Contribua para a Campanha do Agasalho 2009

Campanha do Agasalho 2009

Tuesday, November 21, 2017


O Meu Mundo Pessoal



A minha vida é algo incomum. Sinto-a em mim. “Atiram-me” para o céu que não é meu. Com majestade. Com adoração e gosto. Aqui não faço nada de nada.

Sim! Nunca governei o meu EU.

No entanto, é incapaz, ainda, de realizar o que me pedem que seja.  

Que faça. Que dialogue. Que fascine. Que ame. Que divague.



Digo “isso” que é com o meu Universo pessoal. Tarefa dele. Intransmissível. Que “mendiga” vida. Pura. Terna. Fantástica.

Converso inúmeras vezes com Deus. Digo-Lhe que me “despacharam” para Lá Cima.

Fica indiferente e absorto No que faz. Com significação. Com pureza e encanto a que assisto.

Procuro tratar bem as pessoas. Sim! São “anestesias” do diálogo prodigioso e vulnerável. Imensos Seres Humanos de sonho e de sublime estar sossegado “agarrados” e “abraçados” à vida.



Todos aqui fazem grandiosos atos de sublime e admirável ver a ternura do mundo quando me “encho” gigantescamente nos meus gestos e nas minhas atitudes. Fantásticas e minhas.

Porque existo? Sei lá. Ninguém me vê “partir”. Sei que me preocupo com todos os seres vivos de sonhar. Em que tento ser notável e atencioso pela ternura na afirmação com/para elas.

Esse vácuo e vazio não são para vós. Eu é que às vezes “meto-me!”. Bem aconchegado aos afetos que possuo. É seguro e nunca me consternaram. Nunca me repreenderam pelo que faço ou não faço.

Pelo contrário sou muito feliz e ainda tenho forças para agraciar. Sim! Todos os Seres Humanos admiráveis. Se não o fossem gostava deles também.

Apenas não desejo ser frutos de inconveniências. Violentas. Agressivas.

Do Planeta, acima dos “disparates” que acarinham e dialogam. Sem serem sensatos. Sem serem vis e maus.

Blasfemam falta e ausência de afirmação. Que fariam eles? Penso que já não me “atirariam” para o Céu. De “encontro” a ele. Com fúria. Com força. Com desespero.



Não seria justo. Não seria plausível. Não seria pertinente num murmúrio de sensatez e harmonia com eles.



Eles e eu “abraçamos” o mundo com arrojo pleno e forte, este local à parte no tempo. Imbuídos de força e encanto.

Digo isto enquanto estou vivo. E, sinto-me existir. Com vida que dou à vida.

Sinto-me “cavalgar” para lugares incertos e feitos para os relógios impotentes de o estagnar. Parar.

Giramos. Com agitação. Com incredulidade vista nos globos imensos do tempo.

Dá voltas e voltas e não “conserta” o tempo necessário e urgente de nos despedirmos de “cá”.

Às vezes, ficamos com cabeça para baixo e para cima. Ah, gravidade, como fazes falta para girarmos.

Se não fizesses parte do Planeta dávamos um “tombo” monumental e grandioso. Seria o fim.

O fim da vida. O fim do Mundo. O fim do tempo.



António Pena Gil



Sejam felizes, sublimes amigos de notabilidade, sim?

Gosto imenso de vós.

Sunday, November 19, 2017

Sinto Um vácuo E Um Vazio Em mim! No Meu Interior.


Quando “visto” com ternura o mundo sinto-me um vácuo e vazio dentro de mim. Inexplicável. Incompreendido. Agito-me. Divago. Amo com amor. A magia do meu ser é aprazível. Assente há muito no que sou. No que virei a ser. “Acomodado” no meu pensamento que vive de sentimentos. Sentimentos graciosos e inapagáveis. Fazem parte da vida.

Do meu Eu insatisfeito. Já me inquiri, imensas vezes, o que faço aqui? Neste inóspito local de ninguém. De vida que não é para mim. Sou demasiado inibido e envergonhado no palco social da amargura e da melancolia. Sinto -me espetante e ansioso. Sempre! Nunca manifestei ou interroguei ninguém quando penso. Procuro-me. Apenas, me percorro. Sempre: No misterioso ser pleno de vida. No seu “abraçar” doce. Cristalino. De pureza. De encanto. De beleza. Esta vida é tão importante?

Já repararam? Caio nas “metáforas” existentes do meu ser. inquieto e “enche-me” e preenche-me com afago e pureza. Gosto imenso quando o fazem. Delicia-me. Espanta-me. Gosto da minha vida e da sua significação. Linda. Harmoniosa. Que se preenche tão facilmente. E, as pessoas continuam a gostar de mim. Não me esquecem ou atiram para o lixo o que faço com um coração aberto e recetor de todos. São 5 horas da manhã que o relógio do tempo indica. Para mim, já é tarde. Busco o meu sentir por todo o lado. Rodeiam-me. Atiram-me com a vida. Uma vida existente e assente em sentimentos ternos. De delícia. Encanto. Também só sei fazer “isto”. Visto tudo isto sem sequer pestanejar. Agora é meu. Nunca “vestiria” o Céu intransmissível do que sou. Seria falsear o que sinto. Na verdade gosto muito de todos vocês. E, é por isso que escrevo e desenho, carinhosamente, o mundo.

O meu mundo que é para todos vós. Feito. tentando encantar docemente e aprazivelmente o que faço aqui. E, por hoje chega. Está bem?

António Pena Gil

Peter, Paul and Mary -Puff The Magic Dragon

Valiosos Amigos:
Ouçam se assim o entenderem.
É pura e simplesmente sublime e de excelência.

Sempre a gostar imenso de vós.
Sejam felizes, sim?

António Pena Gil

Monday, November 13, 2017



http://1.bp.blogspot.com/-t38ZS7KP6Dw/TqS7CrHx61I/AAAAAAAABT0/4O4bXDi8vLs/s320/convite_Professor20x10cm.jpg

Ficaria feliz com a vossa presença. No maior respeito. PENA



Necessito de me expressar.

Refugio-me nas palavras com fervor. Dedicação.

Converso sobre a solidariedade com elas.

Sobre a vida porque lhe dou vida. Sempre!

São doces. Lindas. Tão simpáticas e aprazíveis.

Sabem, reconhecem-me. Sabem quem sou?

Sou eu que lhes peço, com amabilidade, que me falem. Elas conversam, conversam.





Contam-me como vivem. Contam-me como respiram.

Enfim, as palavras são mesmo assim.

Vivem e respiram. Sentem.

E, eu sinto-as. Dou-lhes um valor precioso. Dou-lhes e concretizo os seus apelos.

Não podem estar quietas. Não querem. Não admitem ou consentem.

Mexem-se. Agitam-se.

Bailam com amor, em mim.

Uso-as com frequência quando sonho.

Agarram-se a mim, as palavras, e pedem-me atenção. Pedem-me que eu sonhe. Sonhe com elas. E, eu sonho.

Dou-lhes toda a minha atenção como num sonho belo. Puro. Quando eu sonho.

Com uma paixão. Indescritível!





E, eu sonho muito. Até exageradamente.

As palavras sabem preencher as pessoas. Preenchem-nas quando sentem. Quando vivem. Quando amam.

E, amam também.

Moram alojadas lá nos seus corações doces.

Habitam as emocionais habitações dos Seres Humanos.

Metem-se nas suas cabeças quando contam histórias belas.

Histórias alucinantes de ternura.

De um paradisíaco sentir. Fascinante.





Conto sempre com elas. Não! Não as conto. São imensas!

Deslumbram-me. Acariciam-me. Afagam-me.

Vou-lhes contar um segredo que lhes segredei: Elas fazem parte do que sou.

Porque razão não lhes daria a  atenção que elas merecem?

São demasiado importantes para mim.
Preenchem o meu inconstante Ser. O meu inconstante pensar. O meu inconstante sentir.

Talvez, me compreendam em absoluto. Talvez, elas compreendam o que vai em mim.

Quando as uso, nunca sinto fadiga ou cansaço.

Convidam-me sempre para o "baile" delicioso que encetam no meu olhar. O "baile" delicioso do meu sentir.





As palavras "bailam" como princesinhas no melodioso compasso da minha vida.

Sim!

Sem elas, sem a sua imensa doçura, não sobreviveria.

Vou sempre ao "baile" lindo que encetam no meu olhar.

Maravilham-me. Encantam-me.

Como?

Por simples magia arrebatadora de carícia que vai nelas e eu gosto. Tanto? Imenso!

São imprescindíveis.

Escuto-as. Mesmo quando estão silenciosas. Mesmo na alegria como as vejo.

Vou sempre com elas para todo o lado.





Como nunca visto vivem e sentem.

Habitam o sonho irreal que não prescindo.

Amo-as, as palavras!

Tenho-as sempre bem presentes no meu coração, as palavras com que falo docemente às pessoas.



PENA 



Pena. "As Palavras". 2008. Abril.

Sunday, November 12, 2017


Um Sorriso Para Todos Vós!



Gosto de sorrir. Não! Não gosto de rir.

Um sorriso revela-se mais “composto” Rir há uma sensação “descomposta” do Ser Humano. Uma hilaridade de“descontrolada” atitude.

Que me lembre já há muito nunca dei uma gargalhada. E, sinto-me bem. Sinto-me com o meu eu comedido.

Organizado. Assente bem ao meu gosto.

Outro dia, uma pessoa que me é muito afável disse-me que devia rir mais vezes.

Sou-vos sincero. Detesto rir. Sorrir, sim? Surje mais a meu gosto sem hipocrisias ou desvarios.

Retorqui-lhe que não consigo. Por mais esforçada atitude que faça sem controle de mim.

Adoro ser assim. Sinto-me melhor assim. “vivo” e “existo” mais como quero ser.

Sou uma pessoa aceite na seriedade de mim e do que sou.

A pessoa séria que manifesto sorrindo diz tudo. Tudo. Em que abarco uma personalidade com ternura. Beleza. A minha harmonia e bem-estar.

Para quê “gargalhar”? Só revela uma emoção que se “veste” de autenticidade e verdade falsas e de desconexão de mim. Sinto-me comedido e com a sensação em que vejo a minha deliciosa Alma com uma carinho verdadeiro.

Nunca viveria, no presente e no passado, com um rir.

Adoro “abarcar” um Planeta sorrindo. Somente sorrindo.

“Rir” desorganiza-se e desmancha-se numa descomposta sensação inexistente na vida que evito.  

Para além disso revelo muito de mim e do que efectuo aqui.

Gosto de sorrir, não, rir.

Está bem assim?



António Pena Gil



Sejam felizes, sim, deslumbrantes amigos?

Saturday, November 11, 2017


Nunca Agi Ou Reagi Ao “Acaso” Na Minha Vida!



Tenho emoções. Possuo sentimentos. Vivo com os meus pensamentos.

Penso que sei o que são em mim. Nunca tive necessidade de repreendê-los. Chamar-lhes a atenção. Denegrir a sua pureza como existem em mim.

Quando se sobressaíam exijo que sejam mais modestos. Mais humildes. E, eles acatam muito bem.

“Refugiam-se” com pacatez em mim e no que são, envergonhados.

Conscientes que agiram mal. Errarem. São unânimes no seu encanto e ternura.

Fazem, somente, o bem às pessoas.

Fazem bem ao Mundo deles e dos outros.

Só se sentem bem “vestidos” de beleza e pureza. Que são seus.

Nunca tive a pretensão de os “prender”. “Agarrá-los a mim. Não! Existem à solta de mim.

“Passeiam-se” livremente de bem com eles e com o mundo inteiro das pessoas. Fazem o bem. Nas suas atitudes e condutas.

Com a intenção, sempre, de auxiliar e auxiliar as pessoas com determinação e humildade.

Nunca fazem um “balanço” do que fizeram ao mundo deles e dos outros? Não necessitam de o fazer.

Era incapaz de lhes exigirem de fazê-lo. Jamais o faria. Sei, perfeita e verdadeiramente o que são e como são. O que fazem e o que não são.

O que vivem e não vivem. A sua tristeza e desencanto. A felicidade e alegria que lhes proporciono agindo assim como agem.

Sempre por bem.

Não! Não sou como alguma gente pensa que sou?

“Luto”, com fervor e dedicação o que me parece justo e sensato. “Desdobro-me” intensa e plenamente para o conseguir. Sim! No meu Ser.



A sua forma de eles serem e como “passeiam” as minhas ideias e os meus sentimentos tentam apenas justificar-me no Planeta imenso em que “habito”.  Ser o que sou. “Ajudar como ajudo”.

Nunca fui chamado à atenção de proceder mal.

Tento, apenas ser feliz. Transmitir aos outros. Sim! O encanto de viver.  

“Abortar” e irradiar de mim o “mal”. A “maldade” como a vejo e sinto. Nada mais.

Nunca agi ou reagi ao “acaso” na minha Vida!



António Pena Gil

Sejam felizes, sim, Amigos maravilhosos?

Thursday, November 09, 2017


Subi A Muito Custo A “Corda” Da Vida!



Não foi fácil, a minha vida. Tive que subir a muito custo e amargamente, a “corda” da vida.

Quando fiquei desempregado um ano, prejudicou-me imenso. Foi, então, que agarrei a vida, a minha vida, com tenacidade e um vigor desmedidos. Sentidos no arrojo. Na valentia e garra a que me “agarrei” até aos dias de hoje.

Consegui “trabalho” com aquela força e coragem tateando, progredindo lenta e calmamente, palmo a palmo. E, atualmente posso dizer que ganhei todos os seus desafios. Tacteei “vestindo-a”, sim, a vida, determinado e convicto que iria ser um vencedor. Um vencedor sem hostilizar ninguém, sem prejudicar ninguém. Ajudando. Dando-lhe valor. Dando-lhes a minha amizade. A minha existência feita de “altos” e “baixos” com que consegui viver, sempre com harmonia, sossego e paz.

Tudo o que sempre ambicionava e desejava na minha vida.

Hoje, aqui, comodamente sentado, no meu refúgio desconhecido de todos, revejo todo o meu pleno desempenho feliz e gratificante no percurso difícil e arrojado que efetuei.



No percurso que fiz, pela existência de formas agradáveis e perfeitas conseguidas.

Sou uma pessoa realizada e a família que “formei”, foi oriunda da “mestria” do que hoje sou.

Foi uma luta brutal e potente entre autênticos e verdadeiros “Titãs”, mas consegui vencer essa luta desigual e esfrangalhada.

É por isso que gosto imenso Dele. Ajudou-me. Auxiliou-me. Fez-me.

Talvez, seja por isso que falo muito Dele e com Ele.

Hoje, penso eu, sou respeitado. Amado. Idolatrado. Convicto da minha sensibilidade comovente e, da “vitória” que me faz hoje existir.



Sim! Porque foi minha, a vitória custosa e difícil.

As minhas mãos tremem. O meu ser também. O meu estar presente é harmonioso e promissor. No contexto da minha existência que é totalmente posse minha.

Subi a muito custo a “Corda” da minha vida!

António Pena Gil

Sejam felizes, amigos de fascínio, sim?

Gosto muito de vós.

Carta a Deus.



Oh, meu Deus há quanto tempo que não Te vejo? Sim! Sei que tens muito que fazer?

“Isso” tem que ser reparado. Sim! Eu sei que Tu és meu amigo.

Olha, sem ter grande apreço pelos Teus representantes na Terra, gosto muito de Ti.

Sabes, meu Deus, tive que, como força das circunstâncias,  que “encher-me” plenamente de vida e fui ao Teu encontro aqui no Planeta que é Teu.

Não! Fi-lo apenas porque tive de o fazer.

Estás triste comigo, é? Não! Também Te adoro. Sabes bem disso.

Apenas, gostava de te Ter mais tempo a meu lado. Sim! Mais tempo ao pé de mim.

Tenho tantas saudades de Ti, que ficarias admirado. Sim! Gostaria que os Teus passos de ternura abarcassem mais tempo para mim.

Não! Não tenho grandes problemas que Tu possas resolver? Apenas sinto saudades Tuas. Tenho-Te no meu pensamento. Eu sei. Tens tanto a fazer neste Mundo.

Afagas-me sempre de encontro ao Teu coração lindo. Puro. Majestoso.

E eu fico emerso de alegria e felicidade quando O fazes.

Acredita, que podes fazer imensas atitudes no Teu “seio” grandioso. Sublime e de atenção para o que sou. Para O que significas no mundo de hoje.

E, eu agradeço-te imenso.

Houve uma altura que estavas mais tempo comigo. Não! Nunca fazias-te esquecido ou “distraído” de mim.

Parecias, até de bem Contigo. Gostavas tanto.

Eu desejo-Te ver também junto daquelas pessoas sofridas. Daquelas pessoas que Te apelam e, que, junto delas Lhes suscitas bem-estar e alegrias com a Tua majestosa, importância e excelência importantes.

Muito importante e, acredita, eu fico deliciado e maravilhado.

Mas, esqueces-Te de certos gestos de amor com elas em tempo e condutas necessárias e que se tornam imprescindíveis.

Tens que Te solucionar. Tens que “vestir-Te” de tantas existências que necessitam de Ti e “parar” o Teu comportamento vivido na “distração” por teres tanto que fazeres.

Olha, amigo Deus, a minha família adora-Te como eu Te adoro.

Peço-Te que nunca nos Esqueças, sim?

Precisamos imenso de ti, Sabes?

Não da Igreja e dos seus valores que não funcionam bem, acreditas?

Necessitamos de Ti, somente.

Até sempre, adorado e divinal amigo Deus.

Jamais, apesar da Tua “distração” constante, gostamos da Tua presença também ao nosso lado.

Adorei fazer-Te este apelo no mais profundo gesto de Amor e de carinho que nutro por Ti.

Até sempre, majestoso e ímpar Deus que “moro” em ti. Com encanto, ternura e beleza.

Obrigado por Seres assim.

És magnificente e sempre Bem-Vindo em mim.

António Pena Gil



Sejam felizes, amigos de sonho, sim?

Tuesday, November 07, 2017


A Harmonia E O Bem-Estar Que Me “Habitam”, Distribui-o Por Vós.



Converso imenso comigo. Com o meu eu sempre pronto em me ouvir. Com o meu Diário fantástico. Convosco e com o vosso encanto. Que sinto no que sou. Com aquela tenacidade. Arrojo. Que só vós possuem.

Adoro pensar a vida. As suas alegrias. As suas tristezas. As suas marcas de bondade. De tirania doente que se me escapam porque, algumas vezes, são inapeláveis de sofrimento e dor.

“Atiram-nos” para o seu inapelável mundo onde “moram” com sombras de infelicidade marcantes e desumanas.

Porque vivem também em mim? A sua fúria tem que ser debelada com um grandioso humanismo e, uma seriedade sólida e plena.. “Vestidos” de solidariedade de autêntica de ternura gigantesca.

A Amizade é imprescindível em todos os domínios do Ser. Assente em bases sólidas do querer. Do discernir. Do fascínio de atenuar a dor e aos maus tratos dos que nada são.

E, estes, são inúmeros. Imensos. Que vivem ao acaso do existir sem nada que os ajudem a suportar o abandono social e falta de amor social e familiar a que se sujeitam por serem como são.

Sem poder fazer muito, tenho-os “alojado” de encontro ao meu peito por serem como são. Assim, sem nada. Sem ninguém.

Toda a gente fala deles. A ação tarda. E, tem caráter de urgência pronta e imediata. Eficaz.

Que lhes dê dêem de novo a ternura e o carinho sociais, pessoais e humanos a que têm direito. Um direito que lhes assiste.

E, vivem. Todos. Alcoolizados. Alucinados por sofrerem tanto abandono existencial na sua sensação de desamparo no “palco social” do existir e do Ser.

Apenas, chamo-vos a minha atenção. Uma atenção neles e, por eles, que necessitam de muito amor. Ternura. Carinho. Afeto.

A sociedade ainda não viu isto?

A Harmonia e o Bem-Estar que me “habitam”, distribui-o por todos vós.





António Pena Gil



Sejam felizes, sim. Amigos?

Necessito de Conversar. Dar vida ao Que Sou!



Quando contemplo o Alto, a felicidade e alegria invadem-me.

Como é Majestoso e maravilhoso. Adora-me, esta atitude fugaz, mas imprescindível.
Necessito de lhe dar valor. De o concretizar dando tudo o que valho que é doce. Muito belo e doce.

Não preciso de justificar este procedimento e estar vivo. Capaz. Porque me fascina e enternece.

Os meus amigos preciosos aceitam este gesto sussurrando-me baixinho a sua concordância que tudo entende.

As pessoas são tudo para mim. Acarinham-me “distribuindo” afeto no que sou. E, existo, ainda.

As palavras que expresso “atiram-me” num convívio convosco.

“Atiram-me” para o real, imenso de ternura e uma capacidade de sonho. Existe uma cumplicidade fantástica. Uma seriedade que me “abarca”. Uma responsabilidade de que sou feito.

Tenho imensa veneração e delícia do meu Ser por estar sozinho. Embora, sejam “mistificados” pelo que sou.

Às vezes expresso que preciso de vós e do vosso encanto de deslumbre e arrebatamento por vós serem assim. Maravilhosos. Sem maldade. Confiáveis.

Tenho uma família que me “habita” de simpatia e absoluta dignidade do meu carácter que me preenche no vosso “colo” protetor e de afago.

Gosto muito de vós. Agem na “excelência” da vossa ternura mágica e enternecedora para comigo que louvo e agradeço.

Sim! Agradeço a vossa “construção” compreensível de viver a vida. De suscitar que vá ao vosso encontro. Seria magistral e muito lúcido de um fascinar de bem-estar e admirável.



A vossa presença nunca causou cansaço. Sempre foi de um “mistificar” profundo. Só vosso! Que me provoca adoração e beleza.

Que comporta tudo de belo e puro vosso. Que age sublime e “vestido” de agradabilidade de significação adorável. Que me orienta. Que devo fazê-lo. Com imediata sensação de maravilhar.

Conversar convosco com um sentimento e pensamento que estão e são válidos de muita preciosidade na minha doce Alma que me faz e que vive de pureza por estar aqui.

Necessito de conversar.

Sim! Com o vosso encantador dialogar de sonho que necessito e, que me vai auxiliar neste Planeta e nesta vida que vós me fazeis de pureza terna.

E, eu, agradeço. Convicto de felicidade e harmonia.

Até sempre, amigos extraordinários.

Necessito de falar e faço-o aqui. Neste recanto ausente e que, se calhar ninguém conhece.

Até sempre!



António Pena Gil



Necessito de Conversar. Dar vida ao Que Sou!





Sejam felizes, sim, admiráveis e fabulosos amigos.

As vossas atitudes, para comigo, enternecem-me.

Obrigado, vida.