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Campanha do Agasalho 2009

Thursday, November 03, 2016

Um Senhor Extraordinário de maravihar Cristiano Ronaldo!
Sentei-me na cozinha e coloquei a TV num canal de deslumbre da minha simpatia.
A dada altura, o locutor abordou uma temática delicada e complexa.
Costumavam colocar num rapazinho em estado de coma relatos de jogos de futebol. A ideia era estimular todos os doentes neste estado situações que, pelo relato alto e a bom som, uma reação destes doentes.
A dado passo, colocaram o relato da Seleção de Portugal a jogar.
Convém dizer que há um Senhor mágico e digno de admiração e fascínio neste grupo um Senhor fabuloso, digno de tudo o que faz, com simpatia e elogio. Este Senhor combina a arte associada a maravilha, Senhor Cristiano Ronaldo. Sim! Possui uma arte fantástica e admirável. A Arte deste Senhor é grandiosa e gigantesca. Esta Arte paga-se caro, como todas as Artes que “norteiam” os grandes mestres dela. É justo.
O que aconteceu foi que a nossa mágica seleção marcou imensos golos e o Senhor de que vos falo marcou imensos golos bem a seu geito fabuloso e merecedor de todos os encantos para que o locutor expressasse a sua satisfação e contentamento. Fascínio.
Foi então, que se deu o “milagre”: o rapazinho saiu do coma. Quis, conjutamente, com os pais, conhecê-lo pessoalmente.
Contaram a este Senhor fabuloso o que aconteceu.
De imediato quis conhecer o menino. Para comoção e sensibilização de todas as pessoas.
Confesso que me caiu uma lágrima.
Quando se encontraram, este fenómeno puro e fantástico Senhor Cristiano Ronaldo abraçou-o imensas vezes na sua deliciosa e soberba humildade que não abandona e faz maravilhas e glórias pelo mundo fora, projetando o nosso país para o Topo das Nações.
Não consegui resistir a este gesto puro e injénuo deste Senhor que espalha pelo mundo a sua simpatia e amabilidade. Podia ser grandioso este Senhor, mas o que o faz extraordinário e sensível é ser assim, soberbo a admirável nos actos.
Parabéns, precioso e extraordinário Senhor Cristiano Ronaldo.
Adorei.

António Pena
Gil 

Tuesday, October 11, 2016

   
      Hoje (quer dizer, Ontem), quando cheguei a casa tudo aparentava estar normal e bem.
O Jantar estava pronto. A minha lindíssima cara-metade havia feito tudo para isso com a sua imensa ternura e majestosamente.

  • Acerquei-me da sala. Olhei o sofá e vi o meu sogro prostrado nele com sintomas de ter desmaiado. Chamei alto toda a família que acorreram sem demorar nada. Correram ao nosso encontro num ápice.
  • De imediato, todos afagamo-lo e sossegamo-lo, diga-se, sem grande consciência do que estávamos a fazer. Quando delineava-mos esta atitude vimos que pouco podíamos fazer por ele. Ficou com o corpo hirto e sem conseguir dar um único passo. Nem se conseguia levantar. 

  • De imediato, corri para o telefone e liguei para o INEM com apreensão. De certeza iriam demorar porque não eram super-homens. Ou Deus. 

  • Ou um qualquer um. Acabo de dizer isto e ouço a sirene acesa. A velocidade adequada e senti apreensão e encanto. Corri ao encontro deles. Expliquei-lhes o que sucedera. Foram incansáveis. Perfeitos e interessados em fazer o bem. Demoraram desde o telefonema que fiz, 10 minutos. Incrível. Impensável. Deslumbraram.

  • Cai em mim. Quando após os testes feitos por aqueles jovens extraordinários, meteram o meu sogro na Ambulância comigo que o iria acompanhar sempre sorridentes e atentos ao que estava a suceder. Deus agradeceu-lhes. Eu agradeci-lhes. Toda a minha família fez-lhes uma vénia principesca de gratidão.

  • No Hospital foram fabulosos. Ímpares.
       E, ainda dizem mal deles?

      Estes rapazes do INEM foram admiráveis e fantásticos.
      
Por favor, nunca digam mal deles? São seres humanos de excelência que devemos estimar e respeitar imenso.
     
Fizeram tanto e tanto e tanto.
     Agora, acredito neles. Por completo. São mágicos que, com valentia e pareceres muito seus encanto e delicia.
     
Habitam Portugal. Aquele país de maravilhar que toda a gente gosta.
     
Obrigado INEM. Até sempre!
     
Parabéns. Adorei. Salvaram uma vida. Muitas se seguirão, pelo menos com estes.
    
Excelente.

António Pena Gil 
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PORTUGAL
Vivo constantemente inquieto. Por vezes desinquieto-me, porque amo também, ou faço por viver uma existência sóbria de desinquietação. Amo as pessoas e as coisas quando me amam também e me dão algum crédito. Adoro o silêncio dos momentos em que penso ou faço por pensar. Sou real. Essa realidade é um sonho constante de emoções. Quero que acreditem nos meus sonhos e sentimentos porque nutro por eles imenso respeito e conforto, mesmo interiores que eles sejam. Sem eles não seria nada! Enfim! Eu sou! Os Meus Livros preferidos são: 1. "O Código D´Vinci" - Dan Brown 2. "A Fórmula de Deus" - José Rodrigues Dos Santos 3. "Codex 632" - José Rodrigues Dos Santos 4. "Eldest" - Cristopher Paolini 5. "A morte desceu à praia" - José Lopes Alves
Publiquei já seis livros.
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Carta a Deus sobre o rapto de crianças no Reino Unido

Carta a Deus sobre o roubo de crianças no Reino Unido!

Oh, Deus que vem a ser isto? És tão Lindo e Maravilhoso e não fazes nada?
É violento e cruel, Sabes?
Como ficarão um Pai e uma Mãe. Que apostaram em serem felizes com aquele ser tão pequenino e de deslumbre imenso.
Não! Tu Deus, não podes consentir que isto aconteça.
Ampara-O e sossega-O nos teus braaços fortes e habituado a estas selvagerias com que resolves num ápice.
Amigo Deus, temos que fazer alguma coisa. Isto é revoltante. Insuportável. Comove imenso. É cruel. É indevido. É brutal.
Sim, Amigo Deus, Vais fazer tudo o que for possível. Eu sabia isso. Mas, porque o fazem?
São iníquos. Maus. De certeza que não têm filhos. Não sentem o amor, meu amigo adorável Deus.
Que esta Carta urgente te Abrace e Te faça agir.
Acredito que vais fazer alguma coisa.
Deus, temos que acabar com esta brutalidade e incompreensão animalesca dos dias de hoje. Com esta atitude que nunca esquecerei nem Tu. Revoltante nos tempos modernos que afagamos e abraçamos. Colocar um ponto final nisto, sim?
Sei que vais agir, admirável Deus.

António Pena Gil


Monday, February 01, 2016

Sunday, January 31, 2016

Diário de um Cidadão:
(31 de Janeiro 2016: 12 horas)
Adorável Diário:
Hoje levantei-me já tarde. Perdi-me no sono. Eram já muitas noites brancas em que me havia entrincheirado. Que me haviam desgastado.
Não fui à Pastelaria. Já não via a menina dos “adoçantes” há dois dias. Não. Não tinha saudades. Apenas remorsos que não podia ignorar.
Acordei sobressaltado. Tinha que escrever. Que iria dizer ao médico que a “anestesia” existencial tinha falhado? Não fora efetuada?
Por certo, ficaria furioso. Ele que nunca se mostrara furioso. Ele que nunca o vira irritado.
Estava um Domingo nublado. Daqueles dias em que todas as pessoas escrevem sempre alguma coisa. Tinham que escrever. A mim, o diagnóstico médico era escrever. Não podia parar de escrever.
E, sonhei que era astronauta. Daqueles que conquistam o Universo celestial. Sim! Depois do “foguetão” partir. Sim! Com contagem decrescente e tudo. Estava afundado no banco. Vestido como eles. Possuía um receio natural. Próprio dos autênticos e verdadeiros astronautas. A partida causava um certo temor neles.
Que hei-de fazer? São apenas sonhos. Acordados ou adormecidos. Mas, que me invadem o pensamento.
Tenho muitos. Que me invadem o Ser. Que me perturbam. Que a “anestesia” afetiva e existencial receitada exige que o faça.
Concretizo sempre tudo o que posso e sei. Sim! A pensar nas pessoas. Nesses sentires maravilhosos e fascinantes que o são.
E, escrevo.
Com amor. Com dedicação. Mesmo com ternura. O melhor que posso- É para elas. Para as pessoas. Que adoro. Que retribuo sempre o que vai em mim. Sem obrigação nenhuma. Gosto delas. Imenso.
Vou terminar.
O Senhor Gonçalves chama-me. É urgente que lhe faça companhia. Que lhe dê compreensão- Carinho. Atenção.
Obrigado, adorado diário. Começou mais um dia.
Por hoje é isto. É maravilhoso ter um diário. Escrever ou pensar somente o que vai em mim. E, este é amigo. Sincero. Disponível sempre.
E, eu faço. Tudo “isto” nele.
Fico-lhe muito agradecido.
Sejam felizes.
António Pena Gil Janeiro 2016.

Friday, January 29, 2016

Diário de um Cidadão
(Sábado. 30 de Janeiro 2016 – 04 horas e 05 minutos)



Adorado Diário:

Hoje não me apetece ir à Pastelaria. Também é muito cedo.
A casa está emersa num profundo silêncio. Só se escuta a televisão. Numa atitude de preciosa companhia.
A menina dos “adoçantes” nunca mais a vi. Fugiu com os “adoçantes”. É a única hipótese que descortino. De mal com ela. De mal com eles. A única responsável do mal que faziam às pessoas.


Concentrei-me no imenso Universo. Sabia-o repleto de enxames de estrelas majestosas. Cobertas de poeiras vermelhas. O “nosso” Sol tem cem vezes o diâmetro da Terra. Parece que estou a ver estrelas da nossa Galáxia, entrando no Seu espaço lá no Alto.

Iluminando o céu com um prodigioso e avassalador conjunto de estrelas super-novas. Estrelas muito maiores que o Sol. Estas estrelas super-novas que constituem o enxame estão a 5 milhões anos-luz da Terra.

De nós.

No enxame de estrelas de Arcos constitui o centro da nossa Galáxia.

É possuidor de um cérebro precioso de estrelas. Tinham um “Túmulo” tão gigantesco lá em cima. Bem alto.

Num enxame de uma colecção de pouca massa que o constituíam.
Os enxames de estrelas no Firmamento doce, puro  e fabuloso põem em caso a idade da Galáxia. Os cientistas mais conceituosos não sabem como se formaram os enxames globulares da nossa Galáxia.

Os enxames de estrelas da nossa Galáxia “Via Láctea” foram engolidos pela Galáxia de enxames globulares. Estas estrelas colidem a 100 000 anos-luz com a nossa Galáxia. Os cientistas não concebem entender como se formaram enxames globulares.

Surgiu um pequeno interesse e empenho pela “luta” desconhecida interestelar, a que adorava estar presente. Assistir.
Como se poderá conceber tanta maravilha e encanto nos domínios de Deus?

Este “meu” Universo maravilhoso, de fascínio. Sublime e metafórico indescritível de beleza imensa. Basta um olhar do Firmamento nas noites estrelares de Verão imensamente maravilhoso. Encantado de surpresa e majestoso. Pensando e   desenhando em plena pertença, em pleno divinal aconselho, num afável gesto e atitude da magia de Deus. Estive perto Dele. Sim! Lá bem em cima. Na Sua suave e sossegada postura de fascínio.

Como é lindo olhar o Céu de nós. Encontrar um futuro próximo com maior lucidez e ternura de vida interplanetária.

Está bem, assim, magistrais amigos e companheiros de uma vida.

Sejam felizes, amigos.

Obrigado extraordinário Diário de sonhos inapagáveis.


António Pena Gil Junho 2016 
Diário de um Cidadão:

Hoje não fui à Pastelaria.
O sono foi maior e descansado de mim.
Não tenho saudades da menina do “adoçante”.
Creio que fugiu com os “”adoçantes” todos ritmada em não prejudicar mais ninguém. Nem mais um Ser. Nem mais uma pessoa.
O prezado Sr. Gonçalves continua entrincheirado nele. Na sua imponência majestosa. Sabe tudo. E, eu, não sei nada de nada.
Somos amigos. Isso basta.

A minha princesinha continua de uma beleza e ternura grandiosas. Gosto muito dela.
Eu procuro evoluir e soltar-me do que sou. Luto em vão. Apenas sacudo o meu ser. Uma brisa bate-me na cara escapando-se e fustigando-me à mercê da janela aberta do pensamento. Do que faço.
Penso que possuo um coração que progride ao ritmo do mundo. “Empurrado”, a muito custo, por Deus. Com o meu afeto por todas. Sempre me vi assim. Desta maneira. Deste jeito.

Passou mais um dia.

Revejo-me. Nunca revejo mais ninguém. Preocupo-me, somente.
Sou o único que me pode rever. Ninguém mais.
Nunca lhe perdoaria. Por educação. Por civismo incompreendido de “morar” assim.
De “habitar” todo o Planeta desta forma.

No que “construo” com amor.
Verdadeiro. Simples. Inócuo. Sincero.
Vive de harmonia doce e perfeita. As pessoas merecem-no. Agarram-me e sacodem-me. Sim! Todo o meu Ser. Tudo o que possuo em mim.

A brisa entrou em mim. Com fulgor. Fez-me uma festa no rosto e fugiu. Aconteceu. Aconteceu vida no que sou.

Basta por hoje, amado diário.
Como gosto de ti.
Senti que aqui terminaria mais um excerto afável e carinhoso de mim todo.

Sejam felizes.


António Pena Gil   Janeiro 2016 

Thursday, January 28, 2016

Mais Um Dia da Minha Vida!

Hoje, levantei-me muito cedo. Por volta das seis horas da manhã.
Levantei-me por sugestão da minha doce cara-metade.
Levei-lhe o “Leite”. Agraciou-me. Como sempre.
Constatei como ela era especial na minha vida.
Fui à Pastelaria. Como era meu hábito.
A menina do “adoçante” estava muito simpática comigo. Mais que o normal.
“Largou” os clientes habituais daquele lugar e foi ter comigo, ligeirinha.
Depois de me atender sorriu e perguntou-me se desejava alguma coisa mais?
Retorqui-lhe que não. Estava tudo bem. “Disparei”, simpática e amavelmente como até agora o adoçante preenchera a minha vida. Não o devendo fazer. Foi o que lhe disse.
Metido “comigo” pensei e “arrastei-me” para casa. Para onde a minha vida fazia sentido.
As letras “fugiam” pelo confuso teclado da minha vida. Tentei “agarrá-las”. Sem sucesso. Sem êxito conseguidos.
Passei por todas as fases perante a situação que vivia. Com desespero. Com tristeza. Com desalento.
Estive todo o tempo tentando “agarrá-las”. Quando consegui, rapidamente, metia-as num singelo “cantinho” do meu cérebro.
Afinal nunca me tinha acontecido isto?
 “Abri” docemente, o pensamento. E, meti-as lá. Todas as que “fugiram” de mim. Eram minhas. Tinham-se perdido. Porquê? Não sei. Sei que as contei e estavam certas. Todas.
Tenho que estar mais atento, proferi de maneira a que elas ouvissem.
Acendi a Lareira. Aquele afagante “dispositivo”. Repleto de encanto que “fortaleceu-me”. Na luta incessante e incansável porque já faltam muitas.
Foi então que entendi. Ao longo da minha Vida “desgastei-as” imenso. E, não podia. Sabia que elas partiriam, um dia.
Cansadas. Usadas. Gastas. Sempre presentes em todo o lago. Para onde eu ia levava-as comigo. Sim. Comigo. Falando. Conversando. Dialogando.
Pensei: Já devia ter constatado há muito que um dia iria “perdê-las”. Ficar sem elas. Ficar sem mim.
Não ficariam sós. Há por aí muitos cérebros cansados que as iriam recuperar, sem muita fadiga. Dar-lhes-iam vida outra vez.
E, eu ficaria ao acaso sem elas. Ficaria inerte no chão. Ficaria um “vagabundo” do pensamento sem nada de nada.
Havia alguém sempre pronto a dar-lhes vida com convicção forte. Incisiva. Forte. Com um sentido necessário ao mundo. Abrir-se-iam de novo a ele. Sim! Ao mundo.
Eu? Perderia tudo, mas tudo mesmo. Ficaria vazio. No vácuo. No chão do empedrado da vida.

Foi mais um dia da minha vida!


António Pena Gil   Janeiro 2016 

Wednesday, January 27, 2016

Mais Um Dia da Minha Vida!
Hoje, levantei-me muito cedo. Por volta das seis horas da manhã.
Levantei-me por sugestão da minha doce cara-metade.
Levei-lhe o “Leite”. Agraciou-me. Como sempre.
Constatei como ela era especial na minha vida.
Fui à Pastelaria. Como era meu hábito.
A menina do “adoçante” estava muito simpática comigo. Mais que o normal.
“Largou” os clientes habituais daquele lugar e foi ter comigo, ligeirinha.
Depois de me atender sorriu e perguntou-me se desejava alguma coisa mais?
Retorqui-lhe que não. Estava tudo bem. “Disparei”, simpática e amavelmente como até agora o adoçante preenchera a minha vida. Não o devendo fazer. Foi o que lhe disse.
Metido “comigo” pensei e “arrastei-me” para casa. Para onde a minha vida fazia sentido.
As letras “fugiam” pelo confuso teclado da minha vida. Tentei “agarrá-las”. Sem sucesso. Sem êxito conseguidos.
Passei por todas as fases perante a situação que vivia. Com desespero. Com tristeza. Com desalento.
Estive todo o tempo tentando “agarrá-las”. Quando consegui, rapidamente, metia-as num singelo “cantinho” do meu cérebro.
Afinal nunca me tinha acontecido isto?
“Abri” docemente, o pensamento. E, meti-as lá. Todas as que “fugiram” de mim. Eram minhas. Tinham-se perdido. Porquê? Não sei. Sei que as contei e estavam certas. Todas.
Tenho que estar mais atento, proferi de maneira a que elas ouvissem.
Acendi a Lareira. Aquele afagante “dispositivo”. Repleto de encanto que “fortaleceu-me”. Na luta incessante e incansável porque já faltam muitas.
Foi então que entendi. Ao longo da minha Vida “desgastei-as” imenso. E, não podia. Sabia que elas partiriam, um dia.
Cansadas. Usadas. Gastas. Sempre presentes em todo o lago. Para onde eu ia levava-as comigo. Sim. Comigo. Falando. Conversando. Dialogando.
Pensei: Já devia ter constatado há muito que um dia iria “perdê-las”. Ficar sem elas. Ficar sem mim.
Não ficariam sós. Há por aí muitos cérebros cansados que as iriam recuperar, sem muita fadiga. Dar-lhes-iam vida outra vez.
E, eu ficaria ao acaso sem elas. Ficaria inerte no chão. Ficaria um “vagabundo” do pensamento sem nada de nada.
Havia alguém sempre pronto a dar-lhes vida com convicção forte. Incisiva. Forte. Com um sentido necessário ao mundo. Abrir-se-iam de novo a ele. Sim! Ao mundo.
Eu? Perderia tudo, mas tudo mesmo. Ficaria vazio. No vácuo. No chão do empedrado da vida.
Foi mais um dia da minha vida!
Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil Janeiro 2016