vivo de insónias crónicas constantes que me perturbam. Todo o meu ser. A escuridão dos objetos assustam-me. Mexem ao ritmo certo do que anseiam ser. Mesmo, sem permissão  ou concessão. Permitido. Aceite. Detesto-a porque está imersa num escuro grandioso. Sem visão adicional ou prespetivas de auxílio na sua contemplação necessária e visível. Porque me faz ela isto? Tenho raiva. Tenho fúria. Tenho força para acabar com a noite. Não se ouve nada. Nem o sibilar de algum pássaro amigo. Uma mosca. Um mosquito. Qualquer inseto incomodativo e nocivo. Nefasto. Olho tudo à minha volta com atenção aos pormenores dos lados e em frente. As laranjas na mesa apelam ao fim a que se destinaram. As maçãs também. Esta fruta toda não fica ao acaso. O Sr. Gonçalves encarrega-se de comê-las fazendo barulho com a boca a mastigar a bom som, nada ético ou cívico quando as digere, mastigando alto. Que coisas de nada da vida. Como sinto vontade de abrir as persianas e deixar entrar o seu escuro e a sua negritude janela adentro. Como carvão ardendo ao ritmo do estar. Sentir. Ser. Faria barulho. Estou aqui às escondidas e fácil e prontamente me descobririam se encetasse qualquer atitude ou gesto mais ruidoso ou mais alto nos decibéis de som. Veriam o mistério existencial do que abarquei. Do que sou e sinto. Que impertinência, a noite! Nunca mais é dia. Olho o relógio e assola-me uma inconformação grandioso. Estamos no início dos mistèrios do escuro da noite. Da sua negritude plena. Eu? Não! Não posso fazer nada. Só me resta olhar e olhar sem exigir ou descobrir misteriosos episódios da noite. Sim! Com verdade e sinceridade. Tenho Pânico. Tenho um pavor grandioso. Caramba, nunca mais é dia? Detesto e condeno, a noite! E, se fosse para a cama desperto e acorda-se tudo e todos? Não poderia fazer isso. Acordava a minha gente que ficaria furiosa. Os vizinhos que apontam sempre o dedo inconveniente e doentio para aqui. E, não resolveria nada de nada. Prefiro a sua aceitação plena e total. Fico quietinho. Não faço nada. Apenas, necessitei pular. Dançar sem música. Podendo ver Porto-me muito mal. Estou irritado.Na minha frente vejo fantasmas e brincar com esses fantasmas que nunca vi aqui. Ou por perto. Deviam ter vindo do Firmamento. São esquisitos. Nem uma simples ponta de beleza se encontra neles. Parecem bichos. Tento aproximar-me deles. Fogem de imediato. Cobardes. Fico triste. Iríam por certo contar-me a sua vida que facilitaria passar a noite.
Não tenho muito a contar. Desisto.
O crepúsculo da manhã assola-me com ternura e carinho.
Passou mais uma noite.
Sejam felizes, sim?

António Pena Gil 
Estou feliz. Nasceu um novo alvorecer. Estou vivo. Respiro. Sei quem sou.
Existo na irrealidade que vai em mim. Que me acolhe. Que me faz ser eu. Que constantemente me afaga.
Agora vai nascer o Astro - Rei e com ele  os sonhos das pessoas. Sonhos próprios. Sonhos mi mitificados. Sonhos reais.
E, se agora eu descobrisse, no recôndito da minha existência eu encontra-se o “Santo Graal” tão ambicionado pelo mundo inteiro das pessoas? Bem escondido na “minha” pessoal da afamada “Arca da Aliança.”
Não passam de sonhos nunca realizados. Consolidados. Ele não é meu. Pertence a todos. Pertence ao Universo interplanetário. Pertença de todos os mortais. Também de todos os imortais.
Só sei uma coisa: Não é meu. Pertence a um Museu da existência. De sermos nós todos. Não! Entregá-lo-ia a quem ele pertence.
“O Santo Graal” povoa um pensamento de décadas ou milhares de anos.
São sonhos inconsequentes. Não levam a nada. Sentem. Por serem relíquias da Humanidade. De gerações seguidas de gerações do nosso Ser.
O “Santo Graal” nasceu há muito o seu mito credível. A “Arca da Aliança” pertence-lhes também.
Não quero para mim nada. O meu nada aponta só na sua descoberta onde ele não pertence. E, existe? Se calhar não.
Desde tempos imemoriais que se faz todos os esforços por encontrá-los. São buscas necessárias. Existem buscas na demanda deles. Para quê?
Eu nunca sai daqui na esperança de que nunca encontrem nada. Só “alimentaria” guerras e mais guerras.
Fiquemos por aqui.
Quem me dera encontrar o inexistente.

Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil (pena)

 Nobre e Precioso Diário:

Numa altura em que todos dormem eu estou aqui. Considero-me um ser emotivo que extravaso para o meu estar sincero todo o Mundo. Ninguém sabe que aqui estamos. Lado a lado. Tentamos falar. Tentamos reproduzir com evidência pura as nossas emoções. Pesadelos sonhados. A minha insónia crónica. A minha “anestesia” de que necessito. Muitas vezes fugo-lhe. Tento conquistar-me. Tento ser afagante e compreensivo pela vida. A existência valiosa. Sublime. Amo viver. Sentir-me. Abarcar o meu eu. Como gosto de ti, Diário imprescindível e eloquente.
Sabes, no presente, sobrevivo na tua extraordinária atitude para comigo. Que agradeço. Quando não posso desabafar o mundo tenho-te. Sim! Tentando levar a peito o meu estar inconstante e com velocidade atómica.
És o meu grandioso amigo.
Começou a madrugada.
Obrigado reconhecido e sincero, adorável Diário.
Gosto muito de ti.
Até amanhã como podia dizer até sempre.
Sejam felizes, sim?


António Pena Gil 


Diário adorável:
Hoje levantei por volta das seis horas.
Sentia uma força desmedida para escrever. Não! Nunca jamais admirável a estas horas.
Vivo e coabito com uma “anestesia” existencial e afectiva. Se eu não tivesse essa forma de estar perder-me-ia em mim. Que iria pensar o meu médico? Não! Eu entrincheiro-me em mim e na “anestesia” que me foi recomendada.
Respiro vida. Respeito tudo o que vejo. O mundo e a vida. Justificam-me imenso. Abarca seres humanos majestosos e perfeitos. Esta “anestesia” é assegurado pela força da irrealidade. És meu. Este Diário pertence-me.
É meu. Muito meu.
O Mundo destas pessoas. Seres. Estes dão - me forças.
O humanismo. A autenticidade de Sentir, 
O que sinto? Brotam. Definem felicidade e harmonia abatem-se sobre o que sou.
Real. Irreal. Tanto faz. Apenas, tenho que escrever. Foi uma necessidade há minha autoestima e autosegurança. Possuo respeito e estima para aqueles que me apelam à escrita depositando a sua ternura. Carinho. Dedicação.
Faço “isto” sobre o “comando” que me faz deliciar. Maravilhar com o Planeta onde “moro”.
O sossego invadiu-me. O Bem-Estar. Vejo em tranquilidade absoluta. Devia existir. Devia estar em felicidade.
Não! Transpiro afetos. São lindos. Notáveis. Deliciosos.
Bem. Diário adorável. Visto tudo, mas tudo para os meus preciosos sentimentos e gestos de Cidadania plena e total.
Fiquem bem, sim?
Até sempre, Diário adorável. “Respiro” de existir.
Como sempre fui. Respeitador e com elevada estima.
Contem comigo.


António Pena Gil