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Campanha do Agasalho 2009

Wednesday, March 19, 2008

Reflexão Sobre Um Sentir Num Tempo de Páscoa...! Duas "Dádiva" De Encanto Que Recordo.







Quando nasceram os meus dois filhos, chorei.
Bem agarrado e amparado à minha doce esposa, choramos.
Pareciam irreais, personagens de um filme muito belo.
Quando me debrucei sobre a alcofa de cada um, vi os seus olhinhos brilharem.
Virei-me comovido e exclamei:
- Olha, cintilam! Brilham tanto!
Nunca mais esqueci o instante. Único!
O tempo parecia claudicar ali mesmo. Naquele momento.
O meu bater cardíaco acelerou e o dela também, num compromisso fascinante com a vida.
A nossa vida.
Jurei perante o Supremo Deus, em que não sei se acredito, que aquilo era bom demais.
A minha terna esposa enxugou-me as lágrimas com o seu lenço e beijamo-nos.
Creio que foi algo de inexplicável por fazer sentido.
Hoje, revivo o sonho. O sonho encantado.
Tive mais gestos muito significativos, mas aquele perdurou na minha vida.
Rezei fervorosamente a Ele, pela dádiva, pela magia, pelo deslumbre daquilo que me estava a suceder.
Creio que O percebeu na íntegra, a minha prece.
Pedro, filho, amo-te!
Tiago, filho, amo-te!
Não se repetiu mais, mas sinto-me perplexo porque foi bom. Muito bom!
Hoje, revi a sua magia.
O gesto Dele!
A crença e o crédito na felicidade existente!
Comove-me e comeveu-me sempre que falo disto!


Sempre que coloco isto no meu pensamento fico extasiado de alegria e felicidade.


Encanto!
Oh, meu Deus, OBRIGADO!
Dedico este texto com todo o carinho e amizade sinceras a todos os meus Amigos Gigantes em tempo de reflexão: A Páscoa!
Que ela traga toda a felicidade do Mundo a todos os que me visitam e não me visitam.
Desejo-lhes uma adorável e feliz Páscoa.
É com toda a minha sinceridade e seriedade, sim?
Pena: "O Amor Solidário Que Deve Presidir Em Todos Nós". 19 de Março de 2008.13 horas, zero minutos e cinquenta segundos.
Assunto: "A Páscoa e o intenso Amor que transporto comigo para todo o lado."




Thursday, March 13, 2008

A Minha Sinceridade/Seriedade Que Resolvi Rever...!

Sempre tive boas maneiras. Acredito nelas.
Não! Não escorreguei no "asfalto" a que chamo Vida.
Tinha um pensamento, sentimentos. Valores e princípios que foram cimentados com carinho. Dedicação.
Tinha necessidades, atitudes válidas, instantes insuperáveis, compreender o que sempre compreendi.
Visitei-me. Presenteei-me. Ofertei-me.
Afinal, pertenço ao Mundo. Sou uma "peça" dele.
Só que o meu Mundo admira as pessoas, os actos, os gestos, as atitudes.
São reais, essas GIGANTES pessoas.
Apesar de morar num Mundo de sonhos. De histórias inconfundíveis. Intermináveis. Sem fim...!!!
Há muito que assimilei.
Disparo com um tiro infalível e certeiro, o amor.
Agora, acredito veementemente nele. E, necessitava tanto de me certificar!
O certificado está na minha posse. Com isso não brinco, nem nunca brincarei.
É demasiado sincero. Feito de gestos. Encantos. Procedimentos que há muito me trouxeram a existência. A irrealidade do Ser. Do meu Ser.
Esse amor indissolúvel e presente foi "carimbado". Sim! Com o carimbo sem ser nada, apenas a força e o poder do amor.
Permanece em mim. Bem guardado. Com uma chave de ouro prateada e linda.
Alás, que me lembre, sempre o transportei para todo o lado, o amor. Com a beleza. O pasmo. O encanto.
Sim! Agora, a dúvida dos meus actos e gestos foi arrebatadora. Selada com o selo da Alma. Daqueles selos que se utilizam para deslumbrar o que sempre foi deslumbrante. De forma terna. Pura.
Agraciou-me e eu agraciei o Mundo.
É bom viver, acreditem?
OBRIGADO, vida!
E, desculpem, sim?
Apenas sentia-me um pouco perdido. Ausente de mim mesmo.
Agora não sei se acompanharei ou entrarei no "comboio" que corre velozmente na Vossa Linda e pura compreensão???????????????
Mesmo assim, vou tentar!
Há momentos...!!!
Pena. "Uma Atitude de Felicidade".13 de Março de 2008.11 h 15m de uma qualquer Quinta-Feira.
OBRIGADO A TODOS pelo carinho e compreensão.
Tenho tesouros guardados. Esses tesouros preciosos falam a voz do amor, da ternura, da amizade, do encanto. Acreditem, porque é verdade. Emocionam-me e comovem-me SEMPRE!
É por isso que os tenho bem guardados em mim. Com a minha sinceridade e o meu sentimento.
Com um Enorme carinho, ei-los: Um Momento, Blue Velvet, Elvira Carvalho, mjf , Pata Irada, Tita Coelho, Suave Toque, Sol da Meia-Noite, Filoxera, Esconderijo Da bandys, Sophiamar, São, Carla, Velaaovento, Paula Raposo, Juli Ribeiro, Piedade Araújo Sol, Graça Pires, Luciana Cantanhede, Garça Real, Alexandre, Lua Prateada, Áurea, Mário Rodrigues, Flor, A. Tapadinhas, Nilson barceli, estrelanomar, Plum, Paulo Vilmar, Belisa, Iana, Anabela Quelhas, Irneh, Gi, Fernanda Poemas, earwen tulcakelume...
Não foi minha preocupação a ordem. Agradeço a TODOS!
DESCULPEM eu ser assim. Como sou.
OBRIGADO!
Agora, apenas sinto-me renascer.

Friday, March 07, 2008

Preciso De Tempo. Algum Tempo. Vou descansar...!!! Desculpem, sim?

Sou um Professor ignorado do Mundo!A vida não sabe ainda porque sou ignorado.
Não tem conhecimento. Não se apercebeu, ainda. É por isso que sinto uma sobriedade e uma pacatez, pela sorte que sinto.
Os meus filhos têm conhecimento porque lhes contei, senão procurariam sabê-lo.
A todo o custo!Porquê?
Talvez, pelo amor que vai neles e, pelo desencadear de questões que me colocam diariamente, e me apercebo que não sei responder.
Nessas alturas, atiro-lhes com a minha sinceridade. Serei sempre sincero com eles. Nunca lhes mentiria!
Caio em mim.
Olho à minha volta inseguro.Há tanto a explicar-lhes. Há tanto que eles querem e desejam saber.
- Pai, o que é a existência? – Pai, o que é o amor? – E, a maldade? - Conheces a morte? Já alguma vez morreste? - Vá, explica-nos!- Pai! Queremos saber. Ajuda-nos.
Sinto o Mundo a fugir-me a meus dos pés. Sinto uma náusea incómoda pelo amor que lhes tenho. E, esse amor está bem presente e vivo em mim e neles.
E, eu, há muito que descobri que vivo entrincheirado em mim e no que sou.
Não sei satisfazer-lhes a curiosidade, avivar-lhes o pensamento, amá-los ternamente, esclarecendo-os para que se descubram e descubram a vida.
Oh! Que mal fiz eu a Deus?
Sou apenas um Professor ignorado do Mundo que está de passagem.
Não digam nada a ninguém porque ninguém me conhece!
Uma vez, sentei-os no meu colo.
Conversamos. Conversamos, numa conversa sem fim.
Senti-lhes o calor. Senti-lhes um afago. Uma imensa ternura.
Não lhes contei uma história. Não tive coragem.
Contei-lhes a sua história. E, quando parei, senti absorverem-me, sorrindo.Havia entendido. Haviam entendido a beleza e o encanto de serem.
Porque foi uma história de amor!
Não! Não me questionaram mais sobre coisas difíceis. Não saberia responder!Então, compreendi que foi Ele que me ajudou.
Alguém me ajudou!Sozinho não era capaz!
E, compreendi também, porque sou um Professor ignorado do Mundo!
Talvez, por não compreender a vida e a imensa riqueza que ela possui.
A imensa riqueza que vai no pensamento dos mais pequenos.
A imensa riqueza da vida dos alunos com quem lido.Com quem lido com amor!
E, talvez, eles não compreendam.
Porque haviam de compreender?
Oh! Que mal fiz eu a Deus?
A seriedade. A sinceridade. A dádiva e entrega a tudo o que faço sossegam-me.
Sossegam-me imenso, acreditem?
Até breve.
Com carinho, só preciso descansar, sim?
Só um bocadinho apenas.
Grato e reconhecido pelos meus visitantes e não visitantes, a vossa linda compreensão...!!!
DESCULPEM!
Pena.Março.2008. 07.03.2008. "Preciso De Descansar"!12.30h e quarenta e cinco segundos.

Monday, March 03, 2008

A Minha Vida! A Vida Dos Outros Não A Deixo Ao Acaso...!!!

Sinto-me profundamente atrapalhado. Penso nas coisas mais incríveis e impossíveis de concretizar. Mergulho de cabeça, a pino, como em água cristalina, na cabeça de mim.
Só de mim!
Será que a possuo? Real. Minha. Propriedade só do que sou.
Onde fui parar?
Nos confins das pessoas, dos seus pensamentos, das suas emoções. Das suas vidas dignas que vivem dignidade. Imensa dignidade.
Sabem, por vezes, sinto-me irreal. Abarcando tudo e todos, menos o meu eu subconsciente, esquecido. Escondido. Remetido ao que provavelmente sou.
Egoísta comigo próprio. Com conhecimento disso.
Com certezas. Não me relembro sequer dele, do meu eu subconsciente.
Tenho uma ideia como é. Conheço-o como é, apesar de esquecido.
Visível ou invisível na aparência sóbria, lúcida, sensata, como deve ser e, eu, apenas tenho uma vaga ideia dele. Não sei bem se é como o vejo.
Só sei que eu sou e já aparentava que não sabia.
Permanecia ignorado, esquecido, como sempre fui, afogado na limpidez dum lago puro que desde sempre tentou purificar-se e cristalizar-se no tempo infinito e, levado pelas ondas vagabundas, pelas vagas alterosas e conflituosas do que sempre aspiraram a ser.
O tempo, esse, é que não pára. Não estagna. Mexe-se. Evoluí. Avança.
Podem recuar as ondas alagadas do eterno pensar, numa brisa tumultuosa surgida do nada que as confunde e baralha, mas o azul do Firmamento que circunda o que sinto avança sempre, majestoso na incompreensão e irrealidade sentida e vivida.
Parece desabrochar depois da tempestade que já lá vai. Tardiamente. Sem nexo.
Vida, por onde andas?
Tento pegar docemente nela. Embalá-la. Mimá-la. Apertá-la com força e ternura de encontro ao meu peito numa doce carícia.
Reconfortá-la. Afagá-la.
Será que consigo? Não posso pensar só em mim.
E, a existência dos outros? Fica entregue a quem? Não a confio ao acaso. Por divertimento.
Não são para divertir. Por entretimento.
Não vejo como podem entreter. São sérias. Muito sérias, essas vidas. Colocam-me preocupado. Muito preocupado. Demasiado apreensivo.
Precisam que as tratem com seriedade. Paixão. Ternura. Dar-lhes um sentido. Dar-lhes uma significação. Que as façam congratular-se com o afago do grito, quase divino, do deslumbrante nascer que se eterniza em maravilha sentida. Amado.
Se eu não me entendo, como posso eu entender os outros?
Talvez, um heterónimo doce existente e, visível em mim, o consiga. Eu não sou. Vivo na complexidade do conflito, em que sempre e, no fundo, vivi. Penso que nunca o compreenderão, esse conflito. É demasiado singelo e puro na sua imensa complexidade.
O meu conflito. O meu conflito que me baralha e baralha os outros por não o entenderem.
Nunca o compreenderão. Tenho a certeza.
Preciso arrumar o pensamento. Pô-lo em ordem. Torná-lo positivo, optimista mesmo.
Sempre fui um optimista.
Desconheço como? Desconheço a forma? Mas, para ser merecedor da minha vida, da vida que vive em mim e, merecedor da vida vivida nos outros.
Vida, onde estás?
Vida
, por onde andas?
Que te aconteceu?
Será que os outros me darão autorização de falar por eles...!!!
Desculpem, sim?
Pena. Março. 03.03.2008. "Numa Segunda-Feira Do Quotidiano De Mim E Dos Outros"

Thursday, February 28, 2008

Verdadeiros Heróis de Uma Vida Injusta...!!!


As duas débeis silhuetas de pequenitas de pés nus, arranjando um colo para mais três irmãs, sabe-se lá como, suportavam a dor e a miséria, sentadas no chão do empedrado da rua, agora sem vivalma.
Como sempre sucedera.
Como já era usual. À merecê do "deserto" desprotegido da noite que se fazia anunciar.

Haviam mendigado, todo o dia, uma côdea de pão para enganar a fome, a si e, às irmãs mais novas, desamparadas e entregues ao acaso da vida.

Não teriam mais de treze anos de amargura!
Heróis inequívocos de uma Vida feita na rua. Aprendendo com ela de forma brutal, mas sorrindo sempre na sua singeleza desconhecedora da sua condição, perante um mundo indiferente que passa e não pára para vê-las...
Só para vê-las!

Parece que as revejo, deambulando como uma chama ardente e incómoda no meu pensamento.

Eram mais umas crianças da rua, como outras o são, retratando a podridão da sociedade.

A podridão da vida. A podridão do Mundo.

A podridão dos que se sentam nas douradas e aconchegantes poltronas do poder, sem sentir, sem se preocupar, sem esboçar um gesto, algo, só algo, alguma "coisa", para compreender.

"Não sentem nada neles".- Leva-me o pensamento a pensar. Triste.
Estes Seres Humanos desencantados do infortúnio, elas e eles só desejam um pouco de compreensão. So um bocadinho.
Um pouco de atenção por transportarem um mundo em que não é justo viverem...!
Mas, têm que viver. Não nasceram para esta vida , mas ela é assim.
Há tristeza no coração grande e na alma enorme delas, pobres pessoas pequenas, singelas e doces, que agora abrem os olhares para fora delas, porque de pessoas se tratam, embora pequenas.
Pessoas pequenas com sentimentos Enormes.
Com pensamentos Gigantes...!
PESSOAS incómodas...!

Quanto mais sofredoras estas pessoas são por cresceram cedo demais, mais sonhos contêm nelas, enquanto sustentam o sorriso e a alegria de serem.
Entender o Mundo?

Quantos fantasmas inoportunos criados naquelas cabecitas puras e belas?

Simples, mas malfadadas pela complexidade do destino reservado.
E, depois...! Quem é o responsável????

Crianças incómodas da rua…porque incomodam os poderosos, estou certo, mas...!

Todas elas haviam aparecido ao mundo, no desengano e no incoerente sentimento dum amor que existiu. Na verdade, existiu! Foi real e inequívoco, por ser intencionalmente existente!

Um amor entregue com ardor e necessidade à vida…!
Um amor surgido do nada. Um amor surgido na rua...!
Um amor pensado na vida...!

Veio-me às ideias que a indiferença não habitava comigo e conheci uma história.

Uma história real feita de sonhos ternos e infantis! Várias histórias que ensinam…Que marcam… Que merecem ser atentamente escutadas…Compreendidas…
A sua história! A história delas!Como se torna difícil conhecer uma história de desencanto, de dores sofridas que lhes vão lá dentro, bem dentro delas, e falam, falam, falam…sem fim?
Como falam tanto em si, com desenvoltura e paixão para ser devidamente escutadas.
Como falam tanto! Tanto! Tanto!
Sem sequer emitir um som para respirar alento nas palavras e alento para se dizerem perdidas.Totalmente perdidas, mas onde o rancor não surge!
Não sentem rancor. Será que já o sabiam antes de nascer...???

Eu conheci algumas das suas histórias infortunadas e injustas porque elas as conheciam, quando não as deviam de conhecer, porque não deviam ter acontecido com elas.

Com a vida delas!
Absurdo de vida! – Pensei, desabafando comigo, meio incrédulo, meio trôpego.
Esfreguei o pensamento sôfrego e com fúria as emoções mais impensadas, pela discórdia e revolta em me ter comprometido não aceitar as incongruências injustas escutadas, numa cantilena em voz desperta de crianças, que pareciam não ter fim.

Crianças da rua…!Pai alcoólico…Mãe prostituta…As voltas que o Mundo dá!
Inevitáveis...! São vidas...! São formas naturais de vida...!
Difíceis.
Incontornáveis. Irreversíveis.

Crianças totalmente perdidas, mas onde o rancor não surge porque sorriem todo o dia. Sem descansarem. Não têm tempo para a tristeza que sentem.

Belas! Ternas! Conformadas com o destino! Um destino incerto. Um destino que se vai tornar suado, duro!

Mas, saberão?
São inocentes. Puras. Injénuas.

Sim, sabem, mas sorriem.
No seu íntimo, mas no seu mais profundo intimo, creio que saberão.

Só que fazem por se calar…por ignorar…! Por ocultar…!

Mas, sim, sabem-no! Quase tenho a certeza!
Injustiças…!
Injustiças no avassalador requerimento do existir.
Consta nele e numa burocracia que incomoda. Tem necessariamente que incomodar.

Ninguém foi o culpado!

Talvez, a vida…!

Quem sabe? Crianças da rua…!

Como vos amo! Não! Há algo a fazer por elas e por eles que urge celeridade.

Só sei contar histórias…!

Só me resta contar a vossa desafortunada história…por ser Real!

Isso, jamais esquecerei ou conseguirei calar!

Amo-vos! Só sei isso. Isso sei, mas não chega. Nunca chegará...!

Mas creio que isso é importante, muito importante!
Ninguém ousará calar-me.
Não conseguirá!!!!
Acarretam um valioso e pesado Mundo Infantil injusto, quando devida ser justo!
Um Mundo pesado, porque pesado bem, é muito árduo na "balança" da Vida de sonhos inacabados cedo.
Muito cedo!
E, isso, é crime!

By Pena, "Numa noite sem sono." Janeiro de 2007. Publicado no blog:"Esquadria do Desassossego"

Saturday, February 23, 2008

Sabem, Estou muito preocupado...!!! Aquela sala...!!!

As alterações introduzidas no âmbito do Processo de Ensino/Aprendizagem nas escolas, produziram nos Docentes apreensão, desconforto. "Mexeram" com pessoas dedicadas, com a interioridade do seu Mundo, com a imensa dignidade e entrega responsáveis de sempre.
Todos os dias da semana que entro naquela sala, vejo rostos tristes, gastos, cansados, onde outrora, habitava a alegria. E, era tanta!
Todos os dias vejo apreensão, mesmo tristeza, onde, outrora, morava o encanto e a felicidade.

Sim! Refiro-me ao controverso Novo Sistema de Avaliação de Professores!
Olhem, isto mexe também com as famílias destes, com o brilhantismo afirmado de forma constante junto do mundo infantil, com os próprios discentes e a sua chama profunda e sentida de vida fascinante como aceitaram constantemente e prontamente"viver" a escola e o que lá fazem com um rasto de maravilha doce e terna.
Apaixonante!
E, tudo corria naturalmente. De forma agradável. Doce. Era uma entrega recíproca num entendimento sensato. Sóbrio. De forma sincera. Aberta. Dialogante.
Que respirava compreensão e encanto.
Por inteiro, de parte a parte.
Com credibilidade mútua.

Tempos atrás, aquelas quatro paredes sussurravam sonhos lindos, partilhavam e ouviam secretamente vidas sorridas, presenciavam motivações inequívocas de um aconchegante sossego, harmonia e bem-estar que guardavam sigilosamente e deliciosamente na sua alvadez magnífica.

Guardavam a alegria e ternura da entrega total daquelas pessoas.
Isso, tenho a certeza. Absoluta!
Como de confidências muito importantes, irreveladas jamais, sobre Pessoas preciosas que expressavam de foma cúmplice e amiga as preocupações, encantos e desencantos, mas de forma íntegra, comprometida, alegre e interessada.
Falavam com fervor e intensidade do Universo dos jovens, tesouros incálculaveis de um valor gigantesco que tinham em conta e faziam parte de si.
Hoje, não consigo ver este "sentir".

Que aconteceu àquelas paredes?
Não sei.
Só sei que não são as mesmas.
Vá lá saber o que sentem agora?
"Um desabafo num Sábado pacato e aconchegante no seio da família". Tão bom!!!
Pena. 23 de Fevereiro de 2008.
Peço desculpa pelo desabafo. Sei que compreenderão. Desculpem, sim?
Com carinho e ternura.
Pena

Tuesday, February 19, 2008

Diário de Um Professor: "Uma Náusea" Inexplicável!


Hoje, falo para mim. Falo abertamente. Com toda a sinceridade e seriedade que faz o que sou.
Com uma paixão que pergunta, que se sente, que se constrói, que abarca a minha interioridade.
Sinto uma "náusea" imensa. Profundamente existente e conotada com uma maneira de Ser.
A minha!
Essa "náusea" acompanha-me. Umas vezes sonhada. Outras imaginada, mas que comporta um infinito de sensações agradáveis, felizes, ou desagradáveis, infelizes.
Sempre pensei mais os outros do que me pensei a mim próprio. A entrega foi para todos, não para mim, nunca me incluí e possuo uma auto-estima gigante. Nunca a abandono. Que seria de mim?
A minha paixão reside num sustentáculo forte, mas fragilizado por uma entrega que desgasta.
Coarta. Limita. Apresenta-se disponível para a disponibilidade que é irreal. Um nada que se sente com sinceridade e abertura.
Possuo uma cabeça que pensa no Mundo que me cerca e rodeia. Envolve Pessoas. Preocupa-se com elas. Seja qual for esse Mundo.
Sim! O Mundo dessas Pessoas!
No entanto, de vez em quando aparece uma "náusea" Uma "náusea" inexplicável do sentir e do ser.
Tudo isto porque sempre me incomodaram as aulas silenciosas. Ordeiras. Respeitadoras. Umas aulas onde se ouvem moscas sibilando e zumbindo pelas quatro paredes.
Agito-me desconfortavelmente porque se ouvem as crianças e jovens fora dessas paredes. Parecem felizes! São felizes, mas ouvem-se.
Não! Não os conoto com uma algazarra ou falta de educação.
Expressam-se de uma forma livre. Vivem. Dialogam o que lhes vai.
Aparentam uma emoção de alegria e satisfação não opressiva.
Surgem críticas.
A "náusea" sente-se aí somente.
Sim! Quando surgem críticas de silêncio. Nunca mas disseram, mas sei que existem. Aí surge uma "nausea" que se indispõe. Pesa. Pesa muito.
Imenso!
O que me faz desvanecer e entristecer, é que surge só quando isto acontece.
Sempre me preocuparam os alunos. Sempre os tive em consideração e apreço.
O silêncio das críticas que não disparam, mas existem. Provocam uma sensação horrível. Desonesta. Ileal.
Não sei se sofro, mas aquela "náusea" sente. Vive. Coabita.
E, aparece só nestes instantes. Somente!
Aulas, tipo-Velório? Jamais! Não posso construi-las. São indevidas. São cruéis.
Sim! Aulas tipo-Velório. Isso, não!
Adoro ver e sentir a participação, a efusão de alegria e satisfação dos alunos.
Só, aquela "náusea"...!!!
Não consigo explicá-la porque para o que sou, é inexplicável.
Incomoda, é certo. É pesada, mas suporta-se.
Não vou mudar, mas aquela sensação "nauseabunda" incomoda.
Acreditem?
Não é fácil.
Dedico este texto a todos os que me visitam e não me visitam.
Possuo alguns miminhos para distribuir por todos vós.
Prometo que são para todos. Desculpem, qualquer coisa, está bem!
OBRIGADO pelo carinho que depositam em mim.
Com estima e respeito.
Pena
Pena. Terça-Feira. Fevereiro.2008. "Um dia sentindo uma "náusea" causada pela Profissão que abracei com dedicação e envolvimento consciente, sério e por inteiro".

Friday, February 15, 2008

O "Sentir" Dos Meus Amigos Na Imensa Blogosfera"


Que vou dizer?

Como, alimentando-me. Durmo em sonhos. Escrevo qualquer coisa. Leio livros. Amo com Amor.

Penso que existo na minha existência.
Penso que sou normal. Habito um corpo. Habito uma mente.

Surpreendo-me, por vezes, instalado em mim, sem saber discernir a vida perante o que sou.
Os amigos? Conheço-os, por me tentarem compreender e entender. Compreender e entender o "Meu Mundo". Eu, sozinho, não o conseguiria justificar, nem aperceber-me do que sou.
Quando olho o Mundo faço-o com um Amor indescritível. Calculem lá?

Moro na Felicidade, que extravaso em atitudes como posso e sei.
Por vezes, sinto-me explosivo também. Sou humano, não é? Mas, tento consertar os momentos que por mim passam. Habitualmente, contenho-me por evitar ferir ou magoar alguém.

Não! Não lhes quero mal.
Tenho tempo para passar uns bons instantes na pacatez e na sobriedade do entendimento. Do que pressuponho entender.

Com a minha Alma e, com o meu sempre presente e visível coração, tento agarrar a vida com a minha garra de pensamentos que desvendo e espalho como sinto e como penso.
Sou-lhe fiel. Muito fiel. Fiel, a tudo o que me conquista e me parece sincero, porque vivo na fidelidade e na sinceridade, que consigo descortinar em mim.
Quanto a isto, sei que são verdades absolutas a que assisto no palco, simultaneamente, do que sou e faço por ser.

Vivo aventuras sem o saber. Os compêndios da vida, que expliquem. São feitos para explicar.
A actualidade do "Meu Mundo" vive na felicidade que tento propagar a todos, com sobriedade, solidez nas ideias delineadas e construídas, no bom-senso e no Amor que por eles nutro.

Penso que chega.

As pessoas que se encontram alojadas na minha cabeça, trato-as bem porque me dizem muito.
Muito, mesmo!
Enfim, eu "sou"!
Pena. Sexta-Feira.Fevereiro 2008.
Assunto: "Amizade na imensa Blogosfera"

Tuesday, February 12, 2008

Blogagem Colectiva: Contra A Pedofilia E Os Maus-Tratos!



Contra A Pedofilia E Maus-Tratos!


Sou pai. Sou um Educador. Sou sensível, muito sensível para abordar assuntos que me revoltam. Enchem-me de revolta, talvez, mesmo, nojo.


Quando leio as crianças ingénuas, inocentes e puras, sinto-me revoltado. Indignado com o que lhes podem fazer. Então, fico a pensar. Fico a cismar no que podem fazer-lhes com iniquidade e violência. Porquê?



O mal só pode advir de mentecaptos, doentes, verdadeiros males físicos e psíquicos incompreensíveis porque eu não os compreendo.



Será que nas crianças morará algo que suscite nesses seres que não o são, o desejo de fazer o mal?



A minha mais profunda interioridade nunca poderá admitir que a brutalidade seja tanta. Tanta? Imensa. Condenável. Assumidamente revoltante e atroz que não merece sequer preocupação porque equipara-se ao desmontar, ao desmoronar de tudo o que são princípios e valores de uma correcta Cidadania e de uma vida feliz. Não as justifica, nem justifica o mundo infantil repleto de tudo o que fazem com sentimentos tão doces, cristalinos. São actos de insanidade a todos os níveis, violentos. Actos impróprios. Actos de selvajaria contra a doçura, o encanto, a ternura.


A má formação do carácter, a nula personalidade que sentem estão entrincheiradas nestes seres doentes que abusam, dispõem à toa e sem nexo o seu péssimo existir.



Não amam! Nunca amarão ninguém de verdade. Não podem, estou certo. Mais que certo. Ninguém consentiria. Como poderiam fazê-lo?


Terão filhos? Terão sensibilidade neles que vivam no respeito pelos outros?



Que “verdade” haverá nestas mentes corruptas e tenebrosas que de certeza não pensam, não amam, não existem? Que loucura profunda jorrará desencantada em pessoas destas gravemente enfermas da mente e do mundo que concebem injusto numa atitude indigna que menospreza a Natureza Humana e real do Ser??



Seriamente doentes de tudo. Do sentir. Do ser. Do estar.



Que insanidade viverá para que possam “violentar”, “agredir” e fazer “desabar Mundos lindos” de uma forma tão cruel e cobarde? Fazer “desmoronar” mundos de sonho. Encantados. Simples. Repletos de alegria e felicidade em viver.



Em construir a vida brincada, dada a tenra idade, que fazem parte deles e delas.



Não acredito que sejam Humanos e vivam com a consciência tranquila e em paz, na partilha do normal viver.



Façam o que entenderem, mas às crianças, não. Não o aceitaria. Nunca!



Tratem-se. Descubram quem vos pode ajudar, mas isso não. As crianças, não! Por favor!



Acabem de vez com isto. Nem o consigo definir por ser macabro, desumano, imenso de desgosto que agride o que sou, por que luto e sempre lutei.



Não! Pedofilia, não?



Jamais a poderia aceitar, compreender ou que faz parte do ser de alguém.



Jamais!



Acreditem, que até me custa proferir e aceitar a péssima palavra: pedofilia!



Não! Não existe porque me revolta tanto que nem fui ao dicionário?



Consta nele? Creio que não!



Pena. Terça-Feira.Fevereiro.2008. “Blogagem Colectiva Contra A Pedofilia E Os Maus-Tratos”

Friday, February 08, 2008

Se Eu Fosse Um Ser Angelical...!!! Se eu Fosse Um Anjo...!!!




Se eu fosse um Anjo…


Se eu fosse um Anjo, é óbvio que ampararia, protegeria.


Tentava alterar o Universo. O Universo complexo das Pessoas, é evidente.Não me meteria com Deus. As Estrelas, os Planetas e os Cometas, são com Ele!


É tudo tão perfeito na sua imperfeição. Sei lá. Foi Ele!Se O criou assim é porque O quis assim! Acredito no fervor Dele. Do que fez com boas intenções!


Por certo, eu faria o bem. Dedicaria o meu papel, a minha missão, às pessoas.
Creio que Ele não se importaria. Já tem tanto que fazer. Seria apenas um auxílio.Talvez, gostasse do auxílio. Talvez, Sorri-se para mim. Agradecido, pela atitude, pela arrogante tentativa.


Eu, se fosse um anjo, colocar-me-ia, estrategicamente, na sombra das pessoas tentando compreendê-las. Viver as suas vidas. Encaminhá-las, porque o meu papel era esse.

Tentava concretizar os seus desejos, as suas dúvidas, os seus pensamentos.


Possuía algum poder. Era capaz de O consultar sempre. Nunca me esqueceria que Ele era O meu Patrão. Não me esqueceria! Não podia.


E, se eu fosse um anjo, mudaria tanta coisa!
Não me viraria para o céu para contemplar os seus mistérios de encanto.Para contemplar uma Obra surpreendente, mas que não explica.


Olhamos e olhamos e, ficamos cada vez mais, com mais dúvidas. Enormes dúvidas. Coisas para corrigir. Coisas inaceitáveis. Coisas de podridão. Coisas de desencanto. Pessoas aflitas. Pessoas desencantadas. Pessoas sofredoras. Pessoas que morrem. Pessoas que não acreditam no encanto de existir.


Enfim, tanto a alterar. Tanto a modificar. Tanto a corrigir.
O Universo é imensamente belo! É deslumbrante! É magnífico!Mas, confuso por ser assim, surpreendente.


De arrebatar!Não consigo explicar o que não pode explicar-se.E, não consigo explicar, mesmo sendo um anjo.
É, como está! Assim? Assim!


Eu nunca poderia vir a ser um anjo!

Só complicaria a Obra Dele!
E, isso eu não quero!Só serviria para emperrar a enorme Obra Dele!


De que serviria?

Nunca poderia ser um anjo…!!!
(O Prémio: "Este Blog Não Me Sai Da Cabeça" foi-me indicado pela minha doce, terna e maravilhosa amiga Elvira do Blog admirável: "Sexta-Feira". Para ela o meu sincero apreço e reconhecimento de encanto e ternura.)
(Este mesmo Prémio foi-me indicado também pela sensível, pura e repleta de sentimentos de encanto, amiga Um Momento do blog maravilhoso "Pensamentos, Reflexões...". A ela também o meu sincero reconhecimento pela bondade evidenciada. OBRIGADO!)
(O Prémio : "Amizade Virtual" foi-me indicado por essa terna, pura e lindíssima amiga Alice Matos dos blogs:"Pensamentos..." e "Detalhes". Esta doce amiga expressa-se com o seu puro e carinhoso coração gigantesco. A ela o meu sentido OBRIGADO, sim Amiga?)
A elas e a todos os meus estimados visitantes que trago sempre comigo com felicidade e encanto, dedico-lhes este texto.

Como já me é habitual neste espaço familiar os Prémios são para todos VÓS, ternos amigos.
Desejava que os guardassem ternamente porque são distribuidos com carinho e ternura.
Um OBRIGADO especial aos simpáticos visitantes que comentaram o Post sobre o aniversário do meu filho.
OBRIGADO sentido, sim?
É meu filho, espero que compreendam, está bem?

A todos o meu carinho e uma sensível adoração SINCERA!

DESCULPEM qualquer coisa que tenha feito de errado.

DESCULPEM, sim?



Pena, Numa normal e pacata tarde de Sexta-Feira, Fevereiro de 2008

Wednesday, February 06, 2008

Hoje, O Meu Filho Mais Novo Faz Anos!


Perde-se no tempo em que expresso o meu sentir sobre os meus filhos.
Talvez, por os embalar docemente em mim. No que sou. No que sinto.
Já expliquei que o meu coração fascina quando falo deles. Maravilham-me!


O mais novo, dorme a sorrir. Gosto de ver a sua alegria, a sua doçura expressa naquele sorriso.

Fico muito tempo instalado nele a observá-lo. Torna-me feliz. Muito submerso no seu peculiar encanto.

Este Ser que é transmite-te muito do que sou.

Fala como um adulto. Faz uma companhia de adulto. Expressa-se como adulto.
E, isso, faz-me pensar em que sonhará? Possui sonhos belos tenho a certeza.
Esses sonhos de pré-adolescente vivem na magia do seu doce Ser.
Nunca mos justificou. São seus e guarda-os para ele. Só para ele.. Com o seu inconfundível sorriso.

Vive a sorrir. Encantado. Sabendo perfeitamente o que significam.

Nunca admirei tanto um sorriso como aquele. Trnascende-me. Venero-o até à exaustão.

Comporta uma vida que é dele.


Poderia chamar o Mundo inteiro para o ver. Creio, que jamais veria uma preciosidade como a dele. Uma relíquia que ganhou forças e se fez Homem antes do tempo.


Não! Não é minha pertença. É pertença dele. Do que é. Do que vê. Do que sente. Do Mundo!


Sem ele quantos desertos existiriam em mim? Apaixonei-me há muito pelo seu encanto imenso e pela sensação mágica que me permite tê-lo sempre presente.


Um dia um Anjinho disse-me:-Observa-o!

Fiz o que me disse, observei-o. Com toda a ateção.
Não posso expressar o que vi porque é tão belo. Tão puro. Indescritível!

Hoje, faz anos.


Sorri ao despertar para ele e ele sorriu para mim. Ambos percebemos a beleza e harmonia daquela atitude. Daquele riquíssimo GESTO!


Parabéns filho!


Pena. 6 de Fevereiro de 2008. "Aniversário do mue filho mais novo.

Friday, February 01, 2008

Um Sonho De Muitos Sonhos Conscientes Na Blogosfera!

A realidade do que sou é transparente. Vê-se-me a Alma que possuo. É visível. Muito visível. Está à vista de todos.
Vive de sinceridade e ingenuidade dos sonhos ternamente sonhados que transmito.
São pertença do que sinto e da seriedade do que faço, refiro ou expresso.

Esses sonhos moram indiscutivelmente no meu eu.
Não omito ou escondo os sentimentos sentidos e idealizados.

Não! Não os aplaudo, nem são para aplaudir. Quem pensou em tal gesto? Porquê?
Esses sentimentos são meus e vivem de um carinho e de uma cordialidade que é verdadeira, sincera.

Não escondo a subjectividade do que por mim perpassa, mas expresso a amizade. A ternura do palco lindo da vida e do seu significado imenso.

Sei distinguir perfeitamente as pessoas e salvaguardar o seu valor precioso e rico na alegria e na tristeza. Digo isto, porque consigo fazê-lo.

O perfeito optimismo como encaro a existência e, sempre encarei, faz parte inerente de mim, do que sinto. Do que construo tentando ser eu. Buscando-me. Encontrando-me. Desencontrando-me. Sentindo o que sinto.

Amando os meus e os que não são meus.
Só me reconheço assim. Está bem?
Sinto uma enorme paixão em ser assim. Desculpem, sim?

É um sonho de muitos sonhos conscientes na imensa Blogosfera.

Não sei se terá algum significado significativo?
Penso que também não me interessa muito. Nunca me interessará sabê-lo! Sou como sou.

Assim...!!!

Deste geito. Desta maneira.

Apenas, a minha interioridade justifica-se em entender um Mundo complexo e exigente que sei que nunca entenderei bem. Nunca entenderei por completo. Isso é ponto certo e assente.
Jamais o conseguirei, quer despindo ou vestindo inúmeros heterónimos de mim.
Um Mundo de beleza, ternura e encanto que suscite beleza, ternura e encanto!
Tal e qual.
OBRIGADO!

(O selo acima posicionado foi-me indicado pela linda amiga gigante Luciana Cantanhede do blog: "Mensagens Para O Coração".
A ela lhe dedico este pensamento com a sensação de um reconhecimento sensível e sincero da sua presença encantadora neste espaço que será também perpetuamente dela. OBRIGADO, amiga sim?)
Para os que me visitam e não me visitam um expressar doce de amizade e cordialidade que sempre será o meu sentimento em relação a todos. Um Bem-Hajam de ternura e um Excelente Carnaval.
São os meus desejos sinceros e sérios.
O Prémio é para todos VÓS! Está bem?
Amanhã estarei a caminho de Algum lugar maravilhoso onde vou passar o Carnaval.

Pena. Fevereiro.2008. Dia 1. 20 horas e trinta minutos de um fim de semana de encanto que se vai iniciar.

Monday, January 28, 2008

A Beleza Desnorteante De Um Silêncio Poderoso!



A Imensa Beleza do Silêncio
Prefiro silenciar-me perante o silêncio.
Vagueio em mim na sua pacatez e tranquilidade que me abraça e me conquista.
Consigo escutá-lo com admiração. Escuto-o atentamente, embevecido e maravilhado ao compreendê-lo, ao senti-lo, ao vivê-lo em mim.
Quando olho a sua presença suspiro e pasmo.
Tanta quietude vai nele. Tantos instantes vazios no meio de um tudo sentido.
Oh, se eu pudesse pô-lo a contar as histórias que quero contar?
As minhas histórias que não devo contar porque são só minhas. Pertencem-me totalmente!
Este silêncio que não consigo discernir fala-me de amor e com amor.
Este silêncio faz-me pensar. Faz-me recuar no tempo ao encontro de um eu desconhecido porque é e, será sempre, o silêncio de uma criança eterna que fui e quero ser e recordar.
Comporta uma felicidade verdadeira. Pura! Terna! Carinhosa!
Essa felicidade adornada nos instantes vividos e que, ignorados, seriam pena não serem escutados.
Só sei que o habito, só de o relembrar. E, habito-o na vastidão de uma felicidade imensa que calcorreio cada momenta que passa.
É uma bússola, não um relógio, mas que me orienta, que me sussurra o caminho exacto da felicidade que me abarca e percebo.
O silêncio que mora por amor em mim e, me faz deambular em meandros claros e sérios, de pensar o que sou.
O meu silêncio permanecerá sempre no silêncio feliz que me visita em noites silenciosas intermináveis.
Como amo a vida!
A vida auxilia-me e permite-me que seja tudo assim. Assim, como é. Exactamente, assim.
Como adoro percorrer o silêncio!
Será amor ao silêncio?
Não sei, nem preciso saber.
Não me custa pensar em silêncio, o silêncio. Agarro-o, com uma garra que não se explica.
Sente-se!
Só isso.

Pena.Julho.2007. "Outra vez o Silêncio"

Friday, January 25, 2008

"Visto a pele" dos Alunos/Pessoas/Cidadãos!

















Vêm todos os dias para a escola do "saber", "armados" de pesadas mochilas que não os soçobram. Agarram-nas às costas nada vergados, uns pequenos, outros maiores, outros simples e, ainda, outros mais complexos.

Armazenam nessas "sacolas" tudo o que lhes pedem, sem nenhum protesto ou desânimo.

Caminham lado a lado, sorriso nas faces rosadas da tenra idade e do tenro querer.

Vêm munidos do sonho por concretizar, inacabado, incompleto.
Interropem-lhes o sono cedo.

Ei-los a caminho mal o raiar do alvorecer desponta no horizonte que visualizam e percepcionam.
Vêm felizes. Ninguém lhes perturba nada, interrompe o sentir, o delicioso sorrir, só deles.

Jamais o permitiria, juro!

São os Alunos/Pessoas/Cidadãos.

Quando entram na escola, vêm munidos de ambições. Desejos. Sentires. Quereres.
Gosto só de os olhar e compreender.
Aliás tento ser um moderador do ensino, cuidadoso quando com eles lido. Estou atento a tudo e, desse tudo, percepciono muita coisa que me suscita apreensão, angústia, desamor que tento entender. Faço por isso.

Em mim, perdura o sentimento que devem permanecer de intocável sentir, de como são, de como íntegros deverão ser perpetuamente. Sem que nada ou ninguém interfira no seu bem-estar, harmonia doce e postura franca e inocente.

São Seres Humanos importantes. Muito!
Nunca permitiria que lhes tocassem no seu ser e sentir. Nunca! É exclusivo deles e, assim, deve continuar. São os Cidadãos da pureza.

Decidi "vestir-lhes a pele" e sentir o que sentem. Sentar-me onde se sentam. Viver o que vivem.

Vi tanta atitude errada. Impensada. Desconexa. Sem sentido.

"Fui um Aluno/Pessoa". Desci ao seu ser. Senti o que sentem. Vivi na "pele" deles o que vivem.
Apreciei o que é ser doce. O que é ser "comandado" sem o pedirem. O que é ser "ralhado" sem motivo para ralhar. Aprendi o que vai neles porque eu "fui" um deles.
"Vesti-lhes a pele".

Em tempos atrás vivi a sua alegria, o seu sonho.
Agora, sentado onde se sentam permaneci igual a eles e ao que sou. Entendi o seu "Mundo". Maravilhoso. Lindo!!!!!!!!!!!!!!!

Um sonho que já foi meu e que repeti para entender.
Entendi.

Como adorava que os entendessem. Como adorava que se preocupassem. Como me fascinaria "sentir-lhes" a felicidade e falta dela. Como "amaria" que fossem "amados".

Sinto em mim uma revolta que me silencia. Por lhes extravasar por completo a minha dedicação, que é minha e que não é universal, humana, sentida, profunda.

Quando deixei a sua "pele" senti-me à deriva.
Sim! Por tantas exigências que lhes fazem sem eles entenderem. Por tantas injustiças que se esforçam por aceitar, mas humildemente aceitam. Por tantos queres que querem impor-lhes e eles correspondem e esforçam-se por corresponder, sem entender.
São tão simples estes "Cidadãos" que dá para pensar. Só anseiam viver, estarem alegres, felizes!
É imprescindível que vivam a vida porque optaram. Que seleccionaram. Que ambicionaram.

Digo: Estas "PESSOAS" merecem o mundo. Merecem que vistam a sua linda e terna "pele". Que compreendam a sua vida, a sua ternura e o seu sentir.
Por mim: respeitá-los-ei. Permanecerão íntegros. Intocáveis.

Sabem a razão?
Porque são Alunos. São pessoas. São Cidadãos!
Um bem-Haja a eles. Terão sempre um "amigo" a quem recorrer.

Parabéns Alunos de sonho!
Parabéns PESSOAS!
Parabéns Cidadãos do Mundo!

Pena. Janeiro, 25 de 2008. "Os Alunos/Pessoas/Cidadãos". 20 horas e cinquenta minutos de um dia importante.

Tuesday, January 22, 2008

É com imenso carinho e amizade dedicadas que indico os Prémios que me atribuiram. São VOSSOS!!!








A Imensa Significação do Universo das Pessoas
Toco com leveza as ideias. Ocorre-me muita coisa. Abro o meu Mundo ao Mundo.
Olho à minha volta. Tudo vive a pacatez do momento.
O meu filho mais novo chama-me. Isto é muito importante.
Outro dia descobri-o a sorrir enquanto dormia. Isso é muito bom. Magnífico!
Acorro, pensando no que vai no meu pensamento, no seu pensamento, no pensamento das pessoas.
Ele representa um Universo que possuo no coração. Presentei-o com um afago, como afago tudo. Não! Não tenho a meiguice dele. Tenho a minha meiguice. E, que representa e comporta seres humanos, objectos de uma enorme significação.
São gente.
Gente que possui a garra, a força, a atitude, o Ser que tem todo o meu respeito e admiração. Vivem as suas vidas. São muito importantes.
Merecem tudo. O meu amor. A minha sincera solidariedade do que sou.
O vagabundo do meu sentir, consegue traduzir nitidamente o que me ocorre.
Por que és assim, sim, tu? Eu?
Não consigo discernir a razão. Dissecá-la. Abri-la. Mostrar o meu interior que vale o que vale.
Vivo preocupado só sei isso.
As pessoas, a gente, o meu e, o mundo das pessoas calcorreia-me, abarca-me, faz sentir-me real. Possuir uma existência.
Uma existência que agarro com ímpeto para não me fugir por aí aos beijos a todas as pessoas.
As pessoas? Adoro-as!
Um Bem-Haja ao que fizeram comigo, ao meu simples eu.
Vivo uma plenitude de deslumbre por amar, assim, a vida.
A minha vida de amor para dar. Uma vida das pessoas que nutrem algo pelo que sou.
Tenho uma imensa significação em mim, pelo "Universo" das Pessoas.
Merecem-se essa significação.
Adoro pessoas!
Não sei por quê?
Talvez, por serem pessoas. Pessoas repletas de encanto!
Entrego-me ao Mundo. Sim! Com a pureza e ingenuidade de uma criança.
Do seu primeiro grito ao nascer!
Quem sou eu?
Um tudo feito de nada.
pena.Julho.2007" O Valor das Pessoas"
Todos os Prémios que me foram atribuidos são para vós. Admiráveis leitores. Fantásticos. Grandiosos. Ímpares de encanto e ternura.
Um Bem-Haja do tamanho do mundo.
OBRIGADO por existirem!
Humildemente, queria agradecer às minhas Amigas de fascínio: Paula Raposo e Áurea pela indicação do Prémio: "É um blog muito bom sim senhora".
Queria agradecer também à minha adorável e linda Amiga Fátima pelo Prémio: "Diz que até não é um mau blog". A ela o meu sincero apreço.
O Prémio: "Amizade Virtual" foi-me carinhosamente indicado pelas fascinantes e lindas amigas: Sophiamar e a doce amiga Elvira. Para elas a minha eterna veneração e deslumbre imenso.
Por último, a minha talentosa, maravilhosa e muito terna Amiga Elvira congratulou-me com um selo criado e personalizado com doçura por ela que se expressa assim: " Um coração repleto de Amizade". Este prémio não o repassarei por ser muito pessoal.
A todas elas as minhas desculpas, desejos de bem-estar e compreensão por não colocar esta dedicatória logo de início.
Como Seres Humanos gigantes na compreensão e na enormidade do seu carácter de bem, sei que me perdoarão. Um Bem-Haja de ternura por todas elas, sim!
Pena. 22horas e trinta minutos e trinta segundos. Janeiro/dia 24.2008




Friday, January 18, 2008

Como Não Prescindo Dos Meus Eternos Anjos-da- Guarda. Preenchem-me!

Os meus imprescindíveis Anjos-da-Guarda são muitos. No entanto, sinto só poucos, alguns, por serem muitos.
Orientam-me. Catapultam-me aos sonhos em que sonho.
Como me são queridos. Presentes. Autênticos. Verdadeiros. Sinceros.
Quando choro a vida, às vezes choro-a, preservam-me um carácter.

Quando eu, não sou eu.
São-me preciosos.

Já não conseguiria deixar de senti-los.
Deixar de Pensá-los. Abdicar deles.

O seu valor é imenso para mim.
No agir.
Na cabeça, quando penso.
Na miha forma de estar, quando estou.

Estão sempre ao meu lado, prontos a corrigir, emendar os erros, as inconveniências que, por vezes, me saiem e não deviam sair.

Assusta-me não os ter na minha companhia. Habituei-me muito a eles. Viciei-me neles.
Sou dependente deles. Necessito muito deles.

Preenchem o que sou. Sim!
Já fazem parte das minhas condutas, quando faço o que não devia fazer.

Protegem-me a minha constante ansiedade, a minha dignidade, se as possuo em mim.
Penso em só sorrir-lhes. Só!

Arrasto-os comigo na minha multifacetada maneira de abraçar uma existência, repleta de heterónimos, repleta de pensar, repleta de sentir e, até, repleta de amar.

Não necessito apelar por eles. Chamá-los. Falar-lhes ou telefonar-lhes.
Os meus Anjos-da Guarda acompanham-me e mostram-me o caminho exacto por onde devo seguir. E, eu, sigo-os, fiel a eles e, à sua sensatez e sobriedade do que são, e em que me transformo.
Sim! A sua presença é indubitavelmente valiosa.


Um tesouro imenso.

Uma relíquia meiga. Doce!

Eles sabem quem eu sou. Já conhecem o que vai em mim.

Decidiram não me deixarem ao acaso da vida.

Nunca poderia passar sem eles.

Oxalá nunca-me esqueçam.

Um Bem-Hajam, pelo que são.

Eu ficarei eternamente grato!
Sentido!
Feliz!

Pena. Janeiro 2008. "Um Fim-de-Semana em busca de Anjos-da-Guarda". 22 horas.

Monday, January 14, 2008

Um Sorriso Significativo!


Um Sorriso Do Tamanho do Mundo!
Como é delicioso um sorriso.
Comporta um Mundo. De encanto ou sofrido.
É bom sorrir. É delicioso observá-lo. É pertinente e imprescindível amá-lo.Habita nele encanto. Habita nele uma imensa ternura que afaga corações despedaçados.Um sorriso faz sair da intempérie dos maus momentos.
Sair da intempérie da dor. Do sofrimento! Dos instantes. Do tempo onde mora a incerteza e o pavor de existir.Um sorriso mora nas pessoas que se abrem.
Que se abrem ao enorme e infinito Firmamento com estupefacção e surpreza dialogando com ele de forma terna.Um sorriso habita na felicidade, por auxiliar os outros com uma força avassaladora de bem-estar! Um bem-estar de sossego. Um bem-estar harmonioso. Belo!
O sorriso do sonhador. O sorriso risonho de ser e de estar. Da compreensão. Da espera ansiosa. Do bater na porta da simpatia, com simpatia. Do bater no relógio fazendo o relógio parar para o observar. Lindo!
É um momento delicioso porque sugere uma entrega, uma recíproca devolução com uma significação bem visível porque é correspondido, esse deslumbrante sorriso.Gosto de ver o Mundo sorridente, A sorrir. Enternece. Arrebata. Conquista!
Se a eternidade de um sorriso fosse constante, verdadadeira, autêntica, eu viveria sorrindo.Eu amo sorrir e, se amo sorrir, é um sinal de felicidade, maravilha e mistério.
Quando uma criança sorri eu sorrio também, sensibilizado por parecer entender o seu sorriso encantado.Como adoraria poder existir sempre a sorrir.Sorrir, por amar a vida nos seus mistérios perfeitos que desconheço.
Só sei que tenho guardado em mim, quase sempre, a alegria e a magia de retribuir um sorriso quando ele é para mim!
Parece decorar-me. Parece estar a ilustrar-me ou a desenhar-me!Comove-me de surpreza e embaraço. De felicidade imensa por ser para mim.
Por se preocupar comigo!
Pena.Janeiro de 2008. "Gosto de Sorrir com a Vida". Escrito num dia de Janeiro à noite"

Saturday, January 12, 2008

A Cidadania. O Civismo. A Educação.




(Prémio Escritores da Liberdade gentilmente oferecido com carinho
pela simpática Amiga "Marias" do blog:"Amor Infinito".OBRIGADO, doce Amiga!)

(Prémio "Diz que até não é um mau blog" oferecido carinhosamente pela Linda Amiga Elvira do Blog:"Sexta-Feira". OBRIGADO! Ficar-lhe-ei eternamente agradecido!)

A Cidadania. O Civismo. A Educação.
Ser bom Cidadão. Possuir um Civismo exemplar. Ser Educado.
Sim! Os livros deram-me pormenores importantes. Seleccionei-os!

A vida deu-me algo mais. Optei por pormenores, por posturas, por formas de agir adequadas ao vivê-la. Senti-la!

Ao sentir, apostei por condutas que me tornassem de bem com ela.

Sim! Escolhi a vida que vivo, que me dá forças para entender o que se passa comigo, que entendo, que me valoriza.

Não! Não vivo ao acaso.
Não! Não prescindo dos meus Princípios e Valores de humanismo, da correcta percepção da realidade que me envolve.

Há PESSOAS nessa realidade!

Eu? Tento existir somente.
Tento existir numa atitude de conduta pessoal e social consolidada na harmonia, respeito e solidariedade que abarca todos os Seres Humanos.

Custa muito?

Oh, meu Deus!
O que custa ser bom Cidadão? Possuir Civismo? Ser Educado com as pessoas?

Quando descortino e revejo a minha prática Educativa com os jovens, penso.

Não lhes vou ajudar a pensar nada que não saibam, mas sinto em mim três palavras com que nunca me dei mal: OBRIGADO, POR FAVOR e DESCULPE!
Não! Nunca tive problemas com essas palavras e eles também não.
Ensinei-lhas, essas palavras, e eles não se admiraram, nem se espantaram.
Se calhar estavam fartos de as conhecer. Utilizar. Viver lado a lado com elas. Com essas palavras!

Acataram-nas com prontidão, acreditem? É por isso que gosto deles. Desses Seres Humanos Enormes.
Abraçaram-nas, as palavras, e deram-lhes um gigantesco valor. Adoração. Vivem-nas com intensidade.

A minha presença na imensa Blogosfera deixa recados. Não ferem. Nâo magoam. Nunca!

É composta por figuras, fisionomias, alojadas na minha interioridade e no meu eu, que respeito carinhosamente e trago com adoração comigo. Sempre!

São puros(as). Lindos (as). Essas PESSOAS!
É por isso que existo e me justifico na vida deles e na minha.

Preenchem-me, por completo!

Apostarei sempre na exemplar Cidadania. No perfeito Civismo. Na postura de uma Educação escolhida e sentida que sinto em mim.

Não! Existem no que sou há uma vida.

Há muito que existem? Desde o desabrochar do meu perpétuo sentir.
OBRIGADO, POR FAVOR e DESCULPEM.

Sou como sou! Assim!
Pena. Janeiro. 2008. 16 horas, 1 minuto e quarenta e cinco segundos de um dia de fim-de-semana introspectivo.