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Campanha do Agasalho 2009

Tuesday, October 31, 2017


Subo E Desço Escadas Do Meu Ser!



Encontro-me no subsolo da casa.

Subo e desço escadas. Não! Não é fatingante. Estou habituado. Vou ter com a vida. Vou ter com o mundo. Que flui lá fora com aprazível emoção.

Meu Deus como a deslumbrante ver tudo o que sou e sinto.

Sim! Como gosto imenso de existir. De me entrincheirar no Planeta com delícia de excelência.

Sou capaz de observar o que vai em mim. Há tanto de majestoso que me faz sentir e ser feliz.

Os meus sonhos “moram” e “habitam” no que sou. Com uma sensação de magia e encanto.

VOCÊS “constroem” o meu mundo. Aos poucos e poucos.

Estou repleto de quereres Um dia hei-de ir ter com todos vós. Vivo de sentimentos doces e fabulosos. De nunca soçobrar. De nunca desistir. Numa luta “repleta” de significação terna e maravilhosa. Deixaram de ser inconvenientes. Precisos. Com valor. Tesouros inqualificáveis de nunca vos perder.

A alegria “chora” em mim. Chora de manhã. Chora de tarde. Chora à noite.

Agarro-vos e agradeço. Com lágrimas autênticas e feitas de sinceridade e seriedade.

Obrigado por abarcarem o meu sentir exausto.

Com um sentimento pertinente e permanente.

Enquanto a Humanidade me “prender” a si. De encontro ao meu coração rejubilo de pureza e beleza.

É tudo. Está bem assim?

Gosto muito de pessoas assim. Que “provocam” sensações vivas e fantásticas existentes em mim.

Sóis preciosos.

Não! Não gostaria de vos perder. Nunca.

Seria o “corte” da vossa ternura. Dedicação. Que não posso suster.

Subo e desço escadas do meu Ser!



Obrigado pela vossa permanente companhia.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, preciosos, amigos?

Monday, October 30, 2017


A Minha Difícil Existência!



Quando me olho com pormenor e minuciosamente penso o que faço aqui?

Sou uma pessoa pouco significativa. Vivo como todos os Seres Humanos de bem. Nem mais. Nem menos.

As pessoas dão-me pouca credibilidade ou dotado de algum valor. Quando choro, “vestido” de vida choro para dentro de mim.

Conseguem humilhar-me. Maltratar-me. Fazem “caçoada” do que sinto que não vale nada. Conseguem fazer algum tipo de “bowling” que me faz desvanecer.

A minha presença neste mundo é pouca ou nenhuma. Não reajo a nada. Adorno o meu querer e, até já não respondo que aquilo tudo, bate na capa da minha indiferença.

Adoram e esperem que eu reaja. Que responda aos seus impropérios para que fale. Que me exaspere. Que me irrite. Não! Não vivo à medida deles. Não sou feito de circunstâncias. Não vivo como elas.

Possuo um carácter. Possuo a minha família. Possuo os meus ternos e adoráveis filhos.

É tudo o que vai em mim.

Por vezes, indignam-se com o meu silêncio.

Então são agressivos. Violentos. Cruéis. Podem entendê-los como uma grande dose de “violência psicológica” de gozo e de maltratar.

Respondo: - Quero ir para casa!

E, dirijo-me para lá, ultrapassando todos os “obstáculos humanos” que me barram a minha passagem. Neste desenlace, sinto-me inútil. “Um peso” para a minha existência.

Sobrevivo a muito custo. Ando sempre sozinho. Penso só. Ajo só. Sinto-me só. Estou e estarei sempre só.

Se tivesse ao menos algum valor já mo tinham dito?

Que faço eu aqui “decorado” por um Planeta tão majestoso e esbelto?

Se aproveitassem algo do que faço aqui, do que sou, já mo tinham dito ou feito alguma coisa, não acham?

Caio “desmaiado” de desgosto.

Nada do que faço se aproveita, sabem?



Apesar de enaltecer e elogiar sempre a Humanidade não presto. Não valho nada.

È tudo.

António Pena Gil



Sejam felizes, sim, amigos preciosos?

Sunday, October 29, 2017


O Meu “Refúgio” Situa-se Em Local De Ninguém!



Na minha doce e terna casa “albergo” um local aprazível e de sonho. Situa-se em local de ninguém. Sim! No subsolo. Numa das “dependências” da minha moradia.

Tem alçapão e tudo. Tem um código de acesso que me resguarda das pessoas cruéis. Sem direito a nada.

A “dependência” é grandiosa. Um Hangar em que é difícil desvendar. Em descobrir.

Tem uma biblioteca, onde os livros imensos têm lugar. E, são muitos. Conversam e dialogam entre si. Sem fim.

Estão dispostos lado a lado. Por temáticas. Bons e maus livros de mim.

Afago-os todos. São encantadores. Majestosos.

Tomo conto deles como um cavaleiro do tempo atento e perspicaz a tudo e todos.

É enorme. Estou bem isolado da vida que me “abraça”com delícia. Parece-me chamar. Sinto-me tão bem. É sensível. Sublime. Nunca me entenderam o que sou?

Protejo-o. Com tudo o que fomenta uma “guerrinha” na sua existência. Carregado de agradabilidade e paixão. Magistral.

Pareço senti-lo. Escrever sobre ele. “”Apaixonar-me” por mim e com o apreço de  Deus.

Estou isolado do mal. Isolado da vida. Escondido do meu sentir e do vosso sentir de deslumbre e maravilha.

Ouço, à noitinha sonhos algo que me faz. Sim! Com atenção e deleite lindo por ser de pureza.

Já devia tê-lo há muito. É de sonhar.

Basta-me estender a mão e estou a salvo de impropérios nada ternos e “indecorosos”.

É como um “hangar”. Impossível de desvendar.

Faço tudo o que sou com mestria e códigos secretos que me levam até lá.

Sinto-me com força para o manter. É-me precioso.

E, pronto fico-me por aqui.

Penso estar bem assim.

Com respeito e encanto. Adoro-vos. ver aqui



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?.

A Minha Vida Faz-me Sorrir De Felicidade!



Quando me dou conta, sorriu e choro de felicidade.

Tenho uma caixinha mágica de poesia que me faz “abarcar” de alegria.É sincera. Sempre a meu lado. Fiel. Magnífica. Faz-me verter lágrimas sérias.

É tão linda, a minha caixinha. Mesmo maravilhosa. Doce. Terna. Afável.

Perpassam por mim muitos sentires. Bons. Graciosos. Esplendorosos. Sentidos. Próprios de agradabilidade.

Como me fascina, a caixinha e, estes sentires, de encanto e de deslumbrar imensos perante tanta doçura e maravilha.

Tive muitos “delírios” existenciais de garra. De “Abraçar”com força e majestosamente o mundo inteiro.

Sim! “Vestindo” o mundo com majestade e excelência.

Mas, a caixinha superou tudo. Com àquela sensatez. Inequívoca de verdade. De seriedade. De ternura.

Como divago na intencionalidade precisa e notável de veracidade e afetos. Nunca busquei tanto o amor. O Mundo. A vida. Um sorriso aberto e influente de mim.

O existir franco. Ético. Pleno de sobriedade e lucidez.

Nunca fui o “dono” da existência. Apenas sinto em mim, no fundo de mim, a maior busca de seriedade e sensibilidade que sei e consigo.

O Planeta encerra mito a descobrir. A sentir.

A tornar exequível a emoção da caixinha dos meus sonhos. Somente riu para ela. Tão linda.

A maior descoberta de fascínio e beleza. É minha, sabem? Decora-me. Faz do que sou uma magnitude surpreendente de pureza e encanto. Pertenço ao Planeta com quem falo algumas vezes em emoções exclusivas do meu ser.

Talvez, seja possível coexistir sempre com ela.

Espero que o consintam. Que mais posso expressar e ver a vida? A minha vida.

Lá no Alto há Anjinhos extraordinários do bem. Foi Ele que os confecionou. Sim! Para mim.

Resta-me agradecer-Lhe porque presenteou-me com a caixinha dos meus sonhos puros.

A poesia. A literatura. A divagação. Fazem parte integrante do que sou.

Sem a caixinha dos meus sonhos não podia viver.

E, pronto, fico-me por aqui.

Está bem, assim?



António Pena Gil

Sejam muito felizes, sim?

Saturday, October 28, 2017


Não Posso Com A Malvadez!



Quando toco e “visto” a vida, descubro-me.

Não posso com a maldade. Sarcástica. Irónica. Com uma conduta vil e desprezível.

Não consigo encará-la. O existir é terno e maravilhoso. Porque vivem pessoas majestosa e de excelência.

O mundo é exigente. Sério. Pacato. Fantástico.

Há pessoas que agridem a mente de gente boa e extraordinária.

Quando a iniquidade surge, surge com ela a violência. Que "assassina" a preciosa literatura com verbos sujos e grosseiros.  Marcantes. Manifestos. Com um sorriso mau e inadequado a tudo e a todos. Esse sorriso corrói. Mata.

Nem sei se sorriem? Mas, abalam o sentir e ser da Humanidade que devia ser alegre. De ternura. De deslumbre. Fabulosa. Com o  bem-estar. Com harmonia.

Não concordo quando “esgrimem” a vileza fazendo gentes sofrer e magoar. Sentir que fiquem em “ferida” certos atos insensatos. Sem saber o que fazer?

Sempre lutei pela veracidade e autenticidade de respeito e consideração por Seres Humanos admiráveis. Sérios. Inabaláveis da sua existência. Empreendedores do seu querer. Capazes de nos “atirar” para o doce encanto do Ser.

A malvadez “arrasa” com um sentimento frágil e cristalino que  nos faz chorar. Chorar imenso.

A Humanidade gera afetos que entendo. Que “moram” em mim. São bons. Que tudo percebem. Que abarcam o meu existir sem nexo. Esses fazem falta. Muito.. Fazem-me divagar num apelo sincero e repleto de harmonia a Ele que não pode fazer nada. Apenas Sorri com simpatia e enternecimento de pureza e beleza.

A malvadez percebo que é uma doença grave. Que tem que ser tratada. Dissecada. Autopsiada.

Como são impuras. “Descatáveis” de si. Fazem-no com violência. Agressividade. De forma agressiva.

A iniquidade sente-se e “habita” o mal do mundo.

Por vezes, usurpam-me de tudo o que possuo em mim e no que sou. Não concordo. Sim!

Devia ser exterminada. Abolida. Completamente “saneada” das pessoas. Não fazem falta.

Não Posso Com A Malvadez!



E, pronto. É tudo.



António Pena Gil



Sejam felizes, imponentes Amigos, sim?

Friday, October 27, 2017


O meu livro ainda na “forja”.

Intitula-se Contagem Decrescente! E, é o sétimo.



Capítulo 55



Os seis veteranos do Vietnam estavam furiosos pelos tiros constantes para matar, dirigido a eles. Viam-nos como intrusos ali. Um espaço que não lhes pertencia.



Rebolaram pregados ao chão atirando como resposta ao que acontecia ali.

Saltavam dum lado para o outro. Moviam-se com perfeição e em breve cessaram os tiros direccionados a eles.

Cada vez, que caminhávamos para o interior a escuridão aumentava. Só os potentes projetores eram a nossa preciosa orientação ao caminharmos mais para dentro do misterioso túnel.

Por baixo de nós notava-se uma certa “tremura” no solo que pisávamos. Era do “nosso” comboio, de certeza. – Afirmei, não contestando os 1 100 km de velocidade a que circulava, semelhante a uma nave espacial nos Céus do Cosmos.



Fiquem bem.

Com respeito grandioso.

Estou a rever o livro. Durou 2 anos. A “confecionar”.

António Pena Gil

Thursday, October 26, 2017


Sou um “Cavaleiro” Do Tempo!



Tudo o que faço ou enceto fazer é com uma paixão pessoal, social e humana sérias.

Estão sempre presentes. Assentam em básicas situações concretas. Respeitáveis. Com bom senso.

Como adoro efetuar o mundo. Como adoro possuir o tempo impreciso. Inexacto.

Sei que sou um “Cavaleiro do Tempo” sem horas marcadas de nada. “Desdobro-me” em atitudes e gestos em que existo confortavelmente, convosco, mesmo ao lado do meu viver.

Nunca consegui parar o tempo. Somente limito-me no meu espaço agradável e pleno de quereres. Entrego-me em tudo o que sou e converso. Partilho. Dialogo.

Com é belo existir. “Cavalgar” sem nexo, percorrendo-me. Com felicidade e justiça inapagáveis e que fluem com ternura em mim e no que sou.

É, por isso, que vos adoro. É sincero. Honesto. Preciso.

Jamais conseguiria estar perto, mais perto de vós.

Sou um tempo. Inesquecível! Em que conto horas, minutos e segundos.

A vossa magia percorre-me. Muitas vezes. Muitas vezes sem fim. E, fazem-no com respeito, estima e consideração.

É, por isso, que cavalgo sem limites ou intenções que sejam puras. Cristalinas. Exequíveis.

Quanta maravilha me “decora” e “embeleza” com agradabilidade e apurada sensibilidade e atitude vossas.

Quero o “Céu” de mim. Só desejo com esta minha emoção que faz constantemente parte de mim. Do coração adorável e terno. Desejo o “Alto” imponente. Sim! Só para mim. Depois, distribuirei por todos e todas.

Intemporal. Acessível. Que comporta imensa notabilidade de um sentir fantástico. Creio que sou humilde nas ideias. Nas palavras que profiro. Nos atos que me levam até vós e que vivo.

“Cavalgo e Cavalgo”. De forma consequente. Fabulosa. Linda. Pura.

Sinto “Anjos” em mim. Celestiais de grandiosa afinidade. Quase inequívoca por vos pertencer. Sem dúvidas. É vosso.

Com a minha paixão em todo o Universo interestelar. Resulta quase sempre.

Quando disseco o existir é sempre de uma forma pensada. Crente. Com beleza do vosso caráter majestoso. Perfeito.

Sou um “Cavaleiro” do tempo amigo. Surpreendem-me sempre pela bravura e aguerrida emoção de bem-estar sossegado. De carinho com o Planeta. Desconhecido, mas agradável de ser.

Porque sonho tanto?

Sonho por me fazerem pensar.

Escrevo com o coração. Não escrevo com o pensamento embutido sem levar a nada.

Vou atrás do meu coração e persigo a paixão. Que fazem uma falta fabulosa e de deslumbre.

Será alcançada, brevemente.

Para bem do Planeta. Para bem da vida. Para bem da paixão que tudo preenche.

Como me sinto na paixão. Sem equívocos. Sem errar.

Hoje, fico-me por aqui.

Está bem?

António Pena Gil



Sejam felizes, amigos, sim?

Wednesday, October 25, 2017

Como Gosto De Estar Em Casa!

“Abraço” o tempo. Faz-me falta. Os ponteiros do relógio marcam o meu sentir de hoje.
As suas”dependências” fazem-na “chorar”. Sim! Como eu choro. Estão sós. Visualizo-as e nunca as dissuadiu de existirem em mim. Fazem-no tão bem.
Adoro estar em casa. Na magia dela. No toque subtil presente de tudo que acarinho. Que me aconchega com gratidão e apreço. Estão bem vivas porque falo com ela. “Abarca-me”.
No que sou. Que ultrapassam um só instante de imensa ternura. O meu bem-estar extraordinário. Perfeito. Agradado. Percorrido. Assente na companhia como a entendo.
Fecho todas as televisões que fazem parte do meu esquecimento delas. Nunca ligo a essas “caixinhas” que fazem parte integrantes de outros seres. Que lhes transmitem vida. Que traduzem a Humanidade com precisão. Não eu. Ando em casa como pretendo e entendo. Por vezes, ao acaso.
Tudo parece mover-se aqui. Na minha cabeça cansada. No que me profiro “planar” em tudo o que enceto executar. Hesitante é certo.
Nunca a trocaria por conservar o seu estado ansioso e de gratidão por existir na Paz grandiosa do que sou.
As mesas estão estátuas.
A cozinha faz esmorecer o meu eu num tempo imparável. Que “construí e parece dialogar pretensiosamente. Sem a cozinha morreríamos todos.
 As pessoas nela existentes tocam o amor. O seu fluir. Conquistam a interpelação que sinto por tudo na minha simplicidade e autenticidade do que conto. Constato. Converso afetuosamente. Lúcido por ter um local no Universo e nas estrelas sublimes e de notabilidade. Puras e sensíveis a tudo.
Adoro viver em casa. Posso mexer-me. Fazer tudo o que pretendo. Salvaguardar o meu ser capaz de sentir o que sinto por ela. Sim! Pelo que vivo e sou.
Vivo a meu modo. “Voando” num voo ao meu encontro com seriedade e responsabilidade.
Sinto-me tão bem. Extraordinariamente. Passeio nela mexendo com o meu eu sonhado e exequível estado da vossa atitude sincera. Do vosso encanto.
Quando falo ao mundo com ela, sinto-me capaz de compreender-me com simpatia. Com muito amor. Com muita paixão que entrego a todos os meus familiares que me “sobrevoam” reconhecidos do meu ser de “Altos e Baixos”. Os sentires da minha própria Alma. Do meu coração em casa para perdurar imenso tempo.
Hoje, expresso-vos bem-estar e sossego de vós.
Da vossa sinceridade e do vosso sublime estar aqui. Possuo um coração de sentir apurado. Inimaginado.
Fico por aqui.
Com respeito e fascínio por todos vós.
Sempre a admirar-vos.

António Pena Gil

Sejam felizes, amigos, de sempre, sim?.

Tuesday, October 24, 2017


A Minha Família Não É Uma Família, É Um “Clã”!



Têm plena e totalmente razão. A minha família não é uma Família é um Clã.

Somos muitos. Atravessamos várias gerações e vários feitos de tomar nota.

Desde um Tio piloto de caças de guerra que caiu no mar abatido pelo inimigo até à singeleza de um pequenito que sem saber nadar foi buscar os brincos de uma Tia mergulhando num Lago perigoso e interdito com a sua magia de petiz - herói.

Estamos atentos a tudo porque é uma família numerosa e com muitas histórias para contar.  

Os sonhos são fantásticos. São num âmbito geral concretizados para bem deles e delas.

Quase que conheço a minha família toda que se agita pelo imenso Planeta inteiro. Que dá provas de trabalho. Sensatez. Ternura. Encanto. Significação. Harmonia e Paz.

Somos uma família com histórias incríveis de sobrevivência e tenacidade para contar. São familiares. Familiares de sonho. Pessoas extraordinárias de magia e talento nas atitudes e gestos de beleza e pureza imensas.

De uma forma geral não é uma família problemática. Sabemo-nos situar no lugar devido com honra e felicidades extraordinárias.

Estas gerações que atravessam muitos indivíduos/pessoas

são dignas de registo.

E, eu assiná-los sem invejas ou contratempos. São gente simples que labuta nalgum ofício com sobriedade, de forma maravilhosa e plenos de dar algo ao mundo de forma simples e honesta. De forma árdua e difícil. Mas, vão à luta e geralmente vencem. São “duros de roer” nas adversidades e, por vezes, numa forma sofrida. Que lhes pertencem por mérito pessoal. São, exclusivas delas.

Começando numa ponta até outra somos e vivemos felizes sem grandes escândalos para esconder.

Vivemos com o fluir dela. E, penso, que assim é que deve ser. Somos um exemplo de gente afável. Discreta. Valiosa.

Só capaz de expressar como gosto dela. Alguns começam a “falhar”, mas nunca são esquecidos.

Sou capaz de chorar e emocionar-me bastante quando esta situação acontece, mas rapidamente volto ao meu estado natural. Talvez por entender a vida.

Acontece que quando isto sucede nasce algures uma pessoa para salvaguardar a nossa história atravessada por um sentimento bom. Por um sentimento solidário com a vida e com o mundo.

Todos temos o brilhantismo e “Chama” acesa para nunca terminar com a minha família que é um Clã.

E, ninguém pode terminar o Ciclo da vida.

A minha família não vive preocupada, apenas vive dentro da sua geração até Deus terminar com ela que é difícil acontecer.

Também ajudo no que posso e sei, imiscuído de amor à família. Segundo eles tenho uma presença familiar que tem que salvaguardar a famíília. A minha Família.

E, pronto, somos um clã, não uma família.

Sempre a respeitar-vos.

Hoje, vim mais cedo.

Está bem assim?



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, amigos?

Monday, October 23, 2017


Perdi o “Selo de Validade” da Vida.



A burocracia não se compadece com os meus afazeres e atividades que tento encetar. Estou ainda vivo. Presente. Lúcido.

Quando cheguei àquela Instituição Bancária passavam exatamente oito minutos depois da hora de fechar. Abri a porta exterior e deparei-me com a interior fechada.

Eu necessitava mesmo de tratar de um assunto urgente. Vi que havia gente no seu interior e toquei à campainha uma vez. Olhei e vi uma Senhora carrancuda e sempre com cara de “pau”. Feia mesmo. Nem olhou.

Não se levantou ou olhou a minha ânsia de resolver aquele problema urgente e continuou sentada.



Toquei, então três vezes. Pior ainda. Não houve da parte dela nenhuma manifestação de vida. Era mesmo sem educação. Sem civismo. Sem sentimentos que me pudesse ajudar.

Perdi a cabeça e premi o botão da campainha sem tirar o dedo do interruptor.

Aí, com o ar de desfaçatez e de antipatia levantou-se lentamente de onde estava sentada e veio na minha direção irada e desnorteada, acompanhada da Senhora da limpeza.

Disse que precisava de resolver um problema com um Senhor daquela Instituição de prestígio reconhecido pelo mundo fora e barrou-me o trajeto quando referi o seu nome.

Adiantou-me que não estava. Com antipatia e desaforo horripilantes só de escutar.

Teve que falar a maravilhosa e simpática Senhora da limpeza. Falou mais alto e disse que o dito Senhor estava ao fundo numa secretária e que podia ir ao seu encontro.

A execrável Senhora do Banco parecia estrebuchar de indignação e revolta pela minha entrada e, pela repugnância para ela, do ato da Senhora da Limpeza.

Para ela, eu não tinha “selo de validade da vida”. Acabara-se o mundo para mim.

Fiquei triste e desolado com a burocracia existente no meu país.



Anteriormente, por oito minutos acediam sempre ao meu pedido e até pediam desculpa pelo sucedido não ser mais rápido.

Quando saí as lágrimas imensas vieram-me aos olhos.

Chorei. Tinha perdido o meu “selo de validade”.

Era o meu fim.

Com a vida “chorada” assim, entrei noutra repartição, onde uma senhora escrevia compenetrada e atenta e dirigi-me a ela.

Tinha o Atendimento por trás de um vidro, pelo que, mecanicamente virou a sua cabeça que era o sinal para o seguir e chegar até ela.

Primeiro, não me olhou e, sem eu dizer nada e sem ninguém ali e sem expor o assunto que me levara ali, proferiu que tinha de esperar.

Mostrei-lhe o documento que não viu e confirmou que tinha de esperar calmamente e sem sobressaltos de quaisquer espécies.

A ordem seria enviada para minha casa.

Agradeci-lhe efusiva e amavelmente e ela retribuiu.

Creio que é o fim do meu “selo de validade”.

Foi ultrapassado imenso e na sua imensa plenitude.

A burocracia de certos locais públicos não se compadece por ele.

Talvez, um dia alguém me dê apreço. Respeito. Estima. Consideração.

Está bem assim?

Embora, desolado e só, Bem-Haja, pelo imenso de grandiosidade que vós sóis e significam.

Acredito em vós e no vosso carinho e ternura amigas.

Até sempre.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, amigos?

Sunday, October 22, 2017


O Meu Amar!



O meu amar transborda de afetos bons. Presentes. Existentes. Que se agitam em mim.

Os meus sentimentos falam. A minha sensualidade. Move-se. Entrincheiram-se no que sou. As minhas emoções vivem no que sou. Sim! Com alegria e felicidade.

Possuo emoções deliciosas. Que me fazem perdurar com uma sensualidade viva. Que me “abraça” com majestade e pureza.

Sinto-as atentas. Perspicazes. Intensas. De um sublime ser. Eu Sinto-as com maravilha. Com deslumbre. Com deleite.

Visualizo-as ímpares. Aconchego-as porque respiram um carinho fantástico. São mágicas e perfeitas.

Nunca fiz nada que as obstruíssem. Incentivo o seu Firmamento que ma faz “enobrecer”lado a lado com elas. Sim! Sinto uma paixão grandiosa.

Lidar com o amar com cautelas e um conceito de sublime e fantástico sentir a existência magistral de encanto. De ternura. De apreço.

Não o “mendigo”. Existe. É avassalador. É fabuloso.

Sim! O amar pleno. Perfeito. Definido. Há muito capaz de sentir o Planeta inteiro que não é meu. A minha visão interplanetária pessoal. Está sempre presente.

É dedicada. É sublime É fantástica..

O amar é lindo. Magnífico. “Voamos” a existência mais sensível e de magia existente.

É uma entrega assumida de notabilidade e sentida que faz chorar o sentir.

Ver melhor a vida. Com Vivacidade. Que “embeleza” o divinal conjunto afetivo e de excelência de que gosto.

Como diria o poeta: “Quem ama tem medo de perder”.

Sim! Faz toda a lógica. Magistral de sentir e visualizar o amar com veracidade e sinceridade. Confiança. Partilhada.

Eu amo. Eu vivo e ressuscito a minha sensação de “abraçar” o amar  com imensa pureza. É lindo.

É necessário. É pleno de intencionalidades doces. Válidas. Sensatas.

Que me fazem. Em que “viajo” e “voo”.

Para os confins do meu Universo existencial.

Sim! Numa “galáxia” distante onde “habito” por amar.

É tão bom amar. Amem.

Por hoje é tudo.

Está bem?

Estarei sempre com o meu pensamento em vós.



António Pena Gil .



Sejam felizes, sim, amigos?

Saturday, October 21, 2017


Dan Brown veio a Portugal apresentar o seu novo livro empolgante e, cuja ação entrega a Robert Langdon. Mais um brilhante livro dele, cuja majestade de escrita é de fascínio e excelência.

Imperdível.

Não li ainda, mas conto lê-lo de “rajada” sem parar.

Porque é que Vila Real não é Lisboa?

Sei que não deu autógrafos, mas a sua presença seria extraordinária e mágica para mim e para todos que o seguem com admiração e imensa consideração sublimes. E, são muitos.

O livro intitula-se “Origem”.





José Rodrigues Dos Santos é outro vulto fabuloso e fantástico dos livros Romances Históricos - Policiais.

Já deu imensas provas grandiosas e geniais de um talento ímpar e de fascínio.

O livro intitula-se “Sinal de Vida”.

Será, brevemente a minha leitura atenta perante uma pessoa extraordinária e fabulosa. Plena de um talento avassalador e perfeito.

Ímpar no que concebe de notabilidade e magia.

A não perder.

Parabéns ao autor.

Excelente.

Boas Leituras.

Sempre a respeitá-los.



António Pena Gil


Sejam felizes, sim

Nunca Fui Pretensioso! Nem pensar!



Olho a casa. A minha casa. Tudo está perfeito. Limpo. Asseado. Maravilhoso.

Todos os seus adornos estão no local exacto. Estão no sítio certo.

Sinto-me meio desperto. Capaz do que vou expressar. Capaz de ver o que sinto e sou. Do que vejo. Assemelho-me e entrincheiro-me na minha humildade de que gosto. De ser como sou.

Faço “isto” carregado de afetos que me dão força a escrever como vivo com seriedade e civismo.

As pessoas estão lado a lado comigo. São solidárias. São humanas. Posso contar com elas.

A televisão irrita-me. Há programas que me transtornam viver no meu Universo pessoal. Fico apático. Sem descortinar nada naquela “caixinha” que não é minha.

Produzem informações e, mais informações. Que me fazem doer a cabeça. Uma dor de cabeça intensa que não me larga.

Como seria delicioso e extraordinário um dos meus livros apresentar-se como guião de um filme.

Para todos. Grandes e pequenos. Carregaria um “fardo” de responsabilidade e seriedade que me não atemorizaria ou suscitaria medos e temores que surgem perante o que sou.

Imaginá-lo-ia em sonhos nas telas do cinema num conjunto de sentimentos, atitudes fantásticas e sublimes de beleza e pureza imensas e felizes.

Nunca fui pretensioso. Sei as minhas limitações. O desejo das pessoas que aqui passam com fascínio e ternura. Serão sempre bem-vindos.

“Abarco” um ser de “desmaiar” perante tantas circunstâncias. Perante o concretizar o meu existir confuso, disperso e desolado. Apenas, tento fazer o que as pessoas esperam que faça.

Com tenacidade e valentia. A esses guardo-os no meu coração e na minha Alma grandiosa e quase repleta.

Tento, sempre descrever uma “nota” de apreço e simpatia para convosco. Que gosto. Que vai em mim.

Fazer o que gosto de fazer. Com um querer enorme. Que não esmorece. De forma nenhuma.

Que me deixa constantemente agraciar reciprocamente as minhas necessidades existenciais existentes para com todos e todas.

Está uma pacatez grandiosa. Silêncio. Amizade. Fazem constar na minha forma de existir o viver.

Como adoro o meu “recanto”.

Como ajo sempre com simpatia e amabilidade para convosco?

É um conceito de que cá estou. De que cá estou desperto e atento a tudo.

A vossa delícia e arrojo comovem-me. Sensibilizam-me.

Choro. Muito. A todo o meu estar que soçobra de humildade e que “mendiga” o ser lúcido, coerente e responsável que sou.

E, pronto. Até sempre briosos amigos de deslumbre e enternecimento.

Que fazem “despistar” o que ando aqui a fazer?

Nunca Fui Pretensioso! Nem pensar!

E tudo.

No maior respeito e agradecido.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Friday, October 20, 2017


Os Sofredores Do Existir!



Hoje, todo o meu carinho e ternura vão para todos os que sofrem. De alguma coisa a que Deus assiste e intervém sempre. Sim! Tentando melhorar e apaziguar as vossas dores e sofrimentos.

Falo das crianças nos hospitais. Dos sem-abrigo entregues à vida sem una palavra de afeto ou compreensão.

Dos feridos de guerras sem “flores” e que não deviam acontecerem ou manifestarem-se.

Dos refugiados em busca da felicidade e alegria noutras paragens que lhes dêem um melhor ser e sentir.

Os que já “partiram” em consequência dos ataques terroristas radicais e que Deus afagou e tratou as suas mágoas e um fim de vida cobarde e animalesco. Sem nexo.

De todos. Sim! Num mundo inóspito e violento que não devia ter lugar no imenso desencanto e feridas por sarar. Porque vivem numa dor profunda. Sem retorno possível e desejado.

Dos idosos metidos pelas famílias em locais desprezíveis e nada adequados ao que existiram e, que deram tudo deles, imbuídos de encanto e de excelência que o não mereciam.

Para Pais e Mães que se viram “despidos” dos seus filhos para lugares obscuros e inóspitos, sem saber o paradeiro deles e delas.

Vejo o Universo pessoal destes desencantados da vida com revolta e indignação. São de uma revolta real grandiosa e gigantesca.

Não passo sem sentir, como ser humano de bem, admitir ou constatar tanta podridão humana que se não compadece com tanta desgraça e infortúnio.

Porquê?

Porque razão temos de pactuar com a vileza ou crueldade de gentes más e iníquas em tudo o que encetam ou fazem é escondem-se num sentir com uma máscara de maldade. Sim! Escondida e sem escrúpulos ou felicidade, impossíveis de aceitar, pois, são caráteres cobardes e insociais que são e, se descobrem e sancionam, por serem selváticas e animalescas.

Porquê?

Não sei, mas a minha atitude será sempre de fascínio, beleza e pureza destas pessoas porque existem adversos do meio das intenções vis, cruéis e más e que lutam pelo fim delas.  Célere e de forma rápida. Urgentes. Feitas por medidas e pessoas valiosas e plenas de excelência perlas existências sérias e sensatas.

Sim! Numa “luta” desigual que comove e sensibiliza. Que um dia poderão “abraçar” a pureza de viver. Acredito, vivamente, que o conseguirão.

No Planeta. No meu Mundo. “Visto-me” de carinho e compaixão pelo estar e sentir destas gentes humildes, mas briosas e resplandecentes de maravilhar que tudo merecem e, tudo merecem viver como seres humanos, com civismo, cidadania e respeito. São pessoas. São gente.

Termino, com todo o meu caráter que lhes é direcionado. Estou certo, que conduzirão ao bem-estar. Tranquilidade. E, sossego existenciais que apenas desejam.

Sim! Para si. Para a sua deslumbrante família. Para os outros.

Desejo-vos sucesso por inteiro. Felicidade manifesta e sincera. A pureza e notável sucesso de profunda satisfação existencial para vós.

Sóis grandiosos. “Lutadores” sem parar. Seres Humanos de fascínio.

Até sempre.



Um dia, estou certo que “abrirão” um sorriso notável, grandioso e sublime pelo vosso encanto que tudo deseja e merece.

Sim! Estou convosco. Sempre.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Wednesday, October 18, 2017


Os Incêndios Andam A Matar Pessoas E Os “Pulmões” Do Nosso Majestoso E Lindo Portugal!



Estou triste. Estou desolado e desesperado pelo que está a acontecer em Portugal.

Relembro a minha infância. Fazíamos tudo para usufruir e “vestir” as atividades florestais de então. Com vivacidade. Alegria. Felicidade.

Era raro haver incêndios. A preocupação e o cuidado em fazer fogo eram existentes. Necessárias. Nunca pensávamos em ultrapassar os limites da nossa +presença no mato puro e limpo que nos deixava fascinados e deliciados. “Adornavam” de encanto e notabilidade tudo ao nosso alcance. Era lindo. Terno. Perfeito.

As pessoas agiam com cuidado e seriedade de excelência e de maravilhar.



Como eram lindos “Os Pulmões” do meu país de fascínio e encanto.

As pessoas, merecem e têm desejo e necessidade em “abraçar” a segurança e o bem-estar em todo o mundo. Nos “Pulmões” de Portugal.

Porque fazem “isto”?. É de uma vileza e maldade imensas.

O coração e a Alma deixaram-nos lá. Podem ter a certeza absoluta.

Muitas pessoas adoram as suas casas, os seus afazeres campestres, as suas colheitas e as suas  atividades rurais. Não têm que defenderem as suas casas. Não têm a insegurança de serem como sempre o fizeram de maravilhar e enternecer. Que os “apaixonava” fazer .“Aquilo” era o seu existir. O seu viver. A sua razão de serem.

O seu “Firmamento” maravilhoso que apreciam e vivem a vida toda.

Por vezes, ardem com tudo o que possuem. Por que lutarem. Porque exigem respeito e salvaguarda deles.

Não entendo como pode acontecer “isto”?

São vidas. São Seres Humanos. São cidadãos de pureza e magistrais em que tudo fazem. Fazem-no com delícia como lhes ensinaram fazer. Gerações seguidas de gerações consecutivas e imemoriais.

Como “isto” é possível?

Deus lá no Alto encolhe-se de ternura e carinho sem puder fazer nada.

Como seria admirável e fantástico deixarem nos viver com o que gostam e de lhes proporcionarem momentos de alegria e felicidade.

Não entendo. Nem nunca entenderei, meu Deus.

Uma palavra de apreço a todos os que, corajosos e “lutadores”, tudo o que fizeram para alegrar o sentir e sossego perante tanta tragédia e calamidade pública.

Haverá alguém no deslumbre para com estes seres humanos, que existem neste sofrimento de gente que é gente?

Apenas lanço um alerta. Todos eles merecem. Todos eles choram. Todos eles estão descrentes e nada tranquilos com estes acontecimentos e momentos de insegurança em todo o nosso lindo Portugal.

Está bem. Falta auxilio. Falta ajuda. Falta braços amigos e magistrais que tudo “curam”.

É apenas um apontamento de vida e de vidas sofridas e feridas no seu ser e estar.

Força., amigos extraordinários.

António Pena Gil



Sejam felizes, sim?

Tuesday, October 17, 2017


Quando O Meu Pai “Partiu” Deixou-nos Emersos Numa Profunda Dor!



Ainda hoje, parece que foi ontem. Sentimos uma lembrança íntegra e encantadora do que o meu pai fez.

Do que fez pelas pessoas e por nós. Era um avô, Pai e marido exemplares e digno de registo.

Um Ser Humano bom, de fascínio e pureza bela e extraordinária.

Quando pensamos nele, surge-nos, em todos nós, uma saudade que o perpassar dos anos não deixa de omiti-lo ou esquecê-lo. Era uma “chama” viva do seu sentir de notabilidade e deslumbre gigantescos e grandiosos.



A minha terna família regista-o sempre na sua forma de “adornar” e, “embelezar” as nossas “moradas,” existenciais e de apreço e ternura carinhosas para com ele.

Ele, apenas, agia com majestade e perfeição.

Como estamos combalidos. Como estamos sem rumo certo.

Choramos. Choro e Choro pelo sublime sentimento que nutrias por nós. Que nutrias por  todos.

Como gostaríamos que estivesses cá?

Nunca o vi sem ser a sorrir. Nunca o vi irritado. Nunca o vi desgostoso. Tinha sempre um gesto ou uma palavra doce e maravilhosa do seu ser. Vivia ávido de existir. Entrincheirado na tua magia de existir que era a tua.  “Vestia-se” de afetos e fazia o bem a todas as pessoas.

Nunca desvendou ou impôs a sua ternura. Vivia com ela. De forma constante e sempre. E, surgia sorridente nas suas condutas de sonho e deslumbre imensos.

Oh, Pai…

Como o teu coração era bonito e agradável?

Sempre que te relembro paira no Firmamento o teu encanto e o teu discernimento fantásticos e fabulosos.

Oh, Pai…

Possuo uma “gota” nos olhos. Em, breve estarão “encharcados”. Sei que sorris ao meu choro. Nunca! Mas, nunca devia fazê-lo, na tua imensa ternura e compreensão do que faço.

Se pelo menos tu nos falasses? Sim! Com a tua magia deliciada e perfeita?



Já rezei. Já te fui ver na tua “última morada” com todas as pessoas que gostam de ti. Já interpelei Deus sob tua proteção e afago, sabes?  Deus gosta de ti. Muito.

Descansa adorável Pai. Pensarei sempre em ti e na tua pureza de fascínio e ternura de excelência.

Mereces, por completo. Ninguém te esquecerá, podes ter a certeza absoluta.



Oh, Pai…que saudades.

Sempre a admirar-te.

Com consideração e coração depositado no teu ser Divinal.

És sublime. Um beijo, carregado de beleza e pasmo delicioso. Significativo nos nossos corações em ti.



Sempre a adorar-te.



António Pena Gil



Sejam felizes, sim?