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Campanha do Agasalho 2009

Wednesday, August 15, 2018


    Quando Allen percebeu o perigo que corríamos, em face da pesquisa às suas “coisas” sentiu um punhal enterrando-se nas suas costas que o fez cair desamparado de encontro ao chão duro e falecendo de imediato.
    O sangue corria agora por toda aquela sala, “encharcando”  este local.

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António Pena Gil
Editora Chiado.

Tuesday, August 14, 2018


O Meu Eterno Desacordar De Sempre!

Levantei-me por volta das 9.45 minutos. A casa encontrava-se deserta. O Senhor Nelson foi ao mercado das “Terças-Feiras”.
“Acomodei-me” em mim ainda mal desperto. Tomei o pequeno-almoço que preparei com afetividade. Na “trincheira” do desacordar fabuloso e de excelência vossas.
“Preparei” com determinação o meu sentir por vós. Por todos os diligentes e fantásticos seres humanos que vocês são e “exibem” para o meu bem-estar, para a minha tranquilidade, para o meu sossego maravilhoso e uma paz consolidada e feliz.
Ficou em mim, o “desacordar” delicioso e mágico em todos os pontos do Universo terno, simples e adorável que são “premissas” necessárias e imprescindíveis  minhas.
Fez-se dia no Planeta que adoro. Em todas as pessoas boas ou más.
Olhei demoradamente, a casa. Estava tudo no lugar exato do encanto e excelência. Tudo parecia ter sido protegido por Deus. Ser acarinhado por Ele. Sempre afável e extraordinário.
O Mundo “rodopiava” lá fora. Com fervor e autenticidade marcantes de pureza e beleza fantásticas.
Decorria a vida. Uma existência doce feita de muitas estares e sentires. Sim! De maravilharem e deslumbrarem.
“Existi” mais um dia na minha pacata e sóbria sensação de “existir”. Lado a lado convosco. Com a vossa ternura visível de ingenuidade e beleza plena e intensa. Vou “abarcar” mais um dia que me pertence. Na subtileza do meu ser. Numa pertença sublime e formosa.
Estou “Cá”, sabem?
E, estou “Cá” na O Meu Eterno Desacordar De Sempre!
António Pena Gil
Obrigado, amigos de sonho.
Gosto muito de vós.

Sunday, August 12, 2018


A Cidade Dos Canais. A Cidade Do Amor. Jamais Poderei Esquecer A Doce Veneza!

Fazia calor. Um calor abrasador.
Cheguei ao hotel em Mestre-Veneza repleto de água que brotava abaixo do meu rosto suado. E, tinham-me avisado do calor que era sempre imenso e intenso ali. Tomei um “duche” rápido e “montei” o meu lugar de escrever algo de fabuloso sobre as minhas férias em Veneza nunca esquecida ou omitida pelos imemoriais sentimentos de tanto encanto e beleza que nos parecia “decorar” ternamente.
Tinham sido seis dias muito cansativos e exaustos. Visitei Roma, Florença, Bolonha, Pádua. O Vaticano.
Todos estávamos arrasados. A pedir férias das férias.
De súbito, ouvimos bater à porta efetuada por conhecidos amigos feitos por aquelas deliciosas e ternas paragens de sonho. Conhecidos em Itália.
Eram o “Rob”. A Angelique. O Paulo. A Isabel.
Não sei como, encontrávamo-nos metidos num “vaporeto”, transporte público aquático, atravessando as águas do “Grande Canal”. Era constatada e denominada, de há muito, como “a mais bonita rua do Mundo”.
O Guia, majestoso e eloquente não se preocupava em nada pelo nosso cansaço ou “estafado” estares, ultrapassando “conceituosamente” e aprazivelmente, por momentos alucinantes e brilhantes em que tudo visualizávamos e a tudo assistíamos nesta região muito bela e fantástica do “Vêneto”. Possui uma sumptuosa Arte e Arquitetura. Foi construída sobre bancos de areia das correntes do Adriático.
Nisto algo nos surpreendeu, já tínhamos passado por uma “lancha-fúnebre” e agora passava por nós uma “lancha-ambulância” a uma velocidade quase atómica movida pela magia e magnificência do lugar.
Encontrávamo-nos atordoados de tanto encanto e de tanta “majestade”.
Perguntamo-nos que cidade era aquela? Vivíamos momentos de felicidade e bem-estar nunca antes vividos. Estávamos no paraíso.
Estávamos num local muito distante da minha cidade. Incontestável de perfeição e surpresa pelo inesperado e surgido de Deus com notoriedade e majestosamente intocável e visível de magia aos nossos olhos e aos nossos atos. Era linda. Era maravilhosa. Adorei.
Ainda visitamos “a Piazza San Marco” e a “Basílica de San Marco” que nos prendeu de maravilha e fascínio nunca vistos.
Sá faltava as tão ansiosas declarações de amor nas emblemáticas e obrigatórias “Gôndolas” que nos esperavam. E, lá fomos.
Tivemos direito ao som melodioso do acordeão, ao canto de um brioso barítono e à habitual garrafa de champanhe.
A Cidade Dos Canais. A Cidade Do Amor. Jamais Poderei Esquecer A Doce Veneza!
Não sei explicar o que aconteceu depois…
“Isso” ficará eternamente recolhido e “escondido” em mim para sempre…
António Pena Gil
Obrigado., majestosos amigos.
Gosto muito de vós.

Saturday, August 11, 2018


Estou Cá. As Objetividades Materiais, Não Faço Parte Delas.

Quando escrevo ou me expresso, apenas desejo agraciar a dádiva da amizade Uma amizade plena de reciprocidade. Não! Não podia ser de outra forma ou gesto.
Os “quadros humanos” que “pinto” com ternura, “roubam-mos.” Veem-me” buscá-los, não sei por que razão? São meus. Muto meus. A “doçura” não serve. Não “encaixa”. Não se ajusta ao sentir que sinto. Que conto. Que amo e adoro. Com o meu carinho que é o meu. Faz parte de mim. Que “salpicam” e “preenchem” a minha significação autêntica de verdade aqui.
Sim! São sonhos irreais. Sentidos de irrealidade que nunca compreenderei ou entenderei”?
Sinto um “vazio” grandioso. Enorme. Consigo visualizá-los em gestos “desarticulados” de sonhar imenso e que “jazem” na minha memória plena e absoluta dos sentimentos que possuo.
Pessoas gigantescas que primam pelo elogio, entrincheirados e presentes no que sou e ambicionam direcionados para o meu existir difícil e complexo.
Só percebo de sonhos magnificentes e valiosos concretizados há muito.
Sempre agi de forma séria e responsável.
Ambiciono que as palavras “bailem” no meu querer amigo e sincero que é parte de vós e da vossa beleza existente e presente de bondade e serenidade. Que me faz bem. Que gostam de mim e do que sou.
Todas as pessoas estão muito distantes do que expressaria para mim. Para o meu eu e depois para todos vós, sim?
Não! Não existem “remendados” do que aspiro para a vossa significação de sonho?
Estou Cá. As Objetividades Materiais, Não Faço Parte Delas.
Sonho um sonho lindo. Só e apenas. Nada mais. Persigo-o com paixão e amor.
Obrigado.
É tudo.
António Pena Gil
Gosto muito de vós.