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Campanha do Agasalho 2009

Thursday, December 14, 2017


Dear Friends:

I Love cooffee.

It´s for you  with respect.

A wonderfull Christmas for you.

With pleasure.



António Pena Gil

Wednesday, December 13, 2017


Meu bem:



A tua beleza e pureza confundem-me. És tão doce. Maravilhosa. Encantadora quando te chamo baixinho ao teu coração majestoso em busca de conforto. És linda, sabias?



Como te adoro. Como busco o teu ser perfeito e de fascínio. De causar um notável e enternecedor formato do teu ser belo .Em que necessito de sentir-me.  De ser.

O meu coração sussurra-me, baixinho, um agradecimento grandioso e gigantesco.

Que seria eu sem a tua ternura que faz deliciar? Agradar.  Sensibilizar.

Quando o meu coração apela à tua presença, vens sempre. Posicionas-te lado a lado comigo. Vens maravilhar-me e deslumbrar-me com o teu carinho de um sentimento ímpar.



De deslumbre imenso que não consigo uma resposta afectiva por constituíres um amor grandioso. Fabuloso e admirável.

Como te adoro. Sim! Sem dúvidas ou hesitações.

Um Beijo. Uma imensidão deles.

Obrigado.

Ficas sempre comigo no meu coração que é teu.

Meu bem, Amo-te.

E, amarei sempre.


António Pena Gil

Falo Com O Universo Majestoso!



O Céu é tão lindo. Maravilhoso. Falo com ele. Na sua vastidão de sonhar e encantar.

Estão lá as estrelas sublimes de enternecer. De deleite e beleza na sua perfeição imaginada e sensível ao olhar.

Penso no Natal. Na família. Na magia que irradia com ternura e carinho óbvios e mágicos que perceciono.

A sensação de muito tempo a olhá-lo.

Acredito fielmente nos meus sonhos de viver e de sentir.

O Firmamento é de delícia. Fantástico e fabuloso.

Suscita pureza e notabilidade nos meus sonhos esplendorosos. Sim! Falta imenso. “conquistá-lo.”

Dedicar-lhe um respeito e ternura nele visíveis. Que merece toda a minha atenção. Dedicação. Pasmo. Entrincheirado em mim e no que faço de maravilhar. De me dedicar a ele. De perceção exata de que vivo ainda.

Parece tudo tão majestoso de deslumbre. Não! Não hesito olhá-lo.

É uma emoção ímpar quando direciono o meu olhar para ele.

Para o seu recanto extraordinário no meu Ser. Só de levantar e elevar o pensamento e ele está lá. Protegendo-me. Proteger tudo o que é terno e belo.

Não com ansiedade. Sim! Em breve será “adornado” de sentimentos bons e sinceros. E, eu creio nele com intensidade e profundamente.

 Adoro e estimo imensamente o Universo. Com sonhos demorados. Com aquela verdade e autenticidade de mim.

É Natal. É um tempo de respeitar os que já “partiram” com intensidade e amplitude de beldade do mundo.

Creio que me “acenam” lá de cima. Com “impacto” em mim de adoração. De uma sensação visível de perceber as minhas incógnitas.

O amor estará sempre “alojado” no que sou. E, eu, permito.

São os exemplos de virtude e fascínio a darem “à luz”. Provenientes da ternura como as princesinhas de bem o fazem.

Um extraordinário e maravilhoso Natal para vós todos.

Falo e falarei sempre com o Universo Majestoso!

Tento entendê-lo. Tento compreendê-lo.

Hoje, sonhei demoradamente com esse Céu. Doce. Puro. Admirável.

É Natal.



Está bem, assim?



António Pena Gil



Tenham um bom natal, amigos de sonho, sim?

Gosto imenso de vós.

Tuesday, December 12, 2017


Conversando Com A Minha Casa! Com O Meu “Refúgio” Oculto!



Olho a minha casa com ternura. No seu balcão que me dá vida e distinção. Separando as várias dependências há imensas portas. As portas abrem e fecham como que justificando a sua existência.

As portas deveriam não existir. Provocam uma sensação de divisão na família que me desgosta profundamente. Estão dispostas na sua majestade de quem as abram e as fechem.

Habito num “hangar” misterioso e desconhecido no seu subsolo. É um refúgio. É onde fico de bem com as pessoas que o preenchem. Pessoas repletas de boas intenções. Só acredito” nelas. São exclusivas minhas e escondem os seus segredos irreveláveis. Por serem intransmissíveis. Morrerão comigo. Quando as contam.

Há paz. Há harmonia. Há beleza.

Fui eu que lhe dei vida. Hoje, sinto-o presente. Visível de enternecer. Sim! Quando há proteção quando escrevo. Entrincheiram-se em tudo o que sou. Em tudo o que enceto fazer.

Tudo é secreto ali. As estantes estão repletas de livros de nada. Fazem-me companhia. Possuem o Don de fascinar e maravilhar.

Estou ali ausente de tudo e de todos.

O meu refúgio abarca-me e sente-me. Comunica, sofregamente e ansiosamente entre si.

Falam-me e eu escuto atentamente. Expressam o que vai nele. O deleite e a felicidade de estar vivo. Os meus sonhos de pureza e fabulosos são para vós. Para a vossa importância que transmite paz e amizade.

O meu refúgio é meu. É de Deus. É uma “conquista” inesquecível. Um lugar repleto de sonhos e histórias vividas e por viver.

Quando desço as inúmeras portas secretas sinto que alguém está a vigiar o meu Ser. O meu sentir que pensa. Que transforma a delícia do mundo.

A magistral ignorância protegida do que sou.

Posso sorrir. Permitem-me existir com verdade e magia do que executo com paixão. Amor. Carinho.

No subsolo da minha casa sinto-me livre. Posso pensar. Posso “adornar” o meu eu com fantasia e delírios constantes. Ninguém escuta. Ninguém liga nada ao que faço com o meu coração visível e otimista. Estou bem.

Posso “folhear” as páginas do Universo em absoluto silêncio e pacatez.

Possui “cifras”. É composto de códigos para ter acesso a ele. Que só eu sei. Que sou eu deslumbro.

Entrar nele é algo mais de simbologia agradável e de gratidão. Nunca o esquecerei. Diz-me tanto e tanto.

É composto de atitudes sensatas e sóbrias. A lucidez não me “fugiu”. Nunca me abandonou. Nunca abandonou o meu estar nos confins do encanto e sobrevivência de fascínio e maravilha.

Falo com ele e ele fala comigo. Somos inseparáveis há muito. “Guerreiros” da imensidão e vastidão da privacidade e segurança nos gestos lindos que penso e que concebo para vós.

Daqui vislumbro o Planeta fundindo-se no Firmamento das minhas estórias que conto.

Por pensar muito. Por sentir na plenitude que me suscita apreço e que tento expressar com responsabilidade e amizade.

Aqui não existem portas. É um alçapão de luz formosa que incendeia o meu ser.

Posso ver o céu. As estrelas. Os planetas. As galáxias que me preenchem.

É meu. Muito meu.

Converso com a minha casa! Com o meu “refúgio” oculto! Com um inequívoco amor e deslumbre que me deixa ser como sou. Pensar como penso. Ser como sou. Estar como estou.

É divinal.



Está bem, assim?



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, amigos extraordinários?

Monday, December 11, 2017


Esta Revolta da Natureza Terá A Ver Com As Previsões Apuradas nos Ficheiros Secretos da NASA Sobre O Fim Do Mundo Que Pesquisei?



Tive que estudar. Tive que apurar o possível sobre os documentos secretos da NASA.

São “Ficheiros” intrigantes que dão uma visão precisa sobre o Fim do Mundo.

A existência de seres “escondidos” de alienígenas. Que surgem. Que aparecem nos Céus de deslumbre. Que são amigos profundos dos pilotos dos aviões. Que estabelecem amizades estranhas e surgem também quando há erupções de lava dos vulcões derramados na costra terrestre.



Trata-se de uma revolta da imensa vastidão da natureza. Tudo destrói quando surge. À sua passagem ficam apenas indícios de lugares que, outrora foram habitados. O que resta é pura e simplesmente a destruição percetiva.

Deixam um caos visível e preocupante.

Quando os seres alienígenas e as suas magistrais e rápidas naves espaciais “planam” sobre a lava de um vulcão em erupção os peixes caem desamparados nas águas mais próximas e morrem. Também os pássaros, interrompem-lhes o voo e caem sem vida.

A “raiva” da Natureza a que andamos a assistir transforma os vendavais, a que costumamos sentir, em ciclones fortíssimos, violentos e perigosos que nos fazem pensar.

Se repararem a Natureza está descontrolada.

Tanto faz ondas de calor muito intensas e quentes, como um frio grandioso que nos faz tremer imenso. “Despimos” roupa, como “vestimos” roupa.

São meras hipóteses que nos fazem questionar o que está a suceder connosco? Com o Planeta. Com a nossa vida. Com a força incrível da Natureza.

Pesquisei, o possível, sobre os Segredos Secretos da NASA que nos dá uma ideia do fim do Mundo.

Creio, que vão de encontro ao que está a acontecer.

São meras circunstâncias de coincidências apuradas?

São “episódios” de autênticos ciclones que tememos?

Serão intervenções importantes de alienígenas que nos querem dizer algo?

Enfim, entendam como quiserem?

Apenas, me questiono sobre tudo isto.

E, isto é pertinente. De nos fazer parar e parar para pensar.

Talvez, se lerem os Documentos Secretos da NASA vos posam ajudar.

Não creio que as “coisas” surjam do “nada”.

Será que esta revolta da Natureza terá a ver com as previsões apuradas nos Ficheiros Secretos da NASA sobre o Fim Do Mundo que pesquisei?

Pensem um pouco, sim, valiosos amigos notáveis?



António Pena Gil

Saturday, December 09, 2017


Revejo-me, revivo e falo dela. Sim! Da minha infância…!



Não sei, mas nunca me despeguei da minha infância.

Revejo-me, revivo e falo constantemente dela.



Sei que nunca brinquei, como uma criança. Com os seus imensos jogos, as suas brincadeiras, as suas travessuras e as suas ilusões ternas e doces. Sempre fui demasiado sério, demasiado adulto, demasiado tímido. As crianças não! Não “são” isto que eu fui. Podem ser introvertidas, justas, sérias, também cruéis, mas brincam jogos infinitos. De infância.

                                  António Pena Gil

É Domingo!







É Domingo. Um dia pertencente à família. É um dia diferente dos outros dias da semana. Muitos, aproveitam para “falar” com Ele.



Contam-Lhe os seus problemas quotidianos mais sensíveis das suas vidas. Outros celebram este majestoso dia permanecendo em casa entregues ao descanso pessoal na Sua imensa paz e harmonia.



Convivem com os “seus” imbuídos na necessária e na sua pacatez de bem-estar. Da sua harmonia.



O meu periclitante pensamento e sentimento “voam” para outras paragens. Outros lugares distantes, mas repletos de “vida”. Gosto de criar “coisas” assim em mim.



“Coisas” inabordáveis, mas que coabitam com o meu Ser.



Penso também na família. Nos seus problemas. Na sua ânsia de existir. Na sua postura que poderá ser melhor, abarcando o Planeta imenso. Nas afetos “cheios” de sonhos por concretizar, mas que insistem em pensar  neles.



Cristo fez o que fez. A família crê Nele fervorosa e divinalmente. Crê nas pessoas frágeis e apelativas À sua grandeza inesquecível.



De postura terna e grandiosa.



E, pronto.



É um dia crente na Sua imensa Bondade entregue a todos nós.



Ciente das nossas posturas boas ou más, Ele está presente em nós e na nossa existência confusa e sem saber o que fazer mais?



Outras pessoas terão outra visão deste dia. Dos seus pensamentos concebidos em relação a este dia.



Aceito e concordo. Podem estar certos.



Desejo-vos um feliz e alegre Domingo.



Muita felicidade para os meus amigos maravilhosos que vocês são.



Sejam felizes, sim, preciosos amigos?







António Pena Gil



Sejam Felizes, sim, amigos preciosos?

“Roubaram-me” O Meu Pensamento de Há muito!

O Meu Precioso Pensamento Vagabundo.



“Levaram-me” com eles o meu pensamento. A sua delicia de ser. Dissiparam-me as ideias. “Fugiram-me” com as emoções. Nada mais me resta.

Os gestos. As atitudes já não “moram” comigo e com a pureza de mim.

Porque existem pessoas assim? Deixaram-me somente entregue a mim próprio. Ao vácuo e ao vazio que sinto.

Nunca fui uma pessoa credível. Aceite. Tudo fizeram ao meu eu para me “despedirem” de como Ajo. De como sou. De como sou e existo.

Mesmo, as pessoas por que sentia algo de precioso abandonaram-me com subtileza e magia esmiuçada de desalento e de amizade repletas de hipocrisia e de forma desmedida imparável de malvadez.

Sofro. O que vai em mim foi com a brisa do tempo imparável que sopra com força presente e sem alternativas de encanto e carinho inexistentes agora. Fiquei desprovido de tudo. De quem era amigo fiel e sem contratempos ou desvarios insensatos e muito sóbrios. Da minha humilde forma como “abraço” a vida.

Não estou nesta Planeta ao acaso. A dor é intensa e plena. Os meus sentimentos de delírios são inconsequentes e continuam a viver. A “coabitar” em mim. Com sofrimento. Com enfermidade. Com a ternura que me “dispara” a sensatez. A lucidez apurada como vivia de “anestesias” intemporais e nada precisas.

Os momentos e instantes que o “vento” que sopra com intensidade e verdade que nunca esquecerei. Conduzir-me-à rumo a uma perceção capaz e a uma sensibilidade de esquecimento e desvario meus. Tenho - me comprometido com a existência que tento encetar para cumprir. Sem desfaçatez ou desequilíbrios que surgem.

Não! Não perdi a razão do mundo.

Apenas, comporta sofrimento. Falta de identidade. Um desconhecido de mim. Não vejo ou auguro uma cura ou doença desconhecida ou inexistente. Com ou sem “anestesias” do mundo.

Apenas sei. Sei que o “sufoco” em que existo irá dissipar-se em breve. Sei que nunca será como antes, mas não fui eu o culpado. Foi o existir de franqueza e verdade. A “guerrilha” de persistência minha. Só minha.

“Roubaram-me” o Pensamento há muito!

O meu precioso pensamento vagabundo.

Até breve.



António Pena Gil

Friday, December 08, 2017

Maravilhosos Amigos:
Numa data do calendário importante e terna como é o Natal passam-se coisas incríveis de acontecerem.
A Windows de Vila Real fornece a pass-word a quem a quiser do meu e-mail. Tenho provas irrefutáveis que são vergonhosas.
O meu telemóvel, não sei como, alteram e descobrem nele a minha pass-word usando-o ilicitamente não sei como, gastando o meu dinheiro indevidamente. “Assaltam” assim o meu e-mail e sabem-no.
O e-mail da minha cara-metade também é usado para tomarem conhecimento da minha pass-word do meu e-mail que devia ser privado e só eu o próprio a sabê-lo.
No mundo que corre fico pasmado. Indignado. Revoltado.
Chego a mudar a minha pass-word três ou quatro vezes por dia.
Estou furioso. Enervado. Revoltado.
Onde mora a segurança do que dizemos que devíamos ser só nós a sabê-la?
Apetece-me dizer que tenham vergonha na cara e prestigiem a vossa profissão. A vossa Cidadania e civismo de que se deviam envergonhar.
Nâo há Cidadania nos vossos actos ou atitudes.
Será que posso descansar? Quando? Como?
Assim, não. Nunca terei privacidade e respeito se os criadores da INTERNET não tomarem uma posição drástica e uma punição exemplar desses senhores que dizem ser senhores?
Acreditando que podemos ser os construtores justos, responsáveis e sérios nas atitudes e gestos de angústia e desencanto, apelo que transmitam aos Tribunais competentes o que se passa.
Isto não pode continuar assim?
Com respeito elevado e estima forte a todos vós.
Gosto muito de vós. Só que, às vezes, nem posso dizer, franca e repleto de sinceridade e seriedade.Exijo uma indemnização.

Triste.


António Pena Gil 

Thursday, December 07, 2017


Porque gosto Tanto do Natal!



Não sei explicar muito bem porque adoro a época festiva do Natal.



Não sei. Parece que paira no “ar” algo invulgar. Algo que não acontece nas outras Efemérides. Nos outros dias. As pessoas são doces. Ternas. Invulgares de simpatia e amabilidade umas com as outras. Abrem ao mundo o seu esbelto sorriso maravilhoso nas ruas e vielas.

Em todos os lugares do Mundo Cristão.

É a “festa da família”. A Festa da ternura.

A festa do amor para com todas as pessoas. “Viram-se” para as outras pessoas sofredoras e transmitem-lhes encanto e atenção.

Dão presentes. Dão lhes importância. Dão-lhes amor. Isto não sucede nos outros dias do calendário. Mostram-se agradáveis. Puras e sensíveis.



São incríveis de bondade. De uma postura formidável e maravilhosa.

De uma conduta amiga e fraternal. De que o Planeta ambiciona e deseja.

E, os outros dias? Creio, convicto que não passam de dias comuns em que nada se faz pelos mais carentes. Doentes. Desprotegidos.

Gosto imenso do Natal.

Nenhuma outra quadra festiva me suscita maior encanto, carinho e pureza.

Sejam felizes, com a aproximação do Natal, notáveis e majestosos amigos, sim?

Dêem um pouco mais do que é usual em vós.

De  consolidação a gente mais desencantada e infeliz existenciais.  Duma vida triste e comovente de como existem.  

Essa gente apelida-se de benfeitores.

São pessoas também que tudo merecem.

Aproxima-se o Natal.

Gosto Tanto do Natal!





Natal. Dia 07.12.2017



António Pena Gil

Um Santo Natal, preciosos amigos, sim?

Gosto muito de vós.

Recordações De Infância: A Tareia Justa Que Dei No Polícia, Apesar Da Minha Pequenez!


Vínhamos em grupo. Contentes! Felizes! Talvez, demasiado eufóricos! Tudo aconteceu junto do jardim Diogo Cão, instalado perto da Escola Técnica, agora, Escola Secundária de S. Pedro, na minha cidade de Vila Real.

Cantávamos em coro, emanando e brotando um contentamento incontido, contagiante, próprios da idade. Perante a estátua do ilustre navegador português, Diogo Cão, um dos orgulhos desta cidade.

Vislumbramos, ao longe, um agente da autoridade.

O Pires, o Nóbrega, o Carvalhinho de Matos Torres, entre outros e, que eram muitos, começaram a provocá-lo.
Levantaram as vozes em sintonia, acriançadas, gritando na sua direcção: Solipa! Solipa! Solipa!

Não me agradou aquele tratamento desajustado para com o polícia e destaquei-me do grupo, caminhando mais à frente, silencioso.
E, riam-se.

Como me destaquei do grupo, eu que não emitira um único som durante todo o tempo, fui interpretado, pela distância pouco preceptiva a que ele nos observava, como regendo aquela orquestra.

Eu que estivera calado, sumido em mim próprio, sempre. Completamente inocente! Tremia, por se pensar que eu regia aquele coro, conotado com a indelicadeza do acto, daquele chamamento indecoroso e provocador ao agente da autoridade.

Entretanto, o polícia dirigia-se para nós, carrancudo e lentamente, parecendo controlar os seus passos, milimetricamente. Eu, havia avançado um pouco e o grupo também.

De súbito, junto da repartição onde o meu pai trabalhava, senti que me agarravam. Tratava-se de um agente policial à paisana.
Senti-me, frente a frente, com a lei e a autoridade, mas inocente, verdadeiramente inocente.

O Polícia na urgência de apurar o meu comportamento para fazer justiça.

Senti medo e revolta!
Sentia no meu íntimo indignação e, também sentia, que a fuga dos meus colegas, levara com eles a amizade que me unia a eles.
Não consegui controlar-me.
Atemorizado que estava com o avanço do polícia e o que ele me podia fazer, tentei libertar-me do agente à paisana. Aos gritos: - “Largue-me! Largue-me! Não fui eu!”- Reagi com impetuosidade e consegui soltar-me.

Peguei no guarda-chuva que possuía e atingiu-o com ele várias vezes, ao mesmo tempo que invocava a minha inocência.
Isto fê-lo largar-me.

Corri, então, para o meu pai que se encontrava na repartição.

Ficou perplexo, incrédulo e, perante a minha eloquência justificativa, todos acreditaram em mim. Todos os colegas do meu pai me apoiaram.
Os polícias pediram desculpa e eu fui para casa, onde mais tarde, o meu pai conversou civilizadamente comigo e aceitou a minha atitude como justificada.

Pelo canto do olho pude observar que emitia um sorriso de elogio, pela minha determinação. Senti um imenso calor protector naquele acto e na minha pequenez, motivados pela tenra idade e pela insegurança daí resultante.

Ele estava ao meu lado, como sempre estivera. Podia contar com ele, constatei com orgulho e satisfação!

Durante os dois meses que se seguiram não perdoei aos meus amigos o que eles me haviam feito. Depois, tudo foi reposto: a amizade e o companheirismo, por entre desculpas e abraços.

Contudo, permaneceu sempre presente em mim, este instante que vivi e que não esqueci, pela minha presença de espírito em repor a verdade e o saber perdoar, apesar de magoado e sofrido, pelas circunstâncias acontecidas comigo, injustamente.
Por outro lado, ficou em mim o respeito pelas forças da autoridade e um certo temor em relação a elas! Talvez seja um complexo, uma lembrança, um recalcamento.
No entanto, hoje, não posso deixar de esboçar um pequeno sorriso pela tareia que dei ao polícia, por falar verdade e ele não acreditar nem colaborar com ela.

A pureza e a verdade de uma criança devem sempre ser tidas em conta!



Pena



António Pena Gil Fevereiro de 2010. Recordação de Infância.


MUITO OBRIGADO pela vossa constante simpatia e amabilidade.
Espero que gostem.
No maior respeito e consideração pelo vosso valor precioso e imenso.
Bem-Haja, agradecido do tamanho do mundo.
Um por Um, Nunca os esquecerei.
OBRIGADO!

Posted by Pena at 7:35 AM https://resources.blogblog.com/img/icon18_edit_allbkg.gif