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Campanha do Agasalho 2009

Friday, July 20, 2018


Sim! “Habito” Em Mim Uma “Náusea” Profunda!

Sim! Habito uma “náusea” dos existencialistas franceses e que foi “disseminada” por todo o mundo. É claro que tenho que falar de Jean Paul Sartre em que me inspiro. A “Náusea” abalou o mundo. Abalou o seu ser pessoal, social e humano. O estar pessoal, social e humano das pessoas.
Fundamentalmente, “vive-se” numa zona neutra e comum que não é um objetivo ou o subjetivo. Não é o objetivo porque se subordina a uma Lei, nem é o subjetivo, pois, nós podemos encontrarmo-nos nós neles e eles em nós. É essencialmente a subjetividade do objetivo e a objetividade do subjetivo.
Foi o livro que mais me marcou e, ao mesmo tempo, mais mal me fez.
Quando vivi a minha adolescência e devorava tudo o que era o existencialismo, comecei a “meter-me” na “pele” das pessoas e, a certa altura não sabia como “sair” de lá?
As moscas ganhavam dimensão. Atrozes e existentes que eram.  
Os móveis ganhavam vida. As “coisas” tornavam-se incomodativas. Tudo era feito com uma perspetiva de estaremos vivos e presentes em nós. No nosso Ser. Foram tempos inapagáveis dos meus sensíveis estar e sentir.
Nada havia a fazer. Lia e relia. Existia num comportamento instável e difícil.
Não havia forças para pular e saltar dali. Fugir daquele “recanto” onde estão presentes inúmeras vidas. Inúmeros seres humanos. Inúmeras posturas reais que desejam existirem. Abarcar a construção dos seus sensíveis sonhos e dos seus marcantes pensamentos e sentimentos.
Existe outra obra dele que explicita como as pessoas são. Como estão na vida. Como “conduzem os seus atos. Como se apresentam perante a realidade pensada e sentida. Tendo o pensamento sempre “ativado”. Se “Acabamos” com ele, encontramos o Nada. Caímos, inevitavelmente no nada.
Foram livros “abraçados” agora com muito carinho e dedicação minha. Nunca os irei esquecer. São instantes de vida marcante. Do que fui. Do que vivi. Do que a existência me “presenciou”.
Ficará sempre um registo inapagável do que existi com a sensibilidade no meu coração, dissecando condutas impróprias, mas deliciosamente entendidas. Com aquela força e fúria de um sentir desejado.
Estes instantes já “vivem” e “existem” em todo o meu ser. Relembro-os agora, apenas e somente.
Sim! “Habito” Em Mim Uma “Náusea” Profunda!
É tudo, brilhantes amigos.
António Pena Gil
Obrigado.

“Existo” sempre lado a lado com o “Elixir” Da Minha Vida!

Tempos atrás atravessei “desertos” inóspitos e complicados do meu ser.
Hoje, venho aqui repleto de afetos e ternura para convosco. Não! Não são impuros sentimentos de apreço e alegria. Vocês há muito conquistaram a minha forma de viver “apoiados” no vosso delicioso e majestoso pensar e abarcar a maravilhosa e doce existência que me torna feliz.
“Confeciono” o “elixir” de formas úteis e capazes. De um “dilúvio” humano nunca visto. É importante e “habita-me” no meu viver em todo o meu estar. Baralhado ou lúcido. Presente na magia que vos faz.
E, eu tenho que agradecer. Sensibilizo-me com facilidade nas condutas existentes do que sou. E, sou tão pouco. Tão pouco.
Não foi fácil. Foi como uma sensação desejada do meu conforto e harmonia que difundo com verdade e sinceridade de maneira doce e convicta. Tento sempre “lutar” com o “Elixir” que me acompanha por todo o Planeta. Comporta notória e pertinentemente a minha existência aprazível e pura. Esse precioso “Elixir” vive de momentos deliciosos e adoráveis em mim. Com aquela magia do meu pensamento e do meu sentimento que concretizo, porque me pertence. Que “mora” no meu “Elixir” de sensatez, sobriedade e bem-estar sossegado e em paz com o mundo que me “percorre” tranquila e adoravelmente.
Sei que permaneço inabalável e persistente. Vivo “lutando” e “guerreando” tudo o que o meu eu significa e faz. Ouço-o. Deslumbro-o. Acarinho-o. Mitifico-o. É meu.
Com a vossa terna e deslumbrante postura aqui consigo ser eu. Consigo apaziguar toda a Humanidade, que vive em mim também. Tentando transformá-lo em magia deliciosa que é vossa.
E, isso torna-me imbuído de um ser desejável e perfeito para o vosso encanto e excelência do que profiro e expresso.
“Existo” sempre lado a lado com o “Elixir” Da Minha Vida!
Ambicionado, somente, fazer-vos majestosos e imponentes de verdade. Ternos e simples. Autênticas e Lindas. De grandiosa graciosidade visível e presente. Agraciada como seres humanos admiráveis e fabulosos.
Torna o meu pensamento bom, juntando a “avalanche” dos meus sentimentos que são para vós. São importantes. Imenso.
Obrigado, amigos.
É tudo.
António Pena Gil

Wednesday, July 18, 2018


Os “Illuminati” Sempre “Travaram” A Religiosidade Das Famílias Em Todo O Mundo!

Os “Illuminati” defendem a intromissão dos seus membros Satânicos no seio da Igreja católica tentando adquirir e anunciar uma nova Era. É uma sociedade secreta que se pode apelidar de a mais conhecida entre todas as seitas ditas secretas em todo o Planeta.
Os Illuminati possuem uma visão científica do mundo contrária à da Religião Cristã que explicita a crença do surgimento do Mundo através de Adão e Eva e do “fruto proibido do pecado.”
Os Illuminati da Baviera foram um movimento de curta duração dos seus autointitulados livres-pensadores, o ramo mais radical do Iluminismo.
Na Baviera, onde o Eleitor Maximiliano, José III de Wttelsback foi sucedido em 1777 pelo seu herdeiro Carl Theodor a organização não durou muito até ser suprimida pela polícia sob acusações de conspiração em 1784, o governo bávaro baniu todas as sociedades secretas incluindo os Illuminati e os maçons.
A estrutura dos Illuminati desmoronou logo, mas enquanto existiu, alguns intelectuais influentes se contaram entre os seus membros. Eles eram recrutados principalmente dentre os maçons e Ex - maçons que juravam obediência aos seus Superiores.
Creio que os “Illuminati” sempre defenderam aguerrida e convictamente as suas fundamentações regulamentares e estruturais e os seus membros dedicados a eles.
Por último, resta mencionar que os Illuminati, foram uma seita focada num dos livros do escritor afamado Dan Brown, excelente sabedor desta matéria e expressa num dos seus fabulosos livros, que “confecionou” admirável e brilhantemente.
Os “Illuminati” Sempre “Travaram” A Religiosidade Das Famílias Em Todo O Mundo!
É tudo.
António Pena Gil
Obrigado, amigos de sempre.

Desde Que Me Assumi Como Um Contador De Histórias Que Me Reconheço!

Todos os dias que me apercebo de que venho aqui sinto-me no bem-estar, na harmonia, na paz e no sossego imensos.
Este Blog é meu. É precioso e valioso por sentir o meu baralhado e confuso “estar” que vivem nele. Profiro e digo “coisas” cúmplices do Firmamento existente lá no “Alto”. Com amor e muita paixão.
Dediquei a minha vida a contar histórias. São “documentos” preciosos e valiosos que me pertencem. São do meu “eu” e direcionados à Humanidade para que existo. Para mim constituem a formação de notoriedade e agradabilidade que me percorrem e me segredam a ternura e encanto das pessoas que me leem. Que vivem no meu sonho há muito ambicionado e desejado.
Sei que sou complexo e existo nessa complexidade que me define e me protege. Vivo a minha vida contando histórias. São histórias reais saídas do meu ser sôfrego e existente sentimento e pensamento que me definem.
Como gosto de viver e ser assim. Sim! Deste jeito e desta maneira. Tenho o cérebro repleto de queres e emoções. Lembro-me e relembro-me como uma “alavanca” que oscila para baixo ou para cima quando estou mal ou bem.
E, hoje, sinto-me instável. Distante de tudo e todos que constroem o meu sentir e o meu ser.
Não! Não existo no “comércio” das eternas palavras que são minhas e pertencem-me. Não concordo com o valor económico de um “negócio” delas. Leio e escrevo somente por estar presente e vivo. Nada mais me diz respeito. Nada mais faz o que desejo para mim e para os “meus”. São mais pertinentes em todos os domínios que “confeciono” com delícia e gosto de simplesmente “despejar” com sensatez e sobriedade, ideias e sentires que lhes transmito com alegria e felicidade por os ter comigo. Por “morarem” no que sou.
E, escrevo. Escrevo. Escrevo. Por vezes, dou um “salto” grandioso para as estrelas e o Céu Dele. Não é fácil, mas faço-o pelo amor e ternura que vão neles sem equívocos ou dúvidas. E, gosto tanto de os ter lado a lado. Com beleza e com sinceridade que me “desenha” de forma constante e responsável.
Gosto de me “evadir” ao seu encontro por difundirem e brotaram um encanto grandioso deles.
As letras suam quando as delineio com astúcia e transcendência que me fazem.
Sim! Sou isto somente.
Desde Que Me Assumi Como Um Contador De Histórias Que Me Reconheço!
É tudo.
António Pena Gil
Obrigado, amigos de sonho.

Tuesday, July 17, 2018


Para Os Meus Filhos É Também Para Todas As “Mães-De-Açúcar” Do Mundo!

Uma mãe é imprescindível no Mundo inteiro pela doçura e ternura que deposita nas pessoas. E linda. Afável. Maravilhosa. Está sempre presente com o seu coração majestoso e sensível difundindo carinho. Amor. Paz.
Sim! Pelo “Universo” mágico e sincero que as faz notáveis e fantásticas. Com um coração doce, grandioso e a obrigação de ser eterna. Deus “abraça-as”, constantemente, de formas fabulosas e ternas.
Uma mãe vê-se pela magia sublime do seu ser perfeito e agradável. De gigantesca conduta de excelência.
Quem não gosta de ter uma mãe, entrincheirada de afeto e afeição que transmite por todo o lar? Para toda a família. Pelas outras mães. Pelos filhos, para ela, sempre sensatos e sóbrios, no agirem. Formula conselhos. Equaciona soluções para tudo. “Abraça” e comove tudo e todos.
Delineia amor e sinceridade nos atos sossegados e tranquilos do seu Ser.
Os meus filhos adoram a sua mãe. Como eu adoro também ela, mãe dos meus filhos. Também não omito de si a minha mãe. Chamam à Avó, que é minha mãe, de “Mãe-de-Açúcar.” É tão…tão lindo. Como eles o são.
Façam algo pela vossa mágica mãe. Ela é do mais puro que existe no Planeta inteiro. No Mundo imenso.
E, vejo a minha Mão tão frágil e insegura agora sozinha, sem a cumplicidade e seriedade do meu admirável e mágico pai que “partiu” há já um ano? Não a largo, sabem? Merece imenso, merece todo o afeto, que lhes pudermos dar e difundir. É maravilhosa.
Aliás, todas as mães do mundo o merecem. Sem esquecer ou emitir uma só Mãe que seja.
Todos os dias deveriam ser e existir no Delicioso Dia De Todas As Mães.
Para os meus Filhos e também para todas as “Mães-De-Açúcar” do Mundo! “Mãe-de-Açúcar” que é minha Mãe e Avó ternurenta deles.
Seria perfeito. Seria extraordinário. Seria sublime. Existirem eternamente junto de nós. Como faz falta uma mãe? Doce. Linda. Maravilhosa. De deslumbre gigantesco. Que nos abraça. Que nos comove. Que nos sensibiliza.
Adoro a minha mãe. Adoro a minha cara-metade, mãe dos meus deliciosos e notáveis filhos.
É tudo.
Até amanhã.
António Pena Gil

Obrigado.