Contribua para a Campanha do Agasalho 2009

Campanha do Agasalho 2009

Sunday, October 12, 2014


Um Professor. Uma Criança. Um Professor. Uma caneta Uma Criança.

Sem palavras mais.

António Pena Gil (Pena)
Diário de um Professor de hoje: (14.05.2014):
  
Notei que à entrada na minha sala onde iria decorrer a aula um burburinho simpático e
 amável com a minha chegada. Agradeci àqueles Seres Humanos extraordinários que eram todos os alunos, mas todos.
  
Como vou tomando conhecimento a quem me lê, ambiciono que estejam felizes e em harmonia com o mundo.
   Foi Ele que me segredou com os anos de serviço que possuo exercendo o meu mister às ordens e conselhos que Ele me segreda quanto ao certo e ao errado que faço com o coração nas mãos quando me dirijo a eles e a elas.
   Como é frequente o barulho e a música inspiradora eram e marcavam as suas presenças, onde com a idade aprendi que nada havia a fazer com esta situação, senão difundir harmonia, sensatez, respeito e bem-estar.
   
Sem eles detetarem observei-os melhor. Com maior atenção.
   Mesmo sentada à minha frente estava uma “cara-linda” (Não sei o nome de todos, pelo que para mim são todos(as) “caras-lindas”) triste, muito triste que me sobressaltou de pânico e preocupação.
    Aproximei-me dela, cautelosamente.
  
Disse-lhe, de forma confidente, já perto dela, o que se passava? Se tudo estava bem com ela? Teve forças suficientes e retorquiu-me com os olhos ensopados de água que sim, que tudo estava bem.
    Não fiquei sossegado e perguntei-lhe, de novo: Podes contar-me que não digo nada.
   Fiquei a pensar na sua “mentirinha”.
   A aula decorria como era possível. Habitual. Com interesse e empenho deles e delas felizes. Como eu gosto.
  Pensei, para mim: Passa-se algo, tenho a certeza.

 A colega do lado dela chamou-me com uma delicadeza, que faz parte do seu ser extraordinário e confidenciou-me: Olhe, Sr. Professor, ela tem os pais divorciados. Separaram-se e o pai e a mãe seguiram caminhos diferentes com famílias feitas diferentes, daí a tristeza, onde outrora “morava” a felicidade e encanto de existirem juntos e de viverem felizes lado a lado. A família havia-se “desmoronado” totalmente.
   Quando a chamei de pronto para esclarecer a situação que apurava agora, caiu-me no colo num pranto de choro que eu entendia, como Deus também. Deixei-a chorar à vontade, desabafou comigo e disse-me por que motivo me interessava tanto por eles?
   Abracei-a e disse-lhe que hoje conquistara uma amiga linda e que a ajudaria sempre que ela me solicitasse.
  
Hoje, num intervalo escolar, sem ter aula comigo, veio assistir a outra aula tendo antes me dado um beijo e o seu MUITO OBRIGADO!
  
Creio que fiz o que devia fazer. Deus atribuiu-me cargos e funções que tento resolver e esclarecer fazendo todos felizes.
  Desta vez, foi uma realidade. Agradeci-Lhe e disse-Lhe que me tinha ajudado bastante.
  
Hoje, via feliz. Brincando. Saltando. Jogando.
  Foi então que sorri ao Alto e direcionei-Lhe um agradecimento.
Um agradecimento sério. Um agradecimento por confiar tanto Nele.
Bem – Hajas, Amigo Precioso Deus! Só Tu conseguiste transformar as coisas cá baixo com a Tua Enormidade invisível.



António Pena Gil (Pena)

Sunday, June 08, 2014


Hoje, não tenho uma necessidade imediata de dormir. Gostaria de falar sobre Educação e Ensino.

A escola, para mim, devia ser um lugar de felicidade absoluta.
Quando se abrissem os portões dos estabelecimentos escolares, todos os alunos entrassem com alegria, efusão, tranquilidade e o imprescindível sossego. 
Que não o fizessem como obrigação, mas com a ânsia de viverem plenos de contentamento.

Quando entram na minha sala fazem-no sorrindo. Eu olho-os e eles observam-me também. Existem uma troca de olhares respeitadores.
Como a minha disciplina não é formar alunos a serem génios ou talentos, perguntam-me se podem ouvir música? Claro que “disparo” com sensatez que sim. Ficam a olhar uns para os outros e “agiganta-se” a amizade e a cumplicidade mútua, entre mim e eles. E, isso, é bom.
Creio que ao vê-los existindo ali em felicidade, contagiam-me e fico também feliz.

Os alunos vêm de locais e aldeias circunvizinhas e das redondezas da escola com valores e atitudes variados. Creio que com valores e atitudes onde não se deve “mexer” ou “tocar.” 
São eles a serem.

Não sei se possuem autoestima?
Não sei se provêm de famílias desprotegidas?
Se possuem carências económicas?
Se são famílias felizes?
Se têm expectativas neles?

Se se interessam pelo sucesso ou insucesso na escola que, no caso destes mais “pequeninos”, não vem resolver nada, mas sim piorar tudo já de si difícil e complexo de estar e de ser. Em que os torna descrentes e sem interesse no que fazem ou aprendem outra vez no mesmo ano.
É isto.

Oxalá tudo lhes corra bem na vida. É o meu desejo. Não os esqueço facilmente, acreditem?
Felizes. Com família. Com poder económico que poderão dispor porque é deles e delas. Fruto do seu trabalho cansativo, mas que lhes dá uma razão séria e responsável de viverem participativos e valiosos na nossa sociedade tão exigente dos dias de hoje.

As regras? Está bem. Só assim se pode apostar forte no respeito e na Cidadania entre todos.

Ambiciono isto para eles há muito.

Bem-Haja, Seres Humanos enormes da vida. 

Que sejam felizes. Muito felizes! TODOS (AS).
Falando com a vida!

Escrevi, comentei e entreguei-me por inteiro. O meu Amor sinto-o, de uma forma
Emocionei-me e sensibilizei-me noite dentro, a altas horas, quando os que amo se haviam deitado há muito. Senti não a solidão, mas a partilha, o Pensar, o Ser magnífico de todos os que, nos seus lares, por vezes bem distantes, me ouviam atentamente, não sei porquê? Também eles e elas o faziam com encanto, abraçando a vida que Deus lhes concedeu.

Não! Não faço um balanço. Esse dom não me compete a mim fazê-lo. Compete ao que vi. Ao meu choro estarrecido que, escutaram afavelmente aqueles que, me presentearam sempre com a sua enternecedora magia de agarrar a alegria do meu viver, do escutar o bater apressado do meu sentimento, do cavalgar incessante duma máquina poderosa que transforma os instantes em momentos belos.Profundos.

Esses tenho-os em mim. Tenho-os agarradinhos de encontro ao meu peito sincero, franco e aberto.

Não! Não me sinto cansado. Estiveram todos presentes. Todos! Vivem em mim. Estão presentes no que sou. Esses, encarnaram e compreenderam tudo o que as palavras não conseguem dar voz. Eu não consigo, acreditem? Têm um valor poderoso. Incalculável para mim! Como se de pedras preciosas se tratassem.

Vivo à minha maneira. Aceito o que tenho que aceitar, existo, corro e pulo na minha existência agradecendo a dádiva celestial das flores, das estrelas e das constelações puras e ternas que, parecem acarinhar tudo o que faço e transmito com a gentileza e delicadeza que não magoa nem fere ninguém.

Nunca feri ou maltratei uma única pessoa que fosse porque trata-se de uma PESSOA.

A minha voz é a voz, não de um Mundo controverso, exigente, terrível e desumano por vezes, mas que acaricia a vida, agarra-a e sente-a, com uma fúria rebuscada na busca solidária da Felicidade e daquele Amor desejado entre todos.
Deus? Não sei se acredito, mas respeito – O. Tanto. Tanto. Tanto.
Fica a minha memória mergulhada num sonho. No sonho dos meus e no sonho do amor que depositei em ti e em todos. No carinho. Na ternura. Na minha meiguice que é para ti.


Aprendi Três lindas palavras com nunca me dei mal e ensino sempre aos meus alunos:
OBRIGADO! DESCULPEM! POR FAVOR!

Um Bem-haja a ti! Sim! A ti! Sem me esquecer de ti!

Acredita que é sentido.
Autêntico. Respeitador e Verdadeiro!

Obrigado e Desculpa, Por Favor, mas sinto-me feliz e contente.

Sim, Tu, fazes parte de mim!

Existo, acredita?

António Pena Gil

Monday, May 13, 2013

Este Blogue é de exclusiva pertença de António Pena Gil. Reside em Vila Real, onde é professor no Agrupamento Vertical de Escolas Morgado Mateus. Todas as cópias ou atividades menos convenientes nele praticadas serão, de imediato, comunicadas a quem de direito para serem resolvidas. Respeito todos e só desejo que me respeitem. Com consideração gigantesca. Sempre a admirá-los imenso. António Pena Gil MUITO OBRIGADO! Bem-haja, pela paciência e amizade!

O meu e-mail é penasoft@gmail.com


Saturday, May 11, 2013

Às Vezes Tenho Receio Da Vida. Da Minha Vida!


As flores. A harmonia. A pacatez. O silêncio, fazem-me sentir e pensar. Numa tranquilidade de encanto e pureza. Que faz a “triagem” do meu Ser.

Tenho a certeza que “Habito” um Universo. Um Firmamento feito de preciosas e fantásticas pessoas perfeitas. São como estrelas cintilantes. Majestosas. Resplandecentes de brio e intensidade extraordinária. De uma sensibilidade marcante. Constantemente doce. Muito terna.

Tenho um receio imenso da vida. Da minha vida. Dos afectos que me transmitem. Sentidos. Presentes. Adoráveis e magnificentes. Que desmaiam no que sou num choro sentido de gratidão sincera.
Ajo sempre com o coração “entalado” no seu lugar preciso de apreço. Em que “construo” e me preocupo em executar poesias singelas, sem ser um poeta a sério. Que brotam do meu sentir com esforço. Esconderei sempre os meus versos em mim. De encontro ao meu peito. São meus. 

Deliciosamente meus. Se os divulgasse rir-se-iam deles. Sei disso. Tenho um receio imenso da vida. Do que possam apurar. Do que possam desvendar. De entender que a poesia que faço não é poesia. Nunca serei um poeta, sabem?


Escondo-me. Escondo a poesia que sai do meu eu apressado. Oh, como ambicionava mostrar tudo o que possuo? Tudo, mesmo.
A poesia que “construo” dedico-ma. Não extrai o meu coração porque não pode? Direcciono-a ao meu esquecimento porque “entro” nela. Não sei sequer se vive de sobriedade. Bom-Senso. Se revela a minha Alma que vive a sonhar. Sonha, isso tenho a certeza. Sim? Absoluta.
Não sou um poeta. Sou somente um poeta de mim. Vive. Reage. É.
Às Vezes Tenho Receio Da Vida. Do choro poético da minha vida.
Creio que faço bem em a esconder. Sim! A poesia! A poesia que faço só para mim.
Adorava ter estudado a sua métrica. A sua sonoridade. Ter estudado o carinho e a ternura que emana dela e que não sei “confeccionar”.
“Disto” estou certo. Infelizmente exacto.
Às Vezes Tenho Receio Da Vida.
Da minha vida.
Nunca entregarei a ninguém a minha poesia.
A poesia mágica e desconhecida que faço para mim.

Pena

Friday, December 21, 2012

Natal: O Espírito da Amizade



Acordei com um espírito da amizade grandioso e arrebatador. Eram os termos correctos. Encontravam-se vivos e presentes em mim. Conquistavam-me!

Eram bem visíveis.

Eu, que nesta quadra, regresso sempre à infância. Sei lá se nunca sai dela!

Eram dez horas e sete minutos da manhã. Fazia frio. Só assim explico o Natal.
Sim, o frio é importante. Só assim se consegue explicá-lo, senti-lo!

Pensei como era feliz. Feliz, porque no Natal, todos transportam sorrisos.

As pessoas transportam sorrisos e alegria neles, porque é Natal. Explicam-se assim. De forma jovial e amiga. Necessitam de instantes alegres, mesmo aqueles, mesmo aquelas pessoas, que ao longo do ano nunca emitem um sorriso como o fazem agora.

A magia do Natal agarra os corações de todos, mesmo daqueles que o perderam há muito. Mesmo daqueles que procuram descobri-lo e encontrá-lo, apalpando-o no vazio, onde devia estar e não está, no vazio do olhar e do infortúnio que os assola pelo desencanto existencial e pleno de nada. Mesmo esses! Penso, que o encontrarão. Tenho esperança.

Não consigo entender a razão da minha euforia e felicidade nesta dia.

Só sei que é Natal e eu gosto dele! Porquê?

É Natal. Está tudo dito! Paira no ar, algo que me comove e me faz viver com emoção! Com encanto. É diferente. O cheiro é diferente. As sensações são diferentes. Boas!

O meu Natal está com todos. Pobres e ricos. Bons e maus. Com saúde e sem saúde. Amigos e sem serem amigos.

Todos, sem excepção.

É Natal!
Sinto-me feliz porque sou verdadeiramente feliz e é Natal!

E, particularmente, embora seja incorrecto porque devia ser todos os dias, preocupo-me, de forma mais intensa pelas pessoas, porque é Natal!

É esse dia MUITO ESPECIAL...
É Natal!

By PENA,Reposição do Natal 2006

Monday, December 17, 2012

Um Santo Natal!



Neste Natal desejo-te uma imensidão de desejos concretizados e felizes.
Para os corações desencantados que Deus lhes dê força para conseguirem alcançar o bem-estar e harmonia que desejam.
Para ti que me lês, um carinho, uma dedicação, um afago. São sinceros e autênticos, acredita?

Que a bonomia das pessoas compreenda e acredite nos teus maravilhosos sonhos. Mesmo aqueles sonhos que a vida “destroçou”. "Apagou" dos seus corações extraordinários.

Mesmo sonhos irreais teus que eles sejam.

Sonhos de Paz. Solidariedade. Ternura. Amor. Profundos. De significação imensa. Plena.

Que abarque a tua Felicidade. A tua tranquilidade interior e exterior.

FELIZ NATAL e um ANO NOVO DE 2013 diferente. Melhor.

Mais acolhedor e dialogante. Na busca incessante da harmonia repleta de beleza, encanto e pureza que sei existirem em ti.

Um Bem-Hajas pelo teu encanto.

A Alegria também existe em todos. Em ti. Cativa, sabes?

Está bem?
Um Santo Natal!
Pena
Pena.Natal.2009
OBRIGADO por todo o carinho, dedicados visitantes. Bem-Hajam! Adoro-Vos!
Ainda não estou preparado para abrir os comentários. "Coisas" pessoais. Logo que possa abri-los-ei de imediato. Desculpem, sim? E tentem entender, sim?

Saturday, December 08, 2012

 É o meu primeiro Livro que é para vós.
Tenho tido saudades vossas. Imensas.
Quero que vejam o que faço.
No maior respeito pela vossa grandeza de sentimentos e pensamentos.
Sempre a admirar-vos. Muito!


António Pena Gil (PENA)!