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Campanha do Agasalho 2009

Friday, June 23, 2017

Prólogo

Considero que o que escrevi é uma dedicada e singela Carta a Deus e ao Seu Poder imenso e majestoso.
Permitam-me esta atitude em que não sei prognosticar ou avançar a partir daqui. Este “escrito” da minha sensibilidade e na entrega ao meu querido Pai.
Foi uma entrega sincera. Foi uma ajuda respeitadora e de elevada estima e amor total e pleno.
Não tenho o direito para com ele de avançar mais.
Fiquem com Deus, sim?
É que não sei pressagiar. De inventar. De imaginar.
Bem-Haja, sim, maravilhosos amigos.
Terei sempre alguma “coisa” a dizer-vos.
Obrigado, fantástico e deslumbrante Bom Deus.
Para Ti, um abraço grandioso.
Apetece-me dizer sempre: Olá, Pai!

Mesmo que as lágrimas corram, como agora, pelo meu rosto abaixo.

Do meu livro que nunca será editado: Olá, Pai!

António Pena Gil 








A Irrealidade do Ser
A irrealidade do Ser dói. Magoa. Destrói.
Sim! Sei que “visto” a irrealidade de viver na busca de uma sanidade pensada e indesejável que mata. Corrói. Provoca emoções nefastas e erróneas que me faz. Sinto que a realidade é mais apaziguadora, sensata,  ambicionada e desejável.
Pelo menos, batem-me nas costas com força por a ter percecionado e apurada. Então, porque me batem nas costas com alguma violência e agressividade? Esta atitude violenta faz-me chorar de sofrimento. Não é um “bater” saudável. Digno de registo. É uma saudação hipócrita e desagradável dum mundo atroz e nada agradável. Só por “abraçar” a condição e postura deles. Sarcástica. Imoral. Sem civismo ou respeito. É, por pensarem que agora “abraço” o mundo deles. Só e somente.
Como agora vejo, com nitidez o que fazem. O que fazem quando “moro” no sentimento deles. “Recebem” as pessoas, onde se calhar nunca “habitou” a felicidade e alegria. Como sinto e toco instantes transcendentais do meu existir.
Nunca “habitarei” na hipocrisia. No mal estar supérfluo e capaz de me trazer algo de novo. Algo que possa pensar no mundo. Com sentimentos bons a pensar nas pessoas boas. Sem iniquidade ou inverdade.
Prefiro o meu Universo pessoal de ternura. Encanto.  Alegria. Carinho que me provocam bem-estar e sossego. “Vestido” com roupas irreais reconhecidas do meu Ser. Sinto-me melhor. Sinto-me mais aconchegado. Sinto-me mais amado.
Não! Nunca “sairei” pela “porta” da realidade.
Serei sempre irreal. Convicto. Assumido.
Há tantas “coisas” que gostava que me explicassem? Não chega a paz, é?
Eu vivo em paz absoluta e de desejo do amor que me dão. E, dão.
Serei sempre irreal, podem crer?
Sinto uma pacatez. Um bem-estar. Uma tranquilidade! Sim! Imensas.
É uma opção assente em mim. Que nunca trocarei pela realidade egoísta e enferma de todos os males que a realidade acarreta. Transporta.
Como adoro ser irreal.
Nunca abdicarei desta constante emoção muito bela. Terna. Adorável.
Por hoje é tudo.
Sejam felizes, s
im?
Gosto muito de vós.


António Pena Gil 

Thursday, June 22, 2017

Wednesday, June 21, 2017

Como gosto de escrever!

Mesmo sendo irreal não sei que opinião terão aqueles “utentes” do Planeta que é meu e deles.
Acho que complico tudo. Tudo mesmo. As coisas que vivo, tenho a vontade de aumentar ou diminuir! Sim. Os seus factos como eles são. Tratá-los com dedicação e ternura. Amá-los de maneira grandiosa e intensa. É, por isso, que o faço.
Tenho grandiosa estima por todos. Sim! São seres humanos maravilhosos que adoro.
Respiram como eu respiro. Agem como eu Ago. São educadas. São solidárias. “Explodem” o seu encanto e ternura de existir. E, também possuem a enormidade do que são. Majestosos, úteis e na “linha descendente” de viver.
Têm sonhos. Inúmeros. Gostava, mesmo de os concretizar de forma pura e bela.
São sonhos que respeito. Que não são em nada parecidos com os meus. Mas. Lá andam. Lá sorriem ao Firmamento. Às estrelas. Ao Alto. Ao “Céu” deles.
Como são fabulosos. Como emitem sensatez e sobriedade. Mesmo que os relógios estivessem inactivos e parados. Para já estão presentes. Logo se verá se podermos ordenar estes sentimentos perante a vida de concretizar e deslumbrar. Plena. Intensa. Estão cá.
Eu também gostava de ser como eles?
Fico a ser parecido com os sonhos deles.
Adorava vivê-los. Adorava concretizá-los. Concretizá-los pelo amor que sinto. Que vive constantemente, comigo. Em mim. Fazendo o bem.
Para acabar: Deus olha para eles. Para estas pessoas. Para mim. Cuidando de nós.
Totalmente.


António Pena Gil
 

Friday, June 16, 2017

Estimados Amigos:
Não tenho palavras para vos agradecer as vossas atitudes de pureza e fascínio.
Muito Obrigado sincero pelas visitas de deslumbre imenso.
Os vosso gestos maravilhosos agradeço com sinceridade e verdade.
No mais elevado respeito e estima.
Agradecço muito.Sejam felizes, sim?

António Pena Gil

Pessoas assim raream cada vez mais,

Tuesday, June 06, 2017

Possuo imensos sonhos. Sonhos esplendorosos. Doces. Ternos. Habitam o meu Ser. Não! São autênticos. Fazem-me “voar” no existir. No estar. Ser quem sou. Concreto, mas irreal. Ser afectuoso que assumidamente me declaro a mim e à minha vida. Povoa um Universo inteiro e majestoso. Abarca a veracidade e autenticidade pura de gentes francas, sinceras e de fascínio. Sim! Todos e todas. Os que me fazem existir bem de perto deles. Na sua pureza existencial. Serena. Pacata. Tranquila: Os “meus!”

Tenho sonhos. São sonhos exigentes porque exigem. Catapultam-me de ternura na minha essência que me esforço que seja sensata. Que seja sóbria. Lúcida.

Adorava “voar” ao encontro da vida. “Voar” para um real recanto irreal e ignorado, mas majestoso e repleto de bem-estar e tranquilidade. “Os meus”, “arrastá-los-ia ”comigo , se tal fosse necessário. Seria “navegar” no “voo” do jogo da sorte para muito longe, mas com a sua presença. Com a vigilância apurada da identidade das estrelas sorridentes e da Galáxia em que nós somos nós quando as olhamos na sua imponência lá no Alto, Propriedades Dele e da Sua protecção. São os Seus domínios que devemos respeitar.

Esses domínios são doces São lindos. São fiéis. Pode-se confiar neles. Vivem na imensa fidelidade e encanto. Está com os Anjos deslumbrantes, somente.

Por vezes, adorava esquecer-me de mim próprio. Por pouco que fosse. “Embarcaria” em mim. Esqueceria a minha sensibilidade apuradíssima. Só minha e dos “meus” São cúmplices do que sou. E,  esquecer-me de mim porque “albergo” muitas ideias e sentimentos de pureza quando falo com o Firmamento certinho que olho serena e imensas vezes para o que sou.

Transformam os sonhos em algo muito belo. Paradisíaco. Sinto e olho outros lugares. Outras silhuetas completas e perfeitas. Outros encantos. Outras emoções.. Outras emoções em que me “entrincheiro” repletos de conforto e bonomia despertas que me comovem e sensibilizam no Universo do meu ser.

São tantos. Tantos. Tantos.

São sonhos fascinantes, acreditem? Estou pleno e repleto deles na sua magistralidade ímpar e de delícia com que existo. Que me suscitam o amor. A amizade. O encanto do viver. Persistir rumo a uma existência que me faz.

Olhando-me e olhando-os. Seria entrar numa galáxia pura do sentir exequível. Seria apostar forte no jogo delicioso do deslumbre que me faria acordar. Acordar o existir. Bem desperto e viver na eternidade apaziguadora. Completa. Plena. Cheia de outros mundos aprazíveis. Que sinto presentes. Não! Não abdico deles. Por mais que lute. Hei-de, um dia, agarrar o meu ser e direccionar o meu existir para bem distante da minha interioridade para o fantástico e impenetrável sentir que me pertence. É meu!

Vivo de afectos. Estão desligados. Um dia ligá-los-ei à corrente de luz que ofusca de ternura e a magia do encanto e que faz feliz, acreditem? Sou capaz. Nunca duvido ou duvidarei que sou capaz.

Sou um sonhar que sonha sonhos.
É um excelente sinal, podem crer?
É sinal que amo. Quem? A vida.

Possuo em mim e no que sou uma vastidão de sonhos para concretizar que direccionam o meu eterno estar.

Sim! Existo.

Está bem assim?

Pena

16.06.2011