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Campanha do Agasalho 2009

Tuesday, March 21, 2017

Fazes-me Falta
Quando olho à minha volta encontro o teu sorriso. Belo e sempre presente. Sinto que me olhas de um modo muito especial como só tudo sabes.
Existe imensa ternura neles, no belo olhar e no deslu

Monday, March 20, 2017

Quando o raiar da Alvorada surgiu, olhei -a em mim.
Senti-a. Entranhou-se num acto de posse. Foi a minha interpretação plausível de aceitação e simpatia.
Apercebia-a, por estar despertado, em diálogo com o Mundo. O meu Mundo e o Mundo dos outros.
É certo que despertei a muito custo. Estava tão embevecido em pensamentos. Estava bem. Sentia-me comigo, aprazivelmente e entrincheirado na delícia.
Como é hábito tentei aproximar-me e falar com a fidelidade apressada de me surgir.
Sorri com moderação. Sobriedade. À minha volta observei, de imediato, o meu eu introspectivo. Não! Não precisa esconder-se. Vale o que vale.
Será eternamente, introspectivo.O Sol majestoso conquistou-me a Alma e conquistou-me o meu Sentir, com intensidade, brilhante. Timidamente. Receando-me, também!
Os seus raios afagaram-me numa conveniente atitude habitual de sonho. Um sonho sonhado com irrealidade comovente que não estranhei, Queria exibir uma surpreendente magia no decoro do Planeta que habito, com que sempre penso, quando bem atento e desperto.
Estou acostumado a estas sensações.
Afinal, a madrugada só queria falar de sentimentos. Conversar comigo. Fazer as pazes. Apaziguar-se em mim. Apaziguar a minha entrega. Conquistar o que de bem e mal possuo e transporto comigo.
As dúvidas em viver? Não as descortino para ser sincero. Objectivo. Lúcido.
O Mundo? Esse coabita comigo e ajuda-me nas relações interpessoais da descoberta.
Das eternas descobertas! Descobertas do Planeta inteiro que dialoga comigo.
António Pena Gil

Sunday, March 19, 2017

Já tinha imaginado que a minha insónia crónica procederia assim.
Até amanhã amigos de sempre. Fieis. Preciosos.
Como diria A. Camus sou um estrageiro do meu ser. Intruso.
Para mim com um parasitismo evidente e visível em mim. No que sou.
É como se fosse um pensamento vagabundo do estar. Da mente. Do sentimento. Da alegria em viver.
Já percorri tantos trajectos inóspitos. Desagradáveis. À solta de mim. Do que sou.

Não estou à vontade para ser eu. Compartilho o que é fácil. Digo só disparates inoportunos. Que faz exercitar o meu complexo ser. Não! Nunca pactuarei com o palco da vida. Onde “circulam” pessoas. Pessoas com carácter e direccionados a uma recompensa indevida.
Para mim contento-me em existir. Um existir a de pensar em sonhos. Quer me dizem imenso. Que me dão alegria na vida. Nunca direi que me “arrasto-me” em direcção à vida. Ao mundo.
Sou eu. Repleto de sentimentos. Sim! Se estão bons distribuam-nos pelos mais fracos. Aqueles que o Planeta os faz percorrerem caminhos incertos e nada bons.
Caminhos de esperança.
Eu? Eu sim. Adorava resgatar o imenso que perdi. O Ser. O Estar. O Sentir.
E, conviviam comigo todos os dias lado a lado. Sim! Sempre.
O que fui fazer? O que fui arranjar? O que fui viver. A existência, sim, essa! Comove-me. Sensibiliza-me. Por eu não expressar o que vai em mim.
Também não seria para descobrir. Está fechado a cadeado. Não! Eu tenho as chaves do meu viver.
Quanta magia sublime das pessoas coabita comigo? Sim! Imensa!
A vida. O mundo. Nunca me deu tréguas. Atira. Dispara. E, eu fico bem.
Sejam felizes, sim?
António.Pena Gil  (PENA)!
Dia do Pai
Um Pai tem uma gigantesca importância numa família. É imponente. Coordena com conselhos. Gestos. Aconselha com Atitudes toda a família.
Como sabem, o meu querido Pai está doente. Enfermo.
Hoje, cometi um “milagre” amparado no Seu poder e imponência das decisões peremptórias e corretas que toma com humanismo gritante na sociedade e aberto ao social e pessoal..
Pulo a andar sozinho. Se ele melhorar ponho-me a caminho de Fátima a pé. Como gostava de celebrar as melhoras do meu querido Pai extraordinário. Eu que também sou Pai. Um Pai está aceite na sua beleza e pureza que vai nele. O meu Pai tem escondido junto ao seu coração doce e terno a imensa beleza do que tem sido para todos nós. .O seu Encanto. A sua pureza. A ternura de não estar doente, estando doente. De existir e sentir. A minha mãe dá-lhe forças. Alento. Força como poderosa Senhora extraordinária e de deslumbre.gigantesco.
Se eu fosse como ele, vibrava de raiva.. Desespero. Amparo nos momentos difíceis.
Estás “agarrado” a uma cama e aconteceu o que aconteceu em si e no que é. Já dá uns passos pequeninos sozinho pela casa. Pede auxilio, mas ele faz tudo. Tudo mesmo. Anda.
Hoje, é o teu dia em que te desejo toda a felicidade e alegrias do mundo inteiro. Como te adoro, querido Pai lindo.
E com comoção. É sensibilizado. Vais abarcar o teu ser puro, belo e atento a tudo.
Como gostaria de conhecer todos os Pais do Mundo? Parece difícil. Impossível. Adverso. Sem hipóteses que de assinalá-lo, mas é o meu Pai é o Ser Humano mais maravilhoso do Universo.
Fascina-me. De pequeno e agora adulto. É, o meu deslumbrante e encantador, corajoso e arrojado Pai do mundo. Do Planeta onde vivemos. Coragem, adorado Pai.
Obrigado.
Sei que melhoras dia-a-dia.
Necessito tanto de ti.
Tenho lágrimas a “ correrem” rosto abaixo.
Bem-Hajas, adorável Pai.
És o melhor entre todos.
Sejam Felizes, sim?
António Pena Gil

Saturday, March 18, 2017

Dia Mundial da Mulher.
São tão lindas. Afáveis. Doces.
Têm sempre um sorriso “pendurado” no maravilhoso rosto para nós. Uma ternura e magia puras e admiráveis.
Coabitam lado a lado connosco. Não! Hoje, nos nossos dias não há mulheres feias. São tão majestosas. Encantadoras. São magistrais e extraordinárias. Merecem tudo o que pedem com carinho e mistério.
Sabem decidir. Sabem Estar. Sabem Ser.
Sim! A sua importância de deslumbrar onde quer que estão. Sinto por todas elas beleza e pureza de serem. Estarem.
Ainda bem. Merecem. Um Dia importante para elas. Plenamente. Merecidamente. Fascinam, sabem?
Também tenho uma, sabem? A mais doce e fabulosa ternura de existir. De dar amor. É ímpar. Linda. Maravilhosa. A de maior pureza do mundo. É "minha".
Parabéns a todas elas. São sonhos inexplicáveis. Fabulosos. Dou-lhes imenso valor e encanto.
Mesmo quando tristes maravilham e arrebatam.
Que este dia seja de felicidade e alegria para todas elas.
Parabéns pelo que ternamente são.
E, são imenso. Como são dedicadas. Como são afectuosas. Carinhosas.
Parabéns mulheres do mundo.
Adoro-vos. Sim! Com uma paixão grandiosa. Gigantesca.
É tão delicioso e sublime vocês existirem. Nem calculam? Mas, é imenso.
Felicidades.
António Pena Gil
O Sofrimento Humano
Cada vez mais quando abrimos a televisão vemos e assistimos a violentas atitudes e gestos de atrocidades contra o ser humano.  Gestos brutais e intensos que os alunos imitam. Vivemos numa Democracia, mas cada vez mais temos medo e pavor em não concordar com estas emissões que só geram desgraça e medo.
A Liberdade pessoal de cada um de nós revolta-se. Indigna-se. Sussurra baixinho a sua revolta. Como se segreda-se aos governos poderosos que nos ajudem. A Democracia devia ser soltarmo-nos de nós próprios e falarmos o que nos vai cá dentro.
São as crianças as mais afetadas e vítinas de maus tratos, agressões por energúmonos saídos de si e fazendo e praticando autênticas e verídicas mortandades indevidas. Assistem a tudo. Pacatos. Senhores das suas vidas. Seguindo o curso normal social e humano que os abarca, sem concordarem com tanta injusta e falta de liberdade oprimida pela Democracia aberta dos dias de hoje.
Porquê? Meu Deus.
Há só uma Divindade nos céus do muindo. Da vida. Da existência de todos nós.
Porquê?
Exibem cabeças humanas junto de criaanças que as vai marcar para sempre gerando conflçitos interiores e exteriores de deseducar e fazer, rapidamente, algo. É urgente fazê-lo.
São os países anti-Democracia que os fazem sem humanismo ou solidaridade do direito de sermos nós.
Indigo-me com tudo “isto”. Parece-me que o que querem é o protoganismo da Cadeira de Ouro da Liderança a todo o custo. Sem olhar a meios. Sem olhar ao sofrimento dum Universo. É fulcral terminar com o sofrimento humano, pessoal e social. É urgente falar. É urgente acabar por completo as guerras e apoiar os mais sós. Desamparados. Revoltados.
Se o mundo todo vive-se em Paz. Bem-Estar. Seguros de si. Dar-nos um pouco de nós. A Democracia está a ser “pisada” com força brutal e animalesca. Quantos já “partiram” por serem mortos por motivos da ganância e falta de valores e princíos de boa convivência cívica e de respeito entre todos nós.
As pessoas geram afectos. Mas, estes afectos estão a ser corroídos pela falta de Liberdade. Liberdade de ser. De sentir. De estar.
Apaguem a televisão. É imprescindível. O querer seria encantador.  Doce e perfeito.
Nâo pactuem com o mau. Não esqueçam a iniquidade. Não vejam que o mundo só é mundo na paz e na concórdia entre todos nós.
Acabem com as guerras. Acabem com a malvadez. Hipócrisia. Egoísmo. Violência. Maustratos. Falta de liberdade para falar livre.
Em Democracia vive-se em Paz. A Humaanidade nem ajuda, nem parece que vivemos em democracia plena.
António Pena Gil
Preciosa e Extraordinária Senhora Diretora:
:
Hoje, vou falar-vos de uma "mentirinha pedagógica" no Processo Ensino/Aprendizagem. Como é delicioso tê-la e usá-la.

Friday, March 17, 2017


 Sinto-me Vivo. Existo.

Uma mosca incomodativa sobrevoa-me. Como um jato de combate. Incomodativo. Sempre presente. Sinto-me vazio. Oco por dentro, mas, mesmo assim, preocupo-me convosco. Que se passará na vossa cabecinha de ouro e de maravilhar sobre o Mundo? A vossa significação é imensa para mim. Tenho a certeza que me ouvirão. Sim! Tenho a certeza absoluta.
Divago ao acaso de mim. Dos outros, penso que também.
“Arrasto-me” pela vida. Pelo Cosmos perfeitinho. Uma obra admirável, a vida. A existência. Acreditar Nele. Protege-me. Sente a mesma sensação e garra perante o Mundo. Sim! Pode ser. O meu mundo.
Sabem, preciso de fazer imensas coisas antes de ele me levar com Ele. Ele entende. Ele estimula. Ele concorda. Ele preenche-me por completo.
Não fui à Pastelaria. Nem falo da atitude do adoçante. N. Nada mesmo. Vou deixar de ir lá. Não pactuo com as atitudes dela. Já fez muito mal às pessoas. As pessoas merecem, atenção. Preocupação. Cumplicidade.
Vivem. Todas vós e todos vós.
Não consigo ficar indiferente perante vós. Tenho-vos um imenso respeito.
Sinto um vácuo em mim. Poderoso. Despreocupado. Apreensivo.
Há muito que não valho, nem consigo, estar só comigo. Fartei-me. Sim! Necessito de ser eu. Um Eu humano. Um Eu social e humano. Debato-me. Nunca fui conveniente comigo próprio. Ajo com amizade, somente. Sim! Verdadeira.
Sejam felizes, sim?

António Pena Gil 

Thursday, March 16, 2017

O Sol majestoso conquistou-me a Alma e conquistou-me o meu Sentir, com intensidade, brilhante. Timidamente. Receando-me, também!
Os seus raios afagaram-me numa conveniente atitude habitual de sonho. Um sonho sonhado com irrealidade comovente que não estranhei, Queria exibir uma surpreendente magia no decoro do Planeta que habito, com que sempre penso, quando bem atento e desperto.

Estou acostumado a estas sensações.
Afinal, a madrugada só queria falar de sentimentos. Conversar comigo. Fazer as pazes. Apaziguar-se em mim. Apaziguar a minha entrega. Conquistar o que de bem e mal possuo e transporto comigo.
As dúvidas em viver? Não as descortino para ser sincero



António Pena Gil (PENA)

Thursday, March 09, 2017

O meu “voo”. O “voo” dos outros. Também. Necessitam. Sim! Com urgência. Com querer. Com garra forte dos seus momentos de viver.
Como? Sim! O meu “voo” pelo Universo. O meu “voo” direccionado ao encanto do existir. Ser. Não! “Planar” “Planar”, não! Voar. Deus anseia. Protege. Afaga. Somente porque é Bom. Um Ser ímpar. Comove-me. Sensibiliza-me. Auxilia. Via tudo o que o meu estar deseja. Quando olho cá para baixo.
Sim! Vejo tudo e todos. Um Mundo. Sim! O meu firmamento. A minha atitude. A minha controversa de fascínio do meu deslumbre e preocupação e amizade pela Humanidade cá em baixo. Sim! Sorrindo felizes. Muito acomodados e entrincheirados dum Céu estrelado. Esse Céu de encanto surpreso. Como sempre imaginei. Fixo em todos. Pasmo entre o Cosmos lindo e puro.
O meu gesto. Sim! O meu gesto é de comprometida e autenticidade. Verdade. Há pessoas nele. No “voo” que os faz. Com beleza. Com pureza. Simplicidade e amizade. Ele sabe o que vai em mim. O carinho. O afeto. A ternura ambicionados no meu “voo”. Sim! Um “voo” que me irá ser imprescindível. Comporta imensas pessoas que irão comigo. Bem “agarradas” ao que sou.
É tão...tão bom, excelente, encetá-lo por amor. Um grandioso amor lá do Alto. Que todos desejam para si. Para existirem. Existir com fundamento lindo, mas visível de sublime existir. “Amparado” Nele e na Sua aceitação.
Adorava “voar”. Pronto. Sim! Agarrado. Muito “agarrado” em mim. Terna e com deslumbre na crença numa vida. Pertence-me. Destemidamente. Na força da magia de conseguir. De afagar. Da dádiva Sua.
“Vooem”.
António Pena Gil

Wednesday, March 08, 2017

Monday, March 06, 2017

Friday, March 03, 2017

O Sol majestoso conquistou-me a Alma e conquistou-me o meu Sentir, com intensidade, brilhante. Timidamente. Receando-me, também!
Os seus raios afagaram-me numa conveniente atitude habitual de sonho. Um sonho sonhado com irrealidade comovente que não estranhei, Queria exibir uma surpreendente magia no decoro do Planeta que habito, com que sempre penso, quando bem atento e desperto.

Estou acostumado a estas sensações.
Afinal, a madrugada só queria falar de sentimentos. Conversar comigo. Fazer as pazes. Apaziguar-se em mim. Apaziguar a minha entrega. Conquistar o que de bem e mal possuo e transporto comigo.
As dúvidas em viver? Não as descortino para ser sincero

Thursday, March 02, 2017


A Vida!

Penso que sou uma “marioneta” no Palco Social da vida. Da minha vida.

Estou. Sinto. Respiro. Sou.

A minha vida de professor dá-me tudo o que uma vez desejei. Dou “berros”. “Indigno-me”. Penso num dia mais feliz cada vez que me sobressalto com o que faço por vezes indevido ou proibido.
Tenho a noção que estou “acabado”. Fui Pai. Fui Educador. Fui Pedagogo. Fui ou tentei ser Psicólogo sem o conseguir, se calhar. Mas, tentei. Vou e irei sempre à luta por eles e pelo sonho deles.
Por vezes, fazem de mim um “Palhaço” indesejado. Não posso mais. Os neurónios caíram-me no chão da minha vida desgastada. Apanhei-os e pu-los onde deviam estar, sem o conseguir.
Apelo-vos que o amigo sincero que fui está exausto. Prestes a cair sem que ninguém saiba.
Podem rir. Sorrir. Humilhar ou maltratar. Sei o que fiz por crianças ternas e de sonho.
Chegou a hora. Vou-me retirar.
POR FAVOR, não esqueçam a “marioneta”, nem o “Palhaço” em que me tornei por amor à vida. Sou sério. Vivo dessa seriedade. Desse Civismo. Dessa Cidadania plena. 
Beijos e abraços, amigos de sempre.
Se me virem digam alguma coisa.
“Arrasto-me” em direcção da vida. É fácil.
Sejam Felizes. Muito Felizes, sim?
António Pena Gil 

A Vida!

Penso que sou uma “marioneta” no Palco Social da vida. Da minha vida.

Estou. Sinto. Respiro. Sou.

A minha vida de professor dá-me tudo o que uma vez desejei. Dou “berros”. “Indigno-me”. Penso num dia mais feliz cada vez que me sobressalto com o que faço por vezes indevido ou proibido.
Tenho a noção que estou “acabado”. Fui Pai. Fui Educador. Fui Pedagogo. Fui ou tentei ser Psicólogo sem o conseguir, se calhar. Mas, tentei. Vou e irei sempre à luta por eles e pelo sonho deles.
Por vezes, fazem de mim um “Palhaço” indesejado. Não posso mais. Os neurónios caíram-me no chão da minha vida desgastada. Apanhei-os e pu-los onde deviam estar, sem o conseguir.
Apelo-vos que o amigo sincero que fui está exausto. Prestes a cair sem que ninguém saiba.
Podem rir. Sorrir. Humilhar ou maltratar. Sei o que fiz por crianças ternas e de sonho.
Chegou a hora. Vou-me retirar.
POR FAVOR, não esqueçam a “marioneta”, nem o “Palhaço” em que me tornei por amor à vida. Sou sério. Vivo dessa seriedade. Desse Civismo. Dessa Cidadania plena.
Beijos e abraços, amigos de sempre.
Se me virem digam alguma coisa.
“Arrasto-me” em direcção da vida. É fácil.
Sejam Felizes. Muito Felizes, sim?

António Pena Gil