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Campanha do Agasalho 2009

Wednesday, March 29, 2017

Diário adorável:
Hoje levantei por volta das seis horas.
Sentia uma força desmedida para escrever. Não! Nunca jamais admirável a estas horas.
Vivo e coabito com uma “anestesia” existencial e afectiva. Se eu não tivesse essa forma de estar perder-me-ia em mim. Que iria pensar o meu médico? Não! Eu entrincheiro-me em mim e na “anestesia” que me foi recomendada.
Respiro vida. Respeito tudo o que vejo. O mundo e a vida. Justificam-me imenso. Abarca seres humanos majestosos e perfeitos. Esta “anestesia” é assegurado pela força da irrealidade. És meu. Este Diário pertence-me.
É meu. Muito meu.
O Mundo destas pessoas. Seres. Estes dão - me forças.
O humanismo. A autenticidade de Sentir, 
O que sinto? Brotam. Definem felicidade e harmonia abatem-se sobre o que sou.
Real. Irreal. Tanto faz. Apenas, tenho que escrever. Foi uma necessidade há minha autoestima e autosegurança. Possuo respeito e estima para aqueles que me apelam à escrita depositando a sua ternura. Carinho. Dedicação.
Faço “isto” sobre o “comando” que me faz deliciar. Maravilhar com o Planeta onde “moro”.
O sossego invadiu-me. O Bem-Estar. Vejo em tranquilidade absoluta. Devia existir. Devia estar em felicidade.
Não! Transpiro afetos. São lindos. Notáveis. Deliciosos.
Bem. Diário adorável. Visto tudo, mas tudo para os meus preciosos sentimentos e gestos de Cidadania plena e total.
Fiquem bem, sim?
Até sempre, Diário adorável. “Respiro” de existir.
Como sempre fui. Respeitador e com elevada estima.
Contem comigo.


António Pena Gil

Sunday, March 26, 2017

Adorável Diário Pessoal.
Primeiro adorava a noite. Era seu cúmplice. Agora, vivo de insónias crónicas constantes que me perturbam. Todo o meu ser.
A escuridão dos objetos assustam-me. Mexem ao ritmo certo do que anseiam ser. Mesmo, sem permissão ou concessão. Permitido. Aceite.
Detesto-a porque está imersa num escuro grandiosa. Sem visão adicional ou prespetivas de auxílio na sua contemplação necessária e visível. Porque me faz ela isto?
Tenho raiva. Tenho fúria. Tenho força para acabar com a noite. Não se ouve nada. Nem o sibilar de algum pássaro amigo. Uma mosca. Um mosquito. Qualquer inseto incomodativo e nocivo. Nefasto.
Olho tudo à minha volta com atenção aos pormenores dos lados e em frente. As laranjas na mesa apelam ao fim a que se destinaram. As maçãs também. Esta fruta toda não fica ao acaso.
O Sr. Gonçalves encarrega-se de comê-las fazendo barulho com a boca a mastigar alto e a bom som, nada ético ou cívico quando as digere, mastigando alto. Que coisas de nada da vida.
Como sinto vontade de abrir as persianas e deixar entrar o seu escuro e a sua negritude janela adentro. Como carvão ardendo ao ritmo do estar. Sentir. Ser. Faria barulho.
Estou aqui às escondidas e fácil e prontamente me descobririam se encetasse qualquer atitude ou gesto mais ruidoso ou mais alto nos decibéis de som. Veriam o mistério existencial do que abarquei. Do que sou e sinto.
Que impertinência, a noite! Nunca mais é dia. Olho o relógio e assola-me uma inconformação grandiosa.
Estamos no início dos mistèrios do escuro da noite. Da sua negritude plena. Eu? Não! Não posso fazer nada. Só me resta olhar e olhar sem exigir ou descobrir misteriosos episódios da noite. Sim! Com verdade e sinceridade.
Tenho Pânico. Tenho um pavor grandioso. Caramba, nunca mais é dia? Detesto e condeno, a noite! E, se fosse para a cama desperto e acordasse tudo e todos?
Não poderia fazer isso. Acordava a minha gente que ficaria furiosa. Os vizinhos que apontam sempre o dedo inconveniente e doentio para aqui. E, não resolveria nada de nada. Prefiro a sua aceitação plena e total. Fico quietinho. Não faço nada. Apenas, necessitei pular. Dançar sem música. Podendo ver as incongruências do Mundo.
Porto-me muito mal. Estou irritado.Na minha frente vejo fantasmas e brincar com esses fantasmas que nunca vi aqui. Ou por perto. Deviam ter vindo do Firmamento. São esquisitos. Nem uma simples ponta de beleza se encontra neles. Parecem bichos.
Tento aproximar-me deles. Fogem de imediato. Cobardes. Fico triste. Iríam por certo contar-me a sua vida que facilitaria passar a noite.
Não tenho muito a contar. Desisto.
O crepúsculo maravilhoso do nascer da terna e bela manhã assola-me com ternura e carinho.
Passou mais uma noite.
Sejam felizes, sim?
António Pena Gil
Diário de um Cidadão:
(São 7 horas. Do mês de Fevereiro 2016)
Diário adorável.
Hoje decidi contemplar-te com um texto significativo e representativo para mim.
A casa está “mergulhada” de pacatez. Paz. Sossego. De Mim.
As moscas estão vivas. Não desaparecem. “Voam” sobre a minha sensatez e sobriedade. Incomodam. Imenso. Todos saíram. Só aqui estou eu. Pertença de mim.
Já tinha saudade de divagar, sabes, extraordinário diário?
Aconteceu hoje.
Vou falar-te  no “Firmamento” de mim. Como o entendo no que sou.


Percorro-me no Imenso Firmamento de mim.


Olhando, percorro o lugar. Percorro-me. Talvez, ao acaso!

Nada me pertence. Sou um Firmamento que me percorro.
Percorro-me olhando, por amar a vida.
Adoro a magia da vida.

Das pessoas. Dos seus encantos. Dos seus mistérios.

Percorro o Firmamento de mim, com convicção, embevecido pelas gentes que atravessam decididas os meus instantes presentes. O bater das horas na máquina do tempo imparável.

Calcorreei o lugar que mora no sabor da brisa que passa em mim, que me sacode, com dúvidas por desvendar.

Imensas dúvidas. Inconstantes. Inexatas. Imprecisas! Vagabundas! À solta!

Completamente à solta, num espaço que não sei se entendo. Por ausência de entendimento!
Amo demasiado as pessoas. Os seus gestos. Os seus sentimentos. Os momentos que definem a sua ímpar beleza e, me conquistam, mesmo sem compreender.

A melodia terna e doce da vida atravessa-me de lado a lado por tudo o que sinto e olho.

E, tenho tanto a dizer. Que fica por dizer. Tenho tanto a explicar que fica por explicar.
A Vida! A Vida é-me preciosa. Não consigo defini-la por ser simples demais a sua definição.
Adoro-a, a Vida. Adoro-a, a sua existência, a existência em mim. Diz-me tudo. Tudo que não consigo exprimir ou explicar.

Fica assim! E, fica a viver comigo. No que, verdadeiramente, eu sou! Assim mesmo!

Percorro-me no Imenso “Firmamento” de mim.

Obrigado, adorável diário. És extraordinário. Tudo te abrange. Na insolência desta atitude. Obrigado.
Oxalá as pessoas gostem?

Sejam felizes.

António Pena Gil

Saturday, March 25, 2017

Uma existência que é a minha!

Sei lá. Gosto de Deus. Do Cosmo direitinho. Do Universo das gentes vivendo felizes. Alegres. Bem-dispostos. Sem “atropelos” ou sem adversidades de qualquer espécie. Preocupo-me, sabem?
Adoro a minha linda e maravilhosa cara-metade. Posso? Amo os meus adoráveis filhos. Permitem?
Creio que Ele me dá força. Querer. Arrojo. Valentia.
Mas, que faço aqui?
Sucesso? Não! Está fora de questão.
Amor? Uma só amizade sincera. Um abracinho forte. Como? Sim! Virtual, mas sincero. Sério. Que me deixe extravasar de alegria. Bem-Estar.
Não sei se me enquadro bem com a vida que tenho?
Penso demasiado nas “coisas”. Nos seres. Na beleza e pureza de um estar. Significativo. Que escreve na primeira pessoa do singular, sempre. Aproxima-me mais no que transmito com um coração repleto de existir. Que ninguém conhece. Mas, que sai bem de dentro do meu sentir.
Mas, afinal que faço aqui?
Difundo seriedade. Sinceridade. Tento ser feliz.
Não quero mais nada. Nada de nada.
Termino com franqueza e gratidão a todos: Sejam muito felizes, sim?
António Pena Gil


Friday, March 24, 2017




Diário de um Professor: Algo não está bem?
Hoje falo-vos em educação. Aberta. Dialogante. Precisa.
Sei que vou ser utópico, mas fiel ao que fui. Sempre.
A Educação é fazer obras. “Conduzir” seres 
Pequeninos. Sedentos de vida. Que merecem tudo o que precisam. Sim!
De tudo o que aspiram ser. Uns são felizes. Têm sobre si imensas espectativas. Ambições. Outros sem amor algum. Sem perspectivas sobre eles. Vivem ao acaso deles mesmos.
Penso no social. Sobre o qual respondem afirmativa e arrojadamente que não querem. Que ignorem. Que vivem à sua maneira. Pedem, apenas, compreensão. Que os deixem viver.
À sua maneira. De acordo consentido que não intervenham. São felizes na dedicação e força que depositam neles. Sejam quem forem, esses sentires de nada.
Mas, vão à luta sem fim. Com aquela garra existencial e humana que os fez serem como são. Assim, como estão.
Têm orgulho de serem assim. Têm determinação. Queres. Arrojo forte. Não desejam da vida nada. Que não necessitam que se preocupem com eles. Com a sua família que está como está. Pedem que não toquem nos pais, nunca lhe façam mal. Presentes. Ausentes. Confiantes no que sentem.
Protegem a dor que sentem em si. Que nada fazem por eles. Não consentem Vivem o seu orgulho de amor a eles.
Choram. Gritam. Berram. Revoltam-se. Tudo isto para eles.
Como não haverá no Ensino, a ter atenção nas várias formas de conseguirem Aprender? Ser. Estar.
Sabem que, mais tarde, esperam-no um grande e magistral “desenrasque” em viver.
E, é por estes que ajudarei sempre. AJUDAREI SEMPRE. NO QUE POSSO. OU PODEREI FAZER.
Não os desanimem mais, por favor.
Deiam-lhes algum amor. Um pouco que seja.
António Pena Gil.
Sejam felizes, sim?

Tuesday, March 21, 2017

Fazes-me Falta
Quando olho à minha volta encontro o teu sorriso. Belo e sempre presente. Sinto que me olhas de um modo muito especial como só tudo sabes.
Existe imensa ternura neles, no belo olhar e no deslu

Monday, March 20, 2017

Quando o raiar da Alvorada surgiu, olhei -a em mim.
Senti-a. Entranhou-se num acto de posse. Foi a minha interpretação plausível de aceitação e simpatia.
Apercebia-a, por estar despertado, em diálogo com o Mundo. O meu Mundo e o Mundo dos outros.
É certo que despertei a muito custo. Estava tão embevecido em pensamentos. Estava bem. Sentia-me comigo, aprazivelmente e entrincheirado na delícia.
Como é hábito tentei aproximar-me e falar com a fidelidade apressada de me surgir.
Sorri com moderação. Sobriedade. À minha volta observei, de imediato, o meu eu introspectivo. Não! Não precisa esconder-se. Vale o que vale.
Será eternamente, introspectivo.O Sol majestoso conquistou-me a Alma e conquistou-me o meu Sentir, com intensidade, brilhante. Timidamente. Receando-me, também!
Os seus raios afagaram-me numa conveniente atitude habitual de sonho. Um sonho sonhado com irrealidade comovente que não estranhei, Queria exibir uma surpreendente magia no decoro do Planeta que habito, com que sempre penso, quando bem atento e desperto.
Estou acostumado a estas sensações.
Afinal, a madrugada só queria falar de sentimentos. Conversar comigo. Fazer as pazes. Apaziguar-se em mim. Apaziguar a minha entrega. Conquistar o que de bem e mal possuo e transporto comigo.
As dúvidas em viver? Não as descortino para ser sincero. Objectivo. Lúcido.
O Mundo? Esse coabita comigo e ajuda-me nas relações interpessoais da descoberta.
Das eternas descobertas! Descobertas do Planeta inteiro que dialoga comigo.
António Pena Gil

Sunday, March 19, 2017

Já tinha imaginado que a minha insónia crónica procederia assim.
Até amanhã amigos de sempre. Fieis. Preciosos.
Como diria A. Camus sou um estrageiro do meu ser. Intruso.
Para mim com um parasitismo evidente e visível em mim. No que sou.
É como se fosse um pensamento vagabundo do estar. Da mente. Do sentimento. Da alegria em viver.
Já percorri tantos trajectos inóspitos. Desagradáveis. À solta de mim. Do que sou.

Não estou à vontade para ser eu. Compartilho o que é fácil. Digo só disparates inoportunos. Que faz exercitar o meu complexo ser. Não! Nunca pactuarei com o palco da vida. Onde “circulam” pessoas. Pessoas com carácter e direccionados a uma recompensa indevida.
Para mim contento-me em existir. Um existir a de pensar em sonhos. Quer me dizem imenso. Que me dão alegria na vida. Nunca direi que me “arrasto-me” em direcção à vida. Ao mundo.
Sou eu. Repleto de sentimentos. Sim! Se estão bons distribuam-nos pelos mais fracos. Aqueles que o Planeta os faz percorrerem caminhos incertos e nada bons.
Caminhos de esperança.
Eu? Eu sim. Adorava resgatar o imenso que perdi. O Ser. O Estar. O Sentir.
E, conviviam comigo todos os dias lado a lado. Sim! Sempre.
O que fui fazer? O que fui arranjar? O que fui viver. A existência, sim, essa! Comove-me. Sensibiliza-me. Por eu não expressar o que vai em mim.
Também não seria para descobrir. Está fechado a cadeado. Não! Eu tenho as chaves do meu viver.
Quanta magia sublime das pessoas coabita comigo? Sim! Imensa!
A vida. O mundo. Nunca me deu tréguas. Atira. Dispara. E, eu fico bem.
Sejam felizes, sim?
António.Pena Gil  (PENA)!
Dia do Pai
Um Pai tem uma gigantesca importância numa família. É imponente. Coordena com conselhos. Gestos. Aconselha com Atitudes toda a família.
Como sabem, o meu querido Pai está doente. Enfermo.
Hoje, cometi um “milagre” amparado no Seu poder e imponência das decisões peremptórias e corretas que toma com humanismo gritante na sociedade e aberto ao social e pessoal..
Pulo a andar sozinho. Se ele melhorar ponho-me a caminho de Fátima a pé. Como gostava de celebrar as melhoras do meu querido Pai extraordinário. Eu que também sou Pai. Um Pai está aceite na sua beleza e pureza que vai nele. O meu Pai tem escondido junto ao seu coração doce e terno a imensa beleza do que tem sido para todos nós. .O seu Encanto. A sua pureza. A ternura de não estar doente, estando doente. De existir e sentir. A minha mãe dá-lhe forças. Alento. Força como poderosa Senhora extraordinária e de deslumbre.gigantesco.
Se eu fosse como ele, vibrava de raiva.. Desespero. Amparo nos momentos difíceis.
Estás “agarrado” a uma cama e aconteceu o que aconteceu em si e no que é. Já dá uns passos pequeninos sozinho pela casa. Pede auxilio, mas ele faz tudo. Tudo mesmo. Anda.
Hoje, é o teu dia em que te desejo toda a felicidade e alegrias do mundo inteiro. Como te adoro, querido Pai lindo.
E com comoção. É sensibilizado. Vais abarcar o teu ser puro, belo e atento a tudo.
Como gostaria de conhecer todos os Pais do Mundo? Parece difícil. Impossível. Adverso. Sem hipóteses que de assinalá-lo, mas é o meu Pai é o Ser Humano mais maravilhoso do Universo.
Fascina-me. De pequeno e agora adulto. É, o meu deslumbrante e encantador, corajoso e arrojado Pai do mundo. Do Planeta onde vivemos. Coragem, adorado Pai.
Obrigado.
Sei que melhoras dia-a-dia.
Necessito tanto de ti.
Tenho lágrimas a “ correrem” rosto abaixo.
Bem-Hajas, adorável Pai.
És o melhor entre todos.
Sejam Felizes, sim?
António Pena Gil