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Campanha do Agasalho 2009

Thursday, July 05, 2018


A Minha Existência Existe!

Todos os dias sento-me numa tosca cadeira e numa mesa que vivem. Vivem e sentem o mundo.
A minha conduta justifica-se quando a expresso. Quando dialoga comigo. Quando me afaga e me abraça. Sim! Com paixão. Com determinação grandiosa. Protege-me. “Apaixona-me” numa identificação viva que existe.
Divago sobre tudo um pouco. Faz-me ver o Universo de maneira clara. Sem omitir ninguém. Permanecem lenta a aprazivelmente, neste mágico e doce viver.
 Que delicia. Que me faz sentir de bem com Ele.
Quando toco os meus sentimentos e emoções “arrebatam-me” de pureza e encanto. Posso fazê-lo, sabem? Os sentimentos são meus. As emoções que acarretaram um imenso bem-estar e tranquilidade plenas e absolutas. Que adornam e descrevem, “meigamente” o meu Ser justificado. Está presente sempre. Lado a lado comigo. Constantemente difundido fascínio e excelência.

António Pena Gil
Obrigado.

Tuesday, July 03, 2018


“Coisas” Que Faço Por Mim!

Eram seis horas da manhã quando me levantei.
Desci sem contar as escadas. Nunca conto as escadas.
Abri o PC e coloquei as minhas pesquisas em ação depois de ler e não poder libertar-me do livro: O Código DA Vinci de Dan Brown. É um livro de longa data, mas, para mim, inseparável e visível sempre ao meu olhar. À minha descoberta. À minha intenção de desvendar tantos segredos ocultos presentes e passados. Já fazem parte de mim.
O “trailer” “passei - o” a tirar dados que me fossem uteis para poder partilhar pensamentos, seitas, sociedades secretas, cifras e símbolos que a “Arte” pode distribuir por nós.
Sendo assim, coloquei-me somente nos “Illuminati” e no “Priorado do Sião”.
“Tudo começou na Bavária, em 1776, quando um grupo de nobres decidiu se juntar para trazer os ideais "iluministas" (daí o nome da ordem). O problema é que o príncipe, Karl Theodor, não gostou nenhum pouco da rebeldia e mandou exilar os Illuminati e tornar ilegal seu grupo, o que teria sido o fim da Ordem. O fim oficial, é claro, já que teriam usado desse recurso para, a partir de então, agir dos bastidores e passar a ter outra lógica de funcionamento: a manipulação.”
Quem eu o livro de Dan Brown o exposto não oferece dúvidas. Criaram-se - se situações irreversíveis. Que vale a pena pensar…!
O seu poder tradicionalista tornou-o um defensor católico, apesar de permanecer sigiloso e omisso do conhecimento das pessoas.
Já a sociedade secreta do “Priorado do Sião” defende que gerações a seguir a Gerações que defendem “linhagens” sucessivas de Jesus Cristo fazem com que existam no Planeta, no presente, familiares Dele que” convivem” ao nosso lado sem o saberem?
São segredos irreveláveis. São gestos precisos. São atitudes sóbrias. São sociedades secretas que nos apaixona e quase “casa” conosco pelo muito que pudermos encetar e de assistir à perfeição humana Mundial.
Mesmo o símbolo da “Rosa” é um segredo secreto e intransmissível.
São “Coisas” Que Faço Por Mim!

Fiquem bem.
Leiam. Pensem.
António Pena Gil

Olho Para Trás O Meu “Existir” E Que Vejo?

Um dia destes ia de carro sozinho e coloquei o rádio no máximo. Ponho sempre a música no máximo. Faz-me sentir bem. Sinto a vida em plenitude e aprazível sentimento. Faz o meu existir. E, não, adormeço. Faz-me sonhar.

O locutor dizia: É lamentável e indevido viver uma vida toda e não observar o que fomos? O que fizemos? O que “construímos”? Valeu a pena existir? Passou algum tempo em que nos sentimos de formas agradável e de deleite no que fomos? Ou um nada encetado de útil ou de agradável que queríamos em nós e na nossa existência?
Quando chegamos aos cinquenta ou sessenta anos podemos constatar que não andamos a fazer nada. O que de desejável deixamos para trás comporta um vazio flagrante. Um vácuo de negatividade e veracidade pelo que ambicionamos imenso ter feito e que não fizemos.
Se pudéssemos retroceder na vida faríamos tudo o que não aconteceu nas nossas vidas. Tudo o que exigiria e gostaríamos de fazer que suscitaria um “grito” de revolta pelo mal-estar e ausência do que ficou feito sem o sentido de outras “coisas” que deveríamos ter feito com alegria e felicidade.
Ainda ouvi, o locutor daquela rádio, expressar: Mal ou bem e, olhando para trás, deveríamos gritar e parar, tal o desencanto e adversidade do que fomos sem o ambicionarmos. Seria extraordinário rever situações em que não efetuamos nada de aprazível e delicioso bem-estar que gostaríamos de efetuar com motivações fortes e decididas. Ter parado para pensar e sentir o que andamos a fazer numa existência plena?
Antes vale parar em jovens e dizer: Não gosto “disto”. Vou mudar. Para quando chegarmos aos cinquenta ou sessenta anos olharmo-nos com satisfação e com o dever feito, olhando para trás.
Sim! Eu sei que é difícil. Impossível, mas autêntico, sincero e em paz interior conosco.
Porque não encetamos fazer o que ambicionarmos efetuar? Com alegria. Com sensatez. Com sonhos lindos e puros. Com a ambição aceite e desejável de nós. Nunca chegar aos tempos atuais e proferir: Devia ter parado. Deveria ter pensado. Deveria ter sentido o que queria fazer e não fiz.
Olho Para Trás O Meu “Existir” E Que Vejo?
António Pena Gil
Obrigado.

Sunday, July 01, 2018


O Meu Exame da Quarta Classe que era meu e que não fiz!
Fizeram-nos Elas!
Nesse dia, em que ia fazer o meu exame da quarta classe. Levantei-me muito cedo e esmerei-me o melhor que podia e conseguia.
Era um dia muito importante para mim e para aqueles rapazes todos da minha idade.
A minha linda Mãe sossegou-me e disse-me que estava muito bem assim. Vestido de forma aprazível e muito bela, aos seus olhos de mãe.
Sai de casa muito antes da hora marcada para o exame, onde alguns rapazes da minha idade já se encontravam. Estavam vestidos a preceito de gravata e fato a condizerem entre si.
A escola situava-se em frente ao Seminário Episcopal desta cidade e chamava-se Escola Carvalho de Araújo.
Em breve tempo estavam todos lá. Aguardávamos pela chegada das Senhoras Professoras que nos iam efetuar este exame importantíssimo.
Eu, no meu íntimo, ia para brilhar. Sabia tudo um que um Ser Humano devia saber.
Mandaram-nos entrar. As Senhoras Professoras entrariam pela porta das traseiras deste edifício decrépito, gasto e decadente, preste a cair. Prestes a “sucumbir” e a tombar.
Quando já estávamos junto todos na sala chegaram as nossas Senhoras Professoras de semblante austero e duro. Levantamo-nos de imediato e só quando nos mandaram sentar é que o fizemos.
Quando as observei mais atenta e pormenorizadamente, reparei, para minha incredulidade e admiração que eram a D. Fagundes e a D. Anastácia, amigas da minha mãe. Fiquei todo a tremer. Fiquei aflito. Fiquei sem para onde me escapar? E, se me pedissem um beijo, morreria de vergonha e de pronto perante uma sala repleta de rapazes da minha idade. Senti medo. Senti um pânico total e absoluto. Por mim, desejava “morrer” ali mesmo, mas era ainda tão novo. Fugir para parte incerta onde não me encontrassem nunca mais.
Os exames iam prosseguindo até que chegou a minha vez. Pediram-me para ler e leram elas. Pediram-me para contar e contaram elas. Pediram-me assuntos de Meio Físico e responderam elas.
Quando terminei em cinco minutos o meu exame que era meu, fizeram-no elas. E, ainda, por cima e, incredulamente saí com a nota de Excelente com Distinção.
E, eu que ia ali para brilhar? E, eu que me tinha preparado para este exame há imenso tempo?
Quando cheguei a casa fechei-me no meu quarto e chorei, chorei, chorei. Não tinham esse direito. O Exame era meu. Fizeram-no a elas o meu exame.
Quando a minha mãe regressou a casa do “trabalho” contei-lhe tudo. Emitiu um sorriso afável e doce para mim. Agradeceu a Deus o filho que tinha.
Ainda, me perguntou se lhes tinha dado um beijo que não respondi. Naquela exata altura eu senti uma alegria imensa. Ao menos não lhes dei um beijo que seria aminha morte e o meu descrédito de todos ali.
Por fim, adormeci
Foi O Meu Exame da Quarta Classe que era meu e que não fiz! Fizeram-no Elas!

António Pena Gil
Obrigado.

A Seleção Portuguesa tudo e todos Empolgou: Não merecia ir para “casa” mais cedo!

A “nossa” Seleção fascinou. Hoje, entendo como é uma das melhores seleções do mundo.
Quando os uruguaios marcaram o primeiro golo senti que as “coisas” seriam complexas e difíceis. Foram dois golos de sorte porque a Seleção Portuguesa jogava com encanto e beleza. Talvez, fizessem o seu melhor jogo nos relvados da Rússia.
Empolgou e deslumbrou. Sim! Era uma delícia a troca da bola mágica e sublime entre todos.
Após a marcação do segundo golo uruguaio os fizessem soçobrar um pouco. O resto foi ver o talento e simplicidade do seu valor imenso e majestoso.
Com onze jogadores “metidos” na baliza do Uruguai seria impensável e inacreditável meter um golo que nos daria alegria e notabilidade aos olhares de um mundo inteiro que nos observava. Com atenção. Com deleite. Com razões válidas porque somos das equipas melhores do Mundo. Ficou provado e registado sem equívocos neste “palco” da “Arte” .
A “Arte” da “nossa” Seleção brilhava e resplandecia na esperança impossível de ganhar este jogo.
Fizeram tudo e todos empolgar com a sensatez e a fabulosas atitudes de um sonho inacreditável por serem notáveis e grandiosos em todo o Planeta. Os melhores entre os melhores.
Foram dois lances únicos e visíveis que a Seleção do Uruguai foi à baliza e marcou. O que se passou a seguir foi defender esta vantagem sem arriscar nada. Absolutamente, nada.
Foi aí que a magia e talento dos “nossos” jogadores deliciaram. Maravilhavam com a postura real e verdadeira com uma equipa que se “meteu” na sua baliza “tapando” todos os caminhos ao golo. E, assim era impossível marcar.
Hoje, já entendo porque somos uma das melhores equipas do Planeta.
Parabéns, briosos e gigantescos jogadores mágicos e sublimes. Como foi lindo e maravilhoso o vosso trocar da bola e sublime encanto como nunca visto de uma Seleção ímpar e de deslumbre. Não! Não mereciam “regressar” a “casa” mais cedo. Era impensável. Era contrário aos nossos sonhos. Era “despedir-se” injustamente destes campeões que sabem o que querem.
Adeus Portugal. É sensibilizado que o digo.
A Seleção Portuguesa tudo e todos Empolgou: Não merecia ir para “casa” mais cedo!
António Pena Gil
Obrigado.