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Campanha do Agasalho 2009

Wednesday, April 26, 2017


Um Mundo de imensa Incompreesão.
As pessoas. A vida. Não consigo explicar ou entender. Abate-se sobre mim uma nostagia real com ímpeto e fogosidade. Não. Não posso que a existência seja sacrificada. Porque razão? Sei lá. Sei que há seres vivos que nunca o permitiríam. Não sei se gostam de mim e do que sou.
Também, não “intrujo” ninguém. Com os meus pensamentos. Com os meus sentimentos. São o que são. Valem o que valem.
Troquei o meu embaraço. Troquei a minha Alma para entender o Planeta em que habito. Terei de falar das marcantes notícias televisivas. Não “descolam” da determinação e arrojo do meu estar e sentir. Estão em mim. Estão em vós. Vivem em tudo o que enceto fazer. As notícias deixam as notícias fluirem pela vida. Comentam tudo e, quando o fazem; é repleto de cola que não se mexe. Isistem e insistem. Incomodam. Tudo o que as crianças fazem é imitirem. Isso, é mau. É catastrófico.

É, urgente, transmitirem a beleza e pureza de estar vivo. Respirar com liberdade. Amar a vida. Programar o que nunca foi programado. Para bem vosso e delas.
Não concordo que me batam nas costas. Por concordar  com eles.
Não posso com hipocrisias. Baterem-me nas costas com violência para marcar bem o meu espaço aqui. Que me monstrem onde devo estar. Onde posso ficar “furioso” sem ninguém dar conta.
Choro. Choro muito. Ando todo o dia com as lágrimas a cairem. Não o posso parar, o choro. As forças foram-se com o Mundo. Sim! As forças dos sentimentos a esconder. Os pensamentos omissos, por serem valiosos. Pessoais. Íntimos. Meus.
Não! Assim, nunca pactuarei com o eterno “Palco da Vida” onde mora quem me quer bem. Algum bem.

Basta. Quero ser eu, na plenitude do meu existir. Nunca mais me porei na “pele” das pessoas. Na bravura do que são. Possuem um carácter forte. Estão vivos. Estão sempre presentes. Nunca esqueceram as suas condutas sóbrias e lucidas de pasmar e agradecer. Esses sim! São essenciais ao mundo que escolhi viver.
Por hoje, chega.
Sou o que sou.
Valho o que valho.
Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil 

Monday, April 24, 2017

Amável e Precioso Diário:
Não! Não vou falar do Senhor Gonçalves. Sossega.
Vou-te falar sobre a data festiva que vivemos: A Páscoa!
Sim! A menina dos adoçantes não tem nada a ver com o que fazemos na Páscoa em família.
Ficamos todos muito juntos, unidos pelo espírito e Alma, na mesa da nossa sala de jantar.
Não estávamos todos. “Isto” fez-me ficar triste, sabes?
Sabes, estes Eventos Familiares já não me dizem nada. Nada, mesmo.
Pensei e vi como era fenomenal e admirável o nosso Presidente da República. “Fugiu” à segurança e foi comer com os Sem-Abrigo.
Foi um gesto lindo dele. Observei-o muito bem e vi que dava abracinhos a todos eles que sorriam com delícia e encanto pela ternura e carinho que faz o que ele é.
E, é, imenso. Tem o coração no lugar próprio. Exclusivo dele.
Confesso que me maravilhou. Fascinou e enterneceu.
Sabes, lindo Diário, nunca vi tal em nenhum político, acredita? Estamos bem entregues a ele.
É justo. É carinhoso. É enternecedor. Vale a pena apostar nele e no seu deslumbre anjelical de Ser Humano de excelência que é.
Notável Diário, que fará mover este “Homem” de bem em volta do complexo e triste “Mundo Existencial” dos mais necessitados ou “expulsos” da vida normal? Que se considera normal?
Este Senhor é sublime no seu maravilhopso humanismo e solidariedade. Gostei muito.
Diário, por hoje chega.
As pessoas estão cansadas, sabes? Até amanhã. Que tudo corra como hoje. Também tivemos a nossa Comemoração da Páscoa.
Correu tudo tão bem, não achas?
Boa Noite, precioso Diário.
Sejam felizes, está bem?
António Pena Gil

Saturday, April 22, 2017


Sou um humilde Humanista:
Quando me olho, humidemente, sinto o mundo na minha cabeça desfeita. O pensamento e o sentimento estão bem presentes em mim. Sim! No que sinto e sou. As ideias e o raciocínio entrincheiram-se no que sou. São simples. Não desejam a fama. O sucesso. A felicidade que “mora” sempre em mim. Se me dessem algum valor, pequeno que fosse, já mo haviam dito. Para mim, tudo está enraízado no meu estar e no meu ser.
Não! Não vale a pena fazer mais. A minha interioridade plena de metáforas e plena de dizer bem das pessoas não transforma o que sou digno do conhecimento.
A sua simpatia esvaí-se num existir nulo cansado. Exausto. De aaplaudir. De venerar. De se mitificar.
Não! Desejo apenas existir. Dia a dia. Respirar o planeta. O viver.
Passou mais um dia.
Um dia que irá ser igualzinho aos outros. Só ambicionava concretizar três sonhos com que sempre sonhei.
Depois, mais nada me interessa. O relógio da vida não se compade-se com o ser. O meu Ser. Em que fui sempre igual a mim próprio. Estou farto. Estou desmotivado. Claro, que penso em Deus e no Seu poder. Vou ser forte. Hoje, não Lhe vou pedir nada. Nada de nada.
Obrigado, amigos. Por tudo de encanto, ternura e carinho como me se dirigem e constroem a minha vida. A minha solidariedade de verdade. De autenticidade.
Aposto. Apenas aposto no bem. Na grandeza das pessoas. Das gentes inúmeras que estão em mim. No que sou, sem sobretefúgios.
Que estou a fazer?
Acreditem, que nem eu sei.
Anulem-me, se assim o desejarem, está bem?
Sou apenas um humilde Humanista.
Sejam felizes, sim?

António Pena Gil 

Friday, April 21, 2017

O Mundo não anda bem.
Sabes, admirável amigo Diário, algo me está a fugir, mas ainda respiro.
Vivo a vida. Amo o Planeta inteiro.
Sabes, para mim, o mundo não anda bem. Não! O Senhor Gonçalves é estranho, mas não faz mal a uma mosca. É apenas assim.
Talvez, tenha falta de amor e faz birras para despertar a atenção. Nada mais.
A menina dos adoçantes apenas vive o emprego, pois, falta-lhe poder económico para viver. Jamais lhe complicaria a sua vida. É como é.
O mal está no tormento das opolências e poder fazer mal às pessoas. São pais. São filhos. São homens, mulheres e crianças que matam sem contemplações.
Que culpa têm perante um radicalismo estar indevidamente, na vida horrível de pessoas insensatas e malintencionados que só vêm a morte nas suas atitudes e atos condenáveis e injustos?
Isto devia não haver. Isto não devia acontecer. Isto não é existir em segurança. Isto é de temer.
Isto não deve, claramente, suceder. A vida é tão preciosa. Respirar felicidade e alegria por estarmos vivos. De bem com o mundo. Com o Planeta inteiro.
Porque sucede isto? Sim! Lindo Diário. Apenas vêm na vida a morte.
E, isto é arrepiante. De temer. De entrar em pânico. De não compreender.
Que faz, extraordinário Diário, mover estas pessoas que matam, que ferem, que provocam medo. Um medo imenso.
O mundo não anda bem, estimado diário. Até amanhã. Adoro-te Diário.
Ainda respiro e tu também.
Sejam felizes Amigos, está bem?
António Pena Gi

Thursday, April 20, 2017

Amável e Precioso Diário:
Não! Não vou falar do Senhor Gonçalves. Sossega.
Vou-te falar sobre a data festiva que vivemos: A Páscoa!
Sim! A menina dos adoçantes não tem nada a ver com o que fazemos na Páscoa em família.
Ficamos todos muito juntos, unidos pelo espírito e Alma, na mesa da nossa sala de jantar.
Não estávamos todos. “Isto” fez-me ficar triste, sabes?
Sabes, estes Eventos Familiares já não me dizem nada. Nada, mesmo.
Pensei e vi como era fenomenal e admirável o nosso Presidente da República. “Fugiu” à segurança e foi comer com os Sem-Abrigo.
Foi um gesto lindo dele. Observei-o muito bem e vi que dava abracinhos a todos eles que sorriam com delícia e encanto pela ternura e carinho que faz o que ele é.
E, é, imenso. Tem o coração no lugar próprio. Exclusivo dele.
Confesso que me maravilhou. Fascinou e enterneceu.
Sabes, lindo Diário, nunca vi tal em nenhum político, acredita? Estamos bem entregues a ele.
É justo. É carinhoso. É enternecedor. Vale a pena apostar nele e no seu deslumbre anjelical de Ser Humano de excelência que é.
Notável Diário, que fará mover este “Homem” de bem em volta do complexo e triste “Mundo Existencial” dos mais necessitados ou “expulsos” da vida normal? Que se considera normal?
Este Senhor é sublime no seu maravilhopso humanismo e solidariedade. Gostei muito.
Diário, por hoje chega.
As pessoas estão cansadas, sabes? Até amanhã. Que tudo corra como hoje. Também tivemos a nossa Comemoração da Páscoa.
Correu tudo tão bem, não achas?
Boa Noite, precioso Diário.
Sejam felizes, está bem?
António Pena Gil

Tuesday, April 11, 2017

Sonhos meus!
Sussurrado. Cúmplice. Quando desejo viver, posso emanar sorrisos, afetos. consentidos.
Cada vez, mais vejo idosos, no seu interior sublime e fascinante. Eles e elas, sentem-no em si.. Mais insegurança. “Mais um combate” sem horas para mim e para vós.
Lisboa é, agora, uma cidade de grandiosidade. Opolência. Majestosa. Muito bela. Muito terna. Linda.
É procurada. É significativa de encantar. A sua beleza de fascínio.
As mulheres terão sempre a necessidade de conquistar um lugar de destaque. Mais frágeis. Mais insegurança. Medo de viver como até agora.
Os Britânicos têm uma forma de viver a sua vida em tranquillidade, civismo e em completa Cidadania.
Desde tempos imemoriais e longínquos adorava visitar a Catedral do Santo Sepúlcro, em Jerusalém, onde se pensa encontrarem-se todos os símbolos da Humanidade Cristã.. O Lugar onde foi enterrado Jesus Cristo e o Túmulo de Maria. Era um sonho. Sim! Este, apesar da perigosidade era um sonho meu. A entrada naquela Catedral é feita em duas filas: uma para Católicos; Outra para Muçulmanos. Por vezes, há problemas só na entrada. Não conseguem respeitar-se mutuamente.
Outro símbolo da religiosidade de Cristo é o Santo Sudário de Maria ou, outro mistério do Cristianismo,: O Santo Graaal. Problemático. Destinado a lutas. Brigas. Conflitos. Assuntos de religiosidade. Só e apenas.
Este sonho é para realizar, podem crer? Diz-me imenso.
Sejam felizes, está bem?
António Pena Gil

Saturday, April 08, 2017

Amável e Simpático Diário:

Hoje, vou-te falar de pessoas. São majestosos e preciosos. Entrincheiram-se em si e vivem fazendo o bem.
Sabes, Diário: Deve-lhes tanto e tanto. Todas elas possuem o feitiço da ternura e da beleza. De uma postura maravilhosa e de sonho. Todas elas, sem exceção. Deslumbram na sua imensa pureza.
Vão construindo, passo a passo a encantadora magia de alegres e em bem-estar conquistar-me. Na adversidade. Nos contratempos. Penso que elas vão “construindo” o meu Ser. De forma brilhante, fabulosa e fantástica. Como as adoro, Diário majestoso que me acompanha por caminhos impensáveis e de maravilhar.
São boas pessoas e vivem como anjos-da-guarda extraordinários de pasmar. Auxiliam-me. Ajudam-me. São ímpares no Planeta. Que gosto e reconhecido por elas e por eles.
Se o Mundo vive-se de sonhos todos tentavam realizá-los de pronto. De mediato.
Aliás, são incomparáveis metidos na magia do seu lindo estar.
Por hoje chega, deslumbrante e misterioso Diário. Tens-me pegado na mão e elevado o meu estatuto controverso e difícil de não ser nada de nada.
Obrigado reconhecido.
Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil 

Thursday, April 06, 2017



O Que Faria Se Fosse Um Refugiado.
Em primeiro lugar ficaria muito triste. Pensaria que isso não resolveria nada.
Não podendo “arrastar” comigo a minha maravilhosa família, pedir-lhe-ia um objeto muito significativo para eles que meteria na minha mochila. Os seus rostos. As suas atitudes. Os seus sentimentos. A sua afetividade. O seu encanto. “Viajariam”, de forma constante no meu coração através das “coisas” que me iam dado.
Seria forte. Seria convicto. Seria “adulto”.
Sou sem tempo. Não seria importante para mim o relógio. Confiaria em mim. No céu.
Ousaria contestar com audácia as contrariedades e adversidades das guerras. Tentava entendê-las. Sem sucesso. Eram guerras, pronto. Sem ouvidos para mim. Para não ousarem explicarem-me sequer.
Se pudesse afagaria os idosos e crianças. Protegendo-os com o meu coração escondido. Ninguém saberia que tenho um coração enorme. Onde cabe imensa gente.
Seria indispensável um PC. Contaria às potências mundiais o que ia vendo de horrível e tenebroso. Quase tenho a certeza que ninguém me ouviria fazendo-se de surdos. Ausentes. Senhores à parte que só dizem disparates a todo o instante.
Tentava compor o meu telemóvel na fuga. Está sempre avariado.
Olhava o mundo, morrendo, indevidamente e desastradamente em disputas cruéis e violentas. Tudo aos olhos dos poderosos. Estes são capazes de tudo. Até tirarem a vida. Sem ousarem explicações sensatas ou curados do mal social, pessoal e humano que já deviam saberem que não levam a nada. Só “estragam” pessoas. Só “estragam” o Mundo.
Não meteria “a poesia” na guerra, embora me apetecesse.
Em momentos complicados, sem lugares de carregamento dele, pedia ajuda e telefonaria. Sim! De imediato. De pronto. Telefonaria à minha família que fugira também. Como teria decorrido a fuga deles? Adoraria saber, para me dar paz. Serenidade. Amor!
Depois disto tudo, já longe. Olhei as suas significações que me haviam dado. Olhei-as, com paixão. Reconheci-os de imediato. Um por Um.
E rezei. Imenso. Por eles. Rezei por todo o Planeta em violências e crueldades injustificadas e selváticas. Sem significado.
Depois, de muito tempo passado. Havia escolhido um Hospital no meio do vazio do Planeta ajudando todos os seus utentes como me era possível. Mesmo desajeitado em tudo. Dei o meu melhor naquela fronteira da salvação nem sempre bem-sucedida.
Por fim tirei o “Terço” que trago sempre comigo. E, rezei. E, tiritando de frio e no meio da reza, vi-os. Sim! Encontrei a minha família de sonho. Amada. Que me havia seguido. Abracei-os imenso tempo e com significado do meu inequívoco AMOR. As minhas lágrimas caíam ininterruptamente.
Agradeci-Lhe e fugimos todos. Em conjunto. Em união. Com um amor indiscritível.
Seria assim, a minha “história” como refugiado.
Sejam felizes! Pensem na Paz. É amor.
António Pena Gil
Abril 2016

Tuesday, April 04, 2017

Adorável e fabuloso Diário:
Faltam cinco crónicas para terminar a minha “anestesia existencial” prescrita pelo meu médico. Será que ele também vê. Pensaria, que há alguma crueldade nele, sabes, amigo Diário. Já entramos os dois noite adentro.
Vou tentar aguentar-me. Dizer as pessoas que vivo sonhos que são vocês a me auxiliares imenso. Como sofro de isónias crónicas, venho escrever. E, já o fiz, até muito mais atrás no tempo.
Amigo Diário estás ensonado, é? Queres que te repita que estamos bem despertos? Ou a dormir? Sou capaz de tomar um café, dois cafés, um para o admirável e fantástico Diário. Outro para mim.
Sim, Diário, não te assustes. O Senhor Gonçalves foi dar uma voltinha à cidade a pé. Como ele gosta.
Aproveitemos, esta curta e oportuna altura para descansarmos, sim, Diário de sonho? Enquanto ele não está cá.
Em breve, chegará, o “Presidente da República” de minha casa. A casa é minha e quem complica é ele. Só ele.
Como poderia viver só com a minha cara-metade e concretizarmos sonhos, “Explodir” de revolta pela onda de violência no Planeta todo.
Chacinam tudo e todos. Até com armas químicas que fazem doer e matar. Incendeiam tudo o que vêm e atiram dos aviões bombas e disparos enquanto estão vivos e são mais fortes. Sabes, precioso Diário amigo, as armas químicas são proibidas.
São crimes de guerra.
E, nós, aqui, tão calmos e não vemos isto acontecer pelos “atentados humanos” praticados.
Registei tudo no meu Diário e, se os ajudássemos também. Chegam cá doentes, mas vivos. São tratados em Cabanas e esconderijos bem nos subterrâneos que avistei atrás. Ainda disse aos seguranças que me protegessem, por favor.
No meu refúgio oculto chego a dormir agarrado ao meu notável e perfeito “Diário”.
Se em vez das armas químicas, usassem ”armas de flores”, sim, acreditariam por completo neles e estaria com eles.
Bem-Haja, Doutor. É um resistente de guerra fabuloso e ímpar.
Era Democrata e lutava pela Democracia e na violência ou na Paz.
Perfeito. Ainda faltam mais cinco.
Sejam felizes, sim?
With attention for all
Be Happy
António Pena Gil
Adorável Diário:
A vida deu-me tudo o que sempre ambicionei realizar.
Foi preciso força. Tenacidade. Arrojo. Determinação. Amor.

Não! Não tenho razões para complicar.
Mas, penso que foi pela mais bela, sensivel e verdade com as mágicas e ternas palavras com que se expressa uma poética atitude que nunca esquecerei e sempre me fizeram delicia e encanto grandiosos: OBRIGADO, DESCULPE, POR FAVOR e LAMENTO.

Estas palavras são para vós.

Nunca me dei mal com elas.
São palavras sublimes notáveis e respeitadoras para com o mundo. Para com a existência. Para com todo o Planeta.
Por hoje, fico por aqui, diário inesquecível e majestoso.
Amigos (as) Sejam felizes, está bem?

António Pena Gil

Lindo e Adorável Diário:
Hoje falo-te porque não era ainda horas para acordar e eu levantei-me.
É óbvio que também acordei-te.
Ficamos juntos divagando pelo mundo das pessoas. Pessoas fabulosas e de bem. Para comigo. Para contigo. Para com Deus.
Extremoso Diário maravilhoso: Hoje vou falar-te de amizade e amor. “Coisas” delicadas. Coisas íntimas. Coisas do foro pessoal de cada um de nós. Irreveláveis.

O Senhor Gonçalves saiu. Devia ter ido ao mercado que adorava. Posso descansar um pouco do seu malévolo estar. Ser protestando com tudo e com todos. Ele é o “Presidente da República” da nossa casa. Da nossa família. Outro dia veio-me dizer que conversou com a família da frente que era Russa. Era o contentamento seu desmedido e preciso. Conseguiu falar deles para logo protestar que não era o seu país. Falou porque “arranhava a Língua Russa. Era útil. Confessou-me imenso de orgulho que eram Engenheiros no seu País. Agora, também o eram em Portugal que tao bem sabe receber.
Depois, de me falar do seu gesto magistral de conhecimento real, fez o Diário descansar. Já imenso tempo que não o fazia. Falou do mal do espartame e do adoçante posto no café. Sem ser bom.

O meu majestou-se uma coisa nunca passada que é uma experiência extraordinária e única. Uma Astrofísica portuguesa da NASA descobriu 5 ou 6 Planetas vagueando muito parte de nós. Sobrevoavam a mesma linha +orbita da da terra.E, isso, poderiam conter vida. Eram semelhantes em tudo com o nosso lindo Planeta., que era um “achado” cósmico de puro encanto.

Diário de sonho: Não durmas agora e enfrenta o que de bom possuis em ti.

Os cientistas da NASA procuram indícios da procura desses Planetas. Seria espectacular. Não? Não sabias extremo encanto de folhas e caneta que se deve registqar com contentamento e alegria, Estimado Diário de sempre em que confio.

Vamos esperar. É a atitude mais positiva que consegui expressar.
Extraordinário Diário que possui a magia mais profunda de uma poesia deliciosa e agradável.
Despeço-me, maravilhoso Diário.
Vai descansar.
Os meus olhos fundos de tantas “diretas” fazem sem aproveitar nada a registar ou detetar.
A “prescrição médica” vou reavaliá-la. Vou esclarecer-me. Ver se é realmente o meu Diário de uma vida sobressaltada e que vive este sobressalto.

Sunday, April 02, 2017

Hoje, vou falar-vos de uma "mentirinha pedagógica" no Processo Ensino/Aprendizagem. Como é delicioso tê-la e usá-la.
Geralmente, os alunos que se portam com um comportamento "terrível" na sala de aula são oriundos das Classes Sociais Baixas.
Quando acontece, chamo-o de parte e peço-lhe a caderneta escolar que acompanha sempre o aluno.
Geralmente, o Professor escreve que o filho se portou mal na aula.
Não acontece comigo. No lugar da caderneta onde se direciona uma
mensagem ao Encarregado de Educação escrevo um elogio com a promessa de ele não fazer mais disparates. Escrevo: A Educação do seu filho é exemplar, íntegra e com uma atitude na aula fabulosa.
Sabem que resulta sempre.. Também só o faço em ocasiões especiais.
Uma vez, um Encarregado de Educação veio ter comigo de lágrimas nos olhos sensibilizado e comovido com o que escrevi do seu filho. Problemático e com imensos processos disciplinares por atitudes despropositadas na sala de aula.
E, funciona. Torna-se mais atento nas aulas e o seu comportamento melhora em todos os domínios.
Apenas tento chegar onde o Planeta não chega. Estimular os mais desfavorecidos e com problemas sociais, pessoais e humanos..
Uma conduta inadequada em todo o lado.
Dar à família um pouco de felicidade e alegria.
Geralmente, depois, tudo corre pelo melhor.
A "mentirinha pedagógica" funciona plena e brilhantemente.
António Pena Gil .