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Campanha do Agasalho 2009

Friday, May 25, 2018


Um Simples Registo: Quando Fui Animador Cultural Na Extinta Casa da Juventude de Vila Real!
Relembro.

Eram oito horas da manhã quando o Jipe da Instituição parou em frente da porta da Casa da Cultura de “minha” Cidade maravilhosa e muito bela.
O diligente e respeitador condutor chamou-nos para o seu e, nosso rumo, de deslumbre imenso que significava uma deslocação a Montalegre/ Vilar de Perdizes.
A nossa missão era o contacto com a sua Associação local como também efetuávamos com todas as associações que nos contemplavam com o seu encanto e beleza. Na nossa ajuda. Na nossa presença. Nas suas atividades que também faziam parte de nós e dos objetivos positivos com que sempre as privilegiávamos com o nosso empenho e dedicação.
 Com determinação e solidariedade na sua entreajuda necessária e preciosa.
Quando chegamos fomos recebidos de forma simpática e amável pelo nosso anfitrião que era o Pároco local.
Após visitarmos a sua casa que possuía à entrada um pequeno lago artificial onde um pequeno rapaz executado e confecionado de forma artificial, com preceito e majestosamente e que fazia as suas necessidades físicas que não podia reter ou ocultar, de forma constante e inimperruptil para o este “lago” artificial.
Após curtos instantes encetamos uma viagem pedestre até à “discoteca”, criada por ele para os jovens e menos jovens divertirem-se e conviverem.
Era estranho este Padre. Não parecia um Padre, mas, sim, um benfeitor existente fora do tempo/espaço como vivia.
Este fantástico e moderno Pároco local parecia sabedor e conhecedor de todos os mistérios em que acreditava. Era crente na “Medicina” natural, através de plantas e ervas salvadoras de todos os males das pessoas ali. De todos os locais do mundo.
Tornou mais tarde este local afamado, não só no nosso país, mas que se estendia a todo o Universo de crentes naquilo que ele fazia e sabia curar através da sua imponente e magistral “terapia” que Deus lhe deu.
Uma “terapia” saída da terra.
 Muitos visitantes aí acorriam para se tratar, recorrendo aos conselhos e “efusões” executadas por ele num momento fascinante e de magia de Deus.
Vilar de Perdizes tornou-se um local conhecido e aprazível de curiosidade e passagem obrigatória. Sim! Pelas “mãos” mágicas deste Padre fabuloso.
Como desfecho final desta visita de sonho assistimos a uma “luta entre Touros” de duas aldeias circunvizinhas desta aldeia pacata e com muitos segredos a revelar.
Creio que disputavam a supremacia e hegemonia das duas aldeias dali. Quem vence-se seria soberano e retinha o poder grandioso sobre a aldeia vencida. Era melhor.
 A aldeia vencedora saía em glória e força disputada com valentia e o desejo de se superiorizar à outra em todos os aspetos. Para satisfação de todos, houve um vencedor numa atitude feroz e brutal de força imensa e intensa.
Regressamos já tarde. Foi um registo ímpar na minha vida. Que vale a pena recordar.
São tradições diversificadas existentes e, de há muito, de um povo fabuloso e admirável: O Povo Português!
Foi Um Simples Registo: Quando Fui Animador Cultural Na Extinta Casa da Cultura da Juventude de Vila Real!
Relembro.
António Pena Gil
Obrigado, majestosos amigos de sonho.

Thursday, May 24, 2018


A Minha Existência Existe!

Todos os dias sento-me numa tosca cadeira e numa mesa que vivem. Vivem e sentem o mundo.
A minha conduta justifica-se quando a expresso. Quando dialoga comigo. Quando me afaga e me abraça. Sim! Com paixão. Com determinação grandiosa. Protege-me. “Apaixona-me” numa identificação viva que existe.
Divago sobre tudo um pouco. Faz-me ver o Universo de maneira clara. Sem omitir ninguém. Permanecem lenta a aprazivelmente, neste mágico e doce viver.
 Que delicia. Que me faz sentir de bem com Ele.
Quando toco os meus sentimentos e emoções “arrebatam-me” de pureza e encanto. Posso fazê-lo, sabem? Os sentimentos são meus. As emoções que acarretaram um imenso bem-estar e tranquilidade plenas e absolutas. Que adornam e descrevem, “meigamente” o meu Ser justificado. Está presente sempre. Lado a lado comigo. Constantemente difundido fascínio e excelência.
Existo no pensar das pessoas. É tãa bom pensar que me sento “fustigado” pelo meu existir. Pela brisa benfazeja do meu eu consciente.
Como acredito nesta sensação. Num conjunto de sensações. Num “povoar” o Universo com beleza e ternura.
Enquanto existir será a minha eterna cadeira e será a minha mesa de sempre. Só assim, deste modo, desta maneira tentarei perceber, compreender o que vai em mim.
O meu desejo de tocar o tempo. De me comover e de me fazer sensibilizar. Por ser belo. Por ser ímpar. Por ser de perceber a sobriedade de como falo e conto, sem parar ou interromper o meu dedicado pensamento.

A Terra evolui e progride aos meus olhos de encanto e paz.
Não! Aqui, “escondido”, do viver posso alterar tudo o que vai em mim.
Consigo discernir o bem e o mal.
E, constantemente e pertinente, dou vida ao bem. “Eternizo-o” agradavelmente existente no meu existir. Sinto um conforto desmedido em poder optar. Afinal estou Cá ainda.
E, tudo isto fica expresso na amizade determinante e muito meiga com que vos venero.
A Minha Existência Existe!
Obrigado.
António Pena Gil
Gosto muito de vós.

Wednesday, May 23, 2018


Vivo Em Felicidade!

Quando a Felicidade me “bate à porta” abro-a de imediato. Essa, felicidade coabita comigo. “Granjeei-a” há muito. “Moro” lá, nessa atitude que abarca pessoas de fascínio e de plena harmonia e paz. Em bem-estar.
Debruço-me, perante ela, perante o meu pensamento, perante o meu sentimento. Perante o encanto e ternura que me faz existir.
Sim! Adoro esse estar do Ser que sou.
Não! Agradeço a sua plena presença de magia pura quando eu sou eu. Parece agraciar-me. Guardar-me. Afagar o meu gigantesco sentimento.
Permanecer perante a minha grandiosidade que me assiste e assiste ao vosso desbrochar sensato, notável e de perfeição que sóis e me suscita fazer-vos uma vénia verdadeira e autêntica. Sim! Uma vénia principesca. Das verdadeiras que agem com o coração visível e de notoriedade em que me entrincheiro, convicto por amar.
E, passou-se imenso tempo no Planeta que tudo vê. Sem a vivência sonhadora que permanece comigo sempre lado a lado. Gesto a gesto. Atitude a atitude. Sentir com um sentimento majestoso ímpar de deslumbre e de maravilha que fizeram sobre o meu eu ignorado, mas presente em mim há muito.
A essas pessoas sublimes e de ternura devo-lhes tantos favores de gratidão sincera. Que causam e justificam o meu “choro” de eterna conquista e apreço. Por gostar de vós.
Sim! Por serem lindos e sentidos nos meus actos de beleza e encanto que são para vós. Simplesmente por estar convosco. Pela amizade eterna. Pelo carinho como se eternizou no tempo.
Por “mistificar-vos” assim. Com veracidade e fidelidade.
Não vos esqueço ou omito do meu eu complexo e distante. Por ser cristalino e por ser límpido perto de Deus.
Vivo Em Felicidade!
Obrigado.

António Pena Gil

Gosto muito de vós.

Tuesday, May 22, 2018


Falando com Deus
Oh, Maravilhoso Deus. Estás a ver a calamidade que está a acontecer no Mundo inteiro?
Permite-me, Andas distraído. Andas doente. Não podes, sublime e divinal Deus? Necessitam do que fazes com ternura e de forma meiga. Por vezes, Irritas-Te, não é?
Olha, extraordinário Amigo. Vamos tomar um café juntos? Lado a lado. Perto um do outro.
Não! Não aceitas. Desculpa. Tens tanto que fazer. Cumpre-me, aplaudir-Te. Venerar-Te. Gostar de Ti.
Não Chegas ao alcance de todos. Sabes, ando a chorar aqui, ali, na rua, no café.
 Passo o dia e a noite a chorar. Sabes, o que mais me desgosta é que não tenho motivos ou atitudes destas irrazoáveis ou insensatas traduzidas em choro comigo. Talvez, tenha perdido o meu bom senso. A lucidez. A capacidade de amar. A atitude, para mim normal, de falar Contigo? E, Ajudas-me tanto e tanto.
Desculpa. E, desculpa, por estar zangado Contigo. Há imensa gente que precisa da Tua singeleza. Da Tua capacidade de Apaziguar - Te. Só de ver-Te. De ver a Tua entrega com majestade e determinação a elas.
Sinto-me envergonhado, Bom Deus, Sabes?
Nunca mais entrarei nos Teus domínios só Teus.
Sei que a Tua atitude é só fazer o bem.
E, isso, é lindo. Muito belo.
Até sempre, Amigo Deslumbrante Deus.
Apenas me sugeri comigo próprio um favorzinho Teu milagroso: Curares o meu adorável Pai enfermo. E, pensei que podia Pedir-Te? É que sabes, adoro-o muitíssimo.
Desculpa. Eu sei que há tantos assim.
Bem-Hajas!

António Pena Gil

Monday, May 21, 2018


Divago!

Quando me levantei de uma noite mal dormida, olhei a vida.
Um crepúsculo de sonho e maravilha preenchia-me por completo. Paradisíaco por ser delicioso. Por ser majestoso. Por ser mágico. Por ser soberbo. Por ser sublime.
Senti um encanto imenso no meu complexo e atribulado Ser.
O meu relógio indicava ser já tarde.
Nunca omitindo a sua pureza e beleza imensas.
Galguei as escadas num compromisso de bem-estar e paz marcantes e nunca esquecidas.
Esse crepúsculo abraçava-me. Num momento de afago e ternura. “Abraçava” todo o Universo” das pessoas que estavam comigo. Sim” Em pensamento. Em emoções. Em sentimentos.
Com o seu olhar terno. “Conquistavam-me”. Dava vida à minha vida. Que era minha. Que sentia em mim de pureza e de maravilhar. Um deslumbre perfeito que presenciava com deleite e aprazível estar neste “habitar” atento e capaz de observar-me com simpatia e amabilidade. Sim! Reconhecido por um Planeta extraordinário. Feliz. Que me faz existir. Que me faz viver. De concórdia e sossego presentes.
Lá no Alto vivia-se uma descrição sóbria e sensata de um deslumbre de excelência. De enternecer.
A solidão surge assim. Desta forma. Deste jeito. Com esta emoção notória e agradável do meu sentir.
Dum sentir expressando que ainda estou” Cá”. Sim! Gasto, mas sensível e deixando uma bonomia grandiosa à Humanidade sempre perspicaz e notável. Sempre presente na ternura e carinho do que vejo. Do Que sou.
E, pronto “habito-me”. Granjeando forças onde elas não existem em mim. Com um esforço para me faz sentir reconhecido a todas as pessoas de bem. A Ele. A mim.
A todos os valiosos Seres Humanos que valem pelo arrojo e tenacidade que merecem uma vénia agradecida. Pelos valores e atitudes como existem emitindo a sua “chama” de encanto e bondade que nunca parará.  

Divago!

António Pena Gil